PROGRAMAÇÃO DE MARÇO

📢 Março no Centro Coreográfico do Rio está imperdível! 🎭✨

Oficinas, espetáculos e eventos de diversas linguagens da dança aguardam você! Além disso, damos início às primeiras ações dos editais Pró-Carioca Residências Cariocas e Pró-Carioca Linguagens.

📍 Nosso terceiro andar segue aberto com Wi-Fi gratuito para todos os residentes artísticos.

Vem dançar com a gente! 💃🏾🕺🏽

#CentroCoreograficoRJ #Dança #CulturaCarioca #ProCarioca #ArteNoRio

WORKSHOP TEATRO ANGEL VIANNA

Título: Oficinas para seleção de bailarinas do projeto de danças negras Guardiãs Ancestrais

Linguagem: Dança

Público alvo: bailarinas, estudantes de dança, atrizes-bailarinas. Oficina voltada somente para mulheres.

Resumo:

Através das 05 oficinas de Dança-Afro, Cultura Popular, Capoeira e Maculelê e Expressividade Cênica para Bailarinas serão selecionadas 08 bailarinas (05 negras) para integrar o elenco do espetáculo infantojuvenil de danças negras Guardiãs Ancestrais que ficará em cartaz no Teatro Angel Vianna em julho de 2025.

As bailarinas selecionadas participarão de processo de pesquisa sobre danças negras numa Residência Artística realizada no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro entre março e junho.

Sobre cada oficina Oficina de Dança Afro com Aninha Catão – Propõe a conscientização a respeito da importância da representação da cultura negra, oriunda dos povos africanos, para a formação da identidade brasileira e irá trabalhar a dinâmica dos movimentos da Dança Afro, a dança inspirada nos Orixás, coordenação motora, condicionamento físico, mobilidade e conversar sobre 1 a tradição da dança e sua contribuição cultural em nossa sociedade.

Oficina de Expressividade Cênica para Bailarinas com Sérgio Telles –

Esta oficina de práticas teatrais especialmente desenvolvida para dançarinas, traz novas ferramentas de interpretação e presença cênica através de atividades de improviso e expressividade.

A oficina abrange: Técnicas de como incorporar emoções e narrativas, promovendo uma maior conexão entre a dança e o teatro; Exercícios teatrais, jogos e improvisações que preparam o corpo das participantes e fornecem repertórios para o desenvolvimento expressivo, criativo, individual e coletivo; Desenvolvimento de partituras corporais; Elaboração coreográfica coletiva considerando as identidades expressivas alcançadas individualmente; Expressão corporal ligada às técnicas de atuação; Ferramentas de criação do teatro físico.

Oficina de Cultura Popular com Mestre Messias – A oficina traz uma mistura de instrumentos, cantos, danças e sons com o objetivo de que os participantes interajam e se divirtam, experimentando a cultura popular brasileira aprofundando conhecimentos sobre a importância do Tambor de Crioula, do Coco de umbigada e do Samba de Roda como manifestações culturais, abordando elementos da história, princípios, musicalidade e ensinando os participantes a cantar e dançar além de desenvolver a memorização rítmica, integração e movimentos coreográficos através da experimentação das danças.

Oficina de Jongo com Mestre Messias – A Oficina traz a história e resistência do jongo através do contato com os elementos de uma roda de Jongo: tambores, improvisos das músicas, canto de pontos tradicionais, ritmo e movimentos de dança e umbigada.

Oficina de Capoeira e Maculelê com Mestre Messias – Propiciará o aprendizado das técnicas de movimentação e golpes da capoeira e a apreciação dos aspectos culturais e históricos como a origem dos instrumentos musicais e as cantigas típicas, além de trabalhar o fortalecimento muscular, alongamento, equilíbrio, flexibilidade, raciocínio, agilidade e percepção espacial. Serão trabalhadas também na oficina, as partes históricas e culturais da Dança do Maculelê: o diálogo entre os participantes, o canto, o movimento, a encenação e o manuseio de bastões em conjunto com a dança.

Ficha Técnica:

Professora da Oficina de Dança Afro: Aninha Catão

Professor das Oficinas de Cultura Popular, Jongo, Capoeira e Maculelê: Mestre Messias

Professor da Oficina de Expressividade Cênica para Bailarinas: Sérgio Telles 

Idealização, produção e coordenação do projeto: Gizzela Mascarenhas

Realização: GIZARTE

Histórico:

Sobre a professora Aninha Catão – Pesquisadora, bailarina, professora e coreógrafa na área de danças afro-brasileiras. 

