O ano que subi num telhado de vidro ou confiando em estruturas precárias

Linguagem: Dança

Público alvo: Pessoas de todas as idades que fruam cultura e em especial espetáculos de dança.Bailarinos, acrobatas, pessoas que estudem e trabalhem com o corpo ou pesquisem sonoridades diferenciadas.

Resumo: Uma bailarina com sensores táteis em seu corpo que transformam energia cinética em elétrica quando submetidas à pressão e contato do corpo no espaço. Tais dispositivos, presos em 300 metros de cabos, compõem a trilha sonora modulada em cena. Uma dança de narrativas subjetivas que investiga pesos, fluxos, animais e autonomia, convocando o público a preencher de significados as imagens e sensações produzidas ao longo dessa paisagem de emaranhados imponderáveis, um corpo feminino e uma placa de vidro.

Ficha Técnica: 

Concepção: Flora Dias e Valéria Martins  

Direção e criação: Valéria Martins 

Interpretação e criação: Flora Dias 

Som e Performance sonora: O. (Bia Tossato) 

Fotos: Luciana Whitaker 

Registro de Imagem: Renato de Paula

Histórico da cia:

Valéria Martins 

Atua há 40 anos na área de cultura com consolidada carreira em linguagem de movimento e projetos multidisciplinares. Em 2009, iniciou uma pesquisa autoral convergindo artes visuais, dança, circo e sonoridade que resultou nos espetáculos-intervenções urbanas- instalações Projeto Coleções, Coleções em campo, Zona de Lançamento, drama.mov, Redoma, Coleções em movimento vistos por mais de 35 mil pessoas em espaços de relevância cultural como Palácio Gustavo Capanema/RJ, Instituto Inhotim/MG, Parque Lage / RJ, Palácio de Cristal/RJ, Quadrienal de Praga/CZE – Prêmio Triga de Ouro. Desde 1997 colabora artisticamente com Dani Lima e também assina os figurinos de seus espetáculos. 1998 – Prêmio Rio Dança de Melhor Figurino. Desde 2023 colabora com o artista e professor doutor Felipe Ribeiro.

Flora Dias

Pesquisadora, performer. Psicóloga transdisciplinar e bailarina de formação e deformação. Interessada no cultivo da autogestão. Trabalha na investigação do corpo contemporâneo pós pandêmico. Atualmente está artista residente do CCO-RJ.

O.

Artista musical e sonora que experimenta com instrumentos, eletrônicos e sucata. Atualmente se apresenta como O. Passou pela Fábrica de Sons Eletrônicos (Unirio), foi residente no ASA (Oi Futuro/British Council) e se especializou em Produção Musical (IATEC). Como artista integrou vários projetos técnicos e criativos se apresentando no eixo Rio – São Paulo.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? 

Promoveremos uma conversa sobre o processo de criação e ela terá tradução de linguagens de sinais (libra)

Serviço

Data: 26, 27 e 28 de Julho 2024

Horário: sexta e sábado 19h e domingo 18h

Classificação: Livre

Duração: 60 min

Programação gratuita.

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