PROGRAMAÇÃO DE ESPETÁCULOS E EVENTOS – JULHO DE 2025

O Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro convida para uma programação especial de espetáculos, festivais e encontros que celebram a diversidade da dança e suas múltiplas expressões.

Confira a agenda completa:

Hereditária
03/07 – 19h | Gratuito | Classificação: 12 anos
Dança para pensar o que carregamos e o que escolhemos deixar para trás.

Antígona: Vertendo lágrimas em dança Butô
06/07 – 18h | R$40 (inteira) / R$20 (meia) | Classificação: 16 anos
Uma leitura intensa do mito grego em movimento, com a poética do Butô.

Prêmio Internacional Brasil em Dança
11, 12 e 13/07 – 13h às 19h
Ingressos:
11 e 12/07 – R$60 (inteira) / R$30 (meia)
13/07 – R$80 (inteira) / R$40 (meia)
Classificação: Livre
Mostra competitiva para estudantes de dança de todo o país.

Festival 50 Anos da AVM
19/07 – 10h30 | R$40 (inteira) / R$20 (meia) | Classificação: Livre
Celebração dos 50 anos da AVM com apresentações e homenagens.

RINGUE
18, 19 e 20/07
19h (sexta e sábado) | 18h (domingo)
R$30 (inteira) / R$15 (meia) | Classificação: 18 anos
Confrontos cênicos e coreográficos em um espetáculo potente e provocador.

Loyal Empire Kiki Ball
25/07 – 18h às 21h
Ingressos: R$5 (pessoas trans) / R$10 (cis Ballroom)
Classificação: 14 anos
A cena Ballroom ocupa o teatro com força, beleza e disputa nas categorias.

13º Festival Dança Favela
26 e 27/07 – 11h | Gratuito | Classificação: Livre
Corpos periféricos em cena, criando, resistindo e transformando o mundo.

Todos os eventos acontecem no Teatro Angel Vianna, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. A entrada está sujeita à lotação.

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Espetáculos – ingressos disponíveis no site https://ingressosriocultura.com.br/riocultura/events

Título: Hereditária

Linguagem: Teatro 

Público alvo: Adulto 

Resumo: “Hereditária”, espetáculo idealizado pela artista Moira Braga, parte da descoberta aos 7 anos de idade de uma condição genética rara — Stargardt — que causaria a perda de sua visão, para investigar os múltiplos sentidos da hereditariedade, do genético ao social. Contemplado no edital de cultura Pró-Carioca Linguagens da Lei Paulo Gustavo, o espetáculo fará uma circulação entre maio e julho deste ano, com apresentações gratuitas, por 08 equipamentos do Município do Rio. Há quase duas décadas atuando como autora, bailarina e atriz em espetáculos de dança, teatro e no audiovisual, esta é a primeira vez que Moira traz ao palco sua biografia, e tematiza a doença de Stargardt. “A ideia é dar uma resposta larga sobre de onde vem a doença”, explica Moira, “e abrir a reflexão para um leque mais amplo, investigando o que são nossas heranças e nossa hereditariedade, tudo que chega pra nós através da ancestralidade, tudo que fica pelo caminho, assim como as heranças que escolhemos ter”. A dramaturgia, composta pela atriz junto com o diretor do espetáculo Pedro Sá Moraes, entrelaça eventos da vida pessoal e dos antepassados de Moira a referências históricas e mitológicas — como o mito grego das Moiras: três irmãs funestas que tecem o destino de todos os seres. Entre o biográfico, o poético e o político, Hereditária reflete sobre o quanto de nossas vidas é predeterminado e o quanto temos o poder de escolher. 

Mais do que acessibilidade, acesso 

Para além de uma contrapartida social, a montagem de “Hereditária” tem a ampliação do acesso na raiz de sua concepção — o que é marca registrada dos trabalhos de Moira. No palco, a idealizadora contracena com duas outras atrizes, Luize Mendes Dias, também intérprete de libras, e Isadora Medella, também multi-instrumentista. Libras e audiodescrição estão entrelaçadas de forma orgânica desde a dramaturgia até as movimentações de cena, expandindo as fronteiras do que costuma se compreender por “acessibilidade”. “Esse é naturalmente meu ponto de partida”, diz Moira, “quero que o meu trabalho acesse o maior número de pessoas e, por isso, fomos concebendo mecanismos estéticos e dramatúrgicos que proporcionem a expansão desse acesso”. 

Um musical diferente

A narrativa, atravessada por canções originais compostas por Sá Moraes, possui uma abordagem estética diferente do que costuma se entender por “Teatro Musical”.  A direção musical, assinada por Pedro junto com Isadora Medella, explora as vozes,  os corpos e até os objetos cênicos como instrumentos musicais. Nesta forma de fazer teatro, que recebe o nome de Teatrocanção “a musicalidade é o norte que ajuda a encontrar o tom da atuação, a pulsação de cada cena, mesmo quando não há nenhuma nota musical sendo tocada”, diz o diretor, indicado ao prêmio Shell em 2023 pela direção musical e canções originais do espetáculo “Em busca de Judith”. 

O cenário é uma instalação visual e sonora do músico e artista plástico Ricardo Siri. É composto por objetos que, ao serem manipulados (pisados, percutidos, tocados, transportados) produzem os ambientes e sonoridades da peça. Para que pessoas cegas e de baixa visão tenham acesso a este cenário, serão convidadas a entrar no teatro alguns minutos antes da abertura de portas e explorar os objetos cênicos de forma táctil. 

Ao contrário dos musicais tradicionais, com números de dança virtuosísticos, a direção de movimento de Hereditária, assinada pelo performer, ator e professor da UFBA, Edu O. parte da diversidade de potências de cada corpo para compor gestos e movimentos cênicos. Edu, primeiro professor de dança cadeirante de uma universidade pública brasileira, é uma referência no debate sobre a deficiência nas artes, e traz sua reflexão a respeito do capacitismo, ou “bipedismo compulsório” para a criação de Hereditária. 

Impacto social 

O capacitismo é um conjunto de ações e perspectivas excludentes, que refletem de forma cotidiana uma realidade social bastante grave. Um levantamento do Ministério da Saúde revela que o Brasil possui, atualmente, 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, representando 23,9% da população. Destas, quase 70% não concluíram o ensino fundamental e apenas 1% estão no mercado de trabalho. 

“Esta exclusão é uma espécie de herança: de desigualdades ancestrais, de preconceitos enraizados e solidificados em oportunidades que se abrem para alguns e fecham para outros. O projeto Hereditária nasce de um desejo de explorar, de forma criativa, poética, mas também política e lúcida, as diferentes dimensões das heranças que atravessam a vida do indivíduo com deficiência, e da sociedade como um todo”, explica a idealizadora do espetáculo. 

Moira comenta ainda que existem boas políticas públicas para pessoas com deficiência, como o percentual mínimo de PCDs em produções artísticas, mas ela alerta sobre a falta de informação da população em geral: 

“O que precisamos agora é a ampliação do acesso à informação. Me choca a falta de conhecimento sobre o que estamos fazendo, o que é uma audiodescrição, como faz, porque é necessária. A gente precisa falar muito sobre isso. Precisamos que os patrocinadores se interessem, que o público queira conhecer”, afirma.  

Histórico da Cia: O trabalho de Moira Braga ganhou alcance nacional em 2022, quando participou da novela Todas as Flores, da TV Globo, como a personagem Fafá. “Comecei como preparadora de elenco, trabalhei com todos e acabei entrando para o elenco também”, diz. 

Em 2024 foi convidada novamente, para trabalhar na preparação de elenco da novela Renascer. “A novela Todas as Flores tinha a temática da deficiência, a mocinha da novela, interpretada pela Sophie Charlotte era deficiente visual, mas Renascer não tinha nada a ver com o tema da deficiência, então me chamaram de volta pelo meu trabalho e não pela temática”, pondera. 

Isso é muito importante pra gente, pessoas com deficiência, sermos chamadas não só para falar da deficiência. A gente quer trabalhar, fazer o que sabemos fazer”, finaliza a artista. 

FICHA TÉCNICA 

Idealização- Moira Braga 

Dramaturgia – Moira Braga e Pedro Sá Moraes 

Direção – Pedro Sá Moraes 

Elenco – Isadora Medella, Luize Mendes Dias, Moira Braga 

Canções originais – Pedro Sá Moraes 

Direção musical – Pedro Sá Moraes e Isadora Medella 

Direção de movimento – Edu O. 

Cenografia – Ricardo Siri 

Figurino – Vania Ms. Vee 

Iluminação – Ana Luzia De Simoni 

Técnico de Luz – Guiga Ensa 

Técnica de som – Raquel Brandi e Maria Clara Coelho 

Identidade visual – Vinícius Santilli | Grambolart 

Fotos – Junior Zagotto, Felipe Rodrigues, Pedro Sá Moraes, Thelma Vidales Maquiagem – Lucia Carrara 

Assessoria de Imprensa – Marcelo Moreira 

Consultoria em Libras – Jadson Abraão 

Consultoria em Audiodescrição – Felipe Monteiro 

Contabilidade – Davi Andrade 

Assistência de produção – Guilherme Soares 

Direção de Produção – Jordana Korich 

Realização – Movimento Falado ltda., Pedro Sá Moraes produções e Grande Mãe Produções. 

Cronograma de produção e pós produção: 

uma visita técnica a ser agendada 

Montagem dia 02 de julho das 14h às 21:30h no Teatro. 

Dia 03 de julho entrada no Teatro às 14h 

sessão às 19h 

liberação do Teatro às 21:30h.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? 

Sim. Audiodescrição e libras, integram a dramaturgia, e são realizados pelas atrizes em cena. 

Serviço 

Data: 03/07/2025 

Horário:19h 

Classificação: 12 anos 

Duração: 60 min 

Informações: Buscando ampliar o acesso a este conhecimento e estas reflexões, o projeto Hereditária também prevê a realização de uma oficina para artistas e estudantes de artes cênicas e dança, com o foco na promoção de novas abordagens artísticas à acessibilidade. 

Parceria: O projeto é contemplado pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.” 

Programação presencial 

Valor Ingresso: Gratuito 

Título: Antígona: Vertendo lágrimas em dança Butô

Linguagem: Dança

Público alvo: Comunidade local e pessoas interessadas em dança; Dança Butô.

Resumo: Fabulação da Tragédia Grega homônima de Sófocles sob a lente e linguagem da

Dança Buto. Rememorar o mito da heroína onde risada, lágrima, sofrimento e berro tornam-se

movimento dançado e exposto no mundo de leis divinas, não humanas.

Ficha Técnica:

Direção: Caio Picarelli

Artistas-criadores: Caio Picarelli; Eliane Grivet; Isabela Callado; Jaqueline Caldas; Michael

Di’Martino; Ricardo Paiva.

Produção: Caio Picarelli

Assistente de Produção: Rodrigo Gilla

Criação de Luz: Sara Fagundes

Operação de Luz: Sara Fagundes e Gabriela Mendes

Trilha Sonora: Caio Picarelli e Isabella Callado.

Histórico da cia: Caio Picarelli é artista-docente-educador da área da dança e das Artes do

Movimento. Há 10 anos investiga profissional e academicamente a Dança Butô – surgida no

final da década de 1950 sob a condução do baiarino Tatsumi Hijikata – em um cenário social,

político e cultural completamente incertos em um Japão se reerguendo do período da Segunda

Grande Guerra. Atualmente, Caio é docente universitário, Doutorando e Mestre em Artes

Cênicas (UNIRIO) e segue criando em linguagens híbridas entre dança, teatro e performance

com inquietações que desvelem em reflexões éticas, estéticas, poéticas e políticas.

Serviço: Ocupação Dança Butô, realização por Caio Picarelli.

Data: 06 de julho.

Horário: Domingo (espetáculo), 18:00.

Classificação: 16 anos.

Duração: 45 minutos (espetáculo); 25 minutos (conversa com o público).

Informações: Abertura de Montagem Artística da construção de um espetáculo influenciado

pela Tragédia Grega Antígona de Sófocles na linguagem da Dança Butô.

Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e Faculdade Angel Vianna.

Programação presencial

-Valor Ingresso: Domingo – 40 reais inteira/20 reais meia.

Título: Prêmio Internacional Brasil em dança

Linguagem:Dança

Público-Alvo: estudantes de dança e público geral.

Resumo: Evento competitivo de dança dividido em fases, com avaliação de aulas, coach e apresentações.

Ficha Técnica:

Direção : Victor Ciattei, Filipe Moreira e Cícero Gomes

Coordenação: Romilton Santana

Histórico da cia: mesma equipe do Congresso Brasil em dança

Cronograma de produção e pós produção: 

Dia 11:

13:00 aula avaliativa Ballet ( sala 1)

Aula contemporâneo (sala 2) grupo 2

15:00 às 19:00 apresentações teatro

Dia 12:

13:00 aula contemporâneo avaliativa (sala 1)

15:00 às 19:00 apresentações teatro

18:00 às 19:30 coach finalistas (sala)

Dia 13:

13:00 aula finalistas (sala 1)

13:00 aula para participantes não finalistas  (sala 2)

15:00 às 18:00 grande final – teatro

Serviço:

Data:  11, 12 e 13 de julho

Horário: 13h às 19h

Classificação: livre

Duração: 6 horas aproximadamente

Programação presencial 

Dia 11 e 12 : 60,00 inteira – 30,00 meia

Dia 13: 80,00 inteira – 40,00 meia

Título: Festival Comemorativo de 50 Anos de História da AVM

Público-alvo: jovens

Linguagem: Dança

Resumo: Este festival tem como propósito despertar nos bailarinos o interesse pelas diferentes linguagens corporais da dança, estimulando sua autonomia, criatividade e liberdade de expressão, desenvolvendo os conteúdos, retratando a importância da dança como veículo de comunicação social e expressão corporal, além de integrar os alunos das escolas e grupos e levar a bagagem de um festival de dança.

Trata-se de um evento de caráter competitivo, porém com o intuito de valorizar a sensibilidade artística de cada trabalho, sua participação e dedicação no processo de produção coreográfica, além de incentivar e promover a boa competitividade entre os eles.

Festival também trará nomes importantes da dança garantindo esse importante intercâmbio na carreira deles. Além de Celebrar os 50 Anos dessa Instituição que fomenta arte, cultura e educação através da dança ao longo de inúmeras gerações.

Ficha técnica: Direção Geral: Valeria Moreyra

Direção Artística: Junior Souza

Coordenação: Leonardo Moreyra

Produção: Bruno Brito e Bianca Stumbo

Coordenação de Júri: Renata François

Serviço:

Data: 19/06

Horário: 10:30h

Classificação: livre

Programação presencial

Ingresso: R$40,00 inteira, R$20,00 meia.

Título: RINGUE

Linguagem: Dança

Público alvo: Jovens e adultos

Resumo: Zona de confronto. RINGUE é uma performance freak show sobre o bizarro nas representações do poder. Mas o que as imagens, para além das representações, querem evocar?

Ficha Técnica: 

Idealizadora, intérprete-criadora e produtora: Júlia Fernandez

Idealizadora e intérprete-criadora: Manuela Brito II Ide

Serviço:

Data:18, 19 e 20 de julho

Horário: sexta e sábado 19 horas, domingo 18 horas

Classificação: 18 anos

Duração: 45 minutos

Parceria: Mórula Cultural

Público esperado: 50 pessoas por apresentação.

