Você não pode perder as programações que estão agendadas nos espaços do Centro Coreográfico! Todas as tribos da dança, juntas e misturadas!


TEATRO ANGEL VIANNA
Festival Janelão Cultural
Título: Vogue Performance – Wallandra convida LSS
Linguagem: Dança / Performance
Público alvo: Público LGBTQIAPN+ e público em geral interessado em arte e cultura.
Resumo:
“VOGUE PERFORMANCE – Wallandra convida LSS” será uma intervenção artística em formato de performance inspirada na Cultura Ballroom / Vogue. A ballroom e seus bailes estão no imaginário como um espaço de festa e celebração. Mas existe toda uma camada performática que pode ser explorada, ressignificada e disseminada através dos palcos.
“Wallandra convida LSS” será um experimento que irá transportar para os palcos o universo do vogue e seus elementos, com chants (mestres de cerimônia), DJs e em especial as performaces do LSS (Legends, Statement & Star).
O LSS é um importante momento das balls em que são homenageados importantes integrantes da comunidade ballroom. É um momento de celebração, performances surpresas, informes e trocas.
Ficha Técnica:
Direção Artística: Legendary Overall Princess Wallandra
Assistente de Direção: Legendary Mother Tai Cazul e Princess Germanetto Mamba Negra
Coordenação de Produção: Rafael Fernandes
Assistente de Produção: Paulla Mello
Designer e Fotografia: Charles Pereira
Iluminação: André Martins
Produção Style: King 007 e Founder Mother Gabriela de Barbosa La Máfia
Make: Safira La Máfia
Hair Delux: Founder Mother AK La Máfia
Parceria: Hell de Janeiro, Ballroom Rio
Produção: Quafá Produções
*A cada apresentação teremos um elenco diferente com 10 artistas, entre performers, DJs e Chants (MCs)
Histórico da cia/artista:
Legendary Overall Princess Wallandra
Praticante do heels / stiletto, produtore de moda e coach de modelos, formade em Designer de Interiores. Iniciou profissionalmente na área artística da dança em 2014, na Escola Contemporânea Studio A (Salvador), participando em 2 espetáculos no Teatro Castro Alves (Salvador/Bahia) e em competições no Bar Burlesque em 2015.
Iniciou seus estudos no Voguing em 2016 na House of Cazul, aprimorando-se em Vogue Femme soft and cunt e Runway. Participante de eventos internacionais como Africa Ball (Paris), Workshops na Global Dance Center (Holanda) e On Heels, CHD (Brasil). Integrante do coletivo Hell de Janeiro Ball, fomentando a cena, ações de inclusão ballroom e eventos. Participou da performance da readaptação da música Vogue –Madonna, dublada por Daniele Winits, no quadro Show dos Famosos no Domingão do Faustão.
Em 2021 foi selecionado pelo projeto Entrando na Dança Queer, que num processo de residência artística criou o filme performático THE FACE OF BALL. Em 2022 realizou dois projetos no MAR – Museu de Arte do Rio relacionados a cultura Ballroom/vogue. Foi produtora artística do projeto “The Face of Ball – Circulação” que em 2023, onde realizou uma ball no MAM Rio – Museu de Arte Moderna.
Serviço
Data: 25 e 26/11, 02 e 03/12
Horário: Sábados, 19h e Domingo às 18h
Classificação: 16 anos
Duração: 60min.
Título: Diário de Quarentena – visões de uma janela suburbana | Festival Janelão
Linguagem: Fotografia
Público alvo:
O público alvo é composto por todas as pessoas interessadas em fotografia, em imagens visuais, documentais, que contem histórias com as quais se identifiquem. Pessoas de todas as idades, jovens e adultos. Também é público alvo estudantes de fotografia, bem como estudantes de modo geral, historiadores e professores. Todas as pessoas que vivenciaram o isolamento social devido à Pandemia da Covid 19 e que tenham interesse em ver e conversar a respeito das imagens geradas e vividas nesses dias.
Resumo:
DIÁRIO DE QUARENTENA-VISÕES DE UMA JANELA SUBURBANA é uma exposição fotográfica que retrata, a partir da janela da fotógrafa Cristina Froment, os dias de isolamento social devido à pandemia da Covid 19, de forma documental, mas também poética.
