Roda de conversa “Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha”

Título: “Roda de conversa “Dia da Mulher Negra Latino-americana e caribenha” 

Linguagem: Dança 

Público alvo: Público geral 

Resumo: Um encontro entre jovens criadoras negras de diversos pontos da cidade e do Estado do Rio de Janeiro que visitam suas trajetórias compartilhando possibilidades e entraves na construção de seus trabalhos artísticos sejam acadêmicos e/ou artísticos. Ao pensar a criação em dança a partir da perspectiva negra na cidade do Rio de Janeiro, encontramos diversos caminhos promissores, mas também muitos entraves, seja na perspectiva acadêmica ou na criativa — inclusive naquelas que transitam entre ambas. Este encontro tem como objetivo lançar uma lupa sobre a produção de novas coreógrafas e bailarinas negras, que vêm produzindo e exportando a dança por uma perspectiva negra no cenário atual da dança. Assim, buscamos valorizar e fortalecer essa expressão artística, reconhecendo os desafios enfrentados e celebrando as contribuições dessas artistas para a cena cultural da cidade. 

Ficha Técnica: 

Produção geral: Hágata Pires – Coordenadora de residências e Oficinas Do Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro

Mediação: Hágata Pires e Claudia Petrina

Artistas convidadas:

Lais Castro  é artista da dança, pesquisadora, professora e curadora independente. Licenciada e mestre em Dança pela UFRJ, especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação pelo IFRJ, doutoranda em Artes da Cena pela UFRJ. Sua pesquisa acadêmica e artística se relaciona com os cruzamentos do audiovisual e a subjetividade periférica. Dirigiu os trabalhos Trilha Marginal, Fade Out do Olhar, Sucessivos Presentes e Verde, idealizadora da Jam Citrus. É diretora de criação da organização Peneira e anfitriã do espaço de arte Citrus Ateliê em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, onde propõe encontros ligados à estética periférica na arte contemporânea. Atualmente está em processo de colaboração com as artistas Dorothée Munyaneza e Myriam Birara pelo projeto Panorama Mar.

Mayara Rajal é professora, bailarina e coreógrafa de dança do ventre e dança cigana e produtora do espetáculo anual Nur El Fan (Luz da Arte).

Tamires Costa é pesquisadora das danças, multiartista e arte-educadora. Formada pelo Curso Técnico em Dança da rede FAETEC de ensino e cursando Licenciatura em Dança na UFRJ. Desde 2017, desenvolve uma pesquisa que se intitula Corpo Tambor que parte das múltiplas sabedorias encarnadas em manifestações da diáspora africana, na simbologia e os arquétipos das entidades afro-indígenas e seus desdobramentos em danças da contemporaneidade. Colaborou como performer e co-criadora com as artistas Marcela Levi e Lucia Russo, na Improvável Produções (entre 2015 e 2022), ademais, através deste, performou o solo DEIXA ARDER no qual esteve em cartaz nos principais festivais de dança e performance da Europa e em circulação por teatros do Brasil e América Latina. A artista também colaborou com Vera Passos na Bahia (2023). Além disso, Tamires compõe o elenco das companhias REC e SUAVE, que desenvolvem pesquisas através do Passinho Foda, de danças contemporânes e urbanas. As companhias têm realizado turnês pelo Brasil, América do Norte, Reino Unido, Europa e Ásia. A artista assina concepção e direção do espetáculo de dança BALANÇO que teve sua estreia no SESC Copacabana, através do Edital Sesc RJ Pulsar – O Corpo Negro em 2024.

Thais Ayomide é Mestranda e Bacharel em Dança pela UFRJ, atriz, fotógrafa, poeta e performer, direciona seus estudos para negritude e memória em várias frentes que atua. Autora, diretora e intérprete do espetáculo Memórias de Uma Maré Cheia. Lançou sua exposição individual Obinrin de Memórias- COART/UERJ. Autora e intérprete do Show Poético “Bálsamo”, intérprete criadora do Podcast BECOS, Compositora integrante do Disco Satélite e atriz/performer do Espetáculo Becos- uma imersão poética (realizações do Peoples Palace Projects). Atuou em alguns longa-metragens entre elss “Corpos Invisíveis”, “Agudás: os brasileiros do Benin” e “Além das águas” . Integrou o núcleo de profissionais do programa Imagens do Povo, da ONG Observatório de Favelas, como Educadora Artística. Atua como diretora de movimento e preparadora corporal em espetáculos como “Querido Irmão: faltou ar pra dizer”.

Serviço: 

Data: 26-07-2025 

Horário: 16h 

Classificação: Livre 

Duração: 2h

Público esperado: midiateca: máximo 30 lugares cada 

Programação presencial 

Programação Gratuita

Link para retirada de ingressos: https://ingressosriocultura.com.br/riocultura/events/46268?sessionView=LIST

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