Público alvo: Estudantes de dança, futuros criadores e pessoas interessadas nas artes do corpo.
Resumo:
IRÊ é o primeiro solo de Nyandra Fernandes para os palcos. A obra parte de sua trajetória na dança e das experiências em seu território, atravessadas por memórias, espiritualidade e referências como o funk, o samba e o candomblé. Entre barricadas, giros e camadas de saias, o corpo ginga, se esquiva e se afirma, transformando conflito, prazer e vivência em presença e movimento.
Ficha Técnica:
Artista Residente / Direção / Performer: Nyandra Fernandes
Dramaturgia: Maurício Lima
Direção de movimento: Bellas
Trilha Sonora: Ana Maga
Iluminação: Andrea Capella
Produção Executiva: Himiny
Coordenação de Produção: Rafael Fernandes
Designer: Charles Pereira
Gestão: Quafá Produções
Histórico da cia:
Nyandra Fernandes é artista da dança, licenciada em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pela Escola Angel Vianna. Formada no Curso Técnico em Dança também na Escola Angel Vianna (2014). Sua pesquisa transita entre a dança contemporânea, danças afro-brasileiras, urbanas e populares, com foco em ancestralidade, identidade, raça e corporeidade. É criadora, diretora de obras autorais como ELEGBARÁ (2022) e VIVEIRO (2023), com circulação por festivais e espaços culturais no Rio de Janeiro e em São Paulo. Atualmente, Nyandra está em processo de criação do seu trabalho solo IRÊ, com estréia prevista para 2026. No âmbito internacional, foi artista convidada da residência Watch & Talk realizada pelo Festival La Bâtie em Geneve na Suíça (2023). Artista residente na Casa de Artes De Singel, em Antuérpia, na Bélgica, em colaboração com a artista Amanda Piña, na criação da performance-instalação TO BLOOM/florescimento (2024). Convidada especial em “A Tapestry of Sacred Music” da Esplanade Theaters on The Bay em Singapura (2025). Colabora e atua em diversos projetos e iniciativas: Diretora de movimento do espetáculo de dança VOGUE FUNK; Atuou como intérprete-criadora da Cia. Suave, dirigida por Alice Ripoll (2014-2022); Atuou como performer na obra “Batucada” do diretor e coreógrafo Marcelo Evelin (2016); performer no espetáculo de dança “Proibidão” (2023) de Kinho JP. Em 2024 foi coreógrafa do musical internacional Rio Up Hill premiada em 2025 pelo “Prêmio DID-Destaque Coreografia”, consolidando seu reconhecimento à cena coreográfica.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Audiodescrição.
Serviço
Data: 17, 18 e 19 de abril de 2026.
Horário: 17 e 18/04 às 19:00 e 19/04 às 18:00
Classificação: 12 anos
Duração: 40 min
Parceria: Não