Diante de tudo que vivenciamos e do que esse “novo mundo” nos apresentou, construímos novas formas de afeto. Essa série fotográfica foi/é uma tentativa de suprir essas ausências através da arte. É um documento histórico, de uma época que jamais deve ser esquecida.
Além da Exposição Fotográfica, haverá uma Roda de Conversa com o público, onde falaremos de fotografia, da rotina nos dias de isolamento social, da construção dessas imagens e o quanto as imagens desses dias impactaram nossas vivências.
Ficha Técnica: (ainda fechando alguns nomes)
Histórico:
MINI BIO CRISTINA FROMENT
Mineira radicada no Rio de Janeiro, Cristina Froment é Atriz, Fotógrafa e Artista Visual, formada pela FAFI-Escola de Teatro e Dança de Vitória/ES e SENAC/RJ, além de diversos outros cursos de especialização.
Atuou como atriz em dezenas de espetáculos e também como produtora e assistente de direção.
Na fotografia tem um trabalho autoral, assina a fotografia de diversos espetáculos, livros e atua como fotojornalista de forma independente desde 2013, contribuindo com publicações em diversos jornais, revistas, sites e mídias independentes.
É uma artista em constante aprendizado, que transita entre o teatro e a fotografia, suas formações, mas que nos últimos anos tem se dedicado tambem às artes manuais. Em sua fotografia procura, para além do registro, contar histórias através do seu olhar, buscar emoções que possam ser revisitadas quando a imagem é vista. Durante a pandemia, além da fotografia autoral, passou a pesquisar novas linguagens artísticas e encontrou o Bordado Livre. Suas memórias afetivas também foram responsáves por aliar suas artes, uma a outra. Com isso, passou a desenvolver em seu ateliê trabalhos com Fotografia Expandida, juntando o Bordado às fotografias, em papel e tecido.
Serviço:
Data: 01 até 10 de dezembro.
Horário: 9:30h às 20h
Classificação: Livre

Festival Dança em Foco
Título: “Eu não sou só eu em mim” | Cena 11 | Festival Dança em Foco
Linguagem: Dança
Público alvo: Geral
Resumo: “Eu não sou só eu em mim” propõe um contraponto anarco-coreográfico sobre o conceito de “Povo Brasileiro” na obra de Darcy Ribeiro. Anarco Coreografia com o objetivo de horizontalizar hierarquias entre linguagem e comportamento. No corpo do Cena 11, dançar é um campo de conhecimento composto pela articulação entre a força da gravidade e os músculos, ossos e emoções. Uma dança proposta como um ecossistema algorítmico, modulando as relações entre alteridade, identidade, comportamento, e linguagem para a transdução em dança e coreografia.
Ficha Técnica: Cia Cena 11
Concepção, Direção e Coreografia: Alejandro Ahmed
Criação, coreografia e performance: Alejandro Ahmed, Aline Blasius, Ana Clara Pocai, Bibi Vieira, DG Fabulloso, Diego de los Campos, Gal Freire, João Peralta, Karin Serafin, Malu Rabelo, Natascha Zacheo, Vitor Hamamoto
Operação e Criações em vídeo e som: Alejandro Ahmed, Diego de los Campos e João Peralta
Direção Técnica: Grupo Cena 11
Assistente de direção: Karin Serafin
Interlocução para iluminação: Irani Apolinário
Trilha sonora: Tálamo . K
“Variações sobre tema de Ligeti para piano”: João Peralta
Figurinista: Karin Serafin
Assistência de direção de movimento: Aline Blasius
Direção de Produção: Karin Serafin
Assistência de Produção: Malu Rabelo
Criação e programação de objetos, instrumentos, e mecanismos para cena: Diego de los Campos
Comitê Teórico-Prático: Ana Maria Rabelo Gomes, Fabiana Dultra Britto, José Fernando Peixoto
de Azevedo, Leonarda Glück
Fotografias: João Peralta e Karin Serafin
Tradução: Marcos Morgado
Difusão nacional: Gabi Gonçalves – Corpo Rastreado
Apoio para elaboração de projetos: EPEC-Capacitação e serviços para empreendedores criativos
Sede e preparação técnica: Jurerê Sports Center (JUSC)
Agradecimentos: Adilso Machado, Andrea Druck, Beto Propheta, Bia Mattar, Eduardo Serafin, Ledícias de la Madre, Marcos Morgado, Nelci Vieira, Norma Adó, Paloma Bianchi e Paulo Pierin Luz.
