
Linguagem: Dança/ Performance
Público Alvo: pessoas moventes a partir de 18 anos
Resumo da atividade: A oficina visa explorar elementos sensoriais e de conexão consigo e com o entorno, buscando perceber os ciclos e vivências de cada ume. A partir da tentativa desta compreensão, trabalharemos com jogos performativos, teatrais e de dança, incentivando es praticantes a trazerem suas histórias para a cena. De maneira estruturada e fluida, utilizaremos como referência a metodologia de relação arte e vida da bailarina Anna Halprin e os estudos da escritora Clarissa Pinkola Estés, além da próprio processo de performar como uma maneira de se curar de traumas, utilizados na criação das performances NESTA e algo tão Doce. Propondo um local de acolhimento, poderão ser compartilhadas histórias e questões de cada ume em forma de movimento, palavra, som e presença.
– Trazer um caderno e lápis para escrever e/ou colorir.
Release do proponente:
Flora Bulcão é coreógrafa, bailarina e artista multidisciplinar. Mestranda no Programa de Pós-graduação em Dança da UFRJ, está desenvolvendo seu novo trabalho, NESTA, partindo do invólucro materno para o mundo.
Formada em Artes Visuais pela UERJ, criou o trabalho “Algo tão doce”, onde fala de assédio sexual e começa sua pesquisa sobre se curar de traumas a partir da arte. Algo tão Doce foi apresentado em diversas galerias de arte e espaços culturais como Museu de Arte do Rio (Trans-in-corporados), Centro de Artes Helio Oticica (FormAção e PEGA), Z42 (Corpos Críticos), Galpão Bela Maré (Corpos InTrânsito), Espaço Montagem e Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Festival Panorama).
Atriz da coletiva “Medeia e suas margens” (direção Denise Espírito Santo), dirigiu e dançou no videodança “Ausente”, apresentado no festival de videodança de São Carlos. Foi bailarina da Cia. da Ideia (direção Sueli Guerra), do grupo Contadores de Estórias (direção Marcos Ribas- Paraty), do Projeto Themselves (direção Jean-Jacques Sanchez) e da Residência Raízes (organizada por Marie Close e Ligia Tourinho). No cinema atuou no filme “O Ornitólogo” (direção João Pedro Rodrigues – PT), e coreografou cena para o filme “A vida invisível” de Karim Aïnouz, além de duas temporadas da novela e o filme “Gaby Estrella”. Dançou nos clipes audiovisuais “Engrenagens”, para a música de Eduardo Seabra, “Visão”, de PC Castilho e “Certezas Inacreditáveis”, de Luiza Borges. Concluiu sua formação em ballet clássico com Nora Esteves e participou de cursos de performance e dança contemporânea em escolas como SNDO (Amsterdã), Tanzfabrik (Berlim) e SEAD (Salzburgo).
Serviço
DATA: 12 de fevereiro de 2022.
HORA: 10h às 12h.
VAGAS: 20 vagas
Link para inscrição: https://forms.gle/hrYjkr5MtrVfF5md9
