PROGRAMAÇÃO DE JUNHO

TEATRO ANGEL VIANNA

Título: WDC FESTIVAL DE DANÇAS URBANAS 

Linguagem: Dança 

Público alvo:JOVENS ESTUDANTES DANÇARINOS E AFINS. 

WDC Festival de Danças Urbanas está de volta, e este ano promete ser ainda mais épico!**

Prepare-se para viver uma experiência inesquecível com:

*Seminários e workshops com professores  da cena carioca, nacional,trazendo esse ano o WDC NEW FACE,  uma oportunidade para novos profissionais, uma Feira com produtos de Dança, gourmet. 

Teremos a  Mostra WDC , onde grupos de Danças Urbanas se apresentarão! 

Celebrando o talento e a diversidade da dança periférica!

Direção geral: Ana Lúcia Silva

30/05 

SEMINÁRIO WDC 14h às 17h

DANÇA E DIVERSIDADE, SAÚDE MENTAL DOS BAILARINOS, CAPACITAÇÃO ARTÍSTICA E PROJETOS SOCIAIS

31/05 

CREDENCIAMENTO 12HS 

14h WORKSHOP TITI SILVA 

15:15h WORKSHOP AGATHA ALVES

16:15h WORKSHOP NEW FACE 

17:15h WORKSHOP TAGO OLI

01/06 

CREDENCIAMENTO 12HS 

14h WORKSHOP JORDAN BRYAN 

15:15h WORKSHOP KLEY MUNIZ 

16:15h WORKSHOP GIAN SARU 

17:15h WORKSHOP LYLE BENIGA 

19h GALA WDC

02/06 

10h às 12h – GALA CIA LIVRE DE DANÇA 

CREDENCIAMENTO 12HS 

14h WORKSHOP PH MARTINS 

15:15h WORKSHOP JAQUELINE MONTEIRO 

16:15h WORKSHOP MIKAEL DAVID 

16:15h WORKSHOP NEW FACE

18:15h  WORKSHOP LYLE BENIGA 

Classificação: 12 anos

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? SIM Qual? INTÉRPRETE EM  LIBRAS  

Serviço  

Data: 30/05 A 02/06 

Horário: 14h

Classificação: 12 anos  

Duração: 4 dias  

Informações: 21 968955974 

Inteira Passaporte: 350,00

Meia passaporte: 175,00

Passaporte Dia Avulso: 150,00

Meia Passaporte dia Avulso: 75,00

Inteira Gala WDC: 20,00

Meia Gala WDC: 10,00

Inteira Gala Cia Livre de Dança: 20,00

Meia Gala Cia Livre de Dança: 10,00

Título: Boca do Mundo | Márcio Cunha Dança Contemporânea

Linguagem: Dança

Público alvo: Jovens e Adultos, a partir de 16 anos. Estudantes de escolas públicas, artes cênicas, dança. Apreciadores de dança e teatro 

Resumo: 

Boca do Mundo é uma continuação das pesquisas do coreógrafo e artista plástico Marcio Cunha, que investiga, através de suas obras coreográficas, o corpo energético e suas estruturas plásticas. Boca do mundo transborda fome de Brasil! É na encruzilhada, no meio da capoeiragem, que a comunicação com o público se dá! Uma evocação das danças populares brasileiras e de personagens populares do Brasil em uma encruzilhada cênica, onde os intérpretes, através de músicas e danças, encarnam encantados de todos os cantos do país. Boca do mundo nasce do desejo de aprofundamento e expansão desse estudo do sincretismo das rodas de capoeira, ritos de chegada e passagem, músicas e itens africanos. Dentro deste universo plástico, ritualístico e ao mesmo tempo poético, o espetáculo dialoga com a ludicidade onírica das figuras populares, fantasias e máscaras carnavalescas. Boca do Mundo é para e com EXU, encantado da cultura africana. Exu é o Mensageiro. Sem ele os humanos não se comunicam com os Orixás. Exu é o “entre” e no espetáculo Boca do Mundo ele é a comunicação do território Brasil com os brasileiros evocando a ancestralidade, a identidade e a pluralidade através do corpo encantado e brincante dos intérpretes.

Ficha Técnica:
Concepção e instalação cênica: MÁRCIO CUNHA
Intérpretes: MARCIO CUNHA e CARLA STANK
Trilha Sonora: MARCIO CUNHA e CARLA STANK
Design de Luz: JUCA BARACHO
Máscaras: SILVIA ARAÚJO
Fotos: CAROL PIRES
Vídeo: GUTO NETO (SEMEAR FILMES)

Produção: CACAU GONDOMAR
Realização: BOCA DO MUNDO ARTE E CULTURA e MÁRCIO CUNHA DANÇA CONTEMPORÂNEA

Patrocínio: SECEC RJ

Histórico da cia: Fundada por Márcio Cunha em 2001, a Marcio Cunha Dança Contemporânea desenvolve pesquisas cênicas, buscando inspiração em artistas plásticos para as suas montagens que revelem questões pertinentes à existência humana. A cia foi contemplada em 2012 pelo prêmio nacional Klauss Vianna de Dança e três vezes contemplada por editais cariocas para realização de espetáculos. A Márcio Cunha Dança Contemporânea possui em seu repertório os espetáculos: REAÇÃO (2001) – Estreia nos “Novíssimos” do Festival Panorama; TRAÇOS (2006); BOTERO (2007), feito por portadores da Síndrome de Down; TELA AZUL (2008), inspirado nas obras do artista japonês Taizi Harada; VERMELHO CÁDMIO (2009), inspirado nas obras do artista americano Andrew Wyeth; FIGURAS AMARELAS (2010), espetáculo infantil inspirado nas obras dos artistas paulistas Os Gêmeos; CORVOS E GIRASSÓIS (2011), inspirado nas obras do artista Van Gogh; FASE DOURADA (2013) inspirado nas obras de Gustav Klimt; FRIDA-ME (2014) uma homenagem aos 60 anos das obras da artista Frida Kahlo; QUANDO CONHECER SEUS OLHOS, PINTAREI SUA ALMA (2015), inspirado nas obras do pintor Modigliani; CÉU DE BASQUIAT (2016), performance inspirada nas obras do artista Jean Michel Basquiat; ROSARIO (2018), espetáculo inspirado na obra e vida de Bispo do Rosário (Indicado ao I Prêmio Cesgranrio de Dança de 2019 na categoria de Melhor Espetáculo); VERDE NÃO QUER DIZER GRAMA AZUL NÃO QUER DIZER CÉU (2018), espetáculo de dança infantil inspirado nas obras de Henri Matisse, ESTRELA DALVA (2018) espetáculo sobre as festas populares do Brasil; CASA DE BARRO (2019) – Indicado ao II Prêmio Cesgranrio de Dança de 2020 nas categorias Espetáculo, Bailarino e Desenho de Produção Cênica); RETIRANTES / COVA (2020) – com a Cia de Balé da Cidade de Niterói; BRUZUNDANGA (2020) – Solo realizado na versão “live” para as redes sociais do Sesc Rio; ENCANTO (2021) e AZOGUE (2021) – Solos realizados na versão “live” para as redes sociais do Sesc Rio; LABORATÓRIO CURUMIM (2021) – Espetáculo infantil online em formato de “game” com o ator Bruno Quixote. Realizado com o incentivo Lei Aldir Blanc; CAVALO (2021) – Video dança transmitida online no portal Sesc Arte em Cena e no Festival Dança em Trânsito 2021; SACRO (2022) – Vencedor do Edital Sesc Pulsar 2021 – com os bailarinos Giselda Fernandes, Denise Stutz e Frederico Paredes; PIPOCA (2022/2023) – solo de Marcio Cunha que estreou no Espaço Tápias e circulou no Festival Dança em Trânsito 2022; Vencedor do Edital Sesc Pulsar 2022, circulou em 6 unidades do Sesc Rio em 2023; BOCA DO MUNDO (2023) – Vencedor do Edital Sesi de Dança 2022 – Apresentações no Sesi Duque de Caxias, Sesi Jacarepaguá e Teatro Futuros (Agosto a Outubro de 2023). O espetáculo também realizou apresentações do Festival Dança em Trânsito 2023, circulando pelo Nordeste do país; LUNÁRIO (2023) – Apresentação no Sesc Nova Friburgo (Agosto de 2023)   

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim audiodescrição. Pessoa para lidar com publico PCD

Serviço

Data: 06/06/2024

Horário: 19h

Classificação: 16 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: 20,00 Inteira e 10,00 meia entrada

Informações: Sessão com audiodescrição

Parceria: 

Público esperado: 150 lugares

Título: Worshop Beneficente para RS

Linguagem: Dança

Público alvo: bailarinos 

Resumo: Workshop voltado para ajudar com alimentos o Rio Grande do Sul

Ficha Técnica:  o Workshop será feito pela Ballet da Ludmilla e convidados como a influencer Ramana Borba https://www.instagram.com/ramanaborba?igsh=MWlscjV6ZHZscm93MQ==

Histórico da cia: organizado pelo coreógrafo da Ludmilla Édson Damazzo https://www.instagram.com/edsondamazzo?igsh=aDc2eHBibXJta2pl&utm_source=qr

Cronograma Aulas

14hs as 15hs

Bibiu e Ramana

Jazzfunk

15 min de Bate-papo 

15:30 as 16:30

Wel e Caio- HipHop

15min bate-papo

17hs as 18hs

JazzFunk

Júlia e Larissa

15min de Bate-papo 

18:30 as 19:30

Passinho

Celly e Pablinho

15min de Bate-papo 

19:30 as 20:30

Heels (salto)

Emilly e Giovana 

21hs Fim.

Serviço: Workshop dança 

Data: 03/06 

Horário: 14h (distribuição de senhas a partir das 13h)

Classificação: 12 anos

Duração: 7hs de projeto 

Valor Ingresso: 1kg de alimento

Título: CURU-MIM

Linguagem: Dança

Público alvo: jovens, crianças e adultos

Resumo: A obra “CURU-MIM” revisita o significado da palavra VIVÁ  (forte como a natureza, em tupi) e se inspira na história do  “encantado” Caboclinho da mata virgem (um ser que traz  consigo o poder de cura e proteção às crianças). Com direção  e idealização de Carlos Fontinelle, e a consultoria da indígena  Adriana Korã (indígena Kariri-Sapuyá de Jequié-BA –  Doutoranda em Antropologia) o roteiro do espetáculo é uma  narrativa dramática de dança contemporânea que aborda  temas como: preservação da flora, fauna nativa e o meio  ambiente no Brasil, incentiva a reflexão do olhar para a  diversidade e a Cultura Indígena que aguça ainda, a  responsabilidade social e o pertencimento do ser no planeta  na abordagem lúdica e poética aos ensinamentos da  ancestralidade indígena através do movimento. Em CURU-MIM, somos convidados a conhecer  um pouco mais sobre a rica – e quiçá pouco valorizada –  herança que recebemos dos povos nativos, especialmente  no que diz respeito aos costumes, linguagem e ensinamentos  de como cuidam das terras, seu território e de sua  ancestralidade. Através de um jogo coreográfico  interpretativo sensível e instigante, Carlos Fontinelle nos  desafia a revisitar a cultura indígena através da  contemporaneidade para além da herança colonizadora,  carrega em si uma ampla gama de vocábulos, dança, música  e identidades oriundos do indígena brasileiro. Tendo esse  universo como ponto de partida para o desenvolvimento da  coreografia e dramaturgia do espetáculo, o criador constroi  poesias que abordam temas importantes como, por  exemplo, a preservação da flora e da fauna nativa ou a  construção das cidades e suas consequências no meio  ambiente. A obra segue a narrativa dançada livremente inspirada na  história do “encantado” indiozinho Caboclinho da Mata  Virgem, filho da Jurema, que na cultura indígena, os  Encantados são seres que trazem consigo o poder de cura.  Os povos não acreditam que um Encantado tenha sido  alguém que morreu, e sim que se transformou em ser  espiritual. Então, em uma tribo, quando alguém alcança um  grau muito alto de sabedoria, antes do momento da sua  morte, ele encanta. O espetáculo o Cu-rumim, trará em cena a história de um  ancestral indígena infantil que é muito importante para  algumas etnias indígenas e também para algumas  religiões afro-brasileiras. O evento pode contribuir para  dar visibilidade ao modo de ser e ver o mundo dos povos  indígenas que historicamente foram invisibilizados e  apagados. Nesse sentido, o Caboclinho da Mata Virgem  além de representar os nossos encantados indígenas,  ainda retrata o cenário de nossas crianças indígenas que  sofrem nesse país o genocídio, o etnocídio, o glotocídio,  a fome e as demais mazelas que acometem nossos  povos. Sendo a mata seu habitat natural, sua morada  encantada, Caboclinho da Mata nos alerta sobre a  importância em preservarmos a Mãe Terra viva, bem  como todos os seres que nela vivem, pois sem eles não  existiremos. O cenário e os figurinos são reproduzidos a partir de materiais recicláveis, utilizando o conceito da moda sustentável e do lixo zero.

Ficha Técnica:

Idealização, Direção Geral e Coreografia: Carlos Fontinelle

Roteiro e Consultoria Indígena: Adriana Korã

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Assessoria de Imprensa: Claudia Bueno

Direção de Produção: Fontinelle Criações Artísticas

Direção de Imagens e Marketing Digital: André Adami

Bailarinos/Intérpretes: VIVÁ CIA DE DANÇA

Crédito das Fotos: André Adami

Histórico da cia: A VIVÁ CIA DE DANÇA estreou no cenário em 2012, apresentando uma identidade mais concisa, defendendo novos conceitos de movimento e estética. Apresentado na premiação dos NOVOS COREÓGRAFOS da Cidade do Rio de Janeiro – Edital da Prefeitura/RJ, o espetáculo FLORES marca o início de um novo tempo de produções. Hoje com um repertório variado, a VIVÁ segue sua trajetória circulando com seus trabalhos no cenário da dança entre outras mostras, e curtas temporadas; nas Intervenções Artísticas Urbanas – levando a dança a lugares inusitados do cotidiano da cidade. A Cia desenvolve 03 tipos de Programas de montagens de espetáculos: “PROGRAMAS EDUCATIVOS – PROGRAMA I” foram pensados, construídos e direcionados especialmente a jovens estudantes em especial, sugere uma educação transdisciplinar, trazendo conteúdo das salas de aula para o palco de forma ilustrativa e lúdica. No segundo, “PROGRAMA ADULTO-PROGRAMA II” desenvolve-se num perfil criativo do processo experimental voltado para o público adulto, criando uma “conversação dançada” da linha contemporânea com outras técnicas em artes cênicas e concepções através de sinopses conceituais. E o “PROGRAMA III – “INTERVENÇÃO ARTÍSTICA URBANA” com o foco na democratização do acesso a Arte, realiza processos de pesquisa para desenvolvimento de performance de espetáculos em lugares alternativos, quebrando as quatro paredes do caixa cênica.

*Vivá – A origem do nome Vivá é Indígena. Significa: Forte como a natureza.

 Repertório de espetáculos da Cia: Flores (2012) Pé de Cachimbo (2014) Sobre as ondas do mar (2014) Aquarela Carioca (2015) História das estrelas (2016) Fina Camada (2016) Fosse (2018) Os Mambembes (2019) Entre Solos & Canções (2021) Curu-MIM (2022)

PRÊMIOS:

· Contemplado com o CURU-MIM  no edital de Cultura SESC PULSAR/RJ  2023/24;

· Contemplado no EDITAL DA SMC – “Zonas da Cultura/Madureira” com espetáculo CURU-MIM, 2023;

· Contemplado no Edital do MINISTÉRIO DA CULTURA DO BRASIL, para deleação de dança região Sudete no MICA 2023 (Mercado Industrial e Economia Criativa na Argentina), 2023;

· Contemplado no Edital SESI SÃO PAULO – “Viagem Teatral” com espetáculo Pé de Cachimbo para Centro Cultural FIESP e cidades;

· Contemplado no edital ZONAS CULTURAIS, 2023, prefeitura do Rio de Janeiro com espetáculo CURU-MIM;

· Contemplado no Edital IBERESCENA 2022 – Programa de apoio e co-produção de paises iberos americanos, com o Projeto MOVIRIO FESTIVAL 2022;

· Indicado no Rio Web Fest (maior festival de websérie do mundo), com a websérie “Outonos” como melhor serie e videoarte;

· Contemplado como o projeto “MOVIRIO FESTIVAL – EDIÇÃO 21”, no edital da Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, 2020; · Contemplado no prêmio Ondas da Cultura, 2020, no video dança “Boca do Mar”;

· Contemplado como o projeto “VIVÁ O MOVIMENTO”, no edital da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, 2020.

· Contemplado no Festival UP com o vídeo “Chuva Fina” do instituto Ekloon – edital de ações digitais – em 2020;

· Contemplado no Edital Digital: “CULTURA PRESENTE NAS REDES” da Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro com o Projeto 3×4 – séries de vídeo dança, agosto/2020;

· Contemplado no Edital Digital: “FICA NA REDE MANINHO” da Secretaria de Cultura do Amazonas no Lote 2 e Lote 3 com os espetáculos Pé de Cachimbo e Sobre as Ondas do Mar, maço e abril/2020;

· Prêmio “ARTE- ESCOLA Territórios Sociais” com a oficina Corpo Brinquedo da Cia Vivá realizado pela Secretaria de Cultura do RJ em parceria com a Secretaria de Educação do RJ, Abril/2018;

· MENÇÃO HONROSA pela Qualidade do espetáculo dança-teatro com o espetáculo “PÉ DE CACHIMBO” no 10º. Prêmio Zilka Salaberry, em 2017;

· HOMENAGEM ESPECIAL ao Mérito e Honraria como Artista Amazonense em prol à nossa cultura/educação, concedida pelo Governo do Estado do Amazonas e Secretaria de Cultura do Amazonas, em 2017. http://www.sededomovimento.art Avenida Paulo de Frontin, 698 – Rio de Janeiro/RJ

· Contemplado no EDITAL FOMENTO CIDADE OLÍMPICA 2016 da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro como Idealizador, diretor e coreografo no espetáculo de dança contemporânea “Pé de Cachimbo” com a Vivá Cia de Dança;

· Edital de Ocupação no Teatro Glaucio Gill – em 2016 com os espetáculos “Pé de Cachimbo” e 2018 e “Sobre as Ondas do Mar” – Secretaria de Cultura do RJ e Governo do RJ;

· Indicação para o PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS como coreografo do musical infantil “O Corcunda de Notre Dame”;

· PRÊMIO NOVOS COREÓGRAFOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO – Idealizador e o Coreógrafo do Espetáculo Premiado “FLORES” em 2012, com a Vivá Cia de Dança;

Link do espetáculo: https://youtu.be/mzWbwFq9080?si=fdICK0QIEtlRBt24

Serviço

Data: 08 e 09 de junho (sábado e domingo ) 

Horário: sábado às 19h / Domingo às 18h 

Classificação: Livre 

Duração: 60 minutos 

Informações:

Parceria: Sede do Movimento e SESC Rio 

Programação presencial

– Valor Ingresso: 

40,00 (inteira)

20,00 (meia)

15,00 (ingresso amigo)

15,00 (ingresso social)

Gratuidade (convidados e/ou parcerias com ONGS/ Escolas publicas)

Título: Resolve na Roda (Além da Cypher)

Linguagem: Dança

Público alvo: simpatizantes e adeptos da cultura hip-hop

Resumo: Evento competitivo, realizado desde 2018, que consiste em um grande encontro de Bboys e Bgirls (dançarinos e dançarinas de breaking) aberto ao público.

Ficha Técnica:

Histórico da cia: Somos a Flow 021 Crew, grupo de breaking da cidade do Rio de Janeiro criado em 2010, no bairro do Rio de Comprido, a partir da iniciativa de bboys cariocas que atuavam na cena hip-hop da época. Inicialmente, tínhamos como foco apenas participar de campeonatos de nível regional e nacional, no entanto com o passar dos anos os horizontes foram ampliados, alcançando, assim, participações em competições internacionais, protagonismo na criação de eventos fomentando o cenário cultural e até mesmo a participação em projetos sociais (@flow021crew).

Cronograma de produção e pós produção: 

Dia 15/06: 11h às 12h (workshop breaking iniciante) / 13h às 16h (workshop breaking intermediário) / 16h às 18h (roda de conversa formação de base) / 18h às 19h (filtro + top 16) / 19h às 20h (top 8);

Dia 16/06: 14h às 15h (cypher) / 15h às 17h (top 8 e semifinais) / 17h às 18h (finais)

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, haverá intérprete de libras e acompanhantes para pessoas PCD.

Serviço

Data: 15 e 16 de junho de 2024

Horário: 15/06 (11h às 20h) e 16/06 (13h às 18h)

Classificação: livre

Duração: 14 horas somando os dois dias

Informações:  junho de 2024 evento voltado para o breaking e todas as pessoas que simpatizam e se identificam com a cultura hip-hop. Se trata de uma competição de duplas (atração principal), realização de workshops e palestras.

Parceria: não se aplica

Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado).

Programação gratuita.

Título: Espetáculo Diversidade no Forró

Linguagem: Dança

Público alvo: Público em Geral, simpatizantes de forró e PCD

Resumo: O espetáculo que fala sobre a Diversidade no forró, como diferentes tipos de corpos podem dançar. O Forró é uma linguagem corporal perfeitamente adaptável à todos os tipos, formatos, tamanhos e idades, proporciona empatia ao próximo através da troca e interação social e cultural, respeitando o movimento e limites do corpo do parceiro transformando na singularidade de cada casal o seu próprio repertório, promove esta dinâmica e o diálogo entre as potencialidades e limites de cada corpo. O espetáculo no entendimento da importância da representatividade da diversidade na cultura e na dança, comprova ao telespectador que a dança é para todos! O elenco é formado por bailarinos diversificados, cadeirantes, pluz size e 60+, dançando com bailarinos profissionais.

Ficha Técnica: 

Letícia Oliveira – Professora de dança de salão adaptada para pessoas cadeirantes do Projeto carioca sobre Rodas, com experiência em dança adaptada desde 2017. Cursando faculdade de educação física. Professora de Danças de Salão na Escola Carioca de Dança. Bailarina e coreógrafa do Espetáculo Corpos que Dançam, e do Espetáculo Diversidade. Função: Produtora 

Marcelo Martins – Sócio diretor da Escola Carioca de Dança, profissional de Dança de Salão desde 1996. Foi integrante da Cia. de Dança e professor no Centro de Dança Jaime Arôxa entre 1997 e 2001, diretor da Cia de Tango Nuevos Aires e da Cia. Carioca de Tango, com apresentações no Teatro Municipal de Niterói e Teatro Vannucci, fez diversas participações em programas da Rede Globo e Espetáculo com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Diretor do Projeto Carioca sobre Rodas desde 2017, do Espetáculo Diversidade, contemplado no Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020 e do Espetáculo Corpos que Dançam realizado através da Lei do ISS em 2023. Função: Coordenação.

Fabiana Torezzani – Professora de Danças de Salão desde 2006, formada na Escola Carioca de Dança; Atualmente é professora de danças de salão r produtora de eventos. Nos últimos anos realizou as seguintes atividades: Em 2023 atuou como produtora do vídeo Diversidade no Forró, Edital Funarj 2023 – Ondas da Cultura; Coprodutora do baile quinzenal Forró na Chinela da Escola Carioca de Dança desde 2021; Produtora da Festa Junina da Escola Carioca de Dança desde 2021; Assistente de produção no Projeto Carioca sobre Rodas em 2023 pela Lei do ISS; Produtora do Projeto: Aula Básica de Salsa, Edital Cultura Presente nas Redes 2, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro em novembro/2022; Produtora do Projeto Carioca de Dança na Sua Casa, Lei Aldir Blanc – Inciso II, em abril/2021. Função: Assistente de produção.

Histórico da cia: 

. Espetáculo Diversidade, contemplado no Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020.
. Edital Funarj 2020 – Ondas da Cultura – realizado em março/2021
. Edital Janelão – Festival de Arte Urbana e Popular da Zona Norte e da Zona Oeste – Rio de Janeiro – março/2022.
. Espetáculo Corpos que Dançam realizado através da Lei do ISS em 2023.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? O Espetáculo conta com bailarinos PCD no elenco. Local adaptado para receber o público PCD

Serviço

Data: 27/06

Horário: 19h

Classificação: Livre

Duração: 30 minutos

Informações: 21 99507-5753 (whatsapp)

Título: Nur el Fan – O Corpo não me Cala 

Linguagem: Dança

Público alvo: Livre

Resumo: O espetáculo retrata a trajetória da pintora Frida Kahlo do nascimento até

sua morte através da dança. São apresentações de dança noa estilos:

dança do ventre, folclore árabe e dança cigana. O objetivo é mostrar essa

sincronia da história dessa grande pintora que mesmo com o acidente

não parou sua jornada. A incapacidade de se levantar em alguns períodos

da sua vida não a impediram de produzir e fazer seu nome. Para a dança

não há limites assim como para Frida também não houve.

"O Corpo não me Cala" é um espetáculo para que as pessoas saiam com

a sensação de que nada é impossível para a concretização de objetivos e

sonhos. Um espetáculo para despertar sentimentos e sensações! Além de

mostrar que as danças étnicas podem passar muito mais que apenas

beleza em suas roupas.

Ficha Técnica: 

Produção – Mayara Rajal 

Co – Produção – Mahira Safie 

Histórico da cia:  Grupo de alunas, professoras e bailarinas convidadas desde 2015

Serviço

Data: 22 e 23 de Junho 

Horário: 22 – 15h e 19h / 23 – 18h

Classificação: Livre 

Duração: 1h30

Informações: Teatro Angel Vianna

Parceria: Sol  y Luna Danzas e Studio Mahira Safie

Público esperado: 150 cada dia

Programação presencial

– Valor Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia.

Título: Ouroboros

Linguagem: Dança

Público alvo: artistas da dança, das artes cênicas. Moradoras/es da cidade do Rio de Janeiro. Professoras/es e estudantes de institutos federais, universidades públicas, faculdades particulares, escolas públicas e privadas.

Resumo: Ouróboros, criado na linguagem da dança/improvisação, questiona a aparentemente interminável busca humana por fazer/produzir/progredir/projetar/criar atos em que cada um de seus indivíduos parece se envolver vorazmente e sem reflexão. A

humanidade parece insistir em encontrar algo para se projetar, para se agarrar, talvez. Quais são os objetivos individuais e coletivos para os quais a humanidade está se projetando com uma velocidade cada vez mais vertiginosa? A busca interminável por algo chamado progresso? Para onde acreditamos estar indo, não apenas como humanidade em sua complexa interconexão, mas também como seres separados e individuais? Por que nesse avanço cada vez mais frenético, foi estabelecida uma distância com todos os outros seres viventes do planeta, tal qual uma distância entre indivíduos humanos? Em Ouróboros, criamos uma paisagem em círculo contínuo: dançarinas/os repetem um caminho que não leva a lugar algum, desenhando um círculo sem fim. O público é convidado a se virar na direção oposta à das/os artistas, se envolvendo, de forma perceptível e imperceptível, com o ritmo, as ações e os sentimentos das/os dançarinas/os.

Ficha Técnica:

Direção: Marcela Correa

Co-direção artística e intérprete: Juan Fernando León

Co-criadoras/es e intérpretes: Vanessa Torres, Estefanía Silva, Clara Polo, Miguel Palacios

Diretor musical e iluminador: Daniel Mena

Direção de produção: Pablo Molina Suárez, Marcela Correa

Produção executiva (Equador): Vanessa Torres

Produção executiva (Brasil): Aline Bernardi

Figurino: Sara Molina, Marcela Correa

Cenário: María José Terán, Daniel Mena

Projeto Gráfico: Verónica Santillán

Fotografia: Juan Pablo Viteri

Assessoria de Imprensa: RACCA – Rachel Almeida

Operador de som: Daniel Mena

Operador de luz: Cristiano

Realização: Encruzilhadas Latinoamericanas – Celeiro Moebius

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro, Departamento de

Artes Corporais/DAC/UFRJ, Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ

Patrocínio: Ministério da Cultura do Equador e Universidade São Francisco/Quito

Histórico da cia: Fundada em 2008 por Marcela Correa e com mais de 15 espetáculos no repertório, já realizou turnês no Equador, Argentina e México. Com reconhecimento nacional e internacional, a companhia TALVEZ é uma referência equatoriana em dança/improvisação e propostas cênicas interativas. A abordagem da TALVEZ consiste em atuar a partir do fluxo e da versatilidade da improvisação no palco. A partir da investigação detalhada dessa linguagem, TALVEZ busca definir estruturas metodológicas de trabalho sujeitas a constantes revisões e reconstruções de uma linguagem que, por definição, deve permanecer aberta. Além disso, TALVEZ se concentra em encontrar maneiras de envolver o público na cena: propor responsabilidades e direitos que lhe permitam ser ativo, emocionalmente envolvido e, a partir daí, interessado na abordagem cênica, na arte em si. Para este ano, a companhia TALVEZ venceu a chamada pública de Circulação Internacional do Instituto para a Promoção da Criatividade e Inovação do Ministério da Cultura do Equador, e conta com o apoio do Departamento de Artes Cênicas da Faculdade de Comunicação e Artes Contemporâneas da Universidade San Francisco de Quito.

Serviço

Data: 29 e 30 de junho

Horário: sábado às 19h, domingo às 18h

Classificação: 16 anos

Duração: 45 minutos

Informações: através do email celeiromoebius@gmail.com ou do instagram @celeiromoebius

Realização: Encruzilhadas Latinoamericanas – Celeiro Moebius

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro, Departamento de Artes Corporais/DAC/UFRJ, Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ

Patrocínio: Ministério da Cultura do Equador e Universidade São Francisco/Quito

Programação presencial

– Valor Ingresso: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia por lei e lista amiga) / Gratuito (30 ingressos para pessoas negras, indígenas, PCDs) / R$ 5 (mães de crianças e adolescentes até 16 anos, pessoas LGBTQIAP+)

(máximo 40 reais por atividade / Foca preferencialmente gratuito)

LOFT, MIDIATECA, ESTÚDIOS

Título: Residência Transperformance Coletiva

Linguagem: Dança

Público alvo: Artistas e estudantes de dança com interesse em performatividades de gênero. Aberto a todes, no entanto pessoas trans e travestis terão prioridade de participação.

Resumo: A Transperformance Coletiva é uma proposta de performance de grupo baseada no processo de construção-experimentação poética de imagens e corporalidades trans. A ideia da experiência é oferecer um laboratório criativo onde pessoas (artistas ou simplesmente interessades nas artes da montagem) criam ou aperfeiçoam uma projeção-personagem-corporalidade trans, a partir de sessões de trabalho de montaria e automaquiagem (universo drag), noções de organização de imagem, danças, atitudes performáticas e noções conceituais e políticas do universo do transformismo e performance queer. No laboratório a palavra trans não necessariamente está ligada às identidades de pessoas trans, mas pode estar. O trabalho apresenta como pano de fundo as potências transgressoras de performances trans no mundo. TransSexualizadas, TransAnimalizadas, TransGenerificadas, TransCoisificadas. Trans como aquilo que não tem lugar fio, que está permanentemente entre lugares, que é transitório. 

Ficha Técnica:

Concepção e coordenação artística: Princesa Ricardo Marinelli

Em colaboração com: Selvática Ações Artísticas, Programa de Pós-graduação em Dança (PPGDAN-UFRJ e em articulação com o  grupo de Estudos do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro.

Histórico da cia: 

Princesa Ricardo Marinelli é bizarra. Orgulhosamente bizarra. Trans não-binária, é artista da dança, terrorista de gênero. Gestora cultural. Educadora. Doutora em Performances Culturais (UFG-2023), Mestra em Educação (UFPR- 2005), Especialista em Acessibilidade, Diversidade e Inclusão (UNISE-2023) e Licenciada em Educação Física (UFPR-2002).  Bolsista/residente da Casa Hoffmann (2003-2004). Integrante-fundadora da Couve-flor minicomunidade artística mundial (2005- 2012). Integrou o corpo docente dos cursos de Dança da FAP-UNESPAR (2019-2022), do Curso de Licenciatura em dança da UFG (2017-2018) e do curso de Licenciatura em Educação Física da UFPR (2005-2006). Desde 2011 gerencia a plataforma criativa “Sim, somos bizarras!”, projeto que contou com o financiamento do programa Rumos Itaú Cultural 2013-2014. Atualmente integra a experiência coletiva complexa e maravilhosa que é a Selvática Ações Artísticas e realiza pesquisa de pós-doutorado no PPGDAN-UFRJ, sob supervisão de Lígia Tourinho. 

Serviço

Data: 11 a 29 de junho de 2024

11, 12, 13, 14, 18, 19, 20, 21, 25, 26 – Teatro Angel Vianna

15, 22, 27, 28 e 29 – LOFT 

29/ 06 – Cortejo de fechamento da residência – nos arredores do CCO, finalizando no próprio Centro Coreográfico. 

terça a sábado das 9:30 às 12:30h

Classificação:18 anos

Duração:15 encontros de 3 horas, totalizando 45h

Informações:Parceria: PPGDan/ UFRJ e Grupo de Estudos do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro.

Público esperado: 60 (previamente inscritos).

Título: Oficina Corpo Tambor

Linguagem: Dança

Público alvo: Artistas do corpo, bailarines amadores e profissionais, a partir de 14 anos

Resumo:

A oficina Corpo Tambor propõe uma prática carregada de associações, exercícios corporais e elementares, trata-se de uma experiência íntima e coletiva.  A oficina irá atravessar diversas manifestações da diáspora, em especial as Danças dos Orixás e alguns princípios do trabalho desenvolvido por Grotowski no Treinamento Psicofísico do Ator. A oficina se propõe a compartilhar metodologias, jogos e cartografias, um pouco do processo do Corpo Tambor e apresentar uma possibilidade de fricção entre as diferentes práticas que compõem o trabalho.

Ficha Técnica:

Oficina de Tamires Costa

Participação Alison Sodré (percussionista)

Produção: Igor Arvelos e Thais Peixoto

Histórico da cia: Corpo Tambor é uma pesquisa desenvolvida pela artista Tamires Costa, onde busca-se experimentar, refletir e associar acerca das danças de matrizes africanas, em especial as Danças dos Orixás e os princípios do Treinamento Psicofísico do Ator (Grotowski). A pesquisa tem se expandido através de oficinas e trabalhos de preparação corporal para peças que ocorreram nas principais capitais do Brasil, América Latina e Europa.

Serviço

Data: 1 de junho

Horário: 10h 

Classificação: 14 anos

Duração: 1h30min

Programação gratuita.

Título: Oficina Balanço Ancestral: uma introdução ao Samba de Gafieira 

Linguagem: Dança 

Público alvo: esta oficina é voltada para o público preto a partir de 15 anos.

Resumo: A oficina trará uma experiência voltada para uma iniciação ao samba de gafieira através de percepções afro referenciadas para o corpo em movimento. 

Ficha Técnica: 

Professores: Alison Sodre e Samara Vicença Percussionista: Thamires Cândida 

Histórico da cia: O coletivo Gafieira de Rua tem a sua pesquisa e prática voltada a propagação do samba de gafieira visando confluências entre o mesmo e a cultura afro-brasileira. 

Cronograma de produção e pós produção:

Serviço 

Data: 8 de junho 

Horário: 15h 

Classificação: A partir de 16 anos 

Duração: 1h30min 

Informações: 

Material: caixa de som, cabo, atabaque 

Parceria: Não há 

Público esperado: 30 pessoas 

Programação presencial

Título: Oficina Xaxando no Rio de Janeiro

Linguagem: Dança

Público alvo: Companhia Folclórica do Rio-UFRJ e público em geral.

Resumo: Vivenciar o ritmo do Xaxado, uma dança popular brasileira, que remete à época do cangaço. O festejar após as vitórias.

Ficha Técnica: Francisco Luis Teixeira.

Serviço

Data: 12/06 e 14/06

Horário: 14h às 17h

Classificação: Livre

Duração: 3 horas

Informações: O Projeto Xaxando no Rio de Janeiro vai realizar oficinas de dança folclórica – xaxado com workshop sobre as manifestações culturais cearenses para a Companhia Folclórica do Rio-UFRJ e público em geral.

Serão 02 dias de oficinas: 12/06 para a Companhia Folclórica do Rio-UFRJ e 14/6 para o público em geral.

Esse projeto foi aprovado no edital Bolsa Funarte de Mobilidade Artista 2023 tendo como proponente Francisco Luis Teixeira do Município de Umari no Estado do Ceará. Terá Certificado de participação.

Parceria:

Público esperado: 30 pessoas.

Local: Loft.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

Título: Midiateca em Movimento: Exposições Temporárias / Memória CCo 20 Anos

Linguagem: Dança, Artes Visuais

Público alvo: geral

Resumo: O setor de Acervo Memória e Pesquisa – Midiateca – através de exposições temporárias do seu acervo, vai dando continuidade às comemorações de aniversário do CCo em 2024. Objetivando intensificar o diálogo com os artistas e parceiros que construíram/constroem a história do CCo, a Midiateca vai compartilhar através dessas exposições um pouco do rico material produzido pelo Centro ao longo dos seus 20 Anos. Teremos nessa segunda etapa da exposição, um vídeo-depoimento de Carmen Luz contando um pouco da sua experiência no período em que foi diretora artística do Cco.

Ficha Técnica:

Coordenação: Setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca

Histórico do setor: A Midiateca vem fortalecendo e desdobrando ações de diálogos multitemáticos em parceria com os artistas residentes do Cco, pesquisadores, profissionais de diversas áreas e personalidades do bairro da Tijuca. Essas ações vêm objetivando intensificar o diálogo do Setor com esses fazedores e a partilha com a comunidade. A Midiateca vem se tornando também um local de Rodas de Conversa, lançamentos de livro e espaço de exposições/instalações, como através da pesquisa de imagens para a “Instalação Polissemia” em comemoração aos 19 Anos do CCo e na parceria com a Exposição “Diário de Quarentena: Visões de Uma Janela Suburbana”. O conjunto dessas ações tem repercutido no intercâmbio entre este setor e as múltiplas ações/projetos que ocorrem no Centro (residências artísticas, ensaios abertos, oficinas, exposições e performances/espetáculos) reafirmando a proposta da “Midiateca em Movimento”, enquanto espaço de interseções e convergências de um acervo vivo: o corpo como território de construção de memórias em constante movimento.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim Qual? Elevadores e rampa de acesso até o local

Serviço

Data: a partir de 15/06

Horário: das 10h às 19h

Local: Hall do 2o. andar

Classificação: livre

Duração: 2 meses

Valor do ingresso: gratuito

Título: Oficinas de Dança Afro e Dança Contemporânea

Linguagem: Dança

Público alvo: jovens e adultos, maiores de 14 anos, de todas as classes sociais.

Resumo: Realização de aulas de dança afro, com Fábio Batista e de dança contemporânea, com Betho Pacheco, para o projeto Oficinas Filhos de Gandhi, de terça à sexta, no horário de 18:00h às 20:00h.

Ficha Técnica:

Responsável Geral: Célio dos Santos Oliveira

Coord. de Produção: Elaine Rodrigues

Professores: Fábio Batista e Betho Pacheco.

Histórico da cia: A Associação Recreativa Cultural Filhos de Gandhi, com 72 anos de existência, é considerada a primeira representação afro-brasileira do Estado do Rio de Janeiro onde, desde a sua inauguração, promove ações voltadas a toda sociedade apoiando, desenvolvendo e preservando a cultura por meio de oficinas de percussão, música e dança, cortejos de carnaval, rodas de samba e diversas outras atividades, realizando um trabalho louvável na preservação da cultura afrodescendente, sendo baluarte da Pequena África, região de grande importância histórica e muitos poucos incentivos sociais. Já recebeu o título de interesse público e foi contemplado como cultura imaterial do município em 2019 e no dia 25 de agosto de 2023 foi contemplado com a Medalha Tiradentes, a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e destinada a premiar pessoas e entidades que prestaram relevantes serviços à causa pública do estado do Rio de Janeiro.

Horário:

terça-feira:  dança contemporânea, com Betho Pacheco, turma única 19:00 às 20:00h

quarta-feira: dança afro, com Fábio Batista, iniciante e intermediário 18:30h às 20h e avançado 20h às 21:30h.

quinta-feira: dança contemporânea, com Betho Pacheco turma única 19:00 às 20:00h

sexta-feira: dança afro, com Fábio Batista, 18:30h às 20h iniciante e intermediário, 20h às 21:30h avançado.

Serviço: 

Data: ao longo dos meses de abril, maio e junho de 2024

Classificação: 14 anos

Duração: 2 horas por dia

Informações: –

Parceria: Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro

Público esperado: até 20 pessoas por dia de aula

Valor Ingresso: gratuito

Título: Oficina – Escuta Corporal para Improvisação Cênica

Linguagem: Dança

Público alvo: Artistas da dança, das artes cênicas, e com interesse nas artes da improvisação cênica Moradoras/es da cidade do Rio de Janeiro. Professoras/es e estudantes de institutos federais, universidades públicas, faculdades particulares, escolas públicas e privadas.

Resumo da oficina: O trabalho de improvisação nas artes cênicas requer um conhecimento e uma escuta múltipla: pessoal, com os outros no palco e com o espaço espaço. A oficina começa com a atenção à caixa pélvica como o centro de força e ação do movimento e como um recipiente de consciência interior. A partir da pélvis, a respiração é acentuada e, com ela, a conexão com o próprio corpo. Uma vez que a consciência pessoal e a do outro são reconhecidas, partimos para a busca e o reconhecimento do espaço como uma página em branco na qual se pode escrever, projetar e desenhar em movimento, com ativação das atencionalidades às dinâmicas em movimento, entrelaçando as camadas de escuta corporal.

Ficha Técnica: oficina conduzida por Marcela Correa, diretora da Cia de Dança Talvez, do Equador, e com a presença das bailarinas/os do espetáculo Ouroboros Vanessa Torres, Estefanía Silva, Clara Polo, Miguel Palacios, Juan Fernando León

Histórico da cia: Fundada em 2008 por Marcela Correa e com mais de 15 espetáculos no repertório, já realizou turnês no Equador, Argentina e México. Com reconhecimento nacional e internacional, a companhia TALVEZ é uma referência equatoriana em dança/improvisação e propostas cênicas interativas. A abordagem da TALVEZ consiste em atuar a partir do fluxo e da versatilidade da improvisação no palco. A partir da investigação detalhada dessa linguagem, TALVEZ busca definir estruturas metodológicas de trabalho sujeitas a constantes revisões e reconstruções de uma linguagem que, por definição, deve permanecer aberta. Além disso, TALVEZ se concentra em encontrar maneiras de envolver o público na cena: propor responsabilidades e direitos que lhe permitam ser ativo, emocionalmente envolvido e, a partir daí, interessado na abordagem cênica, na arte em si. Para este ano, a companhia TALVEZ venceu a chamada pública de Circulação Internacional do Instituto para a Promoção da Criatividade e Inovação do Ministério da Cultura do Equador, e conta com o apoio do Departamento de Artes Cênicas da Faculdade de Comunicação e Artes Contemporâneas da Universidade San Francisco de Quito.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

A oficina é aberta a pessoas cadeirantes e pessoas cegas

Serviço: 

Data: 27 de junho de 2024

Horário: 10h às 13h

Classificação: 14 anos

Duração: 3 h

Informações: através do canal de instagram @celeiromoebius

Realização: Encruzilhadas Latinoamericanas – Celeiro Moebius

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro, Departamento de Artes Corporais/DAC/UFRJ, Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ Patrocínio: Ministério da Cultura do Equador e Universidade São Francisco/Quito

Público esperado: 40 pessoas

Programação presencial Gratuita

Título: O LEVANTE (II EDIÇÃO) Pedagogias Feministas nas Artes da Cena

Linguagem: Artes integradas

Público-alvo: Artistas, pesquisadores, professores que tenham interesse na temática do evento.

Resumo: O LEVANTE (II EDIÇÃO) – PEDAGOGIAS FEMINISTAS NAS ARTES DA CENA busca circunscrever estudos no campo da educação e da arte, numa triangulação com as epistemologias feministas intensamente evidenciadas na contemporaneidade. A saber, o evento acontecerá entre os dias 26 e 28 de junho de 2024, promovido pela Universidade do estado do Rio de Janeiro (UERJ), por meio do grupo de pesquisa e extensão MOTIM – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes (CNPq), sediado nesta universidade, junto ao Programa de pós-graduação em artes (PPGArtes), sob a liderança da Profa. Dra. Luciana Lyra.

FICHA TÉCNICA:

Concepção e organização geral

Luciana Lyra

Produção e organização geral

Karla Martins (Decanter Articulações Culturais) e Lisa Miranda

Comissão de organização

Partilhas de pesquisa em processo (comunicações científicas):

Letícia Ramires, Getúlio e Laura Braz

Práticas pedagógicas cênico-feministas (oficinas):

Nathalia Barp, Cristiane Souza e Ana Paula Soler

Conversações (mesas/palestras):

Ludmila Veloso e Fernanda Báfica

Comunicação e divulgação do evento:

Laura Braz, Jordana Menezes, Mateus A. Krutsx, Lisa Miranda e Carol Fidalgo

Infraestrutura:

Roberta Nascimento, Fernanda Dias, Ribamar Ribeiro, Jordana Menezes,

Laura Braz e Letícia Ramires

HISTÓRICO DA CIA:

O MOTIM – MITO, RITO E CARTOGRAFIAS FEMINISTAS NAS ARTES é um

grupo de pesquisa certificado pelo CNPq desde 2015 e fundado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), possui também vínculo com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Com seu destacado caráter interinstitucional, o MOTIM dilui fronteiras acadêmicas que separam o Sudeste, do Sul e Nordeste do Brasil, construindo pontes entre artistas-pesquisadoras na circulação de discussões acerca da mulher, dos arquétipos femininos, das questões de gênero, dos diferentes feminismos e das interseccionalidades que norteiam as lutas das mulheres em solo nacional. Reunindo investigações no âmbito da graduação e da pós-graduação, o grupo trafega pelos topos do mito como suporte, na salvaguarda da narrativa mítica enquanto espaço de reconto da gênese do que é pessoal em trama retroalimentativa com as demandas sociais, intrinsecamente políticas.

Grupo de pesquisa registrado e certificado no DGP

CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/633066

Site do MOTIM: INÍCIO | M O T I M (amotinadas.wixsite.com)

Rede Social: MOTIM (@amotinadas_) • Fotos e vídeos do Instagram

DIA II – 27/06

Manhã – Partilha de pesquisas em processo

(18 minutos para cada pessoa)

4 salas práticas concomitantes

Das 10h às 13h

Tarde – Práticas pedagógicas cênico-feministas

2 salas – 4 oficinas

Oficina I 14 às 16h (Profas. Dras. Raquel Pires e Lucia Romano)

Oficina II 16:10 às 18:10h (Profas. Dras. Lígia Tourinho e Fernanda Magalhães)

Noite – Conversação ‘Pedagogias feministas: Aprendizagem da cena…

Caminhos, metodologias, práticas e procedimentos de criação’

Com as Profas. Dras. Stela Fischer; Dodi Leal; Mara Leal; Adriana Schneider.

Mediação: Profas. Dra. Denise Espírito Santo (presencial) e Dra. Brígida de

Miranda (on line)

Das 19 às 21h

***21:15h – Lançamento de livro MOTIM – OUTROS ENSAIOS (Org. Luciana

Lyra), pela PACO EDITORIAL | Fala das autoras: Ms. Roberta Nascimento e

Ms. Susana Kruger

DIA III – 28/06

Manhã

Partilha de pesquisas em processo (18 minutos para cada pessoa)

4 salas práticas concomitantes

Das 10h às 13h

Tarde

Práticas pedagógicas cênico-feministas

2 salas – 4 oficinas

I Oficina 14 às 16h (Profas. Dras. Adriana Schneider e Mara Leal)

II Oficina 16:10 às 18:10h (Profas. Dras. Dodi Leal e Stela Fischer)

Noite

Conversação

Pedagogias feministas: Aprendizagem da Dança, da Performance e das

Artes visuais com as Profas. Dras. Vitória Amaral; Lígia Tourinho; Raquel

Pires; Fernanda Magalhães.

Mediação: Profa. Dra. Lúcia Romano (presencial) e Profa. Dra. Verônica

Fabrini (on line)

Das 19h às 21h

***21:15h – Ritual de Encerramento

Aldeia Marakanã e suas práticas pedagógicas com Júlia Xavante

Serviço

Data: 27 e 28 de junho de 2024

Horário: Das 10h às 22h.

Classificação: Acima de 16 anos.

Duração: Manhã, tarde e noite, de acordo com o detalhamento que consta na etapa anterior.

Informações: Evento gratuito. A participação está condicionada à inscrição prévia, que será coordenada pelo MOTIM. Haverá credenciamento no local para o público espontâneo.

Parceria: UERJ / CNPQ

Título: Grupo de Estudos do Centro Coreográfico – VI Ciclo: Feminismos, testemunhos, decolonialidades e dança.

Público-alvo: pessoas maiores de 18 anos interessadas no estudo teórico mediado da dança através da leitura, observação e construção crítica.

Resumo: O Grupo de Estudos do Centro Coreográfico é uma atividade extensionistas realizada em parceria com o Departamento de Arte Corporal da UFRJ e o PPGDAN Programa de Pós-graduação em Dança da UFRJ. Desde de 2017 realizamos cinco edições  com temas variados como Dança e Dramaturgias, Corporalidades da América Latina, Educação Somática, dentre outros.

Para a retomada do VI Ciclo o tema Feminismos, testemunhos, decolonialidades e dança nos convoca a pesquisar ativamente o acervo da midiateca do Centro Coreográfico. 

Cronograma de junho:

Novo cronograma: 

5 de junho – atividades mediadas por Alonso Alarcón Múgica. (14h às 17h)

6 de junho – Palestra-performance Estética Autocoreográfica, com Princesa Ricardo Marinelli, 19h (CCo: local a confirmar);

14 de junho – Palestra-performance Fisicalidades Possíveis a partir do Corpo Sexual,  com Princesa Ricardo Marinelli, 19h (CCo: local a confirmar);

19 de junho – Encontro para debate dos textos de Paul Preciado, Jota Mombaça e Princesa Ricardo Marinelli (14h às 17h)

29 de junho – Cortejo. Finalização da residência da Princesa Ricardo Marinelli, 19h. (CCo: local a confirmar);

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