PROGRAMAÇÃO DE ABRIL

Abril em Movimento no Centro Coreográfico!

Este mês, a dança toma conta do Centro Coreográfico do Rio com uma programação diversa e emocionante!

✨ Espetáculos contemporâneos que exaltam a vida
🎭 Performances e contação de histórias
🔥 Eventos de danças urbanas
💡 Espetáculos acessíveis, com protagonismo da pessoa com deficiência
🩰 Oficinas e atividades gratuitas abertas para todos os públicos

Vem viver essa experiência com a gente!

📍 Centro Coreográfico do Rio
📅 Abril | Classificação variada. Consultar a programação.

CentroCoreográficoRJ #DançaParaTodos #ArteEmMovimento

TEATRO ANGEL VIANNA

Título: Há vida!

Linguagem: Dança

Público alvo: O espetáculo tem como público-alvo mulheres que vivenciam ou vivenciaram o tratamento oncológico, familiares que acompanharam pessoas em tratamento, profissionais e estudantes da dança e pessoas interessadas nas potencialidades artísticas corporais.

Resumo: O espetáculo “Há vida!” apresenta uma narrativa autobiográfica, por meio da dança, contando a vivência de uma artista dançarina e poeta (Ana Beja) que recebe o diagnóstico de um câncer de mama. A narrativa tecida pelo entrelaçamento da performance corporal com a música e as poesias visa comunicar de forma bastante sensível todo o processo vivenciado desde o diagnóstico, trazendo à tona os lutos experenciados e os desafios enfrentados ao longo do tratamento.

Ficha Técnica:

Concepção e direção: Ana Beja

Produção Executiva: Fabiana Castelo

Intérpretes criadores(as): Ana Beja, Fabiana Castelo, Fran Lelis, Ingrid Lemos, Jessie Ra’idah, Luan Gustavo, Nadja El Balady e Tati Citrangolo.

Iluminação: Cristiano Teodoro

Técnico de som: Gustavo Manguelli

Figurinos: Ana Beja, Bruna Lemos, Elitan Silva e Ingrid Lemos.

Fotos e vídeos: Alexandre Martins Filho e Leonardo Martins

Trilha sonora: Ana Beja

Texto: Ana Beja

Intérprete de LIBRAS: Carol Chaves

Comunicação visual: Ingrid Lemos

Histórico da cia: O coletivo Corpos in-versos, composto por artistas de diferentes formações, é formado a partir da ideia de construção de narrativas corporais que dialogam com a poesia e com as experiências que nos tocam, tendo o espetáculo “Há vida!” como o primeiro projeto do grupo.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

As duas apresentações contarão com recursos de acessibilidade como intérprete de Libras e o atendimento de profissionais sensibilizados para a recepção de espectadores com deficiência.

Serviço

Data: 04/04 e 06/04

Horário: dia 04/04 às 19:00 e dia 06/04 às 18:00

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Informações: Projeto aprovado no edital Viva o Talento

Parceria:

Público esperado: 150 pessoas

Programação presencial

Valor Ingresso: ingressos gratuitos 

Ingressos bloqueados: 30

Ingressos para venda: 120

Horário de abertura da venda dos ingressos: Preferencialmente dia 06/03/2025 às 15h.

Título: Ritmar, Musicar…Vamos Brincar?

Performance Teatral Literária a partir do livro bilíngue, “Giocando con il Samba”, da autora e ilustradora Dayze Nascimento. Ed Sinnos Roma/Itália, 2002

Linguagem: Contação de Histórias

Público alvo: Público em Geral. Espera-se também atender: Alunos de escolas do entorno do centro Coreográfico, da Escola de Surdos e Mudos e crianças da Escola de Samba Mirim do Salgueiro.

Resumo:

Dá para acreditar? Um pintinho diferente, dançarino, inteligente, nasceu compondo lindas frases rítmicas.

Entre som, ritmo, palavras e imagens, as frases rítmicas de Brasileirinho que servem como ensinamentos de base para se viver em harmonia com as diversidades, valorizando e respeitando o meio ambiente.

Um pintinho de nome Brasileirinho, residente em um quilombo localizado no meio da floresta Atlântica, nasce emitindo um som muito parecido com o som de um instrumento de nome cuíca. Suas frases rítmicas contagiam toda a comunidade. Entre som, ritmo, palavras e imagens, seus ensinamentos servem como base para se viver em harmonia com as

diversidades, valorizando e respeitando o meio ambiente.

Trata- se de um percurso híbrido, lúdico e participativo de contação de história com práticas pedagógicas de mediação, artístico – cultural, voltada ao desenvolvimento humano, com narrativas, símbolos e pensamento decolonial a partir do teatro performance.

Entre uma projeção e outra a atriz-performer, Dayze Nascimento, interage com o público, contando a história por meio de imagens, da música, do canto e do movimento rítmico do corpo.

Ficha Técnica:

Texto, direção, ilustração e produção: Dayze Nascimento

Assessoria de Produção: Susane Emilio

Iluminação e Som: Tony Lopez

Fotos: Susane Emílio

Designer gráfico/ mídia digital: Manuela Veloso

Intérprete de libras: Filipa Silveira

Assessoria de Imprensa: Clovis Correa

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Serviço de intérprete de Libras

Data: 08 e 09 de abril de 2025

Horário: 10:30h

Classificação: Livre

Duração: 50min

Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado).

Espera-se atender: Alunos de escolas do entorno, da Escola de Surdos e Mudos e crianças da

Escola de Samba Mirim do Salgueiro.

Título: Play Buck 

Linguagem: Dança 

Público alvo: artistas, simpatizantes e dispostos a aprender sobre a dança Krump. 

Resumo: Play Buck é um evento de Krump, destinado ao público “iniciante”. Nessa nova edição o projeto se dividirá em duas principais atividades. Sendo a primeira o programa de formação de Krump e Libras e a segunda a realização da 4ª edição do evento com mesa de debates, workshops, sessions e as 3 categorias de batalhas: All Style, Feminina e Iniciante. 

Ficha Técnica: Diretor e Idealizador, Pedro Oliveira; Produção, Hugo Abrahão; Comunicação, Ynara Noronha; Professores de Krump (Programa de formação), Bruno Duarte, Pedro Oliveira, Leonardo Sena, Douglas B’Havyor; Professores Libras, Dylan Smith, Saul Rodrigues; Professores (Workshop), Bill “Valkyrie”, “Ronaldo “Snobrock”, Bruno “Maddhulk” Duarte; Mesa de debates, Romec, Bru Andrade, Douglas B’havyor (Mediador: Pedro Oliveira). 

Histórico da cia: O evento está em sua 4ª edição. Tendo seu início em 2021 com a primeira edição sendo realizada em Cosmos, contemplado pelo edital “Cultura Presente nas Redes”; a 2ª edição, realizada no MAM de forma independente e a 3ª edição através do edital Janelão ocorrendo em 2024 no Centro Coreográfico. 

Cronograma formação:

02/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras. 04/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras. 09/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras. 11/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras. 

4ª edição: 

12/04 (sábado) das 14h às 21:30h no Teatro; 

14h às 15h – Workshop; 

15:15h às 16:30h – Workshop;

16:45h às 18h – Workshop; 

18h às 19h – Mesa de Debates 

19h às 21h – Session e Call outs. 

21h – Encerramento. 

13/04 das 14h às 20h no Teatro. 

14h às 15h – Pré Seleção (Iniciantes, Feminina, All Style) 

15h às 18h – Batalhas 

18h – Session. 

19h – Encerramento. 

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, todo projeto será acompanhado de forma integral por um intérprete de Libras.

Serviço 

Classificação: Livre 

Parceria: CFTK (Principal evento de Krump da América Latina) e Projeto Delivery Solidário Público esperado: Capacidade máxima do espaço destinado. 

Título: O Abraço: Rememorar

Linguagem: Dança 

Público alvo: Todos os públicos 

Resumo O Abraço: Rememorar” é um espetáculo de dança “Coletivo Ver e Não Ver” com protagonismo de pessoas com deficiência e acessibilidade embutida Em cena, duas intérpretes, Carol Bahia (pessoa em cadeira de rodas e paralisia cerebral) e Sandra Santos (pessoa com deficiência visual parcial), exploram a interação sensorial, criando uma rica tapeçaria de movimentos que evocam a empatia e a compreensão, através de um abraço ao mesmo tem literal e metafórico, em uma jornada poética que celebra a diversidade, a inclusão e a singularidade dos corpos dispostos e livres. A trilha musical do espetáculo é composta e interpretada ao pelo violonista Artur Gouvêa.

Ficha Técnica: Direção Artística: Carol Bahia

Co Direção: Isabela Callado

Bailarina: Sandra Santos

Direção musical e intérprete: Arthur Gouvea

Fotografia: Jaqueline Caldas

Histórico da cia: O Coletivo Ver e Não Ver foi fundado em 2017 por Leila Abrahão, bailarina com Especialização em Recuperação Motora e professora do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de profissionalizar artistas com deficiência no cenário da dança. A formação original do grupo incluía cinco artistas com deficiência, entre eles as duas integrantes atuais: a atual diretora Carol Bahia e sua companheira de cena para a remontagem, Sandra Santos, que na época era deficiente visual total. No mesmo ano, o espetáculo do Coletivo Abraço” foi contemplado pelo Programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (2017 a 2022) e em 2019 participou do Festival “Dança em Trânsito”, um d mais renomados do Brasil, e o “Festival Tu Danzas”, em Barcelona. As atividades do grupo foram interrompidas pela pandemia de Covid-19, mas em 2024, com o apoio do Núcleo de Acessibilidade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, os ensaios para a remontagem do espetáculo retomaram, agora com a nova formação com as dançarinas Carol, professora de dança preparadora corporal licenciada em Dança pela Faculdade Angel Vianna, e Sandra, Bailarina Contemporânea (DRT460100027/RJ). O espetáculo “

Cronograma de produção e pós produção: Montagem 18/04 a partir das 14h, Apresentações: 19/04 19h e 20/04 18h e pós produção 21/04 a partir das 14h

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim. Audiodescrição

Serviço Data:19 e 20/04

Horário:19/04 19h e 20/04 18h

Classificação: Livre

Duração: 50min

Informações: Necessidades técnicas: Mesa de som com Phantom Power (com 1 canal estéreo) entrada XRL cabo de extensão XRL da mesa até o local onde será posicionado o violão; 2 P.A; cadeira ou banco (importante não ter braço)

Parceria:Edital ações locais cultura viva 2024

Público esperado: 150 lugares

Programação presencial

  • Valor Ingresso: Inteira R$20,00 meia-entrada R$10,00 (Pessoas com deficiência, Idosos, estudantes e professores da rede pública, crianças até 12 anos)

Título: SOB A PELE 

Linguagem: Dança-Teatro 

Público-alvo: Público comum e Estudantes de Dança e Artes 

Resumo: SOB A PELE é um envolvente espetáculo de dança-teatro que desvela a complexidade da  experiência humana. Em uma fusão de movimentos fluidos, a obra explora as inquietudes e  instintos, revelando pulsantes emoções que habitam cada ser. Angústia e disforia são traduzidas  em coreografias intensas, enquanto os intérpretes dançam em um palco habitado por memórias  indizíveis. Dentro de cada ser, uma inexplicável entidade pulsa, desafiando rótulos. Com gestos e  movimentos potentes, “Sob a Pele” convida o público à uma jornada emocional, capturando a  essência daquilo que não tem nome, mas ressoa profundamente em todos nós. 

Ficha Técnica: 

Direção Geral: Roberto Lima  

Coreografia: Mônica Barbosa 

Gestão de Produção: Nando Andrade  

Iluminação: Vinícius Rigo 

Figurino: Nivea Faso 

Assistente de Figurino e Confecção: Marco Aurélio  

Design Gráfico: Vinícius Rigo 

Trilha Musical: UAKTI – I Ching 

Edição de Vídeo: Thiago Magalhães  

Fotografia: Thiago Ripper 

Montagem e Operação de Luz: Paulo Bernardo  

Editais e Mídias Sociais: Ary Freitas e Maciel Tavares 

Gestão e Elaboração de Projetos: Nando Andrade, Roberto Lima e Vinícius Rigo  Realização: VISUALLYZE e Núcleo de Dança para Atores 

Intérpretes: 

Ândrea Cordeiro  

Arthur Morsch 

José Eduardo Reis  

Julia Emilene 

Letícia Gelabert  

Michele Lima  

Plínio Morais 

Thiago Magalhães  

Tomás Santa Rosa  

Vinícius Rigo 

Histórico da cia: O Núcleo de Pesquisa Corporal em Dança para Atores surgiu em 2000 a partir de inquietudes artísticas  dos profissionais e professores da secular Escola de Teatro Martins Pena-RJ, Armando Nesi, Arabel  Issa, Dudu Gama e Roberto Lima, para dar continuidade aos estudos realizados nas aulas de Expressão  Corporal, Dança e Interpretação, sem perda da pesquisa, investigação e elaboração de um pensamento  sobre o corpo expressivo do ator. Já realizou em temporadas e festivais os espetáculos “5 X Dança” por Armando Nesi, Arabel Issa e  Roberto Lima; “HVL 6 (Heitor Villa-Lobos 6 peças)” por Armando Nesi e Roberto Lima; “Viagem ao  Centro da Terra” por Rodrigo Moreira e remontagem de Celeste Lima – todos sob orientação teatral de  Dudu Gama -; “Sopro” com coreografia de Rodrigo Gondim e direção Roberto Lima, “Nossos Espaços  Vazios” por Rodrigo Gondim e Roberto Lima, Crianças de Terezin por Roberto Lima e Rodrigo  Gondim, Nosotros por Rodrigo Negri e direção Dudu Gama , Videoarte “Em Tempo – uma palavra por  um gesto” com Concepção, Roteiro e Direção de Roberto Lima e Montagem e Edição de Vídeo Ary  Freitas, Catálogo Fotográfico “Habeas Corpus” com concepção de Roberto Lima, Direção Dudu Gama  e Fotografia Aloysio Araripe, “Blackbird” (baseado no original de Bob Fosse) com coreografia de  Soraya Bastos, e, “Sob a Pele”, com coreografia de Mônica Barbosa e Direção Roberto Lima. Em 2018, foi agraciado com o Diploma Heloneida Studart pela Comissão de Cultura da ALERJ pelo  seu valor cultural e trabalhos realizados no Estado do Rio de Janeiro; além de iniciar sua Residência  Artística no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro até os dias atuais. 

Cronograma de produção e pós produção: 

Dia 25/04/25 – Sexta-feira / Montagem de Luz e Operação de Som – Teatro Angel Vianna  das 19h às 21:30h 

Dia 26/04/25 – Sábado / Chegada da Equipe de Produção, Técnica e Artistas  

Das 14h às 18:30h / Apresentação às 19h 

Dia 27/04/25 – Domingo / Chegada da Equipe de Produção, Técnica e Artistas às 14h  Das 14h às 17:30h / Apresentação às 18h 

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? 

Monitores de Acessibilidade para PcDs (Produção do espetáculo e Agentes do CCo) 

Serviço: 

Data: Dias 26 e 27 de abril de 2025 

Horário: Dias 26/04/2025 às 19h 

27/04/2025 às 18h 

Classificação: 14 Anos 

Duração: 40 minutos 

Informações: 

Parceria: Centro de Letras e Artes – UNIRIO e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro Público esperado: 150 lugares (Teatro Angel Vianna) 

Programação presencial 

– Valor Ingresso: Plateia inteira – R$ 30,00 (trinta reais)

Plateia meia / Ingresso Amigo – R$ 15,00 (quinze reais) 

LOFT, ESTÚDIOS E MIDIATECA

Título: Grupo de Estudo Intensivo de Maracatu 

Linguagem: Dança

Público alvo: Interessados em cultura afro-brasileira 

Resumo: Projeto que tem como objetivo o estudo dos ritmos e os movimentos corporais do Maracatu de Baque Virado tendo como Referência a Nação Porto Rico.

Ficha Técnica: Professora de Dança: Aninha Catão. Professor de Percussão: Rumenig Dantas.

Histórico da cia: Fundado em 2011 pela bailarina e diretora artista Aninha Catão, o Tambor de Cumba é um grupo de estudos, oriundo da zona portuária do Rio de Janeiro, que tem como objetivo promover as tradições culturais de matriz africana a fim de conscientizar a respeito da importância da representação da cultura negra como ferramenta de empoderamento e integração social através das artes negras, sobretudo a dança, por meio de cortejos, oficinas, palestras, rodas, vivências e espetáculos.

Cronograma de produção e pós produção:

Chegada 9:00

Oficina 9:30

Término 12:00

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim. 15% dos ingressos reservados para público PCD e pessoas no local para atender público PCD.

Serviço

Data: Todos os sábados de abril

Horário: 9:30 as 12:00

Classificação: livre

Duração: 3hs

Informações: grupotambordecumba@gmail.com 

Parceria: Não tem

Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado). 60 pessoas

Teatro Angel Vianna: máximo 125 lugares

Loft, estúdios e sala multiuso: máximo 60 lugares cada

Galeria e midiateca: máximo 30 lugares cada
Programação presencial

programação Gratuita

Título: Práticas Abertas, módulo 2 / Improvável Produções 

Linguagem: Dança

Público alvo:profissionais e estudantes das danças

Resumo: Bora praticar?! Nos meses de março e abril, a Improvável Produções abrirá os dois primeiros módulos de práticas abertas para convidades. Serão 6 encontros por módulo e 10 bolsas de 300 reais para cada módulo. Para se inscrever, basta enviar uma mini bio de até 1.000 caracteres + carta de intenção para o e-mail praticasabertas@gmail.com até o dia 28 de fevereiro, indicando para qual dos dois módulos é a inscrição.

Histórico da cia: Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro, Brasil) e Lucía Russo (Patagônia, Argentina) fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva e não como polaridades autoexcludentes. O trabalho da Improvável vai ao encontro de uma estética experimental que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em, em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística. A Improvável é responsável, entre outros, pela concepção, criação e produção das peças de dança “Natureza Monstruosa” (Fomento à Dança, SMC RJ, 2011 + Iberescena 2011 + Circuito Estadual das Artes, SEC 2012); “Mordedores” incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2015 (Coprodução Iberescena / Funarte 2014 + Fomento a Cultura Carioca 2014 | SMC + Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, 2015); “Boca de Ferro” (2016) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2018 e indicado ao Prêmio Cesgranrio de Dança nas categorias “melhor coreografia” e “melhor bailarino”, “Deixa Arder” (2017) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2017, “HARM-ONY” (2018) coprodução fundo Iberescena/Funarte e NAVE (Santiago do Chile), “c h ãO | grrRoUNd” (2021) coprodução Kunstenfestivaldesarts, Kaaitheater, Julidans, Pact Zollverein e Something Great e “3 contra 2: Psico Trópicos” (2023) coprodução Julidans, Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie e Something Great; “o que é o coro. coro” (2024), peça comissionada para es 32 bailarines do Balé da Cidade de São Paulo; pela intervenção urbana “Sandwalk with me” (2012) desenvolvida entre Londres e Rio de Janeiro com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do RJ e com a coprodução do Festival Panorama 2013; pela leitura coletiva “Palavras Dadas” (2021) com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro através da Lei Aldir Blanc e pelo filme“curto, curto, longo e às vezes curto, longo, curto” (2021) coproduzido pelo Panorama Raft. Paralelamente ao núcleo de criação, Levi & Russo orientam oficinas em centros de arte e universidades no Brasil e no exterior.

