🎭 Fevereiro de muitos movimentos no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro! 🌊✨
Prepare-se para um mês vibrante de dança, cultura e celebração no nosso espaço! Nossa programação de fevereiro está imperdível, com espetáculos emocionantes, oficinas e eventos que exaltam a diversidade dos corpos e das tradições. Confira o que vem por aí:

TEATRO ANGEL VIANNA
Título: SOB A PELE
Linguagem: Dança-Teatro
Público-alvo: Público comum e Estudantes de Dança e Artes
Resumo:
SOB A PELE é um envolvente espetáculo de dança-teatro que desvela a complexidade da experiência humana. Em uma fusão de movimentos fluidos, a obra explora as inquietudes e instintos, revelando pulsantes emoções que habitam cada ser. Angústia e disforia são traduzidas em coreografias intensas, enquanto os intérpretes dançam em um palco habitado por memórias indizíveis.
Dentro de cada ser, uma inexplicável entidade pulsa, desafiando rótulos. Com gestos e movimentos potentes, “Sob a Pele” convida o público à uma jornada emocional, capturando a essência daquilo que não tem nome, mas ressoa profundamente em todos nós.
Ficha Técnica:
Direção Geral: Roberto Lima
Coreografia: Mônica Barbosa
Gestão de Produção: Nando Andrade
Iluminação: Vinícius Rigo
Figurino: Nivea Faso
Assistente de Figurino e Confecção: Marco Aurélio
Design Gráfico: Vinícius Rigo
Trilha Musical: UAKTI – I Ching
Edição de Vídeo: Thiago Magalhães
Fotografia: Thiago Ripper
Montagem e Operação de Luz: Paulo Bernardo
Editais e Mídias Sociais: Ary Freitas e Maciel Tavares
Gestão e Elaboração de Projetos: Nando Andrade, Roberto Lima e Vinícius Rigo
Realização: VISUALLYZE e Núcleo de Dança para Atores
Intérpretes:
Ândrea Cordeiro
Arthur Morsch
José Eduardo Reis
Julia Emilene
Letícia Gelabert
Michele Lima
Plínio Morais
Thiago Magalhães
Tomás Santa Rosa
Vinícius Rigo
Histórico da cia:
O Núcleo de Pesquisa Corporal em Dança para Atores surgiu em 2000 a partir de inquietudes artísticas dos profissionais e professores da secular Escola de Teatro Martins Pena-RJ, Armando Nesi, Arabel Issa, Dudu Gama e Roberto Lima, para dar continuidade aos estudos realizados nas aulas de Expressão Corporal, Dança e Interpretação, sem perda da pesquisa, investigação e elaboração de um pensamento
sobre o corpo expressivo do ator.
Já realizou em temporadas e festivais os espetáculos “5 X Dança” por Armando Nesi, Arabel Issa e Roberto Lima; “HVL 6 (Heitor Villa-Lobos 6 peças)” por Armando Nesi e Roberto Lima; “Viagem ao Centro da Terra” por Rodrigo Moreira e remontagem de Celeste Lima – todos sob orientação teatral de Dudu Gama -; “Sopro” com coreografia de Rodrigo Gondim e direção Roberto Lima, “Nossos Espaços Vazios” por Rodrigo Gondim e Roberto Lima, Crianças de Terezin por Roberto Lima e Rodrigo Gondim, Nosotros por Rodrigo Negri e direção Dudu Gama , Videoarte “Em Tempo – uma palavra por um gesto” com Concepção, Roteiro e Direção de Roberto Lima e Montagem e Edição de Vídeo Ary Freitas, Catálogo Fotográfico “Habeas Corpus” com concepção de Roberto Lima, Direção Dudu Gama e Fotografia Aloysio Araripe, “Blackbird” (baseado no original de Bob Fosse) com coreografia de Soraya Bastos, e, “Sob a Pele”, com coreografia de Mônica Barbosa e Direção Roberto Lima.
