
Linguagem: Dança
Público alvo: artistas da dança, das artes cênicas. Moradoras/es da cidade do Rio de Janeiro. Professoras/es e estudantes de institutos federais, universidades públicas, faculdades particulares, escolas públicas e privadas.
Resumo: Ouróboros, criado na linguagem da dança/improvisação, questiona a aparentemente interminável busca humana por fazer/produzir/progredir/projetar/criar atos em que cada um de seus indivíduos parece se envolver vorazmente e sem reflexão. A
humanidade parece insistir em encontrar algo para se projetar, para se agarrar, talvez. Quais são os objetivos individuais e coletivos para os quais a humanidade está se projetando com uma velocidade cada vez mais vertiginosa? A busca interminável por algo chamado progresso? Para onde acreditamos estar indo, não apenas como humanidade em sua complexa interconexão, mas também como seres separados e individuais? Por que nesse avanço cada vez mais frenético, foi estabelecida uma distância com todos os outros seres viventes do planeta, tal qual uma distância entre indivíduos humanos? Em Ouróboros, criamos uma paisagem em círculo contínuo: dançarinas/os repetem um caminho que não leva a lugar algum, desenhando um círculo sem fim. O público é convidado a se virar na direção oposta à das/os artistas, se envolvendo, de forma perceptível e imperceptível, com o ritmo, as ações e os sentimentos das/os dançarinas/os.
Ficha Técnica:
Direção: Marcela Correa
Co-direção artística e intérprete: Juan Fernando León
Co-criadoras/es e intérpretes: Vanessa Torres, Estefanía Silva, Clara Polo, Miguel Palacios
Diretor musical e iluminador: Daniel Mena
Direção de produção: Pablo Molina Suárez, Marcela Correa
Produção executiva (Equador): Vanessa Torres
Produção executiva (Brasil): Aline Bernardi
Figurino: Sara Molina, Marcela Correa
Cenário: María José Terán, Daniel Mena
Projeto Gráfico: Verónica Santillán
Fotografia: Juan Pablo Viteri
Assessoria de Imprensa: RACCA – Rachel Almeida
Operador de som: Daniel Mena
Operador de luz: Cristiano
Realização: Encruzilhadas Latinoamericanas – Celeiro Moebius
Apoio Institucional: Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro, Departamento de
Artes Corporais/DAC/UFRJ, Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ
Patrocínio: Ministério da Cultura do Equador e Universidade São Francisco/Quito
Histórico da cia: Fundada em 2008 por Marcela Correa e com mais de 15 espetáculos no repertório, já realizou turnês no Equador, Argentina e México. Com reconhecimento nacional e internacional, a companhia TALVEZ é uma referência equatoriana em dança/improvisação e propostas cênicas interativas. A abordagem da TALVEZ consiste em atuar a partir do fluxo e da versatilidade da improvisação no palco. A partir da investigação detalhada dessa linguagem, TALVEZ busca definir estruturas metodológicas de trabalho sujeitas a constantes revisões e reconstruções de uma linguagem que, por definição, deve permanecer aberta. Além disso, TALVEZ se concentra em encontrar maneiras de envolver o público na cena: propor responsabilidades e direitos que lhe permitam ser ativo, emocionalmente envolvido e, a partir daí, interessado na abordagem cênica, na arte em si. Para este ano, a companhia TALVEZ venceu a chamada pública de Circulação Internacional do Instituto para a Promoção da Criatividade e Inovação do Ministério da Cultura do Equador, e conta com o apoio do Departamento de Artes Cênicas da Faculdade de Comunicação e Artes Contemporâneas da Universidade San Francisco de Quito.
Serviço
Data: 29 e 30 de junho
Horário: sábado às 19h, domingo às 18h
Classificação: 16 anos
Duração: 45 minutos
Informações: através do email celeiromoebius@gmail.com ou do instagram @celeiromoebius
Realização: Encruzilhadas Latinoamericanas – Celeiro Moebius
Apoio Institucional: Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro, Departamento de Artes Corporais/DAC/UFRJ, Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ
Patrocínio: Ministério da Cultura do Equador e Universidade São Francisco/Quito
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito

