As materialidades do tempo – 20 anos de Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro
Na dança o tempo se torna tangível na duração dos movimentos e na presença efêmera do corpo em ação. Cada gesto, pausa e ritmo é uma manifestação direta do tempo, capturando momentos únicos e irrepetíveis.
A dança brasileira celebra a materialidade do tempo através dos 20 anos de seu Centro Coreográfico. Corpo e espaço, representatividade e ação, utilizando o movimento como uma linguagem universal que transcende barreiras e convida à contemplação e ao engajamento. Espaço dinâmico que continua a evoluir, inspirando novas gerações de artistas a explorar as infinitas possibilidades do corpo em movimento em perspectiva de acolhimento e empatia.

Título: Conferência Laban 2024 – transculturalidade e tradução
Público-alvo: A Conferência está sendo projetada para reunir uma comunidade diversificada de profissionais, estudantes e pessoas pesquisadoras, que compartilham um interesse comum na interseção entre movimento, cultura e tradução.
Artistas da Cena
Pessoas que trabalham no campo da dança e movimento, especialmente aquelas que têm interesse em explorar as interseções entre a transculturalidade e a tradução no contexto do movimento humano.
Comunidade Universitária
Professores/as, pesquisadores/as e estudantes que se interessem por estudos culturais, antropologia, e áreas relacionadas e que desejem aprofundar sua compreensão sobre a aplicação do Sistema Laban/Bartenieff em contextos transculturais.
Profissionais de Tradução e Linguistas
Dado o enfoque na tradução, pessoas envolvidas no campo da tradução e estudos linguísticos podem encontrar valor nas discussões sobre como os conceitos de Laban se relacionam com a tradução cultural e linguística.
Analistas de Movimento
Especialistas em análise de movimento que se interessem por explorar como os princípios de Laban/Bartenieff podem informar a compreensão da diversidade em diferentes contextos culturais.
Pessoas Estudiosas de Cultura e Sociedade
Principalmente pessoas que têm um interesse mais amplo em cultura, sociedade e suas representações através do movimento, especialmente no contexto da dança, teatro e comunicação não-verbal.
Resumo: A Conferência Internacional do Rio de Janeiro LABAN 2024: Transculturalidade e Tradução visa reconsiderar o que é articulado como trans, no sentido de atravessar linhas, transcender fronteiras, traduzir diferenças e transitar entre idiomas e culturas. Nesse sentido, transculturalidade e tradução estabelecem compartilhamentos, mas também intervenções, subversões, contribuições e trocas, que ocorrem em contextos políticos, geográficos e ideológicos diversos.
TRANSCULTURALIDADE E TRADUÇÃO
A transculturalidade é um conceito que denota a constituição alterada das culturas, atualmente caracterizadas por misturas e interpenetrações. O conceito estabelece uma ruptura com visões homogeneizantes e separatistas, que insistem em estabelecer categorias “puras” em termos simbólicos, linguísticos e epistemológicos e permite pensá-las como misturas e permeações, capazes de criar áreas de circulação do desejo.
Percebemos a transculturalidade como uma dinâmica dramatúrgica que favorece a produção de diversidade e é fundamental para a compreensão da tradução como campo de pesquisa e estudos de movimento.
Questões de bilínguismo, hibridismo, fronteiras e o envolvimento do tradutor no processo de tradução, refletem múltiplas perspectivas e reafirmam a tradução como um evento que atravessa territórios, revela diferenças e encarna o transbordamento de idiomas e culturas.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral: Ligia Tourinho e Regina Miranda
Coordenação do Evento Online: Marina Salomon
Comitê de Organização: Ana Bevilaqua, Adriana Bonfatti, Ligia Tourinho, Marina Salomon
Direção Artística Ecopoético: Regina Miranda
Curadoria Ecopoético: Ligia Tourinho e Marina Salomon
Designer Gráfico: William Gomes
Assessoria Redes Sociais/Fotos: Carol Spork
Produção Executiva: Roy D’ Peres
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Acessibilidade arquitetônica do CCO e os recursos de acessibilidade inerente a própria platafoma do ZOOM, como legendagem.
Serviço
Data: 1, 2 e 3 de agosto
Horário:
1 agosto das 10h às 21h
2 de agosto das 10h30 às 20h30
3 de agosto das 9h às 12h30
Classificação: Livre
Duração:
1 de agosto – 11h de duração
2 de agosto – 10h de duração
3 de agosto – 3h30 de duração
Informações:
Todas as informações sobre o evento está disponível: https://www.conferencialabanrio.com/_files/ugd/6c62e1_6b5915d9ebcc45cfabdcf51e5bd64f48.pdf

Programação:
Título: Espetáculo Corpos que Dançam
Linguagem: Dança
Público alvo: Público em Geral, simpatizantes de danças de salão e PCD
Resumo:
O espetáculo busca questionar sobre a estética do corpo ideal para a dança, apresentando adaptação técnica da dança a dois para um elenco bem diversificado, envolve vários ritmos de danças de salão em corpos diferentes como visto nos teatros. O intuito é justamente promover uma discussão sobre que corpo perfeito pode apresentar-se num espetáculo de dança e o que é perfeito para cada pessoa?