Serviço:

Data: 

Módulo 2: dias 03, 04, 05, 10, 11 e 12 de abril

Horário: das 10h às 12h

Classificação: 18 anos

Duração: 2h por encontro

Título: Contato Improvisação – Cia Híbrida 

Linguagem: Dança

Público alvo: Estudantes e profissionais de dança e artes em geral

Resumo:Nas aulas será experimentado o Contato Improvisação como uma dança de escuta e relação, investigando o movimento através do toque, do compartilhamento de peso e a relação com a gravidade. A partir de exercícios e improvisação guiada, experimentaremos quedas, rolamentos e suspensões, desenvolvendo danças sensíveis e acrobáticas.

Ficha Técnica: Professora da oficina: Bia Vinzon

Histórico da cia:Criada em 2007 e dirigida por Renato Cruz, a Híbrida é hoje uma das mais atuantes do Brasil. Recebeu diversos prêmios, como Funarte de Dança Klauss Vianna, FADA, FOCA, O Boticário na Dança, Iberescena, Prêmio Funarj de Dança etc. A Cia já dançou em diversos festivais, mostras e temporadas por todo o Brasil, apresentou suas obras em vários países e teve residências de criação em importantes espaços internacionais como Le CentQuatre, e Parc de La Villette.  Por seis anos consecutivos, a Cia. Híbrida teve suas obras figurando entre os Melhores da Dança do Jornal O Globo. Para 2025, a Híbrida foi contemplada pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Cronograma de produção e pós produção: Período de inscrições 20 de março até 21 de abril (enquanto houver vagas

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Não possui

Serviço

Data: Terças e sextas – 1/04 a 30/04

Horário: 9h30 as 10h30

Classificação: 14 anos 

Duração: 8 aulas de 1 hora de duração

Informações:

Parceria: não há

Público esperado: 10 vagas (abrir 20, para o caso de pessoas que se inscrevem e não comparecem)

Local: Loft, 

Título: Oficina de Krump com DG 

Linguagem: Dança

Público alvo: público interessado e praticante da técnica krump

Resumo: Esta aula propõe uma imersão na dança KRUMP, explorando suas bases e fundamentos a partir das técnicas de contração muscular. Dividida em duas etapas, a experiência começa com a compreensão dos movimentos essenciais e dos conceitos que definem essa linguagem única. Em seguida, aprofundamos o uso da contração muscular como ferramenta para potencializar a expressão corporal. Ao final, os participantes aplicarão os elementos aprendidos em uma sequência coreográfica, desenvolvendo consciência corporal, memorização e autonomia na dança.

Ficha Técnica: 

Instrutor: DG

Produção: Adriana Lemos – D23 Produções

Histórico da cia:  DG, atualmente, é diretor do estúdio Laborative Dance Connect e da Laborative Dance Company em Nova Friburgo/RJ. Estreou em 2023 com o espetáculo Atemporal, apresentado na Mostra Regional de Artes Cênicas do Sesc e no Festival de Inverno da cidade. De 2016 a 2021, foi bailarino do Grupo de Rua de Niterói (GRN), sob a direção de Bruno Beltrão.

Cronograma de produção e pós produção:

Chegada da Equipe: 9h

Entrada do Público: 9h30

Oficina: 10h as 11h30

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Apenas o recurso estrutural do CCO

Serviço

Data: 05 de abril 

Horário: 10h às 11h30

Classificação: 16 anos

Duração: 1h30

Informações: Esta aula propõe uma imersão na dança KRUMP, explorando suas bases e fundamentos a partir das técnicas de contração muscular. Dividida em duas etapas, a experiência começa com a compreensão dos movimentos essenciais e dos conceitos que definem essa linguagem única. Em seguida, aprofundamos o uso da contração muscular como ferramenta para potencializar a expressão corporal. Ao final, os participantes aplicarão os elementos aprendidos em uma sequência coreográfica, desenvolvendo consciência corporal, memorização e autonomia na dança.

Título: 1º Ensaio Aberto – Residência Artística Nem Tão Preto Assim

Linguagem: Dança

Público alvo: jovens, adultos e público em geral interessado em dança contemporânea

Resumo: Nem Tão Preto assim, busca explorar de forma crítica as danças urbanas como ferramentas para questionar e subverter as narrativas que buscam aprisionar corpos negros em clichês coloniais. A pesquisa incluirá técnicas variadas como hip hop, krump, capoeira e dança contemporânea, explorando temas de resistência cultural e identidade negra. Neste primeiro ensaio aberto será apresentada a criação e pesquisa de movimento desenvolvida pelo grupo neste primeiro mês de residência.

Ficha Técnica: 

Idealização e Direção: Bruno Duarte

Supervisão Coreográfica: Zebrinha

Encenação: Aline Corrêa, DG e Salasar Junior

Produção: Adriana Lemos – D23 Produções

Histórico da cia: Aline Corrêa iniciou sua trajetória na escola e companhia de dança urbana Membros (1999-2011), destacando-se no espetáculo Meio Fio (2002), que abriu portas para apresentações internacionais. Em 2016, passou a integrar a Cia Malka (França) e segue atuando em Barcelona. Salasar Jr, com 17 anos de experiência em docência, performance e pesquisa, explora as interseções entre essas áreas, tendo as danças urbanas como um “sul” político e estético. DG, atualmente, é diretor do estúdio Laborative Dance Connect e da Laborative Dance Company em Nova Friburgo/RJ. Estreou em 2023 com o espetáculo Atemporal, apresentado na Mostra Regional de Artes Cênicas do Sesc e no Festival de Inverno da cidade. De 2016 a 2021, foi bailarino do Grupo de Rua de Niterói (GRN), sob a direção de Bruno Beltrão.

Cronograma de produção e pós produção:

Chegada do grupo: 13h

Entrada do Público: 14h40

Ensaio Aberto: 15h às 16h

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Acessibilidade Estrutural oferecida pelo CCO.

Serviço

Data: 05/04/2025

Horário: 15h às 16h

Classificação: Livre

Duração: 60min

Programação presencial

Programação Gratuita

Título: Corpos em Tensão – Ester Machado 

Linguagem: Dança

Público-alvo: Livre

Resumo: O projeto Corpos em Tensão propõe oficinas que exploram as interações entre corpo, movimento e sociedade, utilizando materiais sensoriais como mediadores. Através de oficinas lúdicas e sensoriais, promove a experimentação de diferentes corporeidades, incentivando a comunicação não verbal. A proposta visa criar um espaço acessível e coletivo, onde participantes com e sem deficiência possam interagir por meio de materiais táteis e experiências imersivas, ampliando suas formas de percepção e relação com o espaço e com o outro.

Ficha Técnica:

Facilitação: Ester Machado e Giulia Rossi

Consultoria de Acessibilidade: Matheus Mav

Programação Visual: RAZ

Produção: Ester Machado e Giulia Rossi

Histórico da cia: O projeto Corpos em Tensão surge em 2025 a partir da bolsa cultural de residências artísticas no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de investigar práticas corporais acessíveis e interativas.

 Ester Machado é produtora cultural e artista da dança, bacharel pela PERA – Escola de Artes Performáticas, em Chipre. Atua na cena carioca como professora no Ballet Manguinhos, na criação de espetáculos de dança e na escrita de projetos culturais.

Giulia Rossi é artista da dança e das artes performáticas. Atualmente, cursa Dança, Contexto e Coreografia no HZT – Universidade de Artes de Berlim (UDK), realiza intercâmbio na UFRJ e colabora em diversos projetos artísticos no Brasil e na Alemanha.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? sim Qual? Consultoria especializada em acessibilidade cultural; Materiais táteis e sonoros para ampliação das experiências sensoriais; Estratégias de mediação inclusiva durante as oficinas.

Serviço

Data: 15 de Abril de 2025

Horário: 11h30 às 14h

Classificação: Livre

Duração: Oficinas de 30 minutos de duração, divididas em grupos por faixa etária

Informações: As oficinas são desenvolvidas com base em princípios da exploração ativa e do aprendizado interativo, promovendo situações que incentivem a descoberta, experimentação e socialização. Materiais como fita adesiva, linha de costura, lã e elástico serão utilizados para criar conexões físicas entre os participantes, estimulando múltiplas percepções e interações. A proposta dialoga com os seis direitos de aprendizagem assegurados pela BNCC: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se, reforçando o papel ativo da criança no processo educativo.

Parceria: Creche Municipal Francisco de Paula e Centro Municipal de Referência da Pessoa com Deficiência – CMRPD da Vila Isabel

Público esperado: 25 participantes

Programação presencial

Programação Gratuita

Título: Residência House of Revlon | Conversa + Oficina Vogue Femme 

Linguagem: Dança

Público alvo: Público periférico e LGBTQIAPN+ e público geral interessado em dança e em artes performáticas.

Resumo: Atividade parte integrante do projeto de residência artística da House of Revlon que terá integrantes da coletivo de outros estados e da França. Nesta 1a ação aberta ao público, será realizada uma roda de conversa com Jay Revlon (Campina Grande – PB) que irá abordar o  acesso ao serviço público, garantia de direitos, cuidados com a saúde e o combate à violência da população LGBTQIAPN+. Após a conversa será realizada uma oficina de Vogue Femme com Luxury Revlon (ES/SP) e The International Father King Luky Revlon (RJ). 

Ficha Técnica:

Convidada Conversa: Jay Revlon (PB)

Oficineires: Luxury Revlon (ES/SP) e The International Father King Luky Revlon (RJ)

Coordenação de Produção: Rafael Fernandes

Realização: Quafá Produções e House of Revelon

Histórico da cia: A House of Revlon é uma das casas mais icônicas e influentes da cena ballroom. Fundada nos anos 1980 por Pepper LaBeija, uma figura lendária da cultura ballroom, a casa recebeu o nome da famosa marca de beleza Revlon, simbolizando glamour e elegância.

Reconhecida por suas contribuições significativas para a comunidade, a House of Revlon tem sido uma força dominante na ballroom, especialmente na cena do Voguing. Seus membros se destacam por performances inovadoras e extravagantes, competindo em diversas categorias, com especial destaque para “Vogue” e “Realness”. Sob a liderança do International Legendary Father Vinii Revlon, a House of Revlon continua sendo um símbolo de criatividade, resiliência e excelência no mundo ballroom. Em 2017, a International House of Revlon expandiu-se para o Brasil, marcando o início de um novo ciclo no país. Atualmente, o capítulo brasileiro conta com integrantes no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Pernambuco e Belo Horizonte, mantendo-se firme no compromisso de fomentar a cena ballroom no Brasil por meio de aulas, treinos e outras iniciativas.

Cronograma de produção e pós produção: 

9h30 às 10h20: Conversa com Jay Revlon

10h20 às 10h30: Intervalo

10h30 às 12h: Oficina de Vogue Femme

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Intérprete de LIBRAS para  a conversa. 

Serviço

Data: 26/04

Horário: 9h30 às 12h 

Classificação: 16 anos

Duração: 2h30

Informações:

Parceria: N/A

Público esperado: Máximo 60 lugares (Loft)

Programação presencial: Sim

Programação Gratuita: Sim

Título: Dança Charme Brasil – Oficina c/ Marcus Azevedo 

Linguagem: Dança Charme

Público alvo: A partir de 18 anos

Resumo: Oficina de Dança Charme gratuita, parte do projeto Dança Charme Brasil de direção do coreógrafo Marcus Azevedo.

Ficha Técnica: Marcus Azevedo 

Histórico: Diretor artístico, coreógrafo e dançarino. Um dos mais renomados nomes da dança urbana no cenário carioca, atuando há 25 anos no mercado. É diretor da Dança Charme & Cia (DCC) e também da Companhia Originais do Charme, a 1ª companhia profissional de dança charme do Rio de Janeiro, formada por bailarinos antigos e oriundos dos bailes. Foi o primeiro coreógrafo a construir conceitualmente uma pesquisa sobre a nomenclatura para a dança charme. Seu trabalho permitiu que o Sindicato dos Profissionais da Dança do Rio de Janeiro reconhecesse a dança charme como categoria, em 2020, o que proporcionou a profissionalização dos dançarinos. Professor do Projeto Rio Charme Social há 4 anos, ministrando em parceria cursos de Dança de Aperfeiçoamento para Instrutores de Dança Charme.

Cronograma de produção e pós produção

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, Libras

Serviço 

Data: 27/04/2025

Horário: 15h

Classificação: 18 anos

Duração: 90min

Informações: o Dança Charme Brasil – Oficina c/ Marcus Azevedo vai acontecer em 3 partes sempre no último domingo do mês, apresentando a modalidade Dança Charme de forma didática, técnica e cultural, fruto da sua pesquisa.

Título: Curso de Formação em Dark Fusion Dance 

Linguagem: Dança

Público alvo: Jovens, Adultos e Idosos – 18 a 65 + anos

Resumo: O curso é uma iniciativa que tem por objetivo a formação teórico-prática em Dark Fusion Dance, destinada a até 50 participantes. A proposta vai além da expressão artística da dança, adentra nos fundamentos teóricos, pesquisas e metodologias. Com foco na imersão na cultura Dark Arts, busca desmistificar e valorizar esse estilo muitas vezes marginalizado, promovendo uma experiência enriquecedora e inclusiva.

Ficha Técnica:

Realização: Corpo Fechado Produtora e Dark Fusion Brazil Online

Idealização: Gilmara Ígnea Produção Executiva: Uilton Oliveira

Coordenação Geral: Gilmara Ígnea

Assistente de Produção: Vanessa Liddell

Social Mídia: Luiza Ninov

Designer: Jhade Sharif

Professores: Caio Picarelli, Gilmara Ígnea, Renata Violanti e Rhada Naschpitz

Histórico da cia: A produtora Corpo Fechado, oficializada em 2018, já atuava no cenário cultural desde 2017, na valorização de expressões culturais independentes e populares. Desde sua fundação, é responsável pela Mostra do Filme Marginal, um evento anual que celebra a produção cinematográfica alternativa, trazendo visibilidade a obras fora do circuito comercial. Além disso, a Corpo Fechado produz o Cineclube Cine Outrx, que existe desde 2013 e serve como um espaço dedicado à exibição e discussão de filmes que abordam temas sociais e culturais relevantes, fomentando o debate crítico e a inclusão. A produtora também atua na realização de filmes. Em 2022, lançou “Nossos Passos Seguirão os Seus” e no ano seguinte, 2023, a Corpo Fechado apresentou “O Carnaval de Rua é Festa do Povo”. Produziu em 2021 o Cineclube Irajá, promovendo debates sobre cinema e questões sociais, além de eventos como a Feira Orgânica da Uni Orgânicos Rio e Na Trilha do Gueto (2018), que impulsionaram artistas periféricos. No campo musical, produziu Carmen Blues – Ay Carmela, show intimista da cantora Carmen Cunha, e o Arraiá do Velho Bakuna com o Grupo Trem Violado, que valoriza a música brasileira.

Cronograma de produção e pós produção:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Intérprete de Libras.

Serviço: 

Data: 26 e 27 de abril

Horário: 9:30h às 21:30h

Classificação: 18 anos

Duração: 20h

Informações: Programação gratuita

Parceria: O projeto é contemplado pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Público esperado: 50 pessoas

Programação presencial

Título: Experimentando a “Nova Midiateca”

Linguagem: Dança, multidisciplinar

Público alvo: todos

Resumo: A Midiateca do CCo passou por um processo de renovação do seu espaço físico, desde a troca do mobiliário até o acesso à pesquisa em seu acervo, iniciado em novembro de 2024. Visando a democratização maior do acervo a partir da visibilidade deste, buscamos criar uma zona de experimentação das obras em seus diversos formatos (livros, jornais, revistas, programas, jogos, CDs e DVDs) redimensionando assim a noção de Acervo e Memória em um ambiente aconchegante, climatizado e informatizado, e sempre aberto a sugestões e novas possibilidades com os artistas residentes, parceiros e  o público em geral. Venham visitar e (re)descobrir o espaço e suas potencialidades!

Ficha Técnica:

Coordenação do setor: Cláudia Petrina

Auxiliar: Anna Mirian (agente experiente)

Histórico da setor: A Midiateca – Setor de Acervo, Memória e Pesquisa do CCo  pretende ser um espaço de consulta, pesquisa, reflexão e difusão da Dança em toda a sua diversidade na cidade, em diálogos multiculturais e interdisciplinares constantes com artistas, residentes, pesquisadores, professores, alunos, enfim, com todos que tenham interesse na arte do movimento. Desejamos que o espaço de interseção da Midiateca seja algo vivo, pulsante, dinâmico, em construção constante com os diversos corpos da cidade, procurando ressignificar os conceitos de “Acervo” e “Memória” quando falamos em Dança. Com essa perspectiva, a Midiateca tem implementado várias ações online e presencialmente desde 2020, entre elas: Artistas Residentes em Foco; Escritas do Corpo; Painel Dança e Educação; Conversas Transdisciplinares (Dança e Poesia / Dança e Cultura/ Dança e Educação / A Dança e o Feminino / A Dança e o Sagrado); Oficina “A Dança do Fado: sobre corpos e (re)existências”; Mini curso “O Corpo Conta e Dança”; Conversas com o Acervo”; Seminário Danças e Interseções; Oficina Os 4 Elementos (Terra, Água, Fogo e Ar); Lançamentos de livros com Rodas de Conversa; Ciclos de Leitura Teatro em Alerta; Oficina O Rodar das Saias com Eliete Miranda; Oficina Dançando com os Fulniô; Grupo de Estudos em parceria com a UFRJ e Exposição Memória CCo 20 Anos. Também tornamos disponível para consulta online o acervo da Midiateca, através de catálogo de títulos das obras e da nova base interativa de dados, a partir da parceria com o projeto “UFRJ na Cultura”. Todas essas ações encontram-se registradas e disponíveis nas redes do Centro Coreográfico.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? sim Qual? Elevador até o setor no terceiro andar

Serviço

Data: Todas as terças, quintas e sextas-feiras

Horário: das 10h às 16h

Classificação: livre

Programação presencial

Programação gratuita

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