Em 2018, foi agraciado com o Diploma Heloneida Studart pela Comissão de Cultura da ALERJ pelo seu valor cultural e trabalhos realizados no Estado do Rio de Janeiro; além de iniciar sua Residência Artística no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro até os dias atuais.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Monitores de Acessibilidade para PcDs (Produção do espetáculo e Agentes do CCo)
SERVIÇO
Data: Dias 01 e 02 de Fevereiro de 2025
Horário: Dias 01/02/25 às 19h e
02/02/25 às 18h
Classificação: 14 Anos
Duração: 40 minutos
Informações:
Parceria: Centro de Letras e Artes – UNIRIO e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Público esperado: 150 lugares (Teatro Angel Vianna)
Programação presencial
– Valor Ingresso: Plateia inteira – R$ 30,00 (trinta reais)
Título: De quando as águas cresceram por sobre o ventre da terra
Linguagem: Dança
Público alvo: Público geral
Resumo: De quando as águas cresceram por sobre o ventre da terra é uma dança solo, inspirada no livro Homens e Caranguejos, de Josué de Castro. O trabalho relaciona questões acerca do corpo, territorialidade, natureza, espiritualidade e identidade. Fala sobre a fertilidade que sucede a decomposição, apostando na subjetividade e em uma experiência imersiva.
Ficha Técnica:
Dança e criação: Dora Selva
Assistência de movimento: Luana Bezerra
Desenho de luz: Jo Rios
Criação sonora: Yasmin Zyngier
Identidade visual: Pablo Meijueiro
Produção: Iolanda Sinatra
Apoio durante a criação: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro
Histórico da cia:
Dora Selva é artista interdisciplinar. Com descendência brasileira e hondurenha, transita pelos campos da dança, performance, fotografia e audiovisual. Sua pesquisa tem o corpo como matéria primordial, e se fundamenta nas relações entre movimento, espiritualidade,
identidade e natureza. É formada em Dança pela PUC SP . Integrou a Lia Rodrigues
Companhia de Danças de 2013 a 2017, participando da criação de espetáculos e remontagem de repertório.
Circula desde 2018 com o solo de dança De Quando As Águas Cresceram Por Sobre O Ventre Da Terra, apoiada pelo programa de residências do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Foi integrante do projeto de residências artísticas da EAV Parque Lage/2018, tendo a partir daí transitado pelo campo das artes visuais, com inúmeras performances e obras audiovisuais. Trabalhou com Keyna Eleison, Ulisses Carrilho, Marcela Cantuaria, Rafa BQUEER, Catarina Duncan, Vincent Moon, Louise Botkay, entre outros.
Em 2022 integra o programa de residência EMERGE NYC, iniciando processos voltados para a fotografia e autorretratos. É criadora da Viva Pelve, uma plataforma de pesquisa que envolve oficinas, práticas regulares, processos artísticos, pesquisa sonora e criação de conteúdo.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Audiodescrição
Serviço
Data: 08 e 09/02
Horário: Sábado às 19h e domingo às 18h.
Classificação: 18 anos
Duração: 45 min
Informações: o espetáculo acontece no espaço cênico compartilhado com o público. O
público fica disposto no espaço cênico em formato circular, sentados em cadeiras e/ou
almofadas no chão.

Título: Coleções Brasilidades – Rocio Infante Companhia de Dança / Mostra em Curso.
Linguagem: Dança
Público alvo: Alunos e Profissionais de Dança, Público geral, Todas as idades.
Resumo: Exercitar o bailarino dentro da sua habilidade performática na prática Bailarino/Palco. A experiência de Coleções Brasilidades vem mostrar na cena as habilidades performáticas dos bailarinos integrantes da Rocio Infante Cia de Dança e das Ações Formativas do núcleo Alwin Nikolais Brasil.
Quando o bailarino no seu estado profissionalizante realiza uma imersão de aprimoramento e capacitação, e desenvolve o aprendizado de repertório, o mais intenso desse momento é poder levar esse conhecimento a sua integralidade na prática cênica.