Ficha Técnica:
Marcelo Martins – Sócio diretor da empresa proponente, profissional de Dança de Salão desde 1996. Foi integrante da Cia. de Dança e professor no Centro de Dança Jaime Arôxa entre 1997 e 2001, diretor da Cia de Tango Nuevos Aires e da Cia. Carioca de Tango, com apresentações no Teatro Municipal de Niterói e Teatro Vannucci, fez diversas participações em programas da Rede Globo e Espetáculo com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Diretor do Projeto Carioca sobre Rodas desde 2017, do Espetáculo Diversidade, contemplado no Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020 e do Espetáculo Corpos que Dançam realizado através da Lei do ISS em 2023. Função: Direção.Viviane Macedo – PCD Pentacampeã brasileira de dança esportiva em cadeira de rodas, atriz e consultora de inclusão, participou de dois campeonatos mundiais. Pioneira na adaptação de vários estilos de dança de salão para usuários de cadeira de rodas. Primeira Porta-Bandeira Cadeirante. Participação em diversos programas de TV como Mais Você e Encontro com Fátima Bernardes da TV Globo. Idealizadora e coordenadora do Projeto Carioca sobre Rodas desde 2012. Função: Coordenação técnica. Gestão da equipe e interlocução do projeto com os movimentos e instâncias sociais das pessoas com deficiência.
Letícia Oliveira – Professora de dança de salão adaptada para pessoas cadeirantes do Projeto carioca sobre Rodas, com experiência em dança adaptada desde 2017. Cursando faculdade de educação física. Professora de Danças de Salão na Escola Carioca de Dança. Bailarina e coreógrafa do Espetáculo Corpos que Dançam, e do Espetáculo Diversidade. Função: Bailarina e ensaiadora.
Histórico da cia:
. Espetáculo Diversidade, contemplado no Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020.
. Edital Funarj 2020 – Ondas da Cultura – realizado em março/2021
. Edital Janelão – Festival de Arte Urbana e Popular da Zona Norte e da Zona Oeste – Rio de Janeiro – março/2022.
. Espetáculo Corpos que Dançam realizado através da Lei do ISS em 2023.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
O Espetáculo conta com bailarinos PCD no elenco. Local adaptado para receber o público PCD
Serviço
Data: 03 e 04 de agosto
Horário: sábado às 19h e domingo às 18h
Classificação: livre
Duração: 50 minutos
Informações: 21 99507-5753 (whatsapp)
Parceria:
Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado). 150
Gratuito
Título: Elegbará + Viveiro
Linguagem: Dança
Público alvo: Jovem Adulto
Resumo: Projeto de circulação das 2 primeiras obras da artista da dança Nyandra Fernandes, ELEGBARÁ (2022) e VIVEIRO (2023).
ELEGBARÁ é uma pesquisa artística que se iniciou no audiovisual em 2021. O espetáculo apresenta corpos distintos e dissidentes, corpos gordos, pretos e trans. Em cena são utilizados elementos ancestrais ligados ao candomblé como o padê e a cachaça. O palco torna-se um lugar quente, avermelhado, inspirado nas giras dos quintais do subúrbio carioca.
VIVEIRO é uma performance dançada composta por 2 intérpretes.Popular e afetuoso é uma experiência entre o palco e a plateia. O público volta ao seu passado, à sua formação, entendendo o que o leva a ser quem é hoje. Revive experiências familiares, laços de amizade e os sentimentos ao se apaixonar.
Ficha Técnica:
Bea Ayoola – Produção Musical
Rafael Fernandes – Coordenação de produção
Andrea Capella – Iluminadora ELEGBARA
Pedro Melo – Social Media
Nyandra Fernandes – Direção: Elegbará e Viveiro | Intérprete: Elegbará
Allison Trindade – Intérprete: Elegbará e Viveiro
Bellas – Intérprete: Elegbará
Ricardo Xavier – Assistente de direção | Intérprete: Elegbará
Kley Hudson – Intérprete: Elegbará e Viveiro
Karen Antunes – Produção Executiva
André Martins – Iluminador VIVEIRO
Hélio Rodrigues – Operador de som Viveiro
Raquel Lázaro – Técnica de som Elegbará
Danilo Martins – Provocador Cênico
Caetano Araújo – Transporte
Gah – Figurino Elegbará
Histórico da cia:
Elegbará ganhou o Prêmio Funarj de Dança, em 2022, com apresentações no Teatro João Caetano, no centro do RJ e no Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes. Em 2024, se apresentou no Sábados no MAM Petrobrás. Viveiro estreou na Mostra de Dança Firjan Sesi, 2023, nos teatros Firjan Sesi Jacarepaguá e no teatro Futuros Tecnologia, no Flamengo. Ainda em 2023, participou do 9o Festival Midrash de
Teatro, no Café Pequeno. Em 2024, realizou sua primeira apresentação em São Paulo, no 11o Circuito Vozes do Corpo, da Cia Sansacroma.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim.
Qual? Libras e recurso de acessibilidade cultural por meio da mediação no
reconhecimento tátil do espaço cênico.
Serviço – Elegbará
Data: 10 de Agosto
Horário: 19h
Classificação: 14 anos
Duração: 50 minutos
Direção: Nyandra Fernandes
Intérpretes: Allison Trindade, Bellas, Kley Hudson, Nyandra Fernandes e
Ricardo Xavier
Serviço – Viveiro
Data: 11 de Agosto
Horário: 18h
Classificação: 12 anos
Duração: 45 minutos
Informações:
Direção: Nyandra Fernandes
Intérpretes: Allison Trindade e Kley Hudson
Título: 12° Festival Dança Favela
Linguagem: Dança
Público alvo: Livre
Resumo: As coreografias foram criadas pelos alunos e professores do Projeto Social Raízes da Vila e fizeram parte do repertório do Festival Dança Favela apresentadas no CCO. Coreografias livres e de diversos estilos e ritmos.
Ficha Técnica: Estudantes e professores do projeto
Coordenação: Rafael Félix
Coreografias: Rafael Félix, Natália Dias, Estefany Oliveira e alunos.
