PROGRAMAÇÃO DE ABRIL

Abril, mês do Dia Internacional da Dança, chega trazendo espetáculos e oficinas vencedores dos editais Pró-carioca Diversidade e Viva o Talento além da rotina de residências artísticas e apoios institucionais. A programação detalhada está disponível no site do Centro Coreográfico e os ingressos na plataforma Rio Cultura. Em breve as inscrições para as oficinas serão liberadas!

Sejam sempre bem-vindos ao Centro Coreográfico!

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Título: IYAMESAN 

Linguagem: Dança 

Público alvo: Livre

Resumo: Iyamesan é um espetáculo de dança que dialoga com as linguagens da poesia, da música e do audiovisual, valorizando a potência das mulheres negras. O projeto foi idealizado e dirigido por Luna Leal.

Iyamesan, é aquela que foi cortada em nove partes, a mãe dos noves filhos, a mãe dos nove céus. Historicamente as mulheres negras possuem papel fundamental na preservação da cultura, das tradições e religiões de matrizes africanas, as que mais sofrem intolerância religiosa. Situações estas, que nos mostram o lugar da mulher negra na resistência para manutenção da vida e sobrevivência do seu povo. Iyámesan recorre ao universo das culturas afro-brasileiras como fundamento, com o objetivo de evocar o poder feminino na constituição do mundo e todas as coisas criadas. O projeto contará com 9 bailarinas em cena e com uma equipe majoritariamente formada por mulheres negras, passando por todas as etapas de realização do projeto como idealização, direção, trilha sonora, bailarinas entre outros setores de produção.

Ficha Técnica:

Idealização e Direção: Luna Leal

Direção Produção: Kirce Lima (eLabore.Kom)

Assistente de Direção: Taís Almeida

Preparador vocal : Pedro Lima

Artistas Criadoras: Aline Valentim, Bellas da Silveira, Camila Dias, Dandara Abreu, Dandara Patroclo, Gheise ngeles, Ibis Lima, Natasha Pasquini, Tatyane Amparo

Criação textual : Suzana Barbosa

Figurino: Clebson Prates

Costureira: Suel Biette

Iluminação: Wladimir Alves

Assessoria artística Videografismo: Paulo China

Videografismo: Natália Anjos

Trilha Sonora: Mariana Serra

Coordenador de Produção: Fábio França

Produtor Executivo: Ruan Peixoto

Assistente Administrativo: Jacqueline da Silva

Assessoria de Imprensa: Alessandra Santos

Gestão de Mídias Sociais: Marcela Cavalcanti Operador de som:Rachel Araújo

Operador de vídeo:Paulo China

Operador de luz:Wladimir Alves

Operador de Câmera e editor: Diego Lima Story maker e editora: Karine Lima Intérprete de libras: Árvore Vicente Audiodescricão: Graciela Pozzobon

Cronograma de produção e pós produção: 

às 09:30, desmontagem dia 07/04.

Montagem no Teatro a partir no dia 04/04

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Sim, Intérprete de libras e audiodescrição

Serviço:

Data:

04/04/2024 – 20h 05/04/2024 – 20h 06/04/2024 – 20h 07/04/2024 -18h

Horário: –

Classificação: LIVRE

Duração: 70 Minutos

Informações: Projeto Contemplado pelo edital Pro Carioca Diversidade cultural – Antirrracista

Parceria: Não

Público esperado: Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares

Valor: gratuito

Título: Oxóssi – O Guardião é Popular

Linguagem: Dança

Público alvo: Nosso público alvo é o infantil juvenil acompanhado de suas famílias, abrangendo portanto todas as idades, professores, educadores e demais interessados na cultura tradicional de matriz africana.

Resumo: Oxóssi – O Guardião é Popular, é um espetáculo infantil de dança afro, desenvolvido pelo Grupo Tambor de Cumba, que apresenta um mito tradicional da sociedade Iorubá onde diversos caçadores são convocados para abater o grande pássaro das feiticeiras que aterrorizavam a cidade de Ilê Ifé, berço da civilização iorubá, durante o período de festas da colheita de inhames. Com uma hora de duração, o espetáculo propõe despertar o imaginário infantil com base nas tradições culturais de origem africana por meio de danças, tambores e elementos estéticos pertencentes à cultura iorubá. No mito, Oxóssi é o guerreiro caçador que salva a sua aldeia dos poderes das bruxas trazendo alegria e prosperidade para o seu povo.

Ficha Técnica:

Direção Artística: Aninha Catão
Coreografia: Aninha Catão
Contação de História: André Alade
Bailarinos: Aninha Catão, Ariane Mendonça, Bia Arruda, Ety Faria, Marcos Cotta, Matheus Mello, Maurício de Sousa, Rayanne Monteiro
Músicos: André Alade, Alexandre Munrha, João da Serrinha, Marcelo Monteiro

Preparadora de Elenco: Ledjane Motta

Produção Executiva: Aninha Catão

Histórico da cia: Fundado em 2011 pela bailarina e diretora artística Aninha Catão, o Tambor de Cumba é um grupo de estudos, oriundo da zona portuária do Rio de Janeiro, que tem como objetivo promover as tradições culturais de matriz africana a fim de conscientizar a respeito da importância da representação da cultura negra como ferramenta de empoderamento e integração social através das artes negras, sobretudo a dança, por meio de cortejos, oficinas, palestras, rodas, vivências e espetáculos.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Tradução em libras e audiodescrição

Serviço: 

Oxóssi – O Guardião é Popular

Data: 05 de abril e 06 de abril

Horários: Apresentação escolar: 05 de abril, sexta-feira, às 15hs / 

Vivência de Contação de Histórias Africanas para Educadores: 06 de abril às 10hs / 

Oficina de Dança Afro para PCD: 06 de abril às 11hs

Apresentação para público espontâneo: 06 de abril às 16h

Classificação: Livre

Duração: Todas as atividades tem 1h de duração

Informações: grupotambordecumba@gmail.com ou Programação presencial

– Valor Ingresso: Todas as atividades são gratuitas!

Título: Verde 

Linguagem: Multilinguagem 

Público alvo: Pessoas interessadas por narrativas afroindígenas, relação entre tradições e contemporaneidades. Pessoas de todas as idades já que a performance tem classificação livre. 

Resumo: Verde é uma peça de dança que trata de subjetividades periféricas em diálogo com referências afroindígenas e afrofuturistas. O verde da Zona Oeste do Rio de Janeiro, paisagem rururbana, é matéria fundamental para sentir e compartilhar a força das plantas, tanto na dimensão ritualística quanto no desafio de nascer e viver no meio do concreto. Verde resistência. Insiste na existência. Perdura.

Ficha Técnica: 

Laís Castro – Coordenação do projeto, intérprete-criadora e produção de vídeo Pri Bittencourt- Projeto de projeção 

Beatriz Medawar (Suburbana Produtora) – Produção executiva 

Amanda Corrêa- Preparação corporal, colaboração 

Histórico da cia: A performance Verde estreou em 2022 com 2 apresentações no Citrus Ateliê, espaço de arte contemporânea em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O projeto foi contemplado pelo Fomento à Cultura Carioca (FOCA). A performance também foi apresentada na Ocupação Abre Caminhos no Teatro Cacilda Becker em abril de 2023. 

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? 

SIm, contará com tradução para Libras 

Serviço 

Data: 13 e 14 de abril de 2024 

Horário: dia 13 às 19h e dia 14 às 18h

Classificação: Livre 

Duração: 1h20 (espetáculo + roda de conversa) 

Informações: 

Público esperado: 150 pessoas 

– Valor Ingresso: gratuito 

Título: espetáculo De Todos os Medos Que eu Tinha

Linguagem: Dança

Público alvo: Livre

Resumo: Porquê não pulamos mais amarelinha? Porque não ralamos mais os joelhos? Porque temos receio em amar?

O espetáculo De Todos os Medos Que eu Tinha retrata, por um viés lúdico, a construção dos bloqueios emocionais gerados à medida em que crescemos e nos tornamos adultos e busca resgatar o olhar simplista e criativo da vida através dos olhos da criança, onde tudo é possível.

Ficha Técnica:

Direção Geral: Ana Vianna e Liz Andrade

Direção de Produção: Juliana Vianna

Assistente de Produção: Caroline Souza, Thais Vianna, Beatriz Andrade

Coreografias: Ana Vianna

Iluminador: Gil Santos

Técnico de Luz: Cristiano Ferreira

Histórico da Cia: O Projeto Efeitos Vianna é um projeto social que visa levar a arte a crianças periféricas do bairro do Alto da Boa Vista com aulas específicas de ballet e teatro. O projeto surgiu em junho de 2016 e desde então segue trabalhando em prol das crianças e adolescentes das comunidades do Mata Machado, Tijuaçu e Agrícola. O objetivo principal do projeto é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos que passam por ele. Queremos proporcionar a essas crianças e jovens oportunidades de uma vida pautada na ética do bem e acreditamos que a arte é um dos melhores caminhos para alcançar esse valor.

Serviço

Data: 17-04-2024

Horário: 19:30h

Classificação: Livre

Duração: 1h

Parceria: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro

Programação presencial

– Valor Ingresso: R$20,00 Platéia inteira

– 

Título: Jam Citrus

Linguagem: Dança

Público alvo: O projeto pretende atingir o público em geral interessado em arte e dança. A Jam Citrus poderá ser assistida por pessoas de diversas idades, pois terá classificação indicativa livre.

Resumo: A Jam é um espaço para improvisar ações. Baseada em referências afro-brasileiras, o fazer coletivo é uma tônica juntando performers e público para mover, tocar e cantar juntes.

Ficha Técnica:

Amanda Corrêa – Artista da dança

Wagner Cria – Artista da dança

Carla Africana – Artista da música

Washington Beloni – Artista da música

Dandara Patroclo – Artista da dança e Mídias sociais

Laís Castro – Coordenação do projeto, artista da dança

Beatriz Medawar (Suburbana Produtora) – Produção executiva

Histórico da cia: A Jam Citrus foi realizada em temporada no Citrus Ateliê em junho de 2023 com os recursos do FOCA- Fomento à Cultura Carioca. Foram sete apresentações nas quais público e performers se uniram e compuseram em tempo real as cenas junto do público.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

SIm, contará com tradução para Libras e com o serviço de monitor especializado no atendimento de PCD.

Serviço

Data: 20 e 21 de abril de 2024

Horário: dia 20 às 19h e dia 21 às 18h

Classificação: Livre

Duração: 1h

Informações:

Parceria: Por enquanto não há

Público esperado: 150 pessoas

– Valor Ingresso: gratuito

Título: Tramas e Teias: CCO & UFRJ

Linguagem: Dança

Público alvo: Jovens e Adultos

Resumo: Tramas e Teias: CCO & UFRJ tem como objetivo ocupar todos os espaços do CCO durante três dias com trabalhos artísticos de professores e alunos advindos dos cursos de graduação e pós-graduação em dança da UFRJ. O projeto é a continuação de uma parceria que se estabeleceu logo após o prédio que abriga os cursos de dança sofrer um desabamento estrutural que ocasionou a interrupção temporária das atividades, bem como o realocamento de aulas, ensaios e projetos de pesquisa e extensão. Foi nesse contexto que a parceria entre o Departamento de Arte Corporal e o CCO se fortaleceu, abrindo caminho para ocupações e residências artísticas dos alunos e professores no CCO, que se tornou ao longo de 2023/2024 uma casa para nossos projetos, que com afeto e acolhimento tem nos potencializado nesse momento de re-existência.

Essa mostra ganha o estatuto de festa, pois é nessa Casa que vamos celebrar nosso fazer em vários espaços do CCO. No Teatro teremos a mostra dos alunos que estiveram em residência; o cabaré, um espetáculo de números variados que reúne alunes e professores e suas diversas linguagens artísticas e no domingo teremos a ocupação Urbane-se, que traz a cultura das danças urbanas para o centro da roda e convida artistas da cidade para dialogarem com a cena urbana desenvolvida dentro da academia. Ao longo dos dias outras atividades acontecerão em espaços diversos do CCO, como: mostra de videodanças, oficina de dança aberta ao público em geral, intervenções urbanas, mesa-redonda e defesas de tccs. O Grupo de estudos Teia Cultural vem colaborando com essa parceria através do suporte  logístico e da produção das atividades ao longo dos últimos meses, operacionalizando essa ponte entre departamento e CCO.

Ficha Técnica: Estudantes, professores e convidades de profissionais da dança da cidade do Rio de Janeiro. 

Histórico do Teia Cultural: A Teia Cultural é uma incubadora para aqueles que desejam seguir na produção cultural, onde temos espaço para trocas de experiências, conhecimento e pesquisa nessa área e em outras áreas artísticas adjacentes. No Teia Cultural nós valorizamos e disseminamos a Cultura Hip Hop por meio do evento Urbane-se, criamos conexões com outros espaços para além da faculdade e abrimos mais possibilidades dentro do mercado de trabalho. Também temos o nosso instagram que é um meio de divulgação de editais e informações importantes para produtores culturais.

Cronograma de produção e pós produção:

Espaços disponíveis do CCO: defesas e ensaios manhã e tarde

Sexta 26/04

Teatro Angel Vianna: montagem e ensaios manhã e tarde 

19h: Mostra dos trabalhos artísticos frutos de TCCs e Pesquisa de Mestrado

Multiuso:  Mostra de videoDança

Sábado 27/04

Loft: 14h-17h Oficina Comunidança e Núcleo Sapuca 

Multiuso:  Mostra de videoDança

Praça de alimentação: 

18h Cia Comunidança – intervenção urbana

Teatro Angel Vianna: montagem e ensaios manhã e tarde 

19h: Cabaré horizontal – Mostra dos trabalhos artísticos de alunos e professores do DAC (pesquisa, extensão e iniciação artística)

Domingo 28/04

Ocupação Urbane-se atravessa Tramas e Teias 

Urbane-se é um evento que nasceu por meio do Teia Cultural com o intuito de reconhecer as Danças Urbanas enquanto arte e conhecimento dentro do ambiente acadêmico. Nele nós damos espaço e voz (por meios de workshops, mesas de conversas e apresentações de dança) para essas culturas nascidas em centros urbanos ocupados na sua maioria pela população preta e latina. No domingo nós daremos uma pequena amostra do que será a segunda edição do Urbane-se.

Multiuso- Mostra de videoDança

Galeria – 14h30 – tete a tete produção cultural: teia Cultural e produtores convidados das danças urbanas

Credenciamento: via sympla 

Teatro Angel Vianna

16h:  Batalha de Breaking

19h encerramento

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim

Qual? Libras

Serviço Teatro Angel Vianna

Data:  26 a 28/04/2024

Horário: sextas e sábados às 19h

Domingo às 16h

Classificação: 14 anos 

Duração: 2h

Informações:@teia_cultural

ingressos:

gratuitos

R$10 e R$20

ESTÚDIOS, LOFT E SALA MULTIUSO

Título: ENSAIO ABERTO – “Gbìn”

Linguagem: Dança

Público alvo: 7+

Resumo: “Gbìn” fala da possibilidade de ser em dança a partir de matrizes afrodescendentes na cena contemporânea. Este trabalho quer contagiar, contagiar espaços e corpos de possibilidades de manifestarem-se espontaneamente. Mas o que é a espontaneidade, afinal, se não tudo aquilo que deixamos sair das matrizes que nos habitam? Deixar sair, brotar, germinar, pipocar…

Plantado em cada um há um registro, uma memória, uma matriz. Permitir que esta memória brote nos corpos em cena convidando aos presentes a deixarem também que brotem as suas memórias, e aí confundirem-se, por que são, em comum-unidade, naquele instante feito em dança. Te conto o que poderíamos fazer do mundo dançando juntos! 

Ficha Técnica:

Concepção, direção e coreografia – Andrea Elias

Criação e performance – Alcione Soares, Aline Bernardi, Andrea Elias, Fagner Santos

Figurino – Carla Ferraz

Costureira – Ateliê das meninas

Trilha sonora original – PC Castilho

Desenho de luz – Eduardo Albergaria

Produção executiva – Aloisio Antunes

Produção – Trânsito Produções Culturais

Realização – Cia de Dança Teatro Xirê 

Histórico da cia: A Cia Xirê é uma companhia de dança contemporânea que se propõe à pesquisa da construção cênica através do movimento, suas primeiras produções resultaram em espetáculos de dança-teatro criados para crianças. Uma das principais motivações da companhia é a comunicabilidade com o público tendo como mídia o corpo do ator bailarino em ação. A Cia busca trabalhar a partir de temas que considera urgentes desenvolver e é desta forma que entende sua atuação política e social. Os espetáculos da Cia Xirê circulam por: Argentina, Brasil, Equador, Alemanha, Índia, Itália e Espanha.

Serviço

Data: 11/04

Horário: 11h

Classificação: livre

Duração: 45 minutos

Informações:

Parceria: Sesc Pulsar

Programação presencial

Título: Tangue-se! Movimento Tango Popular

Linguagem: Dança

Público alvo: pessoas de todas as idades interessadas em dança.

Resumo: O Tangue-se! é uma aula de inicialização ao Tango salão com prática assistida por uma dupla de professores. Nesse encontro abordaremos os movimentos básicos do Tango, além de exercícios individuais e em dupla para o desenvolvimento corporal dessa dança.

Ficha Técnica: Carol Marques professora e produtora / Dino Lagrotta professor / Victor Pensant – assistente de produção PCD / Erasto da Silva e Diego Fernandes – cavalheiros convidados para apoio no evento.

Histórico da cia: O movimento Tangue-se! surgiu em 2017 na Tijuca e ocupou diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro com o oferecimento de aulas pelos produtores do evento e também de profissionais nacionais e internacionais convidados.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Contaremos com uma cuidadora para receber possíveis participantes de PCD’s e nosso assistente de produção é um bailarino PCD.