Tornar a referência para si, um exercício de si na cena, oportunizando e testando suas capacidades.
Coleções Brasilidades é uma experiência diversificada de ritmos, cores imagens e movimento.
Ficha Técnica:
Direção e Coreografias : Rocio Infante
Direção Musical e Músico em cena: Mario da Silva
Direção Artística: Alberto Del Saz
Elenco: Karen Lãeo, Renata Berenger, Cecci Lyun, Maria Clara Berenger, Beatriz Manso, Maria Fernanda Paixão
Iluminaçao: Rocio Infante, Fred Kotouc
Figurinos: Rocio Infante, Benedito Neto, Iara Sivieiro, Carolina Bassi.
Histórico da cia:
A Companhia nasceu de um movimento em 2016 intitulado Coletivo Imprevistos que teve residência Artística na Escola e Faculdade Angel Vianna e na Rampa Lugar de criação.
A partir de 2021 Rocio Infante inaugura os cursos presencias de imersão e Formação do Núcleo Alwin Nikolais Brasil, ministrado por Alberto Del Saz, reunindo nesses eventos bailarinos de várias localidades do RJ. A confluência do Coletivo e do Núcleo, gera a Rocio Infante Companhia de Dança que é recebida no Espaço Novo Arte de Raquel Peralta na Tijuca. Realiza várias apresentações nos anos de 2023, incluindo, Uniro Palcão, Espaço CBAE e CCO. Realizou estreia de seu espetáculo Coleções em 2024 no Teatro dos 4 na Gávea, e entra em cartaz por mais 2 apresentações no CCJFRJ. Agora em 2025 entra em Curso intensive com Del Saz e apresenta nova criação em Curso, intitulada Brasilidades. O três primeiros movimentos de “Brasilidades” e a Coreografia “Cada Voo tem um Pâssaro” executada por Karen Leão foram premiados no Festival A Arte da Dança do Vita de Atores, 2024.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? sim
Qual? Libras
Serviço
Data: 15, 16 de Fevereiro
Horário: 15 sábado 19h, 16 domingo 18h
Classificação: livre
Duração: 1h:10min
Informações: Não temos cenário. Contamos com a luz e os figurinos. Elementos cênicos serão fornecidos pela Companhia.
Espaço Novo Arte Terapias, CBAE UFRJ, Membros Apoiadores.
Público esperado: 100 pessoas
Valor do ingresso: $20 inteira, $10 meia.
Título: Se meu corpo fosse
Linguagem: Dança
Público alvo: 12 anos
Sinopse: usando o corpo como manifestação poética, artistas reveem sua participação, pertencimento e invenção do local em que habitam. Agem através da expressividade do movimento, relacionando-se com materiais/objetos que se revelam parte destes corpos que estão em cena. Em “Se meu corpo fosse”, convidamos o espectador a adentrar no mundo criado pelos artistas desta obra.
Resumo: “Se meu corpo fosse” é um espetáculo criado em 2021 e teve como perspectiva desenvolver a temática “corpo e lugar”, com jovens artistas moradores da favela Parque das Missões, Duque de Caxias/RJ. As experimentações surgem de deambulações e investigações históricas e sensíveis da favela do Parque das Missões refletindo, por meio do corpo, como sujeito de discurso e narrativa, criando paradigmas de força da performatividade. As experimentações deste trabalho resultaram no espetáculo de dança contemporânea “Se meu corpo fosse”, filmado no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, no Teatro Angel Vianna e estreou virtualmente no período pandêmico em dezembro de 2021. A potência em seguir com o fluxo desta dança está se dando. Partes deste espetáculo já foram apresentadas na Mostra Movimentos em Curso 2022, no Teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro/RJ, esteve em temporada no Teatro Firjan SESI Caxias, em Duque de Caxias/RJ. Participou, ainda, da Semana de Arte Favelada, realizada no Centro de Artes da Maré, em novembro de 2022. Selecionado no SESC Pulsar Baixada em Foco, o espetáculo ficou em temporada em três unidades do SESC em maio de 2023, participou da 2ª Mostra Povoar na cidade de São Mateus/ES, no Festival de Arte e Cultura de Agroecologia em 2023 e em 2024 ficou em temporada no Teatro Firjan SESI Caxias, com apoio da Lei Paulo Gustavo, através do edital de fomento da Secretaria de Cultura e Turismo de Duque de Caxias. O processo de criação foi documentado em “O corpo como lugar de fala: um manifesto sobre o Parque das Missões”, projeto contemplado no Edital Cultura Presente nas Redes 2, promovido pela SECEC-RJ.