Histórico da cia: O PROJETO RAÍZES DA VILA SURGIU EM 2004 NO MORRO DOS MACACOS COM CRIANÇAS E JOVENS QUE PARTICIPAVAM DE OFICINAS DE DANÇA DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO AO TRABALHO INFANTIL- PETI. O EDUCADOR SOCIAL E PRODUTOR CULTURAL RAFAEL FÉLIX PERCEBEU A NECESSIDADE DE EXPLORAR E DESENVOLVER MELHOR AS POTENCIALIDADES ARTÍSTICAS DE DANÇA PARA CRIANÇAS E JOVENS DA COMUNIDADE QUE APRESENTAVAM MUITA HABILIDADE E TALENTO E QUE NÃO TINHAM OPORTUNIDADES DE ATIVIDADES QUE FOCASSEM ESPECIFICAMENTE NAS LINGUAGENS DA ARTE, SOBRETUDO, NAS DANÇAS. O PROJETO EXPANDIU EM 2010 OFERECENDO ATIVIDADES DE TEATRO, DANÇA, CIRCO, FIGURINO E CANTO COM PARCERIA E APOIOS DE AMIGOS ARTISTAS VOLUNTÁRIOS, RESPONSÁVEIS E ALUNOS DA COMUNIDADE. O PROJETO SOCIAL DESDE 2014, PRODUZIU DIVERSOS ESPETÁCULOS QUE FORAM APRESENTADOS NO TEATRO DO CENTRO CULTURAL DA LIGHT, TAIS COMO: TRIBUTO A MPB, FAVELA, RITMOS, BOING 169 PARTIU UMA VIAGEM PELO BRASIL, SETE PEGADOS E SETE VIRTUDES – FILMES E MUSICAIS – COISAS QUE VEM DO CORAÇÃO, DENTRE OUTROS. O PROJETO PARTICIPOU DA MONTAGEM DA COMISSÃO DE FRENTE MIRIM DA PORTELA – FILHOS DA ÁGUIA NO CARNAVAL DE 2011, TENDO COMO
Rua Visconde de Santa Isabel, 174 – Vila Isabel – Rio de Janeiro – CEP: 20.560-120 – RJ Telefone:
(21) 41060016 CNPJ:29.014.008/0001-99
INTEGRANTES DA COMISSÃO DE FRENTE OS ALUNOS DAS AULAS DE DANÇA, PROMOVEU O DESFILE FAVELA FASHION SUSTENTÁVEL EM 2013 QUE ACONTECEU NA PRÓPRIA COMUNIDADE. JÁ TIVEMOS A OPORTUNIDADE DE TER PARCERIA COM O SESC DA GRANDE
TIJUCA E WORKSHOPS DE DANÇA E ACROBACIA AÉREA COM PROFESSORES E COREOGRÁFOS RENOMADOS COMO DANIEL LOURENÇO E ROMULO MORADA. TAMBÉM TIVEMOS A PARTICIPAÇÃO DE WORKSHOPS COM JUNIOR PAIXÃO QUE TRABALHOU NO PREPARO DE ARTÍSTAS DA REDE GLOBO. EM 2018. PARTCIPAMOS DO 7° FESTIVAL
NACIONAL DE DANÇA – EXPRESSÃO E ARTE, ONDE OS ALUNOS DO PROJETO CONSEGUIRAM PREMIAÇÃO DE 2° COLOCAÇÃO COM A PREMIAÇÃO DE MELHOR COREOGRAFIA NA CATEGORIA ADULTO. O PROJETO JÁ FUNCIONOU NO CENTRO COMUNITÁRIO LÍDIA DOS SANTOS E NA VILA OLÍMPICA ARTUR DA TÁVOLA, E ATUALMENTE FUNCIONA EM UMA SALA DE DANÇA DENTRO DO ESPAÇO CENTRO CULTURAL DA CRIANÇA. AMBOS OS ESPAÇOS ESTÃO LOCALIZADOS NO BAIRRO DE VILA ISABEL ORGANIZADOS PELA ONG INATOS.
Cronograma – 90 minutos de coreografias sequências
Serviço:
Data: 15 e 16 de agosto
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 90 min
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico RJ
Sem cobrança de entrada
Teatro Angel Vianna
Gratuito
Título: Celebração Dia Municipal das Danças Afro Brasileiras
Linguagem: Dança
Público-alvo: Profissionais da dança em geral, Estudantes, educadores e público
em geral
Resumo: Coletivo NEGRAAÇÃO integra diversas redes e grupos de desenvolvimento de estudos e políticas públicas para a dança, entre eles o Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado do Rio de Janeiro. Tendo em vista que o Coletivo NegraAção tem no seu histórico a realização de diversos eventos bem-sucedidos de valorização a cultura negra e por se configurar como uma organização permanente neste seleto cenário carioca de estímulo a pesquisa e a prática da Dança.
No decorrer desta estadia no SPDRJ, podemos constatar que as Danças de Matrizes Africanas no Brasil, tem poucos espaços, perdem adeptos a cada ano e são mal remuneradas, quando são remuneradas. Combinado com os dados de crescimento da pobreza e do aumento dos números de jovens negros e negras assassinados, se torna necessário a realização do EVENTO que tem como princípio provocar a sociedade para estas Falas e Escutas Ativas.
A ideia é promover uma aula coletiva com diversos professores que atuam na cidade do Rio e uma Roda de Conversa sobre a importância do dia 18 de agosto, dia da Dança Afro na Cidade do Rio de Janeiro em homenagem a Mercedes Baptista.
Cronograma:
14:30 Abertura exposição Gilberto de Assis
15h – Aula afro primitivo – Luiz
15:30 – Aula Debora Campos
16:00 – Aula Charles Nelson
Intervalo 15 min
17h – Roda de conversa com Marcus Machado, Charles Nelson e Debora Campos
17:30 h – Filme “Memória e Preservação da Técnica de Dança Afrobrasileira de Mercedes Baptista por Charles Nelson”.