Teatro Angel Vianna: máximo 125 lugares (plateia)

Programação presencial

– Valor Ingresso: 15,00 meia 30,00 inteira.

Título: Loyal Empire Kiki Ball 

Linguagem: Dança 

Público alvo: Comunidade Ballroom brasileira 

Resumo:  A Loyal Empire Kiki Ball representa uma união inédita e promissora entre duas das mais potentes e influentes Houses da cena nacional: a Loyal Kiki House Cabal e a House of Império. Essa colaboração tem o potencial de criar um evento verdadeiramente lindo, emocionante e inclusivo, celebrando a diversidade e a riqueza da Cultura Ballroom brasileira. 

Ficha Técnica: 

Prince Salem Cabal

Princess Kiara Cabal

OA Princess Alynah Cabal

OA Princess Jayla Cabal

Star OA Prince Hani Império

Princess Jay Império

Dash Império

Legendary King Father Luky Império

Histórico da cia: A House of Cabal é um coletivo atuante na Cena Ballroom brasileira desde sua fundação, em 2018, fundado por Legendary Papi Aru Cabal (SP) e Legendary Founder Mother Tanesha Cabal (SP). No ano de 2023, foi anunciada uma nova Mother da House, Legendary Mother Vênus Cabal (CE). Ao longo de seus 7 anos de existência, a House tem se estabelecido como uma referência, reunindo pessoas que não apenas integram a Cultura Ballroom, mas também possuem uma rica trajetória em diversos outros movimentos e iniciativas por todo o país. Os membros da House of Cabal trazem consigo um leque diversificado de expertises, enriquecendo sua atuação e contribuindo de forma significativa para a Cena. Suas habilidades abrangem áreas como publicidade, dança, fotografia, produção executiva, atuação como jurados em Balls, performances, competições, representação em rodas de conversa, moda e costura. Essa pluralidade de talentos fortalece a rede de ação da House, tornando-a uma força motriz e um ponto de referência na Cultura Ballroom. Atualmente, a House é composta por 63 pessoas, tendo chapters em cenas de muita potência e reconhecidas internacionalmente, como: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, Ceará e Distrito Federal. A House of Cabal continua a incentivar e fomentar projetos sociais de outros coletivos, reafirmando seu compromisso com a vitalidade e o crescimento da Cultura Ballroom no Brasil. O impacto das produções da House são vistos através de reconhecimento nacional e internacional, com projetos de grande impacto, como a Fire Island, ball bienal do coletivo e que reuniu os membros de todos os chapters para um evento histórico. Em 2025, a House of Cabal realizou a Ball mais cara do estado de São Paulo, a Fire Island V, sendo a primeira a premiar os competidores com mais de 1.000 em cada categoria. 

Kiki House of Império 

A Kiki House of Império floresceu no Rio de Janeiro em abril de 2019, sob a liderança visionária do Legendary Father Luky Império e da Legendary Mother Makayla Império. Composta por indivíduos vibrantes da comunidade LGBTQIAPN+ e oriundos de territórios periféricos, a House tem como pilar central a afirmação e a elevação do orgulho LGBTQIAPN+ em sua essência humana e consciente, estendendo esse propósito a todas as identidades minorizadas. Expandindo sua influência e alcance, a Kiki House of Império estabeleceu chapters em diversas localidades, irradiando sua energia e seus valores para: 

● São Paulo: Campinas (24 de agosto de 2019) 

● Minas Gerais: Juiz de Fora (20 de julho de 2020) 

● Paraíba: João Pessoa (24 de abril de 2022) 

● Minas Gerais: Belo Horizonte (13 de novembro de 2022) 

● Ceará: Fortaleza (11 de novembro de 2023) 

Os integrantes da Kiki House of Império engajam-se ativamente em trabalhos sociais de impacto, compartilham seu conhecimento através de aulas em academias, escolas e estúdios de dança, e disseminam a cultura Ballroom por meio de workshops em cenários nacional e internacional. Além disso, a House desempenha um papel crucial no fomento e crescimento da cultura Ballroom, organizando Balls que se tornam espaços de celebração e contribuindo diretamente para a formação social e artística das comunidades que a acolhem. 

Serviço 

Data: 25 de julho 

Horário: 18h às 21h 

Classificação: 14 anos 

Duração: 4h 

Informações: evento realizado pela Loyal Kiki House of Cabal e House of Império Parceria: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro  

Programação presencial 

– Valor Ingresso: 

Ingresso social Pessoas Trans: 5 reais 

Ingressos Cis Ballroom: 10 reais 

Título: 13° Festival Dança Favela Linguagem: Dança

Público alvo: Livre

Resumo: As coreografias são criadas pelos alunos e professores do Projeto Social Raízes da Vila e farão parte do repertório do Festival Dança Favela apresentadas no CCO. Coreografias livres e de diversos estilos e ritmos.

Ficha Técnica: Estudantes e professores do projeto

Coordenação: Rafael Félix

Coreografias: Natália Dias, Rafael Félix e Estefany Oliveira

Histórico da cia: O Projeto Arte e Dança Raízes da Vila RAÍZES, surgiu em 2024 no Morro dos Macacos com crianças e jovens que participavam de Oficinas de Dança do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil-Petit.

O educador social e produtor cultural Rafael Félix de Oliveira, percebeu a necessidade de explorar e desenvolver melhor as potencialidades artistísticas de dança para crianças e jovens da comunidade, que apresentam muita habilidade e talento que não tinham oportunidades de

apresentavam de atividades que focassem especificamente nas linguagens da Arte. Sobretudo nas danças.

O Projeto expandiu em 2010, oferecendo atividades de teatro, dança, OFERECENDO ATIVIDADES DE TEATRO, DANÇA, circo, figurino e canto com parceria e apoios de amigos artistas voluntários, responsáveis e alunos da comunidade.

O Projeto Social desde 2014, produziu diversos espetáculos que foram apresentados no Teatro do Centro Cultural da LIGHT e Teatro Angel Vianna no Centro Coreográfico, tais como: Tributo a MPB, Favela, Ritmo, Boing 169 partiu uma viagem pelo Brasil, Sete Pecados e Sete Virtudes

– Filmes e Musicais, Coisas que vêm do coração, Festival Dança Favela, Sonho Encantado, Cores da Vida, entre outros.

O Projeto participou da montagem da Comissão de Frente Mirim da Portela- Filhos da Águia no Carnaval de 2011, tendo como integrantes da Comissão de Frente os alunos das aulas de dança, promoveu o Desfile Favela Fashion sustentável, em 2013, que aconteceu na própria comunidade.

Já tivemos a oportunidade de ter parceria com o SESC da Grande Tijuca e Workshops de dança e acrobacia, Aerea com professores e coreógrafos renomados como Daniel Lourenço e Romulo Morada. Também tivemos a participação de workshop com Júnior, que trabalhou no preparo de

artistas da Rede Globo.

EM 2018 participamos do 7° Festival Nacional de Dança – Expressão e Arte, onde os nossos alunos conseguiram a premiação de 2° colocação com a premiação de melhor Coreografia na Categoria Adulto.

O Projeto já funcionou no Centro Comunitário Lídia dos Santos ena Vila Olímpica Artur da Távora.

Atualmente funciona em uma sala de dança, dentro do Espaço Centro Cultural da Criança. Ambos os espaços estão localizados no bairro de Vila Isabel organizadas pela ONG INATOS.

Serviço-Dança

Data: 26 e 27 de julho

Horário: 11h

Classificação Livre

Duração:90 minutos Informações:

Parceria: Centro Coreográfico do RJ

Ingressos gratuitos.

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