Histórico da cia: O Grupo Cena 11 atua desde 1993 como companhia de pesquisa e amparado na continuidade de elenco e aprofundamento artístico no Brasil, propondo-se um ponto de estabilidade na tecnologia do movimento. Dirigido por Alejandro Ahmed, busca resistir às estruturas que reforçam os processos de extinção dos modos de produção coletivos. Cria diálogos, abre caminhos e fomenta perspectivas junto às novas gerações das artes da presença.
Serviço
Data: sábado, 09 de dezembro de 2023
Horário: 19h30
Classificação: 14 anos
Duração: 50’
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito
Título: “PULSO” | Cia Gelmini | Dança em Foco
Linguagem: Dança
Público alvo: Geral
Resumo: Pulso é um espetáculo que desloca representações à medida que o bailarino em cena e o bailarino em tela se atravessam entre gestos e consciências, produzindo estados de presença entre o bruto e o tempo em suspensão.
A pulsação, a menor e mais constante unidade de ritmo, talvez a mais indescritível para a montagem de um filme e de corpos em movimento.
Quando se trata da redução do ritmo, poderia ser o pulso que nos conecta ao momento presente, que nos permite escutar nossos corpos e compreender nossa vulnerabilidade como uma forma de potência?
Ficha Técnica: Companhia Gelmini
Direção: Gustavo Gelmini
Com Renato Cruz em cena e Paulo Caldas na tela
Coreografia: Gustavo Gelmini e Renato Cruz
Pesquisa de movimento em tela: Paulo Caldas
Música: Bruno Speranza-Martagão e Charlie-Antonie Hurgel
Desenho de Luz: Tanguy Gauchet
Cinegrafista: David Leão
Fotografia: Mauricio Maia e Rodrigo Buas
Comunicação: Lola Marciano
Direção de Produção: Cacau Gondomar e Gustavo Gelmini
Realização: Cia Gelmini
Coprodução: dança em foco e Théâtre de l’Opprimé
Parceria: Cia Híbrida
Agradecimentos: Rui Frati, Luna Ornellas, Steffi Vigio, Gil Santos, Diego Dantas, Viviane Follador e Paulo Marques.
Histórico da cia:
“Pulso” é o sexto espetáculo da companhia Gelmini e terceira parceria com a Cia Híbrida / Renato Cruz, depois de “Espaço Tempo Movimento” (2016) e “Toque” (2017). A Cia Gelmini iniciou sua pesquisa em residência no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e realizou residências no Le Centquatre- Paris, Cité Internationale des Arts e Théâtre de l’Opprimé.
Seu trabalho se baseia na relação entre dança, teatro do movimento, cinema e em uma visão documental do indivíduo. Também se debruça na relação filosófica do Tempo e nas tensões entre vulnerabilidade e potência.
Renato Cruz
Dirige a Companhia Híbrida, que desenvolve uma pesquisa singular misturando diferentes linguagens artísticas, tais como as danças Urbanas, a dança contemporânea a linguagem teatral. Como diretor e coreógrafo, recebeu diversos prêmios, entre eles, Funarte, O Boticário e Iberescena. É diretor artístico do Arena Híbrida Hip Hop Festival, evento estadual com 13 edições. Seus espetáculos estiveram na lista de melhores espetáculos durante seis anos pelo jornal O Globo de 2014 a 2019, exibidos no Brasil e em diversos países. Foi artista residente no Centquatre-Paris em 2017 e 2018 e no La Villette em 2019. Renato Cruz é mestre em Artes Cênicas e doutorando pela UNIRIO.
Serviço
Data: sexta, 15 de dezembro de 2023
Horário: 19h30
Classificação: 14 anos
Duração: 40 min
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito
Título: “Take a Deep Breath / TAKE 1” | Jorge Garcia Cia de Dança | Dança em Foco
Linguagem: Dança
Público alvo: Geral
Resumo: O argumento do trabalho dirigido por Jorge Garcia reflete as relações que cada intérprete
estabelece com seus pares e com o espaço, extrapolando os limites do que é ou não é cena. Nesse processo, busca-se fazer do próprio labor cotidiano a construção de uma obra, onde as imagens construídas transitam dentro de um grande espectro de sentidos. O espetáculo é filmado pelos intérpretes e transmitido em tempo real, dando ao público a chance de acompanhar múltiplas perspectivas e planos de um mesmo acontecimento, e se relacionar como receptor ativo com as ações que se desenvolvem ao seu redor.
Histórico da Cia:
Duração: 50 min
Classificação: 16 anos
Ficha Técnica:
Direção geral: Jorge Garcia
Assistência de coreografia: Irupé Sarmiento
Interpretação: Dani Moraes, Felipe Teixeira, Irupé Sarmiento, Jorge Garcia, Karen Marçal e Mariana Molinos
T : É “O”
Design de Luz: Jorge Garcia, Ari Buccioni (in memoriam) e Rossana Boccia
Operação de Luz: Rossana Boccia
Técnico audiovisual: Flavio M. Silva
Captação/Edição e finalização de vídeo: Pri Magalhães
Design Gráfico: Sonaly Macedo
Mídias Sociais: Juliana Vinagre
Registro em Foto: Leandro Moraes, Silvia Machado e Giorgio Donofrio
Assessoria de Imprensa: Elaine Calux
Produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção)
Serviço
Data: sábado, 16 de dezembro de 2023
Horário: 19h30
Classificação: 14 anos
Duração: 50’
Informações:
Parceria:
Público esperado:
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito



Atividade: Mostra de videodança e Instalações – informações abaixo
Linguagem: Dança
Público alvo: Entrada Livre – haverá um monitor em cada sala
Cronograma de produção e pós produção: montagem dia 05/12 e desmontagem dia 17/12
após a última sessão da MIV
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Não, mas haverá um programa da MIV com áudio-descrição e libras que será apresentado em diversos horários conforme a programação.
A programação dos vídeos será acessada no site http://www.dancaemfoco.com.br.
Classificação: Livre
Duração: todos os dias do festival
Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado).
Sala multiuso: máximo 60 lugares cada
Galeria: máximo 30 lugares cada, necessárias cadeiras
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito
ENTRADA SEM INGRESSOS e lista de presença
• MIV – MOSTRA INTERNACIONAL DE VIDEODANÇA
Galeria, Mezanino do 3o andar, de 06 a 17/12/2023, 3a a sábado, das 10h às 21h30; domingo, das 10h às 20h.
* As exibições serão interrompidas durante a realização das conversas e espetáculos.
Nesta edição comemorativa, a MIV tem curadoria e programação de Beatriz Cerbino, David Leão, Leonel Brum, Paulo Caldas e Sarah Ferreira.
Cerca de cem obras foram selecionadas a partir de convocatória internacional que recebeu mais de mil inscrições. Participaram de sua pré-seleção os integrantes do projeto Midiadança (UFC) Aihady Sandmy,
Gabs Aquino, Matheus Carneiro, Matheus Costa e Sâmya de Lima.
A MIV exibirá também mostras on tour dos festivais VideodanzaBA, Imarp, Fivrs, Quadro por Danza, Sans
Souci e D’Olhar; e o programa especial “Biscoito Carioca”, com uma seleção de obras produzidas por
realizadores da cidade do Rio de Janeiro.
Além de promover a difusão de obras de realizadores/as e temas ligados aos movimentos afro-diaspóricos
e LGBTQIAP+ em sua programação, a MIV, como importante ação de acessibilidade, inclui um programa
especial de videodanças com obras que contam com áudio-descrição e libras, produzido pelo projeto
Midiadança da UFC – Universidade Federal do Ceará.
Nos dias 6 a 17 de dezembro, o público do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro poderá assistir a mais de
XXX horas de obras de videodança em XXX horas de exibição.
A programação dos vídeos será acessada no site http://www.dancaemfoco.com.br.
• INSTALAÇÕES
Sala Multiuso no 3o andar, de 06 a 17/12/2023, 3a a sábado, das 10h às 21h30; domingo, das 10h às 20h.
Monólogo de Dois de Celina Portella
* Intervenção Coreográfica ao vivo em frente à instalação na Sala Multiuso: dias 06, 08, 13 e 15/12, às 18h15.
Buscando uma transversalidade entre diferentes linguagens e integrando suas experiências em dança, cena, artes plásticas e vídeo, Celina Portella e Fernanda Más propõem um questionamento sobre a representação do corpo e o automatismo cotidiano.
As performers apresentam uma frase coreográfica de caminhadas, baseada na movimentação cotidiana, muitas vezes autômata, de pessoas que habitam e transitam em meios urbanos. Elas repetem ininterruptamente idas e voltas, criando uma relação espacial ritmada como em um looping contínuo. A duplicação dos corpos e seus efeitos ilusórios, ora ao vivo, ora em vídeo, colocam lado a lado o real e o
virtual e jogam com a percepção do espectador.
A intervenção coreográfica dura 10 minutos e apresenta uma mesma movimentação em diferentes contextos, dissolvendo as fronteiras entre obra, espaço, público, performance e imagem.
Celina Portella trabalha com artes plásticas e dança, investigando questões sobre a representação do corpo a partir do vídeo e da fotografia. Estabelecendo diálogos entre arquitetura, cinema, performance, intervenções urbanas e, mais recentemente, escultura. Como bailarina e co-criadora, trabalhou com os coreógrafos Lia Rodrigues e João Saldanha. Estudou design na PUC-Rio, se formou em artes plásticas na Université Paris VIII e estuda atualmente Artes do corpo na PUC-SP.
Fernanda Más atriz, circense e performer, pesquisa palhaçaria, teatro físico e dança, foi integrante do espetáculo “O”, do Cirque du Soleil e integrou a Intrépida Trupe. É formada em Educação Física e Pós-graduada pela Faculdade Angel Vianna em Preparação Corporal nas
Artes Cênicas. Realizou a direção de movimento de diversas peças Atualmente faz parte do elenco do trabalho vAiVéM contemplado pela Lei Aldir Blanc RJ, Retomada Cultural 2020 e do coletivo de artistas circenses MÃO.
Delirar o Racial de Davi Pontes e Wallace Ferreira
“Delirar o racial” uma imagem para pensar espacialidade sem as ficções formais de espaço e tempo partir da relação entre o racial e o não-local, os artistas Davi Pontes e Wallace Ferreira coreografam um experimento artístico, efetivamente democrático e inclusivo, que pensa a diferença sem separabilidade e que oferece uma equação para pensar o espaço tempo como descritores de tudo que existe neste mundo.
O efeito é uma obra experimental, com uma série de ações que lidam com a incerteza, a desordem e o provisório para pensar uma ética fora do tempo para vidas negras.
Davi Pontes é artista, coreógrafo e pesquisador. Formado em Artes pela Universidade Federal Fluminense e Mestre em Artes (Estudos Contemporâneos das Artes) da mesma instituição. Estudou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo ESMAE (Porto, Portugal). Desde 2016 tem apresentado o seu trabalho em galerias de arte e festivais nacionais e Internacionais. Dirigiu o filme Delirar o racial em parceria com o artista Wallace Ferreira, obra comissionada pelo Programa Pivô Satélite, em 2021.
Wallace Ferreira (RJ) é graduando em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Constrói estratégias e coreografa ações para escapar das representações. Através de práticas indisciplinares suas criações provocam acidentes entre diversas linguagens, como dança, teatro, performance e artes visuais, investindo na percepção de si como um caminho possível de sonhos musculares. Movido pelos desafios de tensionar o presente, desde 2017 tem apresentado seus trabalhos em galerias de arte, festivais nacionais e internacionais como Pivô Satélite, Festival Panorama, ArtRio, Exposição Presença e HOA ART.