18h – Performances
Espaços Solicitados
Loft
Midiateca
Teatro Angel Vianna
Estimamos que o evento irá contribuir de maneira substancialmente positiva para história da Dança Negra carioca e, consequentemente, brasileira. A promoção de encontros geracionais e multiculturais vão permitir uma troca de saberes verdadeiramente valiosa.
Ficha Técnica:
Coletivo NegraAção – Beto Pacheco, Fernanda Dias, Luiz Monteiro, Rodrigo Nunes,
Charles Nelson, Debora Campos, Marcus Machado.
Histórico da cia:
Formado por artistas, coreógrafos e pesquisadores das Danças Negras em suas variadas
vertentes, o COLETIVO NEGRAÇÃO foi criado para promover conexões e interação entre
os criadores, fazedores, parceiros, estudantes, mestres, instituições públicas e privadas
e o público em geral, a fim de obter uma troca de saberes e apreciação da cultura do
movimento afro diaspórico.
A experiência destes últimos anos resultou num histórico de intensas atividades e parcerias diversas com realizações importantes como a Semana de Criadores Negros na Dança, iniciativa ganhadora do prêmio CESGRARIO de Dança em 2018/2019, o projeto 1ª e 2ª Mostra itinerante de Danças Negras, que levou para diversas áreas da cidade do Rio oficinas e apresentações artísticas e o Iº Curso de extensão em Danças Negras, desenvolvido em parceria com a UFRJ, o Coletivo NegraAção, entende que precisa fixar residência, ter um endereço, um local, um quilombo estabelecido para desenvolver suas atividades, ampliar parcerias e alcançar muito mais pessoas.
É importante citar que, atualmente, o Coletivo integra diversas redes e grupos de desenvolvimento de estudos e políticas públicas para Dança, entre eles o Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado do Rio de Janeiro.
Cronograma:
14:30 Abertura exposição Gilberto de Assis
15h – Aula afro primitivo – Luiz
15:30 – Aula Debora Campos
16:00 – Aula Charles Nelson
Intervalo 15 min
17h – Roda de conversa com Marcus
17:30 h – Filme “Memória e Preservação da Técnica de Dança Afrobrasileira de
Mercedes Baptista por Charles Nelson”.
18h – Performances
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Todos os espaços de realização das atividades possuem rampas de acesso e elevador, garantindo o acesso de pessoas cadeirantes e com dificuldades de locomoção.
Serviço
Data: 17/08
Horário: das 14:30 às 19h
Classificação: Livre
Duração: 5 horas
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito

Título: Da África ao Brasil, 450 anos de lutas e conquistas de um povo
Linguagem: Dança
Público alvo: Todos
Resumo: O espetáculo narra a diáspora das muitas etnias de africanos que chegaram de maneira forçada ao Brasil e que, aqui aportando, foram vendidos no nefasto mercado do tráfico negreiro. Porém, com suas diversas e riquíssimas culturas se misturando a outras tantas de povos que aqui já viviam, além, claro, de europeus que pra também vieram, viu-se o esplendor da criação dos nossos riquíssimos Folclore e Cultura Popular. Dessa forma, o espetáculo mostra ao público os mais empolgantes ritmos e as mais belas danças folclóricas de quatro estados aqui vistos: Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Pará. Assim, convidamos a todos a embarcarem nessa viagem pelo tempo e pelo nosso folclore através dos lindos cenários, do colorido dos figurinos e dos sons oriundos de instrumentos regionais autênticos.
Ficha Técnica: Texto – Alexandre da Costa Carvalho
Coreografias – Alexandre da Costa Carvalho
Seleção de Repertório – Alexandre da Costa Carvalho
Figurinos – Alexandre da Costa Carvalho
Cenário – Alexandre da Costa Carvalho
Direção Geral – Alexandre da Costa Carvalho
Histórico da cia: Fundada em 2006, a Cia Arte Brasil de Estudos e Danças
Folclóricas iniciou suas atividades através de um grupo de estudos em folclore e cultura popular que gerou convites para pequenas e pontuais apresentações. Em 2008 foi convidada para realizar workshops e apresentar números de danças no Fórum Mundial de Educação na cidade de Nova Iguaçu. Com o sucesso, novo convite foi aceito, agora para o Fórum Mundial de Educação na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Com isso, diversos festivais de portes regionais, nacionais e internacionais de danças folclóricas foram surgindo. A partir de 2011 iniciaram-se os
trabalhos voltados às peças teatrais, todas tendo pano de fundo a História do Brasil e dos diversos povos que formaram a nação e sua diversificada cultura. Já encenamos quatro peças em teatros do Rio de Janeiro e Nova Iguaçu: Uma viagem de norte a sul por um Brasil multicor; Da África ao Brasil, 450 anos de lutas e conquistas de um povo;
Longe do pago, mas sempre gaúcho: um olhar sobre as tradições do sul do Brasil; e De Lampião a Gonzagão no nordeste do meu Brasil. Diversas outras atividades ligadas à Educação e à Cultura são realizadas constantemente, principalmente às escolas das redes pública e privada, como forma de disseminar o prazer pelo conhecimento a respeito das nossas raízes culturais e, consequentemente, da nossa própria história como um povo em constante e dinâmica formação.
Serviço
Data: 21 de agosto – 1ª sessão
22 de agosto – 2ª sessão
Horário: 19h às 20:40h
Classificação: Livre
Duração: 1:40h
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro
Plateia inteira R$40,00
Plateia meia R$20,00
Promoção: Todos pagam meia-entrada
Título: CIA DE BALLET DALAL ACHCAR apresenta ATA-ME
Linguagem: Dança
Público alvo: geral
Coreografia e Trilha Sonora: Eric Frederic
Figurinos: Gabriel Diniz e Matheus Brito
Iluminação: Carolina Dworschak e Eduardo Dantas
SOBRE A OBRA
Num turbilhão de sentimentos entrelaçados, “Ata-me” transporta seu público em uma jornada emocional intensa. Este cativante espetáculo explora as múltiplas maneiras pelas quais estamos ligados à vida, à violência, à amizade, e como um fio invisível nos conecta a todos.