Serviço

Data: 13 de abril de 2024

Horário: 15 horas

Classificação:  livre

Duração: 2 horas

Capacidade: 50 

Valor: Gratuito

Título: Revivendo Nina / Caídas

Linguagem: Dança

Público alvo: Todos os públicos

Resumo: Encontro para entrega do material ao Centro Coreográfico/Midiateca produzido pela residência “Revivendo Nina / Caídas”, que registra a pesquisa, sistematização e apresentação em vídeo das “Caídas” de Nina Verchinina. Um complexo conjunto de movimentos que constituem o estilo de dança moderna criado por Nina Verchinina com suas sequências complexas e variações inspiradas na natureza. No encontro haverá a exibição de documentário do processo (oficina e ensaios abertos realizados no CCo) e do vídeo com o registro das Caídas, seguida de roda de conversa com o público presente.

Ficha Técnica:

Pesquisa:

Rita Serpa

Ticiana Coelho

Karen Leão

Intérprete:

Karen Leão

Pesquisa musical:

Rita Serpa

Vídeo maker:

Ricardo Leão

Edição :

José Hosana

Karen Leão

Direção geral:

Rita Serpa

Giro Ballet:

André Costa

Juliana Monteiro

Ticiana Coelho

Vanessa Fernandes

Regina Paranhos

Maira Evangelista

Karen Leão

Rita Serpa

Colaboradores:

Marcus Vinicius (UFRJ)

Deco Baptista

(Projeto Luar de Dança)

Otávio Avancine

Espaço Travessia

(Instituto Municipal Nise da Silveira)

Danilo Cândido

Escola Jaime Aroxa / Tijuca

Histórico da cia: Criado pela bailarina e coreógrafa Rita Serpa, o Giro Ballet incorpora a experiência dessa profissional e seu profundo conhecimento da dança de Nina Verchinina da qual foi aluna. Rita estudou com Nina Verchinina por mais de 20 anos. A Companhia é composta por nove artistas com diversas formações de dança e circo. A proposta do grupo é desenvolver o método de Nina Verchinina atualizando este estilo para os dias de hoje.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim

 Qual? As facilidades de acessibilidade do CCO-RJ

Serviço

Data: 13 de abril

Horário: 16h

Local: Mediateca do CCO-RJ

Classificação: Livre

Duração: 2 horas

Informações: A entrega do material resultado da residência será realizada na Midiateca do CCO-RJ. O Grupo estará oferecendo um buffet para os convidados no hall do terceiro andar, após a roda de conversa.

Parceria:

Escola de Dança Jaime Arouxa – Tijuca

Instituto Municipal Nise da Silveira

Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro (Grupo Harmonia Enlouquece)

Valor: Gratuito

Capacidade: 30 pessoas             

Título: OFICINA CORPO-PALAVRA

Linguagem: Dança

Público alvo: estudantes, pessoas com deficiência visual

Resumo: “Corpo-palavra” é uma oficina de dança contemporânea ministrada por Laura Silveira e Thales Ferreira destinada a quem deseja descobrir as potências da palavra nos corpos. Tem como ponto de partida a metodologia dos Butoh-Fu desenvolvidos pelo dançarino japonês Yukio Waguri. Este discípulo de Tatsumi Hijikata organizou notas de ensaio e cadernos de processo em orientações e caminhos narrativos para criação de danças Butoh. Tais palavras fornecem impulsos para os estados internos, possibilitando coreografar movimento a partir de imagens e universos, ampliando assim os sentidos correntes do verbo. Para além desse estímulo, será instigado o vetor criativo dos participantes. Como dançar um texto? Como escrever uma dança? O tensionamento amplia a fruição da experiência da oficina para deficientes visuais, e encoraja a sua participação como forma de inclusão. É menos importante o que se vê do que o que se sente ou se pode expressar em movimento. A oficina é pensada para esse público, e também tem como alvo estudantes de dança e artes cênicas. Serão 5 horas de oficina (com 1 hora de intervalo) para aprofundar essa pesquisa e revelar as palavras contidas no corpo de cada um.

Ficha Técnica: ministrantes: Laura Silveira e Thales Ferreira

Histórico da cia: Laura Silveira é mineira, mas vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro há mais de dez anos, se dedicando à dança contemporânea, com foco na improvisação. É artista da dança formada no curso Técnico em Bailarino Profissional na Escola Angel Vianna (2019) e arquiteta urbanista, formada pela Universidade Federal Fluminense. Mestranda em dança pela UFRJ, realiza pesquisas sobre a correlação entre corpo, cidade e performatividade, como fruto de suas principais curiosidades. Além da experiência com a cena diretamente, possui experiência como ministrante de aulas e oficinas de dança. Apresentou os trabalhos “Dobra na reta”(2023),”Corpo de Baile”(2023) e “Circuito”(2023) de Natália Quinderé, apresentados no Xow.rumi-RJ. “Integrou o Coletivo Instantâneo em residência no Centro Coreográfico, de 2021 a 2023, com quem dançou o espetáculo “Piratas e as cinco paisagens”(2023). Concebeu, produziu e integrou o elenco do espetáculo e ocupação “A Língua da Vértebra”, realizados no Teatro Cacilda Becker, em 2019. Atuou como performer na peça “Incômodos” de Kel Cogliatti, em 2018. Apresentou o solo “Delicadas Estruturas Internas” na mostra “MonStrA” (2022), no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Dedica-se a estudos na área do audiovisual, tendo desenvolvido as vídeo-performances “Mobília”, “Sobrecorpo” e “Evocar: ecos corporais da República”, exibidos na Bienal Internacional SHIFT: the international bienalle of performance, collaborative and participatory arts – Edimburgo/ Escócia (2020). Com a Canoa Cia de Dança colaborou como Assistente de Direção e bailarina. Participou da Mostra N.O.C – Novos Olhares Coreográficos, realizada no Teatro João Caetano; “Exercício Coreográfico Nº1”, apresentado no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro; e da equipe contemplada pelo Prêmio Ondas da Cultura da FUNARJ (2021) com o trabalho “Suíte Satie + Beradeiro”. Em 2022, participou das temporadas de “Noturna”, “Suíte Satie” e “ÍCARO” no Teatro Angel Vianna e Teatro Cacilda Becker.

Thales Ferreira é videoartista, ator, dançarino, pesquisador e produtor. Investiga as hibridizações de linguagens a partir da interface do corpo na tela, entre a dança, o cinema e as artes visuais, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), formado em Cinema e Audiovisual pela UFF (Universidade Federal Fluminense) e esteve em intercâmbio em Teatro na ESAP (Escola Superior Artística do Porto, Portugal). Expôs trabalhos na Mostra VERBO de Performance Arte (Galeria Vermelho/ SP e Chão SLZ/ São Luís), na Galeria Plexi (SP), no Futuros – Arte e Tecnologia e no CCBB-RJ, além de ter participado em festivais nos Estados Unidos, Argentina, Espanha, Portugal, Grécia, México, Equador e Bélgica. Vivenciou cursos e workshops com Amir Haddad, Alex Neoral, Lia Rodrigues, Marcelo Evelin, Flávia Tápias, Toni Rodrigues, Rodrigo Portella e Ana Kfouri (Brasil); João Fiadeiro, Paulo Calatré, Olga Roriz e Nuno M Cardoso (Portugal), Raimund Hoghe (Alemanha), Sérgio Boris (Argentina), Juan Carrillo (México), Amala Dianor (Senegal/ França) e Kevin Martinelli e Thomas Hongre (França). Além de desenvolver trabalhos solo independentes, atualmente é gestor de comunicação visual do Espaço Tápias e do Festival Internacional Dança em Trânsito. Anteriormente foi bailarino e diretor audiovisual da Canoa Cia. de Dança (Rio de Janeiro), membro fundador do coletivo Teatro do Olho, performer residente do Laboratório de Criação e Investigação da Cena Contemporânea da UFF (Niterói-RJ), bolsista no Balleteatro do Porto e ator, figurinista, assistente de direção e produtor na Cia. de Teatro Arte em Cena (Volta Redonda-RJ).

Cronograma de produção e pós produção:

10h – 11h: preparação do espaço

11h – 14h: primeira parte da oficina

14h – 15h: intervalo para lanche

15h – 17h: segunda parte da oficina

17h – 17:30: desprodução e liberação do espaço

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Sim, contaremos com uma assessoria de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, a oficina é pensada para esse público.

Serviço

Data: 20 de abril

Horário: 11h às 17h

Classificação: Livre

Duração: 5 horas (intervalo de 1h)

Público esperado: Loft, 60 lugares

Título: ConversaS eRRANTEs coM TatianA FrancE

Linguagem: Intervenção Urbana / Performance / Multilinguagem


Público alvo: Cidadãos inquietos


Resumo: Conversas Errantes sobre: Livro / pesquisa Errâncias Urbanas, interligando ao panorama urbano carioca e território específico do bairro da Tijuca; complementando ao final com uma pequena prática sensível (opcional). Tatiana apresentará sua pesquisa de mestrado, que resultou na publicação do livro Errâncias Urbanas, intercalada com imagens de vídeo e fotos da atuação do grupo urbitantes, que compõem a pesquisa, propondo uma roda de conversa com participação da convidada Clarice Rito (multi-artista e performer) e o público presente. O livro apresenta sua pesquisa teórico-prática sobre o exercício artístico e político da Intervenção Urbana e investiga o “fazer” do seu principal agente: o performer. Nele, trata das questões que permearam seu percurso de ações com o grupo urbitantes e que considera fundamentais para fomentar uma prática inquieta de interação com o cotidiano da cidade. Assim, a pesquisa apresenta processos de treinamento do performer; refletindo sobre aspectos essenciais do seu exercício, tais como: seu estado de “presença”, sua relação com o espaço e os elementos que o compõem, com o transeunte-testemunha e com o tempo do acontecimento, reafirmando a imprevisibilidade deste “fazer” e sua potência política. O intuito é, depois de apresentar o material da pesquisa, fomentar – numa dinâmica horizontal facilitada pela autora – uma discussão que conecte seu conteúdo a uma reflexão sobre as dinâmicas de circulação e discrepâncias socioculturais no território específico do bairro da Tijuca, onde se encontra o Centro Coreográfico. E ao final, propor uma das dinâmicas sensíveis, descritas no livro, para elucidar na prática o conceito de corpo-presença e ampliar a escuta do aqui-agora que nos circunda, ativando o sentido de pertencimento ao coletivo, sempre transitório, no espaço do mundo.

Ficha Técnica:

Autora/Performer: Tatiana France

Convidada: Clarice Rito

Coordenação: Setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca

Histórico da Cia/Artista: Tatiana France é diretora e mestra em Artes Cênicas; além de atriz, bailarina e coreógrafa. Como educadora em Movimento/Dança e Performance incorpora à sua pedagogia e aos seus processos criativos uma contínua pesquisa voltada às urgentes questões socioambientais – a partir da investigação do campo da ecologia e das políticas colaborativas e sustentáveis – para viabilizar processos de transformação e desenvolvimento humano. Foi integrante da Cia de Dança Deborah Colker e co-fundadora e diretora da Humas Cia de Dança; fundou o Bloco de Dança Mamelúdicos; colaborou como assistente de direção e diretora de movimento com Marília Pêra, Ulysses Cruz, Deborah Colker, Marco André Nunes, entre outros. Integrou as equipes de coreografia das Cerimônias dos Jogos Olímpicos e Pan-Americanos no Brasil. Pesquisadora da linguagem da Intervenção Urbana, fundou em 2005 o grupo Urbitantes, no qual atuou como diretora e performer. O grupo Urbitantes, fundado na UNIRIO em 2005, veio promovendo ações de intervenção urbana em ruas e praças, dentro de transportes públicos, escolas, prisões, fábricas etc. e participando de inúmeros festivais em espaços públicos e culturais pelo Brasil. O trabalho do grupo, também foi abordado nas publicações: Galeria do Lago, livro de Martha Niklaus; “Evocações da Arte Performática (2010-2013)”; Contemporary Performance Almanac 2017.

Clarice Rito (convidada): Carioca, transita entre as artes visuais e performance desde 2009. Flerta com a estética da gambiarra em criações audiovisuais e de objetos, comumente realizadas a partir da artesania, da palavra e da reutilização de materiais e rejeitos coletados. Pesquisa o que pode um corpo – sua fisicalidade e voz – em composições com o espaço urbano e com o natural. Tem apreço por táticas para gerar o protagonismo do outro em ações relacionais. A improvisação e o humor são recorrentes em sua poética, bem como o feminino e reflexões sobre ecologia e morte-vida-ritualidade. 


Serviço

Data: 20 de Abril

Horário: das 16h às 18:30

Local: Sala Multiuso

Classificação: Livre

Duração: 2 horas e 30 min

Informações: sobre as Necessidades Técnicas: Sala ampla, limpa, com cadeiras removíveis ou sala extra para atividade prática final. Aparelhagem para projeção de imagens com leitor de pendrive ou laptop com acesso a rede para transmissão dos links. Aparelhagem de som com amplificação e microfone, de acordo com o espaço e público esperado. Atividade gratuita

Título: Midiateca em Movimento: Conversas Expandidas

Linguagem: Dança, Multimídia

Público alvo: geral

Resumo: Dando continuidade às comemorações de aniversário do CCo em 2024, o setor de Acervo Memória e Pesquisa (Midiateca) busca intensificar o diálogo com o território e seus parceiros, através de entrevistas-depoimentos online disponibilizados nas redes sociais do Centro Coreográfico. Essas conversas propõem questionar os possíveis e diferentes papéis e estímulos de um centro de dança no diálogo com o bairro e seus moradores, e para além dele, chamando para a conversa representantes da sociedade que ajudaram a construir a história da região no contexto da cidade.

Ficha Técnica:

Coordenação: Setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca

Histórico do setor: A Midiateca vem se expandindo também como um espaço de Rodas de Conversa, lançamentos de livro e parceria com exposições/instalações. O conjunto dessas ações vem repercutindo um intercâmbio entre este setor e os múltiplos projetos que ocorrem no Centro, no seu entorno e os diversos artistas/parceiros da cidade em suas diferentes áreas de atuação. Assim, reafirmamos a “Midiateca em Movimento”, enquanto espaço de interseções e convergências de um acervo vivo que conta suas histórias e processos: o corpo como território de construção de memórias em constante movimento no aqui e agora.

Serviço

Data: 25 de abril

Horário: 11h

Local: nas redes sociais do Centro Coreográfico

Classificação: livre

Duração: 1min e 30 seg

Informações: Gratuito

Título: oficina OGUM EM MOVIMENTO

Linguagem: Dança Afro

Público alvo: Geral

 

Resumo:

A oficina visa introduzir os movimentos do Orixá Ogum, através do método de aprendizagem e troca do Ponto de Cultura Escola Carioca de Danças Negras. No ano em que completa 10 anos de trabalho e pesquisa, a ESCADAN se consolidou no cenário brasileiro uma importante entidade de desenvolvimento de técnicas das danças negras. 

Ogum orixá masculino do Panteão dos Deuses Yorubanos. Orixá responsável pela os armamentos bélicos, considerado o Deus da Guerra, portando quase sempre suas espadas. Porém é o gestor da Agricultura, da construção das edificações, da abertura de caminhos  e o vencedor das mais difíceis demandas de ordem espiritual. A oficina contará com percussionistas e uma cantora, além do professor de Dança Fabio Batista.

O evento contará com uma oficina de percussão com o Ogan/percussionista profissional, Kaio Ventura e equipe. Nesta etapa os usuários poderão vivenciar uma introdução aos toques de candomblé.

 

Ficha Técnica:

Dança: Fábio Batista

Percussão: Kaio Ventura, Yago Cerqueira e convidados.

Cantora: Sabrina Sant’ana

Produtora: Laíza Bastos

Assistente de Movimento: Ana Gregório e Dhu Costa

 

Histórico da cia:

A Escola Carioca de Danças Negras foi fundada em 2014 e representaum dos eixos de atuação do Pólo de Desenvolvimento Cultural do Andaraí – “PoDe-C!” Andaraí. O objetivo principal é a capacitação de “cidadãos artistas” por meio de danças “Afrodiaspóricas”, dentre elas Dança Afro Brasileira e Contemporânea, Jazz, Moderno, Hip-Hop, Samba, Funk, Danças Populares, Teatro, Percussão e Voz.  É atualmente o único projeto com este conceito de aprendizado no Rio de Janeiro e tem como parâmetro a experiência da Cia Étnica de Dança e Teatro, que ao final da década de 90 e 2000 formou dezenas de jovens, Pretos e não Pretos de comunidades, como Bailarinos Profissionais.

O Projeto já participou de diversos eventos, tais como Rock in Rio 2017, Semana de Criadores Negros no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Iberescena 2019 entre outros. Também foi contemplado co m Prêmio Favela Criativa 2015 e Territórios Culturais 2016. Desenvolve trabalhos artísticos de danças tradicionais juninas com a Cia Folclórica Junina PoDe-C Show atual campeã estadual neste gênero de danças populares, pesquisas e espetáculos de Dança Negra Contemporânea com a Cia Clanm, além de sediar companhias e grupos de pesquisas. Recentemente recebeu o título de Ponto de Cultura Nacional, pela Rede Cultura Viva do Ministério do Turismo.

 

Cronograma de produção e pós produção:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

 

Serviço

Data: 28 de Abril de 2024

Horário: 13h às 18h

Classificação: 14 anos

Duração: 4h

Informações:

Os alunos deverão comparecer com até 10 minutos de antecedência, portanto roupas flexíveis para dança, tais como malha, lycra, tecidos com elastano.

 

Parceria: Cia Clanm

Programação presencial

– Valor Ingresso:

• R$40,00 Inteira (Dança + percussão)

• R$30,00 Inteira (Dança)

• R$15,00 Meia (Dança)

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