Ficha Técnica:
Direção coreográfica: Bruno Alarcon
Elenco: Biscoito, Carlos Souza, Felipe Agripino, Isabella Tavares, Jaqueline Silva, Lohanna Alves, e Mariane Araujo
Produção executiva: Luiz Fernando Picanço
Assistência de Produção: Edgar Bernardo
Composição de trilha sonora: Paulo Richard Ramos
Operação de som: Bruno Alarcon e Paulo Richard Ramos
Animação: Rubens Toré
Figurino: Bruno Alarcon e Renan Garcia
Confecção de figurino: MJR confecções
Iluminação: Nina Balbi
Realização: Alarcon Picanço Criações
Histórico da cia:
Alarcon Picanço Criações é um encontro de dois sujeitos desejosos do fazer arte em suas múltiplas perspectivas – Bruno Alarcon e Luiz Fernando Picanço -. O território foi o que os impulsionou a fazer. Reuniram seus saberes, habilidades e competências para atuarem no território da Baixada Fluminense com o fazer Artes da Cena, potencializando produção & arte & cultura & educação. Produzimos performances, espetáculos de dança e teatro e produção audiovisual, inclusive vídeodanças. Atuantes desde 2016 com produções artísticas-culturais-educacionais independentes, Alarcon e Picanço Criações tem como foco, a pesquisa multilinguagem na Dança-Teatro, onde as produções envolvem profissionais da Baixada Fluminense, procurando dar visibilidade aos artistas que fomentam arte nestes territórios. Músicos, atores, dançarinos, produtores, cineastas independentes e conceituados nacional e internacionalmente, entre outros. Os trabalhos ganharam circularidade na Baixada Fluminense, na capital carioca e fora do estado.
Serviço
Data: 22 e 23 de fevereiro de 2025
Horário: Sábado às 19h e domingo às 18h
Classificação: Livre
Duração: 50min
Programação presencial
– Valor Ingresso: 20,00 inteira 10,00 meia entrada.

EVENTOS – LOFT E ESTÚDIOS
Título: Sambadeiras do Catete, histórias de vida cantadas e dançadas
Linguagem: Dança
Público alvo: livre
Resumo: O projeto é formado por duas sambadeiras que junto a Mestra Fernanda Lopes Machado contam a história do coletivo Sambadeiras de Bimba Filhas de bIloca através das danças populares, em particular, o samba de roda. As oficinas se dividem em dois momentos, o primeiro teórico com as trocas de experiências e falas potentes de mulheres que detém o saber do samba de roda e o segundo em que participantes vivenciam o samba de roda e sua ancestralidade e corporeidade.
Ficha Técnica:
Fernanda Castro – Sambadeira e produtora
Patricia Bastos – Sambadeira e produtora
Fernanda Lopes Machado – Mestra do Samba de roda
Marcelo Fraga e Wladmir Cotta– percussionistas
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim
Qual? Intérprete em libras
Serviço Data: 15 e 16 de fevereiro de 2025
Horário: 14:00 – 19:00
Classificação: livre
Duração: Oficinas com 2h de duração
Informações: Oficina prática e roda de conversa
Parceria: Sambadeiras de Bimba Filhas de Biloca e Indae produções
Público esperado: 30 participantes
– Valor Ingresso: gratuito
Título: Workshop Eu Sambo Assim
Linguagem: Dança
Público alvo: Alunos de dança
Resumo: Vem aí a 6ª edição do maior evento de samba no pé do Brasil, o Workshop Eu Sambo Assim International, nos dias 24 e 25 de Fevereiro no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – Tijuca. Serão mais de 18 mestres e professores somados a grandes convidados.