Cada cena revela a importância vital desses laços, sejam eles suaves como um carinho ou fortes como cordas.
No centro desta performance está uma vibrante homenagem a uma figura emblemática: Maria da Penha, uma grande dama brasileira cuja trajetória ressoa na memória.
Seu legado, tecido de coragem e resiliência, se entrelaça com as histórias emocionantes apresentadas no palco, lembrando a todos da incrível força que reside nos laços humanos.
Através de cada movimento coreografado, cada nota de música e cada palavra pronunciada, “Ata-me” transcende as fronteiras linguísticas e culturais para tocar a alma de cada um.
Pois, no final das contas, todos estamos unidos por esse fio invisível da humanidade, e este espetáculo nos lembra disso com uma beleza impressionante. Eric Frederic
Bailarinos: Edson Machado, Gabriel Diniz, João da Matta, Matheus Benevides, Thais Cabral,
Artista Convidada: Cristina Martinelli
Trilha Sonora:
Lilies of the Valley
Jum Miyake
Yumeji´s Theme
Shigero umebayashi
All Names
Jum Miyake
O Encontro
Rodrigo Leão
Vague / E la nave vá
Anouar Brahem
Soy Marco
Alberto Iglesias
Ave Maria
Jocelyn Pook
Gracias a la vida
Violetta Parra
Aija zuzu laca berni
Elina Garanca
Histórico da Cia:
A Cia de Ballet Dalal Achcar baseia sua trajetória em mais de 50 anos de história ligada a dança de sua fundadora a diretora e coreografa Dalal Achcar, começando em 2001 quando ela criou a Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, dando oportunidade a jovens talentos de ingressar no mercado de trabalho nacional e internacional.
A Cia Jovem tornou-se a semente que, muito bem plantada, cresceu, deu frutos, sendo um deles o projeto A Dança como Poder de Transformação onde a Cia de Ballet Dalal Achcar está trabalhando lado a lado com os jovens talentos do projeto social.
A Cia BDA é formada por 18 bailarinos profissionais das mais variadas origens que trazem em sua bagagem o amor pela dança e muitas histórias para compartilhar e dançar.
No trabalho de sua companhia, Dalal une a técnica e arte com personalidade, emoção e identidade, acreditando que todo processo na humanidade passa pelo afeto.
Afeto em sua forma ampla infiltrando, despertando e levando as pessoas a aventurar-se nessa grande viagem que é a fruição.
O repertório é trabalhado de forma universal com Clássicos e Contemporâneos, criados por renomados coreógrafos nacionais e internacionais, sem esquecer do trabalho experimental que traz o futuro, o novo.
Diretora Artística: Dalal Achcar
Diretora Técnica: Mariza Estrella
Maitre de Ballet: Eric Frédéric
Remontadora, ensaiadora e Prof.ª: Cristiane Quintan
Produtora: Sonja Figueiredo
Produtora Assistente: Paula Trovão
Professoras Cia Convidadas: Cristina Martinelli, Nora Esteves
Pianista: Eduardo Neves
Coordenadora Técnica: Gláucia Avanzini
Camareiras: Graziele Freitas e Rosi Ferreira
Bailarinos: Beatriz Loureiro, Camila Lino, Debora Gomes, Gabriela Sisto, Lais Lourenço, Livia de Castro, Luana Gali, Mariana Rodrigues e Thais Cabral.
Edson Machado, Fernando Mendonça, Gabriel Diniz, Gustavo Ventali, Jean Pires, João da Matta, Matheus Benevides e Matheus Brito.
A Cia de Ballet Dalal Achcar conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale
Cronograma de produção e pós produção:
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim. Libras
Serviço
Data: 23, 24 e 25 de agosto
Horário: sexta e sábado às 19h e domingo às 18h
Classificação: indicação acima de 14 anos
Duração: 50 min sem intervalo
Programação presencial
– Valor Ingresso: R$ 36,00 (inteira) / R$ 18,00 (meia) / R$ 18,00 (ingresso amigo /classe)
Título: Programação Ballroom – 20 anos de Centro Coreográfico
Linguagem: Dança e saúde
Público alvo: Comunidade Ballroom e pessoas interessadas em dança e ampliar seus conhecimentos sobre as particularidades da cultura Ballroom.
Resumo:
A programação Ballroom em comemoração aos 20 anos de Centro Coreográfico irá girar em torno de ações educativas sobre vidas positivas (em torno de pessoas que são hiv+) e sobre as particularidades da comunidade Ballroom (formação da cena, categorias, termos, títulos e etc…). Dito isso, a programação irá iniciar na sexta feira (30 de agosto), com a roda de conversa sobre HIV+ e Saúde Sexual, abrangendo a importância de termos esses assuntos em nossos ciclos e democratizar o acesso a saúde e conhecimento sobre como pessoas que vivem com hiv+ vivem com saúde e possuem tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Seguindo, teremos oficinas em torno das categorias que temos dentro das Balls que ocorrem na cultura. Serão 2 Oficinas no dia 30, junto a roda de conversa + 3 oficinas no Sábado (31 de agosto). O encerramento será através de uma JAM (comemoração em um
formato parecido a Ball, mas com maior descontração por não ter premiação para quem ganha as categorias).