Sobre o professor Sérgio Telles – Doutor e Mestre em Teatro pela UNIRIO;

Professor Licenciado em Teatro pela UFBA; Diretor Artístico do Elenco Teatral Amantes da Arte – ETAA; Coordenador Geral do Festival Internacional Moacyr Teixeira de Teatro da Zona Oeste; Diretor, Dramaturgo, Cenógrafo, Figurinista, Aderecista e Ator em mais de 50 espetáculos ao longo de seus 42 anos de carreira. Iniciou sua formação artística em 1980, como integrante do ETAA, do qual é o diretor artístico desde 2017. Como diretor e figurinista vem imprimindo sua marca de forma consistente e em diferentes linguagens: em espetáculos infantis como “A bruxinha que era boa”, de Maria Clara Machado; espetáculos realistas, como o drama “Cedo Demais”, de sua própria autoria, ou em trabalhos pós-dramáticos conceituais, como “Incisão” – também um texto seu – e em dramas históricos, como “Leopoldina Carolina Josefa, a libertadora do Brasil”, de André Faxas.

Sobre o Mestre Messias – Mestre de capoeira pela Associação Cultural de Capoeira São Jorge, presidente do Ponto de Cultura e Memória Vidigal Capoeira fundado em 2010, pesquisador, divulgador da cultura Afro-Brasileira, professor de danças de matrizes africanas e articulador cultural há mais de 20 anos. Realiza oficinas e palestras para crianças, jovens e adultos no Morro Vidigal e em outros pontos do Estado do Rio e do Brasil.

Sobre a idealizadora/produtora Gizzela Mascarenhas – Atriz, bailarina clássica com passagens pela cultura popular, dramaturga, produtora, diretora e multiplicadora de arte e cultura, Gizzela comemora seus 25 anos na área cultural através deste projeto de Residência Artística. Formada em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela UFBA e pelo Grupo de Teatro Nós do Morro, do qual foi integrante por 10 anos, soma mais de 30 espetáculos em sua carreira e 12 prêmios em concursos e editais por projetos autorais, que idealizou, roteirizou, atuou e produziu, dentre eles o 1º lugar no Prêmio Funarte de Dramaturgia – 200 anos de artes no Brasil – 2021, com o texto teatral infantojuvenil;Mailim e Sr. Stockler nas Artes do Tempo; e o Edital Retomada Cultural RJ 2 em 2022.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? As oficinas contarão com a presença de profissionais facilitando a acomodação de PCD, idosos e autistas.

SERVIÇO

Datas: 08/03/2025 e 09/03/2025

Horário:

Dia 08/03/25 das 14h às 18h.

Dia 09/03/25 das 15h às 20h.

Horário detalhado:

Dia 08/03/25

14h às 16h – Oficina de Dança Afro

16h às 18h – Oficina de Expressividade Cênica para Bailarinas

Dia 09/03/2025

15h às 17h – Oficina de Cultura Popular

17h às 19h – Oficina de Jongo

19h às 20h – Oficina de Capoeira e Maculelê (horário alterado sem resposta da proponente)

Classificação: 18 anos

Duração: 2 horas cada oficina. Carga horária total: 10h.

Informações: selecaoguardiasancestrais@gmail.com

Parceria: Ponto de Cultura Vidigal Capoeira

Público esperado: 60 pessoas

Programação Gratuita.

ESPETÁCULOS E EVENTOS TEATRO ANGEL VIANNA

Título: Workshops da Gala de Abertura do Circuito FDB 2025

Público alvo: Escolas, Grupos e Companhias de Dança do Rio de Janeiro.
Resumo: O Circuito FDB é um evento anual de Festivais de Dança da cidade do Rio de Janeiro.
A Gala de Abertura marca o início da temporada 2025. Escolas, grupos e Cias de Dança que foram destaques na edição 2024 são convidados para abrirem o ano do Circuito FDB num lindo espetáculo. Os grupos trazem para a Gala novos trabalhos para a temporada 2025.

Dia 15/03

15h Workshop Ballet Infantil com Flávia Burlini

16h Workshop Dança Contemporânea com Afonso Junior

Dia 16 /03

15h Workshop Ballet Juvenil com Manuela Roçado

Produção Executiva e Direção Geral – Christiane Scaldini

Classificação: Livre

Ingresso: 1 workshop R$40,00. 2 workshop R$60,00

Título: Gala de Abertura do Circuito FDB 2025

Linguagem: Dança

Público alvo: Escolas, Grupos e Companhias de Dança do Rio de Janeiro

Resumo: O Circuito FDB é um evento anual de Festivais de Dança da cidade do Rio de Janeiro.

A Gala de Abertura marca o início da temporada 2025. Escolas, grupos e Cias de Dança que foram destaques na edição 2024 são convidados para abrirem o ano do Circuito FDB num lindo espetáculo. Os grupos trazem para a Gala novos trabalhos para a temporada 2025.