Ficha Técnica: Gabriel Castro (Direção Geral), Diogo Barroso (Produtor Geral)
Serviço
Data: 24 e 25 de Fev
Horário: das 9:00 as 18:00h
Classificação: Livre
Duração: Dois dias
Informações: WhatsApp +55 21 998930466
Parceria: Não
Público esperado: 270 pessoas
Programação presencial
Valor do ingresso: São dois tipos de ingresso
Day Pass (passe diário): 265 r$
Válido para oito aulas diárias
Full Pass (passe total): 415 r$

OFICINAS
Título: Dança Afro com Aninha Catão / Homenagem à Iemanjá
Linguagem: Dança
Público alvo: interessados em cultura afro-brasileira
Resumo: Oficina de Dança Afro com Aninha Catão é um projeto que trabalha a dinâmica dos movimentos corporais, através da gestualidade trazida pela dança dos Orixás, abordando também a relação do Brasil com as divindades africanas através de suas histórias e mitos, e ao mesmo tempo conscientiza a respeito da importância da representação da cultura negra, oriunda dos povos africanos, para a formação da identidade brasileira.
Pelo seu caráter livre, a oficina abrange todo tipo de público provocando interações sociais entre os participantes, contribuindo para a redução das diferenças e aumento da autoestima.
Ficha Técnica:
Professora de Dança: Aninha Catão
Percussão: Alexandre Munrha, André Alade e Luccas Xaxará
Histórico da cia: Aninha Catão é Produtora, bailarina, professora e coreografa na área de danças afro-brasileiras pelo grupo Tambor de Cumba da qual é fundadora e diretora artística desde 2011, onde criou o espetáculo Cosmogonia Africana – A Visão de Mundo do Povo Iorubá (2018), o espetáculo infantil Oxóssi – O Guardião é Popular (2022) e fundou o Espaço Tambor de Cumba (2020), local de preservação da cultura negra que oferece oficinas, cursos de capacitação, intercâmbio e trocas culturais. Foi integrante do grupo Pé de Chinelo, do Afoxé Estrela de Oyá, do grupo Tambores de Olokun, do grupo Alayo, foi bailarina dos shows do Arlindo Cruz, dançou com Marcelo D2 na Ocupação Iboru e teve participação ativa na parte de dança afro do Documentário Sankofa (disponível na Netflix), foi coreografa dos Guardiões de Mestre Sala e Porta Bandeira do Imperio da Tijuca em 2022 e dos Guardiões da Bateria do Império Serrano em 2024 e participa como bailarina afro, eventualmente, nos shows do Grupo Awure. Foi produtora executiva do Grupo Awure e Moça Prosa (2020 e 2021) do Império Serrano (2023) e do Samba na Serrinha (2022 e 2023) e hoje é produtora do Instituto Casarão e do Dida Bar e Restaurante (2025).
Serviço
Data: 04 de fevereiro
Horário: 19hs
Classificação: Livre
Duração: 2hs
Informações: grupotambordecumba@gmail.com
Programação presencial
Valor Ingresso: R$40 inteira, R$20 meia
Título: Work In Progress – TamuJuntu
Linguagem: Dança
Público alvo: livre
Resumo: Intercâmbio artístico entre o Brasil e África do Sul com artistas da área de dança das cidades de Joanesburgo e do Rio de Janeiro, sob a direção de Paulo Emílio Azevedo.
Ficha Técnica:
Direção de Produção: Sérgio Chianca
Produção Executiva: Rebecca Góis e Flávia Menezes
Direção Brasil: Paulo Emílio Azevedo Direção África do Sul: Steven Faleni
Intérpretes:
Mumu da TB
Safira Santana
Isabelle Czar
Jeovana Dutra
Pedro Brum
Zulu Gregório
Paulette Mahlangu
Lizwi Sibumbe
Bongone Shabangu
Le Jah
Gabriel Henrique
Ester Machado
Pesquisadores:
Gabriel Delgado
Lukas
Histórico da cia:
Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente.
Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer.
Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA,África do Sul, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e “Vírgula” (2022), “Fio do Meio 2” (2025).
Serviço
Data: 07/02/25
Horário: 16h
Classificação: livre
Duração: 1 hora
Parceria: Centro Coreográfico
Público esperado: 30 pessoas
Studio 02
Programação presencial
Programação Gratuita

OFICINAS
Oficinas de Dança Afro – Oxum e Ogum em Movimento
(15 de Fevereiro de 2025)
Linguagem: Dança Afro
Público Alvo: a partir de 14 anos.
Resumo:
A oficina visa introduzir os movimentos dos Orixás Oxum e Ogum, através do método de aprendizagem e compartilhamento da Escola Carioca de Danças Negras. Em 11 anos de trabalho e pesquisa, a Escola Carioca de Danças Negras consolidou no cenário brasileiro uma importante entidade de desenvolvimento de técnicas das danças negras.
Oxum, divindade feminina do Panteão dos Deuses Yorubanos, responsável pela beleza, amor e fertilidade. Oxum tem na sua figura a essência feminina da sutileza, beleza e também força. Tem no seu domínio natural a cachoeira, rios e o ouro. Os movimentos de Oxum acentuam as
curvas do quadril e sincronia com cintura escapular, de maneira leve e arredondada, utiliza um espelho (Abebe) como elemento cênico e certas vezes uma espada. Movimenta sua saia como se fosse água, em diversas vezes dança em plano médio e baixo, como quem se banha na Cachoeira e na foz dos rios.
Ogum, o Deus da Guerra no Panteão dos Orixás das divindades Yorubanas. Tem como habilidade a metalurgia e o uso por excelência da espada. Seus movimentos têm como características a força, passos que simulam ataque, corte e luta, saltos e giros.
O evento será divido em duas oficinas, consecutivamente em duas turmas distintas:
Oficina 1: Oxum – 10h às 11:20
Oficina 2: Ogum -11h:30min às 12h:50min
O workshop contará com percussionistas e uma cantora, além do professor de Dança Fabio Batista.
Ficha técnica:
Professor de dança: Fábio Batista
Percussão: Kaio Ventura, Yago Cerqueira e convidados.
Cantora: Sabrina Sant’ana
Histórico da Escola:
A Escola Carioca de Danças Negras foi fundada em 2014 e representa um dos eixos de atuação do Pólo de Desenvolvimento Cultural do Andaraí – “PoDe-C!” Andaraí. O objetivo principal é a capacitação de “cidadãos
artistas” por meio de danças “Afrodiaspóricas”, dentre elas Dança Afro Brasileira e Contemporânea, Jazz, Moderno, Hip-Hop, Samba, Funk, Danças Populares, Teatro, Percussão e Voz. É atualmente o único projeto
com este conceito de aprendizado no Rio de Janeiro e tem como parâmetro a experiência da Cia Étnica de Dança e Teatro, que ao final da década de 90 e 2000 formou dezenas de jovens, Pretos e não Pretos de
comunidades, como Bailarinos Profissionais.
O Projeto já participou de diversos eventos, tais como Rock in Rio 2017, Semana de Criadores Negros no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Iberoscena 2019 entre outros. Também foi contemplado co m Prêmio
Favela Criativa 2015 e Territórios Culturais 2016. Desenvolve trabalhos artísticos de danças tradicionais juninas com a Cia Folclórica Junina PoDe-C Show atual campeã estadual neste gênero de danças populares,
pesquisas e espetáculos de Dança Negra Contemporânea com a Cia Clanm, além de sediar companhias e grupos de pesquisas. Recentemente recebeu o título de Ponto de Cultura Nacional, pela Rede Cultura Viva do
Ministério do Turismo.