O intuito é celebrar os 20 anos de Centro Coreográfico, que é um espaço que tanto acolhe a Ballroom ao mesmo tempo que apresentamos pautas importantes e fomentamos a nossa cultura. Pretendemos, assim, com essa programação, fomentar ainda mais o entendimento sobre a comunidade Ballroom, fazendo com que a mesma seja ainda mais
reconhecida e, consequentemente, trazendo a importância sobre saúde sexual em geral.
CRONOGRAMA:
30 de agosto: Roda de conversa (2h de duração) + 2 oficinas (1h de duração cada)
Início: 14h
Término: 20h
31 de agosto: 3 oficinas (2h de duração cada)
Início: 14h
Término: 20h
1 de setembro: Vogue Jam com 6 categorias
Início: 14h
Término: 20h
Ficha Técnica:
Roda de conversa:
3 palestrantes
2 mediadores
1 técnico de som
Vogue Jam:
3 jurados
1 Dj
1 MC
1 Hostess
1 técnico de som
Histórico das cia:
A House of Cabal é um coletivo presente e ativo na Cena de Baile (Ballroom) há 4 anos. Todas as pessoas que formam a Casa (House) fazem parte da Cultura e já se fizeram presentes em muitos outros movimentos de diversos lugares do país, incentivando e fomentando a execução de projetos sociais de outros coletivos que visam manter a Cultura de Baile viva. Além disso, trazem bagagens outras, diversificando a sua atuação e soma construtiva dentro da Cultura: trabalhando com publicidade, dança, fotografia, produção executiva, jurados de Bailes, performers, competidores, representantes em rodas de conversa, moda e costura, construindo desta forma uma rede plural de ação efetiva e referência na cena.
Casa que prioriza a entrada e permanência de corpos não brancos e trans, sendo parte majoritária da House que hoje é formada por 32 pessoas, nos estados do RJ, SP, MG, PA e RS.
A Casa de Candaces é fundada em 2019, por Zaila Barbosa, e atua na disseminação e promoção da cultura ballroom brasileira, através da potencialização de corpos transvestigêneres. Ao longo de sua história, esteve presente em diversas frentes da cultura LGBT+ nacionais e internacionais, levando o vogue e a ballroom, enquanto movimento
cultural, linguagem artística e trabalho/empregabilidade, em atividades desenvolvidas em diferentes cidades e estados do Brasil e da América Latina. Soma parcerias com: Museu da Língua Portuguesa, MUHCAB, Absolut, Casa1, Soko, Bienal de São Paulo e possui trabalhos notáveis como a Black N Gold Ball (SP), a 2000’s Ball (SP), o Baile do Egito (RJ),
a C + C Aftermath Kiki Ball, entre outros.
SERVIÇO
Datas: 30 e 31 de agosto e 01 de setembro
Horário: 14h às 20h
Classificação: 16 anos
Duração: 6h
Informações:
Parceria:
Público esperado: 150
Programação presencial
– Valor Ingresso:
Valor Trans Ballroom + 1k de alimento: 5 reais
Valor Cis Ballroom + 1kg de alimento: 10 reais
Valor Geral + 1kg de alimento: 15 reais
Será disponibilizado 1 ingresso para acompanhantes de pessoas da produção (dj, júri,
chanter e palestrante).
INGRESSOS BLOQUEADOS:
15 ingressos reservados à SMC
28 ingressos para a produção (ingresso + acompanhante)
INGRESSOS PARA VENDA:
107 ingressos à venda

Título: Rosas Negras
Linguagem: Dança
Público alvo: Pessoas negras, população periférica e povos tradicionais.
Resumo: ROSAS NEGRAS , “O chão levanta a vida” é a cena que protagoniza memórias de enraizamento, banimento e insubmissão que rodeiam nossos quintais, ruas e rotas, os principais caminhos que nos levam à dança.
Ficha Técnica: Intérpretes-criadores Alex Reis, Ana Beatriz Mattos, Luciana Barros, Nikki Mathias e Thalía Mathias. Colab. coreógrafas/oficinas Luana Domingos; Mirian Miralles; Raquel Alexandre; beatmaker fruição funkeira (Música principal) . Assistente Luíza “Lullizs” Gonçalves. Produção e Direção Mayara Assis.
Histórico da cia: Idealização da coreógrafa Mayara Assis, Rosas Negras é uma coletividade carioca que faz sua estreia em 2024, com recursos da Lei Paulo Gustavo. O tema da primeira residência artística de criação é ” O chão levanta a vida”, esse projeto inaugural é o que reanima e redefine a rota por uma cena que se pensa mais democrática e aberta a materialidade insubmissa das memórias negras na contemporaneidade, e, a partir da dança, com trocas de experiência entre dançantes experientes e iniciantes.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Dias 10/8 e 11/08 com medida de acessibilidade Intérprete de Libras.
Serviço
09/08 13h – 17h – Oficina aberta. Rosas Negras e convidada. A oficina é aberta ao público, considerando que o projeto, que teve origem em residência artística, visa os interessados em dança, corpo e memória. A convidada será a artista Teresa Carlos (México).
10/08 – 17h – Apresentação artística – Acessível em libras
- 25 minutos ( “O chão levanta a vida” performance com vídeo)
- 15 minutos ( fruição funkeira – performance de encerramento)
- 15 minutos (bate-papo)
11/08 – 16h – Apresentação artística – Acessível em libras e audiodescrição
15 minutos (bate-papo)
15 minutos ( Luana Domingos – Performance de abertura)
25 minutos ( “O chão levanta a vida” performance com vídeo)
Classificação: livre
Duração: 50 – 90 minutos (apresentações com roda de conversa)
Público esperado: 60 lugares.