Ficha Técnica:

Produção Executiva e Direção Geral – Christiane Scaldini

Coordenação Artística – Flávia Burlini e Richard Gonçalves

Assistente de produção – Raíssa Simão

Som – Luan Araújo

Iluminação – Paulo Moreira

Escolas e Grupos participantes :

Espaço Etoiles de La Danse

Ósi Cia de Danças

Centro de Dança Rio

Pas de Deux Escola de Dança

École de Danse Kdias

Studio de Dança Adriana Teresa

Ballet Nildo Muniz

Cia Bia Tinoco

Studius Centro de Dança e Teatro

Spinelli Escola de Dança

Lyceu Escola de Dança

Academia de Dança Simone Fernandes

In Cena Cia de Dança

Grupo de Dança B.T.

It Ballerina

Grupo Luluca Eichin

Studio de Dança Aline Castro

Studio de Dança Corpo e Arte

Tharcylla Ballet

Le Fey Studio

Ateliê da Dança

Histórico da cia:

O Primeiro Festival de Dança realizado por nossa produção aconteceu em 02 de Outubro de 2011, a 1a Edição do Festival de Dança da Barra, no Teatro Antônio Fagundes na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro.

No início, de 2011 a 2013, realizávamos um festival único anual, que se chamava Festival de Dança da Barra (FDB). A partir de 2014, foram criados novos eventos, todos independentes, como o Barra Dance Kids (BDK) e o Festival Popular de Dança (FPD). Vieram com novas propostas, o BDK direcionado para o público infantil e o FPD destinado a Projetos sociais.

Desde 2018 tínhamos a vontade de criar um grande circuito de dança, onde os bailarinos pudessem dançar durante todo o ano e este circuito culminaria em uma etapa final com muitos prêmios e oportunidades de bolsas de estudos e também profissionais. Em 2021, esse sonho foi concretizado.

O evento ganhou o nome de Circuito FDB em homenagem ao primeiro evento criado em 2011 e que deu origem a todo o trabalho realizado até aqui : O Festival de Dança da Barra. No início, o FDB nasceu para atender uma demanda cultural da Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro e por isso foi nomeado Festival de Dança da Barra pois acontecia em Teatros da região da Barra da Tijuca.

Mas com o tempo, sabendo da carência cultural de outras regiões da Cidade, o projeto foi estendido para outros bairros. E foram criados mais quatro festivais para atender esta demanda, o Festival Dança Zona Sul, o Reflexos Festival de Dança, o Festival Intérpretes da Dança e o último, criado em 2023, o Impulse Festival de Dança.

Hoje em dia, o Circuito leva seus eventos a diversos palcos da cidade, abrangendo a Zona Oeste, Zona Norte e Zona Sul.

Serviço : (Espetáculo) Gala de Abertura Circuito FDB 2025

Data: 15 e 16 de Março

Horário: 15/03 – 19h, 16/03 – 18h

Classificação: Livre

Duração: 2h

Informações: 21 991501860

Parceria: Maballet / Só Dança / Evidence

Programação presencial

Valor Ingresso: 

Plateia Inteira – R$ 80,00

Plateia Meia – R$ 40,00 (Casos previstos em lei)

Título: Pode tudo, só não pode qualquer coisa!

Linguagem: Dança

Público-alvo:

O público-alvo das oficinas é composto por estudantes, pesquisadores e profissionais das artes performáticas, como dança, teatro, circo e performance. O grupo de participantes terá idade a partir de 18 anos. A atividade é direcionada também à comunidade surda, pois contará com um intérprete de Libras em uma das oficinas. Busca-se o público em geral para a mostra de processo. A mostra terá classificação livre, será acessível em Libras e será gratuita. 

Resumo:

O projeto “PODE TUDO SÓ NÃO PODE QUALQUER COISA” é uma prática pedagógica de criação baseada na improvisação cênica e nos estudos corporais. Orientado pelos artistas Deisi Margarida, Márcio Jahu, Monique Ottati e Ruy rUy ruY, o projeto foi aprovado no edital “Viva Talento!” e propõe a realização de duas oficinas, com mostra final de processo nos dias 15 e 22 de março de 2025. 

Improvisar é fazer escolhas em tempo real, sempre partindo de parâmetros bem definidos pelas técnicas manejadas e por aspectos da composição no momento presente. Mais do que um meio para levantar material que pode ser organizado coreograficamente, a improvisação pode ser uma arte em si mesma. Neste trabalho, o corpo é o lugar onde essa pesquisa se inicia e toda a experimentação se torna possível. Que relações podemos experimentar ao performar nesse contexto? Para isso, precisamos descobrir um caminho junto ao olhar de quem nos assiste. Ao final das oficinas, oferecemos uma mostra de processo com a presença do público e um debate sobre a proposta. Será uma oportunidade simultânea de colocar à prova as ferramentas de trabalho e dizer sim ao novo, ao belo e à poesia possível no aqui e agora.

A proposta prevê duas oficinas, de seis horas de duração cada uma, culminando com uma mostra de processo ao final de cada encontro, seguida de debate. Uma das oficinas, assim como o debate do dia, contará com um intérprete de Libras. 