Serviço:
Data: 18 de Janeiro de 2025
Horário: 09:30h às 13h
Classificação: 14 anos
Duração: 3h:30min
Informações: Os alunos deverão comparecer com até 10 minutos de antecedência, portanto roupas flexíveis para dança, tais como malha, lycra, tecidos com elastano, sais em godê.
Público: 120 pessoas, sendo 60 alunos por Oficina (Oxum 1 / Ogum 2)
Oficina 1
Ingresso: R$40,00 (inteira)
R$20,00 (meia entrada)
Oficina 2
Ingresso: R$40,00 (inteira)
R$20,00 (meia entrada)
Título: Cia Híbrida- Dança e formação
Linguagem: Danças Urbanas
Público alvo: Estudantes de dança, estudantes de arte em geral, pessoas interessadas em aprender
Resumo: Para inaugurar o projeto NOVO FLUXO – CRIAÇÃO/DIFUSÃO, patrocinado pelo edital Pró-Carioca Linguagens, Fomento à Cultura Carioca – Edição PNAB, serão oferecidas no Centro Coreográfico 4 oficinas ministradas pelos bailarinos da Híbrida, nos mais diversos estilos de danças urbanas.
Ficha Técnica:
Direção: Renato Cruz
Direção de Produção: Steffi Vigio
Professores: Jefte Francisco, Josh Antônio, Maju Freitas, Rayan Sarmento
Histórico da cia:
Criada em 2007 e dirigida por Renato Cruz, a Híbrida é hoje uma das mais atuantes do Brasil. Recebeu diversos prêmios, como Funarte de Dança Klauss Vianna, Fundo de Apoio à Dança, Fomento à Cultura Carioca, O Boticário na Dança, etc. A Cia já dançou em diversos festivais, mostras e temporadas por todo o Brasil e apresentou suas obras em vários países. Em 2017 e 2018 a Híbrida foi cia residente em Le CentQuatre, Centro Cultural situado em Paris. Em 2018 a Híbrida estreou Ininterrupto, através do Prêmio Iberescena, e recebeu o prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo em 2019. Ainda em 2019, realizou importante residência de criação em Parc de La Villette (Paris) para criação de seu novo espetáculo, Contenção, considerado um dos melhores do ano pelo Jornal O Globo. Por seis anos consecutivos, a Cia. Híbrida teve suas obras figurando entre os Melhores da Dança do Jornal O Globo de 2014 a 2029. Em 2021 recebeu 2 Prêmios FUNARJ e produziu os espetáculos Antiflow e Dança Frágil. Em 2022 realizou o projeto Cia Híbrida- Manutenção, Difusão, Formação através do FOCA – Fomento à Cultura Carioca. Em 2024 realiza o projeto Novo Fluxo – Criação/ Difusão, através do Pró-Carioca Linguagens – Fomento à Cultura Carioca- Edição PNAB.
Cronograma:
Dia 22 de fevereiro – Aulas de Vogue New Way, House Dance, Vogue Femme e Breaking,
Professores: Rayan Sarmento, Josh Antonio, Maju Freitas, Jefte Francisco
10h – Vogue New Way
11h – House Dance
12h – Vogue New Way
13h – Breaking
Serviço
Data: 22 fevereiro
Horário: 10h as 14h
Classificação: 12 anos
Duração: cada aula tem a duração de 1 hora
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Grupo de Formação de Educadores Populares- GEFEPPatrocínio: Pró-Carioca Linguagens, Fomento à Cultura Carioca – Edição PNAB Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Governo Federal, Ministério da Cultura – Plano Nacional Aldir Blanc- PNAB
Programação presencial
Valor do Ingresso: GRATUITO
Público esperado: 20 vagas por oficina (80 no total)