Gratuito
Título: Práticas abertas Improvável Produções
Linguagem: Dança
Público alvo: artistas da dança, música e teatro
Resumo: Durante o mês de agosto, a Improvável Produções abrirá as suas práticas matinais para convidades. Caso você tenha interesse em se juntar a nós, por favor enviar uma mini bio de até 1.000 caracteres, um vídeo de 1 minuto com você em movimento e uma carta de intenção até o dia 25 de julho para improvavelproducoes@gmail.com. Entraremos em contato até o dia 30 de julho.
Histórico da cia:
Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro, Brasil) e Lucía Russo (Patagônia, Argentina) fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções, uma plataforma de formação, pesquisa e criação. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva.
O trabalho da Improvável vai ao encontro de uma estética experimental que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em, em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística.
A Improvável é responsável, entre outros, pela concepção, criação e produção das peças de dança “Natureza Monstruosa”; “Mordedores” incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2015; “Boca de Ferro” (2016) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2018 e indicado ao Prêmio Cesgranrio de Dança nas categorias “melhor coreografia” e “melhor bailarino”, “Deixa Arder” (2017) incluído na lista do jornal O Globo como um dos espetáculos de dança de destaque em 2017, “HARM-ONY” (2018) coprodução fundo Iberescena/Funarte e NAVE (Santiago do Chile), “c h ãO | grrRoUNd” (2021) coprodução Kunstenfestivaldesarts, Kaaitheater, Julidans, Pact Zollverein e Something Great e “3 contra 2: Psico Trópicos” (2023) coprodução Julidans, Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie e Something Great; pela intervenção urbana “Sandwalk with me” (2012) desenvolvida entre Londres e Rio de Janeiro com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do RJ e com a coprodução do Festival Panorama 2013; pela leitura coletiva “Palavras Dadas” (2021) com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro através da Lei Aldir Blanc e pelo filme“curto, curto, longo e às vezes curto, longo, curto” (2021) coproduzido pelo Panorama Raft. Paralelamente ao núcleo de criação, Levi & Russo orientam workshops em centros de arte e universidades no Brasil e no exterior.
Mais informações: https://improvavelproducoes.com
Serviço
Data: quintas, sextas e sábados, dias 08, 09, 10, 15, 16, 17, 22, 23, 24, 29, e 30 de agosto
Horário: 10h – 11h
Classificação: maiores de 18 anos
Duração: 1h
Informações:
Público esperado: até 15 pessoas
Onde: Estúdio 1
Programação presencial
Programação Gratuita
Título: Encontro de Música e Dança: da Bahia ao Rio Tudo é Fluxo com a Orquestra Juvenil Itinerante – ORJI (Bahia) e Débora Campos.
Linguagem: Música
Público alvo: Todos
Resumo: A ORJI é uma orquestra interiorana e popular nascida dentro de um projeto de ensino musical gratuito (Escola de Música Cidadã – EMUC) para crianças e jovens que resiste na periferia do município de Catu desde o ano 2000.
Ficha Técnica:
Sue Menezes – COORDENADORA DA ORQUESTRA
ENOS SOARES DE SANTANA – VIOLISTA
LIA SOARES DE SANTANA, VIOLONCELISTA
MEL SOARES DE SANTANA, CLARINETISTA
EVA SOARES DE SANTANA, VIOLINISTA
JANAÍNA MEIRELES REIS, SAXOFONISTA
AILANE DA SILVA FERREIRA, SAXOFONISTA
YASMIM SANTOS DE SENA ROSENDO, FLAUTISTA
LUANDERSON DOS SANTOS E SANTOS – FLAUTISTA/ SAXOFONISTA
Histórico da cia: A Orquestra Juvenil Itinerante iniciou o seu percurso em 2018, sob a experiência de mais de duas décadas em ensino de música do Projeto Escola de Música Cidadã (EMUC), no município de Catu. Fundada e regida pelo professor
Edinaldo de Paiva Santos, ambos os projetos assistem cerca de 60 alunos mensalmente.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Não.
Serviço
Data: 11 de Agosto
Horário: 15h
Classificação: Livre
Duração: 1h
Informações:
Parceria:
Público esperado: 60 pessoas
Programação Gratuita
Programação presencial

Título: Contato e manipulação de objetos
Linguagem: Dança
Público alvo: Estudantes, profissionais e amantes das artes do corpo
Resumo: Voltada para a relação entre pensamento e ação do corpo com os objetos, a aula explora as diferentes possibilidades do jogo cênico usando a dança e elementos do circo para explorar as possibilidades do corpo todo e suas partes, estimulando as múltiplas possibilidades da manipulação de objetos, o improviso e a criação a partir dos movimentos sugeridos por essa relação.
Ficha Técnica:
Ministrante: Julia Franca
Histórico da cia: Julia Franca é CMA – Certified Movement Analyst, artista-pesquisadora e docente do Departamento de Arte Corporal – DAC/EEFD da UFRJ. Foi docente da Escola e Faculdade Angel Vianna, atuando no Curso Técnico em Bailarino Contemporâneo com a disciplina TEMAOB – Técnica de Manipulação de Objetos e na Pós-graduação em Sistema Laban/Bartenieff. É doutora em Artes – PPGArtes/UERJ, mestre em Estudos Contemporâneo das Artes – PPGAC /UFF, graduada pela Faculdade Angel Vianna, e Técnica em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo – FUNARTE. Atualmente, desenvolve sua pesquisa sobre como a dança e as análises de movimento podem oferecer lentes que possam ampliar os olhares sobre as artes circenses.
Cronograma de produção e pós produção: caixa de som com entrada p2 ou bluetooth
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? A oficina não possuirá nenhum recurso específico de acessibilidade, mas é estruturada de um modo inclusivo, já tendo contemplado anteriormente deficiências auditivas, motoras, auditivas e visuais.
Serviço
Data: 16/08/2024
Horário: 9h30 às 12h
Classificação: a partir de 14 anos
Duração: 2h30min
Informações:
Parceria:
Público esperado: máximo de 25 pessoas.
Título: Workshop do espetáculo St. Tragédias
Linguagem: Dança
Público alvo: estudantes de dança clássico e contemporâneo
Resumo: Masterclass com Ana Botafogo, Marcelo Misalidis e Marcio Jahú e Herbert Areias.
Ficha Técnica: Professores: Ana Botafogo, Marcelo Misalidis, Marcio Jahú e Herbert Areias
Histórico da cia:
Cronograma de produção e pós produção:
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Não
Serviço
Data: 20 e 21 de Agosto
Horário: 13h às 17h
Classificação: 14 anos
Duração: 2 horas por aula
Informações:
Parceria:
Público esperado: 25 vagas
Programação presencial
programação Gratuita
Título: Projeto MODOWN
Linguagem: TeatroPúblico alvo: Adolescentes com Deficiência (PCD)
Resumo: Resgatar a Autoestima, conscientizar e reeducar posturalmente . Acabar
com a timidez, desenvolver a capacidade motora e estimular a mente
Ficha Técnica: Buscando uma linguagem simples e de fácil entendimento, os Projetos MODOWN, terá como principal característica, o AMOR. Amor pela Arte, Amor pelos PcDs, amor pelos idosos e principalmente o “NÃO” ao preconceito.
Histórico da cia: Os projetos “MODOWN” , é um projeto de Inclusão Social e surgiu em 2015, após experiência em trabalhar com “PcD”( Pessoas com Deficiência ) e idosos em aulas de Teatro. Houve a percepção, através dos alunos, da capacidade de entendimento e do interesse que eles possuíam, pela arte. E como Professor de Teatro e Passarela há 25 (vinte e cinco) anos, resolvi montar esse projeto, que tem como objetivo, levar o conhecimento da Arte das Passarelas e dos palcos a pessoas com deficiência, e também pessoas conhecidas como “Melhor idade”, ensinando-os não somente a desfilar e interpretar. A ter consciência corporal e principalmente levantar sua autoestima, preparando-os para o mundo, de forma geral.
Neste caso iremos atender os adolescentes.
Cronograma de produção e pós produção: As aulas serão semanais com duração de 1hora.Duração de 6 meses.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Não
Serviço
Data: Todas Terças feiras
Horário: 18:30h às 19:30h
Classificação: de 13 a 25 anos
Duração: ¨6 meses
Informações: As aulas serão de responsabilidade dos responsáveis dos adolescentes
Parceria: SMC
Público esperado: de 10 a 20 alunos
Título: Amor sem miséria na pele (Oficina+Roda de Conversa+Exposição de Livros)
Linguagem: Literatura, teatro e dança
Público alvo: Todas as idades
Resumo da proposta: Trata-se de uma vivência focada na literatura, utilizando texturas do livro Amor sem miséria, que convida curiosos e praticantes do teatro e da dança a levarem esses textos para o corpo.
No primeiro momento, iniciaremos com leitura em grupo.
No segunto momento, consideraremos o texto escolhido por cada grupo.
No terceito momento, os textos serão narrados e interpretados por meio da dança e ou do teatro.
– Exposição/venda de livros
– Encerramento com sessão de autógrafos
Sobre o livro: É SÓ AMOR! Amor sem miséria! É o que queremos desde sempre. Mais do que o que queremos. É o que merecemos. Amor à mão cheia. Mas não é o amor dos poetas românticos do Século XIX. É o amor de Vivendo de Amor, de bell hooks. O amor que cura. O amor que reconhece as razões e os porquês de termos mais aprendido o desamor por nós mesmxs, do que a elevação de nossa autoestima. Um amor que se inaugura, desde sempre, primeiro pelo cultivo irrestrito ao amor por si, para só num depois desembocar num amor pelxs outrxs e pelo mundo. Amor sem miséria, em bom baianês, é nada mais que a difícil plenitude a que historicamente temos buscado e da qual a escravização nos afastou. Ler as “texturas” de Milsoul Santos nos mostra um poeta atento fortemente às demandas de uma contemporaneidade que marca a dilaceração dos gêneros textuais (?!?!) ou sua hibridização (?!?!) Ninguém mais sabe mesmo o que é um conto, um poema, uma crônica, uma canção. Está tudo junto misturado. Chamar essas escritas poéticas de textura é por demais acertado, porque, as lendo, dá vontade é de tocá-las, de senti- las, de cheirá-las. E isso é sensorial. Sensorial, não. Mais do que isso: é sensual; é atraente.
Ficha Técnica:
Escritor-Performer: Milsoul Santos
Mediação: Setor de Acervo Memória e Pesquisa – Midiateca CCo
Histórico da cia: Milsoul Santos é poeta, performer, escritor, roteirista e educador. Ministra oficina de incentivo à leitura e à escrita em escolas da rede pública de Salvador-BA no presente ano. Desenvolve oficinas focadas na literatura desde o ano de 2015. Presta serviços de performances, mensalmente, ao IPEAFRO (Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros). Tem três livros publicados, sendo eles: Pássaro Preto (2017) , Amor sem miséria (2019) e Segundo Grau Comprado – Um livro de afetos especiais (2024)
Cronograma de produção e pós produção:
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Serviço
Data: 31 de agosto
Horário: das 14h às 18h
Local: Midiateca e Galeria
Classificação: Livre
Duração: 4h
Informações: Sala com som e projetor. Impressão de alguns textos pré-definidos por mim. Como sou de Salvador-Bahia, solicito, também, hospedagem entre os dias 28/08 e 11/09.
Parceria:
Programação Gratuita
