Linguagem: Dança
Público alvo:
Jovens, adultos e idosos; de todas as etnias, classes sociais e orientações sexuais; portadores de necessidades especiais de audição, fala e mobilidade; moradores locais, estaduais, nacionais e internacionais; estudantes e profissionais de todas as atividades intelectuais; formadores de opinião; produtores e público em geral.
Resumo:
Obá, orixá considerada mais retinta e a mais bela do panteão yorubano, conhecida como a deusa do ébano, liderou Elekô, uma sociedade restrita a mulheres, guerreiras, destemidas e feiticeiras, unidas pela preservação de suas tradições e da terra. Cresceu como um homem dominando o manejo das armas, lutou e venceu guerras. Ao longo de sua trajetória foi enganada, violada, perseguida, cativada e abandonada, aprendeu armas, o arco e a flecha, foi acolhida e acolheu, liderou, ensinou e amou de forma pura e visceral. E por ser mulher, incompreendida. Suas conquistas foram pouco reverenciadas e sua história quase apagada.
O espetáculo de 60 minutos propõe um encontro afro diaspórico com um elenco de 13 pessoas, entre bailarinas e músicos, que emocionam e oferecem uma experiência sem precedentes na história dos espetáculos de dança e música afro do Brasil, quando unem uma percussão potente a uma harmonia marcante e as cordas do violino e do violoncelo. Aqui, a dança tradicional dos orixás se une ao contemporâneo em uma fusão de corpos e instrumentos, onde o corpo toca e o batuque dança.
Ficha Técnica:
Direção Geral: Fábio Batista
Direção Musical: Kaio Ventura
Coreografia: Fábio Batista, Fernanda Dias e elenco
Coordenação de Produção: Elaine Rodrigues
Produtora: Jéssica Vieira
Corpo de Dança: Ana Gregório, Sabrina Sant’Ana, Talita Felizardo, Isabel Lorrayne, Dany Faria, Erika Souza, Larissa Costa e Mirian Miralles.
Voz: Sabrina Sant’Ana e Kaio Ventura
Músicos: Adriano Souzza (teclado), Fran Vieira (violino), Kaio Ventura (percussão), Lucas Viana (percussão), Raquel Terra (violoncelo) e Yago Cerqueira (percussão)
Cenografia: Cachalote Mattos
Figurino: Ricardo Rocha
Fotógrafo: Fernando Souza
Comunicação: Yuri Vieira
Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa
Técnico de Luz: Cristiano Ferreira
Audiovisual: Blínia Messias
Histórico da cia: A Clanm é uma das companhias de danças negras mais reconhecidas do Brasil, inclusive citada no Livro “O Teatro Negro Contemporâneo“ de Joel Rufino dos Santos, como uma das cias de grande importância na cultura negra brasileira. Desde a sua fundação, em 2012, já se apresentou em diversos festivais dentro e fora do país. Diversos bailarinos possuem reconhecimento internacional. Seu responsável, Fábio Batista, após conquistado diversos prêmios ao longo da carreira, é hoje um dos mais renomados professores de dança afro e coreógrafos do país. Coreografou o Rock in Rio, a comissão de frente de diversas Escolas de Samba, a Cia Folclórica Junina e hoje ocupa a cadeira de diretor artístico da Estação Primeira de Mangueira, desde o carnaval de 2023, confirmado para o desfile de 2025.
Serviço:
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Serviços de libras no dia de sábado, 07/06
Data: 06/06, 07/06 e 08/06
Horário: sexta e sábado, às 19h e domingo às 18h
Ingressos: R$30 Inteira | R$15 Meia entrada (prevista em Lei), disponíveis no Sympla
Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (R. José Higino, 115 – Tijuca, Rio de Janeiro)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
