Linguagem: Dança
Público-alvo: Principalmente passistas e sambistas, outros segmentos do Carnaval de escolas de samba e amantes da cultura do samba.
Resumo: “A RODA” é um projeto idealizado por três mulheres pretas que busca promover diálogos e reflexões sobre as problemáticas do Carnaval e das Escolas de Samba. O projeto tem como objetivo dar voz aos sambistas, compartilhando vivências e experiências, e promover a conscientização sobre questões como o desprestígio, a falta de apoio, o protagonismo preto e o respeito à cultura e às mulheres. Através de encontros com convidados especiais, “A RODA” visa fortalecer a união no segmento sambista, combater o racismo e a intolerância religiosa, e valorizar a cultura do samba.
Ficha Técnica:
Idealizadores: Jamilly Marques, Jacimara Marques, João Victor Vasconcelos e Thay Barbosa.
Psicóloga: Jacimara Marques
Convidados Especiais:
Léo Prazeres
Mariana Ribeiro
Larissa Neves
Raphaella Reis
Allan Bastos
Washington Silva
Histórico da Cia: “A RODA” foi criada por três mulheres pretas, sambistas e artistas, que identificaram a necessidade de um espaço para discutir e refletir sobre as problemáticas do Carnaval e das Escolas de Samba. O projeto já realizou edições iniciais que mostraram a persistência dos problemas enfrentados pelas gerações passadas e atuais de sambistas. A iniciativa conta com a expertise de uma psicóloga, o que embasa a metodologia e garante um ambiente acolhedor e seguro para todos os participantes.
Serviço:
Data: 20 de julho de 2024
Horário: 9:30h às 13h
Local: Midiateca do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – R. José Higino, 115 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 20510-430
Classificação: Livre
Duração: 4 horas
Valor do Ingresso: Gratuito
Informações: Nesta edição de “A RODA”, focada principalmente em passistas e pessoas que vivem e consoimem carnaval de escolas de samba, realizaremos uma série de painéis de discussão com convidados especiais que abordarão temas essenciais para a comunidade sambista. Entre os tópicos a serem discutidos estão as problemáticas do Carnaval e das Escolas de Samba, o protagonismo preto, etc.

Acho importante trazer este tipo de diálogo e encontro para dentro de um espaço tão importante quanto o centro coreográfico e com convidados tão ilustres e com experiência no carnaval quanto Aldione Senna.
Importante ainda salientar que esse espaço precisa manter esse encontro em sua agenda.