

SOPA em movimento | 02/11, às 09h30
A oficina “SOPA em movimento” vai dividir os resultados de uma pesquisa que uniu a técnica do Soudpainting ao movimento dos corpos. Criado por Walter Thompson, em Nova Iorque, o Soundpainting é uma linguagem de sinais que possibilita a condução de uma improvisação. Um maestro, ou soundpainter, conduz um grupo (de músicos, bailarinos, atores) a criar através dos seus comandos que são estruturados de forma que indiquem “quem”, “o que”, “como” e “quando” agir. Este encontro tem como objetivo ampliar as possibilidades de linguagem e de criação em dança.
Sobre o ministrante:
Taiyo Omura é soundpainter e coordenador dos projetos: BAILA BAILA, jam musical dançante, e CINE CONCERTOS, exibições de clássicos do cinema silencioso com a criação da trilha sonora e sonoplastia ao vivo através do Soundpainting e Conduction. Estudou com Walter Thompson (EUA), Benjamin Nid (FRA), entre outros. Mestrado em Artes Cênicas na UNIRIO. Ator-improvisador. Cia. Teatro do Nada, improvisação narrativa. Graduado em Cinema pela UFF.

Corpo em Transe | 09/11, às 09h30
A oficina propõe ao bailarino laboratórios de composição coreográfica desenvolvidos durante o processo de criação do espetáculo “Cavalo de Santo”, ao utilizar exercícios como a exaustão e a repetição de movimentos que possibilitem o acionamento de estados de alteração do corpo que dança.
Sobre a ministrante:
Renata Borges é formada em Dança pela UFRJ e em Letras na PUC – Rio, onde cursa o mestrado no Programa de Pós – Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Trabalhou durante dois anos como docente do Departamento de Arte Corporal na UFRJ, e hoje é pesquisadora convidada da Nudafro Cia de Dança Contemporânea da UFRJ, em parceria com Tatiana Damasceno.

Do lugar onde estou mal te vejo | 16 e 23/11, às 09h30
Partindo de dois pontos que deram início ao nosso trabalho cênico, a ação de arrastar e a pesquisa com caixas de papelão, pretendemos discutir com os participantes da oficina o tema da territorialidade e de como nos relacionamos com o projeto de construção de nossa cidade. Através de jogos e pesquisas corporais desenvolvidos durante o nosso processo criativo desejamos propor uma reflexão sobre como nós somos atravessados pelo espaço que nos circunda e pela história de construção (e, muitas vezes, desconstrução) desse mesmo espaço.
Sobre as ministrantes:
CAROLINA MARIA é coreógrafa, bailarina e professora de dança. É residente no Centro Coreográfico, onde desenvolve o trabalho “Do lugar onde estou mal te vejo” ao lado de Julia Gil. Integra o Grupo Motim, dirigido por Vanessa Garcia. Foi coreógrafa do programa Gaby Estrella (TV Gloob). Como bailarina, trabalhou em diversas companhias de dança como a Cia da Ideia, a Laso Cia de Dança , a Cia Clébio Oliveira e a Spoudaios Cia de Dança, participando de vários festivais e circuitos artísticos, como o Circuito SESC (SP e RJ), Multipla Dança (SC), Semana de Dança Cariri (CE), Paralelo 16 (GO), entre outros. Integrou o Grupo Búfalo, de Ana Vitória e Marcelo Aquino. Participou como bailarina dos projetos “Jogo Coreográfico – versão residência”, de Lígia Tourinho, e do “Ateliê Coreográfico”, dirigido por Regina Miranda. Bacharel e licenciada em Letras pela UERJ. Cursou a Faculdade de Dança da UniverCidade. Ao longo de sua carreira, procurou sempre manter-se atualizada, participando de workshops e oficinas no Brasil e na Europa. É professora de dança contemporânea no Centro de Movimento Deborah Colker e de ballet clássico no Espaço Vibre.
JULIA GIL é Bacharel pela Middlesex University of London em BA Professional Practice In Arts – Dance e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formada na Elmhurst School for Dance associada ao Birmingham Royal Ballet, reconhecido pelo Trinnity College of London e na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Atualmente é bailarina da Esther Weiztman Companhia de Dança no espetáculo “Dançar (não) é Preciso”, no espetáculo “Dobras” do Grupo Tápias e residente do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro junto com Carolina Maria. Trabalhou com o Coletivo em Fluxo (Rio de Janeiro), Coletivo Instantâneo (Rio de Janeiro); com a Cia Regina Miranda & Atoresbailarinos (Rio de Janeiro); na companhia alemã Ballet Dortmund; e dançou com o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, por três temporadas durante sua formação na EEDMO. Participou de diversos cursos intensivos e workshops no Brasil e na Europa. Continua ampliando sua formação se aprofundando em técnicas e abordagens da dança contemporânea; improvisação; composição; e educação somática.

Encontro com a coreógrafa Marcia Milhazes | 16/11, às 13h
Um encontro para refletirmos a prática de questões sobre o universo de linguagem na Dança/Arte.
Sobre a ministrante:
Marcia Milhazes nasceu e trabalha no Rio de Janeiro. Teve sua formação entre 1970 e 1979 como bailarina clássica na Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e mestra em Estudos da Dança e Coreografia pelo Laban Centre for Movement and Dance, em Londres, em 1991. Em 1985, com Ballet Carioca, fez turnê pela América Latina e Ásia e em 1994 fundou a companhia com seu nome. Teve vários prêmios, destaque para “Santa Cruz” em 1996, Prêmio Mambembe – Melhor Coreógrafa, em 2001 com “Joaquim Maria” o melhor espetáculo do ano (APCA e Jornais “O Globo” e “Jornal do Brasil” e dos críticos em Portugal) e ainda o Prêmio Petrobras Artes Cênicas, além de prêmios por “Tempo de Verão” (2005) e “Meu prazer” (2009).
TODAS AS OFICINAS SÃO GRATUITAS
Inscrições:
Ciclo de Oficinas Livres | Dança e Sociedade
As inscrições podem ser realizadas até o dia 06 de novembro de 2018. Data: 02, 09, 16 e 23 de novembro de 2018 Horário: 09h30 às 12h (com exceção da oficina com Marcia Milhazes, que será das 13h às 15h30) Ministrantes: Taiyo Omura, Renata Borges, Carolina Maria, Julia Gil e Marcia Milhazes Público alvo: Interessados em geral Classificação etária: 16 anos Vagas: 30

Parabéns! Aguardo oportunidade de poder participar presencialmente!