Ficha Técnica:

Direção, concepção e ministrante: Ruy rUy ruY

Performadores e co-ministrantes: Deisi Margarida, Márcio Jahú, Monique Ottati

Interlocutor com a comunidade surda e intérprete de Libras: Jhonatas Narciso

Mídias sociais e programação visual: Fernando Alax

Produção: Deisi Margarida, Monique Ottati e Ruy rUy ruY

Histórico da cia:

PODE TUDO! Só não pode qualquer coisa. teve sua primeira aparição em dezembro de 2021, e contou com a presença dos artistas da cena Deisi Margarida, Diana Bloch, Edgar Ramos, Fernando Nicolini, Helena Heizer, Horácio Storani (músico), Márcio Jahú, Miguel Fernandez, Monique Ottati e Ruy rUy ruY em uma apresentação pública na Focus Espaço de Criação.

O objetivo da proposta foi reunir artistas de diferentes campos para pensar uma cena híbrida – e, essencialmente, física – que pudesse servir como espaço de encontro e proposição de pesquisa após a crise sanitária do covid-19.

Em 2023, os artistas Deisi Margarida, Márcio Jahú, Monique Ottati e Ruy rUy ruY seguiram com a pesquisa, consolidando-se como um grupo de investigação contínua. Ao todo, PODE TUDO! Só não pode qualquer coisa. já realizou 9 encontros abertos, sendo 8 deles realizados no primeiro semestre de 2023.

Data: 22 e 23 de março

Horário: 13 às 19h

Classificação: 18 anos para oficina/ livre para a performance aberta.

Duração: 6h de oficina e 1h de espetáculo

Ingressos: Gratuitos

Título: Maria no Fio da Navalha

Linguagem: Teatro Musical

Público alvo: Todos os públicos a partir de 16 anos

Resumo: Contando a trajetória da primeira entidade brasileira, Maria Navalha. Traz o conto de um século passado passando por esse século onde a mulher ainda é sinônimo de desigualdade perante o homem. Com falas importantes sobre o que é ser mulher, mostramos a menina que nasceu Maria e morreu sendo Navalha. Não é um espetáculo é uma experiência a parte traçando a religião em cantos pontuais do ritual e com a história de uma grande Maria como todas as outras que existem.

Ficha Técnica:

Dramaturgia e Direção: Ramon Cazuza

Direção corporal: Lucas Muniz

Elenco: Bebel Ribas, Lorrayne Kaye, Kamila Ferreira, Karine Braz

Produção: Nós Produções

Figurino: Karen Godinho

Trilha Sonora: Allan Arcanjo

Histórico da cia: Fundada em 2012 pelo diretor Ramon Cazuza, a Cia Nós Que Tá

nasceu do sonho ingênuo, mas cheio de determinação, de um grupo de alunos de

uma escola pública da Zona Oeste do Rio de Janeiro: Eles queriam fazer teatro.

Unidos pela paixão pela arte, esses jovens ousaram sonhar alto, provando para todos

— e para si mesmos — que qualquer pessoa pode fazer teatro, mas ninguém faz

teatro sozinho. Essa ideia de união deu origem ao nome da companhia: Nós Que Tá.

Ele simboliza a força coletiva e o poder de estarmos sempre juntos. Desde os

primeiros passos, construímos nossa história com peças que vão de clássicos como

“Alladin” e “família Addamns”, a criações autorais, como “Re-Tratos”, “Mulherão” e,

atualmente, “Maria no Fio da Navalha”. Os ensaios acontecem na Taquara, em um

terraço de 8m2. Embora pequeno em tamanho, ele nunca foi obstáculo para os

grandes sonhos desta companhia, que ainda tem muito a conquistar e a dizer.

Cronograma de produção e pós produção:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Serviço

Data: 28, 29 e 30 de Março

Horário: 19h sexta e sábado e 18h no domingo

Classificação: 16 anos

Duração: 60 min

Informações:

Parceria:

Público esperado: 150 (responder com a capacidade máxima do espaço

pautado). Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares

Loft, estúdios e sala multiuso: máximo 60 lugares cada

Galeria e midiateca: máximo 30 lugares cada

Programação presencial

– Valor Ingresso: meia entrada 20 reais, 40 inteira

agencia: 7157

conta: 26968-4

Banco Itaú: Ramon de Oliveira G da Silva

166.710.597-30

pix da conta: cianosqueta@gmail.com

LOFT, ESTÚDIOS E MIDIATECA

Título: Handstyles – Salasar Jr.

Linguagem: Dança

Público alvo: Jovens, praticantes de movimento, arte e dança a partir de 16 anos.

Resumo:Handstyle Concept é uma proposta que usa como ponto de partida danças e conceitos que tenham como foco a movimentação de braços e mãos. Afim de gerar um espaço propício para autonomia, criação e construção de novos saberes, essa aula oportunizará o estudo e vivencia dos mecanismos, princípios de estilos e técnicas sistemáticas como  Threads, Liquid, Waves, Fixed Point, além de noção, direção, linhas, níveis, isolamentos, lateralidade e velocidade.

Mas é só mão e braço?

Não. Essas partes são as protagonistas, mas isso não quer dizer sejam exclusivas. Logo, todo corpo pode ser engajado dentro dessa prática.

Algumas danças e conceitos que podem ser abordados quando falamos de Handstyles, Threads, Tutting, Liquid, Waving.

Ficha Técnica: 

Professor: Salasar Junior

Produção: D23 Produções

Histórico da cia: 

Atravessando um período de 17 anos no campo da docência, performance e pesquisa, Salasar Jr tem sua atenção voltado para as encruzilhadas entre esses saberes, para a combinação e construção de metodologias que potencializam a si mesmo e outros indivíduos, usando as danças urbanas como “sul” político e estético. Sua formação perpassa pelas ruas e becos do Complexo da Maré onde nasceu e foi criado, rodas de dança, festas e da academia sendo Bacharel em Comunicação e pós-graduado em Educação 4.0: Aluno como protagonista. 

Atualmente é integra a performance “Debandada”, projeto que é cocriador e foi contemplado no “FOCA 2022 SMC/RJ”, Giros  – Apoio a Dança RJ 2023 SECEC-RJ” “O Corpo Negro 2023 – SESC RJ”, é intérprete-criador da Cia Gente nos espetáculos, criado e dirigido por Paulo E. Azevedo, “Fio do Meio ato n°2”, contemplado pelo Prêmio Funarte Circulação e Difusão da Dança, com ações direcionadas a adolescentes que cumprem medidas em instituições socioeducativas, e “Vírgula”, obra que já tem em seu rol a seleção nos fomentos FOCA 2021 SMC/RJ, Prêmio Funarj de Dança 2021, e o mais recente Vale Cultural 2022. Além disso, também atuou nas obras “Entre Horizontes Móveis”, selecionado do edital Municipal em Cena, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e dirigida por Dafne Madeira, “Castelo de Areia”, premiada pelo Funarj 2021 e dirigida por Carolina Maria, participou de clipes com cantores como Djavan e Ponto de Equilíbrio.

Dentre suas criações ainda estão os trabalhos Nômedo, com a Neway, companhia de Dança que dirige, o vídeo dança “Eu Somos Nós” onde dirigiu a intérprete-criadora e mestra em dança Luciana Monerat, sendo premiados no Cultura Presentes nas Redes 2021, o curso IMEX – Imersões Experimentais, da metodologia Uni Duni Street, focada no ensino de Danças Urbanas para criança a partir de 4 anos, o podcast Nerdança entre outras ações e projetos que sua inquietude o leva.

Cronograma de produção e pós produção:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Serviço:

Data: 15 de março 

Horário: 10h às 11h30

Classificação: 16 anos

Duração: 1h30

Informações: Contrapartida do edital Residências Artísticas

Público esperado: 60 

Título: Práticas Abertas, módulos 1 e 2 / Improvável Produções

Linguagem: Dança

Público alvo:profissionais e estudantes das danças

Resumo: Bora praticar?! Nos meses de março e abril, a Improvável Produções abrirá os dois primeiros módulos de práticas abertas para convidades. Serão 6 encontros por módulo e 10 bolsas de 300 reais para cada módulo. Para se inscrever, basta enviar uma mini bio de até 1.000 caracteres + carta de intenção para o e-mail praticasabertas@gmail.com até o dia 28 de fevereiro, indicando para qual dos dois módulos é a inscrição.

Histórico da cia: Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro, Brasil) e Lucía Russo (Patagônia, Argentina) fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva e não como polaridades auto excludentes.

O trabalho da Improvável vai ao encontro de uma estética experimental que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em, em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística.

A Improvável é responsável, entre outros, pela concepção, criação e produção das peças de dança “Natureza Monstruosa” (Fomento à Dança, SMC RJ, 2011 + Iberescena 2011 + Circuito Estadual das Artes, SEC 2012); “Mordedores” incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2015 (Coprodução Iberescena / Funarte 2014 + Fomento a Cultura Carioca 2014 | SMC + Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, 2015); “Boca de Ferro” (2016) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2018 e indicado ao Prêmio Cesgranrio de Dança nas categorias “melhor coreografia” e “melhor bailarino”, “Deixa Arder” (2017) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2017, “HARM-ONY” (2018) coprodução fundo Iberescena/Funarte e NAVE (Santiago do Chile), “c h ãO | grrRoUNd” (2021) coprodução Kunstenfestivaldesarts, Kaaitheater, Julidans, Pact Zollverein e Something Great e “3 contra 2: Psico Trópicos” (2023) coprodução Julidans, Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie e Something Great; “o que é o coro. coro” (2024), peça comissionada para es 32 bailarines do Balé da Cidade de São Paulo; pela intervenção urbana “Sandwalk with me” (2012) desenvolvida entre Londres e Rio de Janeiro com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do RJ e com a coprodução do Festival Panorama 2013; pela leitura coletiva “Palavras Dadas” (2021) com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro através da Lei Aldir Blanc e pelo filme“curto, curto, longo e às vezes curto, longo, curto” (2021) coproduzido pelo Panorama Raft. Paralelamente ao núcleo de criação, Levi & Russo orientam oficinas em centros de arte e universidades no Brasil e no exterior.

Serviço:

Data: 

Módulo 1: dias 20, 21, 22, 27, 28 e 29 de março

Módulo 2: dias 03, 04, 05, 10, 11 e 12 de abril

Horário: das 10h às 12h

Classificação: 18 anos

Duração: 2h por encontro

Título: Oficina “Corpo Espaço e Movimento”

 Linguagem: Dança 

Público alvo: Artistas da dança 

Resumo:  CORPO espaço e movimento consiste em apresentar a artistas de diversas linguagens de expressão ou pessoas interessadas, a possibilidade de pesquisar o corpo e seus desdobramentos de movimentos junto a ideia de construção cênica e suas elaborações. 

 CORPO espaço e movimento consiste em apresentar a artistas de diversas linguagens de expressão ou pessoas interessadas, a possibilidade de pesquisar o corpo e seus desdobramentos de movimentos junto a ideia de construção cênica e suas elaborações. O cerne da metodologia e da prática está pautada na Dança Contemporânea, técnica que dará suporte ao aprofundamento da base. Sendo assim, pensar um corpo que abarca todas estruturas corpóreas e níveis de conhecimentos, é o teor e viés tornando a prática de pesquisa e montagem mais humana e aprazível! Transitar sensações e desejos para abrir caminhos para o corpo, movimento e cena.

Ficha Técnica: 

Professor: Roberto Silva 

Professor: Elton Sacramento 

Produção executiva: Giovanna Fortes 

Produção Administrativa: Maria Fontoura Assistente de produção: Larissa Meirelis Realização: Cambaio Produções e Centro Coreográfico do Rio de Janeiro 

Histórico do Cia: A Cambaio Companhia de Dança foi fundada em 2016 pelo Diretor, Bailarino, Intérprete Criador, Coreógrafo e Produtor Roberto Silva. Artista que dançou por anos fora do Rio de Janeiro compondo companhias profissionais nos circuitos de São Paulo, Brasília e do Sul do país. Ao retornar ao Rio de Janeiro, Roberto Silva criou a Cambaio Companhia de Dança com uma proposta intensa de democratização e visibilização da Dança Contemporânea em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A companhia iniciou seu trabalho na dança contemporânea na Zona Oeste, dançando em diversos espaços culturais da região. A Cambaio é atualmente composta por um grupo de bailarinos e coreógrafos, majoritariamente negros, de alta experiência dentro e fora do país. Casa Cambaio: Em 2020, foi inaugurada a primeira sede da Companhia. A casa, além de ser um espaço onde a companhia realiza seus ensaios e criações, é também um intercâmbio cultural da Zona Oeste que oferece oficinas de Dança contemporânea. Com o objetivo e o compromisso de democratizar o acesso à arte na Zona Oeste

Elton Sacramento: Em 2024 completa 18 anos com participação significativa no cenário da Dança Brasileira, Dança Contemporânea e diversas linguagens de Artes Cênicas, Elton Sacramento é Graduado em Licenciatura Plena em Educação Física e Pós-Graduando em Preparação Corporal nas Artes Cênicas pela Escola e Faculdade de Dança Angel Vianna. Atua como intérprete criador, bailarino, coreógrafo, pesquisador, preparador corporal, diretor de movimento, diretor artístico, professor de contemporânea, arte educado, produtor e ator. Bailarino, professor de dança contemporânea, produtor e escreveu dois projetos contemplados em editais na Cambaio Cia de Dança.

Roberto Silva: Possui formação pela Escola de Dança Marta Bastos, Rio de Janeiro/RJ. Integrou o elenco de Faces Ocultas Cia de Dança, Salto/SP; CIA Movimentos, Itú/SP; Petruska Ballet, Rio de Janeiro/RJ; Cia Khoros, Rio de Janeiro/RJ. Atua como bailarino, intérprete criativo, coreógrafo, ensaiador, diretor artístico e diretor geral da Cambaio Companhia de Dança, Cia com várias indicações e prêmios conquistados durante nove anos de resistência. Também dirige o espaço cultural Casa Cambaio, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

Serviço 

Data: Dia: 22/03/25 

Horário: 16h às 17h (oficina Roberto Silva); 17h às 18h (oficina Elton Sacramento). 

Classificação: 16 anos 

Duração: 2 horas 

Título: Dança Afro com Aninha Catão

Linguagem: Dança

Público alvo: interessados em cultura afro-brasileira

Resumo: Oficina de Dança Afro com Aninha Catão é um projeto que trabalha a dinâmica dos movimentos corporais, através da gestualidade trazida pela dança dos Orixás, abordando também a relação do Brasil com as divindades africanas através de suas histórias e mitos, e ao mesmo tempo conscientiza a respeito da importância da representação da cultura negra, oriunda dos povos africanos, para a formação da identidade brasileira.
Pelo seu caráter livre, a oficina abrange todo tipo de público provocando interações sociais entre os participantes, contribuindo para a redução das diferenças e aumento da autoestima.

Ficha Técnica:
Professora de Dança: Aninha Catão
Percussão: Alexandre Munrha, André  Alade e Luccas Xaxará

Histórico da cia: Aninha Catão  é Produtora, bailarina, professora e coreografa na área de danças afro-brasileiras pelo grupo Tambor de Cumba da qual é fundadora e diretora artística desde 2011, onde criou o espetáculo Cosmogonia Africana – A Visão de Mundo do Povo Iorubá (2018), o espetáculo infantil Oxóssi – O Guardião é Popular (2022) e fundou o Espaço Tambor de Cumba (2020), local de preservação da cultura negra que oferece oficinas, cursos de capacitação, intercâmbio e trocas culturais. Foi integrante do grupo Pé de Chinelo, do Afoxé Estrela de Oyá, do grupo Tambores de Olokun, do grupo Alayo, foi bailarina dos shows do Arlindo Cruz, dançou com Marcelo D2 na Ocupação Iboru e  teve participação ativa na parte de dança afro do Documentário Sankofa (disponível na Netflix), foi coreografa dos Guardiões de Mestre Sala e Porta Bandeira do Imperio da Tijuca em 2022 e dos Guardiões da Bateria do Império Serrano em 2024 e participa como bailarina afro, eventualmente, nos shows do Grupo Awure. Foi produtora executiva do Grupo Awure e Moça Prosa (2020 e 2021) do Império Serrano (2023) e do Samba na Serrinha (2022 e 2023) e hoje é produtora do Instituto Casarão e do Dida Bar e Restaurante (2025).

Cronograma de produção e pós produção:

Chegada às 18hs.

Oficina as 19hs

Término as 21hs

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim. Qual? 15% dos ingressos reservados para PCD

Serviço
Data: Terças e Quintas
Horário: 19hs
Classificação: 14 anos
Duração: 2hs
Informações: grupotambordecumba@gmail.com
Parceria: Não tem
Público esperado: 60 (responder com a capacidade máxima do espaço pautado).
Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares
Loft, estúdios e sala multiuso: máximo 60 lugares cada
Galeria e midiateca: máximo 30 lugares cada

Programação presencial
Programação gratuita

Título: Dança Charme Brasil – Oficina c/ Marcus Azevedo

Linguagem: Dança Charme

Público alvo: A partir de 18 anos

Resumo: Oficina de Dança Charme gratuita, parte do projeto Dança Charme Brasil de direção do coreógrafo Marcus Azevedo. 

Ficha Técnica: Marcus Azevedo 

Histórico: Diretor artístico, coreógrafo e dançarino. Um dos mais renomados nomes da dança urbana no cenário carioca, atuando há 25 anos no mercado. É diretor da Dança Charme & Cia (DCC) e também da Companhia Originais do Charme, a 1ª companhia profissional de dança charme do Rio de Janeiro, formada por bailarinos antigos e oriundos dos bailes. Foi o primeiro coreógrafo a construir conceitualmente uma pesquisa sobre a nomenclatura para a dança charme. Seu trabalho permitiu que o Sindicato dos Profissionais da Dança do Rio de Janeiro reconhecesse a dança charme como categoria, em 2020, o que proporcionou a profissionalização dos dançarinos. Professor do Projeto Rio Charme Social há 4 anos, ministrando em parceria cursos de Dança de Aperfeiçoamento para Instrutores para Instrutores de Dança Charme.

Cronograma de produção e pós produção:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, Libras

Serviço Dança Charme Brasil – Oficina c/ Marcus Azevedo

Data: 30/03/2025

Horário: 15h

Classificação: 18 anos

Duração: 90min

Informações: o Dança Charme Brasil – Oficina c/ Marcus Azevedo vai acontecer em 3 partes sempre no último domingo do mês, apresentando a modalidade Dança Charme de forma didática, técnica e cultural, fruto da sua pesquisa.

Título: Festival Panorama

Linguagem: Múltiplas linguagens

Público alvo: todos

Resumo:

O Festival Panorama ocupa a cidade do Rio de Janeiro desde 1992 com dança e projetos dos mais variados formatos, apresentando as relações que o corpo constrói com o espaço, tempo e público através do movimento. Nestes 32 anos, o Festival Panorama se consolidou como uma referência internacional das artes cênicas cariocas, brasileiras e mundiais. Deixou de ser só dança e palco para ocupar os museus, ruas, praças, quadras e até casas, com os maiores nomes da dança e da performance e apostar nos mais inovadores artistas.

Em 2024/25 o projeto terá o tema Mobilidade Urbana, acontecerá durante os meses de fevereiro e março de 2025 e temos o apoio do Sesc e da Prefeitura do Rio. Teremos dentro dessa edição o Colaborátório – uma plataforma para pesquisa e criação que já esteve em 12 edições no

Panorama e retorna para descobrir novos artistas do movimento em residências artísticas e encontros temáticos. – que conta com a participação de artistas periféricos, PCD e LGBTQIA+.

Ficha Técnica:

CURADORIA: CARMEN LUZ, ELEONORA FABIÃO, MARCELO EVELIN E NAYSE LOPES

DIREÇÃO ARTÍSTICA: NAYSE LOPEZ

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: ROBERTA MELLO

FINANCEIRO: SANTIAGO ELIAS

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: WILLIAN SILVA

ASSISTENTE DE CURADORIA E EDUCATIVO: NETTO

COMUNICAÇÃO: ISABELLA MOTTA

SITE: PATRÍCIA LEMGRUBER

ARTISTAS NACIONAIS

Bruno Moreno

Davi Pontes

Hiago Ruan

Joana Castro

João Paulo Lima

Laís Castro

Maikon K

Malcom Jefferson

Mauricio Lima

Natasha Pasquini

Nyandra Fernandes

Priscila Rezende

Tieta Macau

ARTISTAS INTERNACIONAIS

Dorothée Munyaneza

Gustavo Ciriaco

Hooman Shariff

Idio Chichava

Kristina Veasey

Kutral Vargas Huaiquimilla

Margarida Alfeirão

Myriam BIRARA

Data: 11 à 30 de março de 2025

Serviço:

Horário: 13h às 17h

Classificação: evento fechado

Duração: 19 dias

Título: Play Buck

Linguagem: Dança

Público alvo: artistas, simpatizantes e dispostos a aprender sobre a dança Krump.

Resumo: Play Buck é um evento de Krump, destinado ao público “iniciante”. Nessa nova edição o projeto se dividirá em duas principais atividades. Sendo a primeira o programa de formação de Krump e Libras e a segunda a realização da 4a edição do evento com mesa de debates, workshops, sessions e as 3 categorias de batalhas, All Style, Feminina e Iniciante.

Ficha Técnica: Diretor e Idealizador, Pedro Oliveira; Produção, Hugo Abrahão; Comunicação, Ynara Noronha; Professores de Krump (Programa de formação), Bruno Duarte, Pedro Oliveira, Leonardo Sena, Douglas B’Havyor; Professores Libras, Dylan Smith, Saul Rodrigues; Professores (Workshop), Bill “Valkyrie”, “Ronaldo “Snobrock”, Bruno “Maddhulk” Duarte; Mesa de debates, Romec, Bru Andrade, Douglas B’havyor (Mediador: Pedro Oliveira).

Histórico da cia: O evento está em sua 4a edição. Tendo seu início em 2021 com a primeira edição sendo realizada em Cosmos contemplado pelo edital “Cultura Presente nas Redes”; a 2a edição, realizada no MAM de forma independente e a 3a edição através do edital Janelão ocorrendo em 2024 no Centro Coreográfico.

Cronograma de produção e pós produção:

– Chegada da produção 2h antes de ser iniciada qualquer ação.

19/03 das 19h às 21:30h; Programa de formação, aula de Krump.

21/03 das 18h às 21:30h; Programa de formação, aula de Krump.

26/03 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

28/03 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

02/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

04/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

09/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

11/04 das 16h às 20:30h; Programa de formação, aula de Krump e Libras.

4a edição:

12/04 (sábado) das 14h às 21:30h no Teatro;

14h às 15h – Workshop;

15:15h às 16:30h – Workshop;

16:45h às 18h – Workshop;

18h às 19h – Mesa de Debates

19h às 21h – Session e Call outs.

21h – Encerramento.

13/04 das 14h às 20h no Teatro.

14h às 15h – Pré Seleção (Iniciantes, Feminina, All Style)

15h às 18h – Batalhas

18h – Session.

19h – Encerramento.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, todo projeto será

acompanhado de forma integral por um intérprete de Libras.

Serviço

Classificação: Livre

Parceria: CFTK (Principal evento de Krump da América Latina) e Projeto Delivery Solidário

Público esperado: Capacidade máxima do espaço destinado.

Programação gratuita.

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