Série Sitiado: Tríptico de Paulo Caldas e Allan Diniz
O arame farpado – e sua associação a uma delimitação brutal e autoritária do espaço – pode ser visto, mais ou menos frequentemente, em todas as regiões de nossas cidades. Também as redes laminadas, as
concertinas e as cercas elétricas, para além de demarcarem terrenos e territórios, insistem e evocam uma violência iminente, uma paisagem de ameaça tornada cotidiana. O espaço extramuros se deprecia como
espaço propriamente público, pois é tomado como hostil, intensificando processos de privatização das vidas reconhecíveis em muitas cidades contemporâneas. Ocupar as ruas das cidades, especialmente como Fortaleza, implica perturbar aquilo que nosso urbanismo e nossa arquitetura (im)põem como distribuição e circulação dos corpos; implica inventar e aventurar poética e politicamente outras coreografias urbanas.
O coreógrafo Paulo Caldas é graduado em Filosofia, doutor em Educação e professor dos cursos de Dança da Universidade Federal do Ceará. Sua produção envolve espetáculos, instalações e videodanças.
Coorganizou livros sobre videodança e dramaturgia da dança e é diretor do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança.
Allan Diniz é artista audiovisual, fotógrafo e jornalista; Mestre em Comunicação – Fotografia e Audiovisual (UFC-Brasil), especialista em Linguagens e Mídias Digitais (Uni7-Brasil) com graduação em Comunicação (Unifor-Brasil). Atua internacionalmente como profissional freelancer conectando as áreas da comunicação, artes e tecnologia por meio de trabalho e pesquisa em audiovisual e fotografia.
Atividade: Oficinas e Minicursos – informações abaixo
Linguagem: Dança
• OFICINAS
Videodanza-Minuto com Silvina Szperling (Argentina)
Loft, 2o andar, 05 a 08 de dezembro – 10h às 13h
O videominuto ou cineminuto é um gênero que combina clareza conceitual, domínio dos materiais e tecnologias utilizadas, capacidade de colaboração em equipe e, por que não, uma grande dose de diversão e flexibilidade. Esta oficina, ao combinar as possibilidades da videodança com as do vídeo ou cineminuto, colocará em jogo a possibilidade de os participantes jogarem com os elementos disponíveis (corpos, movimentos, locações, histórias imaginadas ou reais) e condensar a experiência numa curta peça a se realizar ao longo da oficina. A partir da exibição e da discussão de exemplos históricos e contemporâneos de videodança-minuto, os participantes realizarão uma série de exercícios que levarão à realização de um videodança-minuto em pequenos grupos de colaboração.
Silvina Szperling é fundadora e diretora, desde 1995, do Festival Internacional VideoDanzaBA (www.VideoDanzaBA.com.ar), membro fundador do Circuito Videodanza MERCOSUR, do Foro Latinoamericano de Videodanza e da REDIV (Red Iberoamericana de Videodanza – https://rediv.org/).
Szperling é pioneira do gênero videodanza em seu país com sua obra Temblor (1993, Premio “Mejor Edición”, da Secretaría de Cultura de la Nación e parte da coleção de dança da New York Public Library no Lincoln Center). Escreveu artigos comissionados UCLA para o livro “Envisioning Dance On Film And Video”, assim como Rumos Itaú Cultural. Co-organizadora do livro “Terpsícore en ceros y unos. Ensayos de Videodanza” (primeira publicação sobre este campo no idioma espanhol).
Videodança – Exercícios tecno-poéticos para composição com Carmen Luz (RJ)
Loft, 2o andar, 12 a 15 de dezembro – 10h às 13h
Oficina prática e especulativa destinada a profissionais de dança e audiovisual com experiência na realização de videodança. A partir do visionamento de obras consagradas, bem como a interpretação e/ou apropriação de seus conceitos, será proposto aos participantes a divisão em 4 equipes formadas por técnicos e artistas com vistas à experimentação, à criação e à realização de novas coreografias para a tela.
Carmen Luz nasceu e mora na cidade do Rio de Janeiro. É realizadora audiovisual, curadora e artista da dança atuante no cinema-documentário, nas artes cênicas e nas artes visuais. Trabalha também profissionalmente nos campos da pesquisa, ensino, reflexão, dramaturgia e consultoria. Possui reconhecido desempenho na gestão pública de equipamentos culturais e projetos socioculturais e educativos. As políticas da memória e a centralidade do racismo na cultura ocidental constituem as bases de sua pesquisa artística e teórica. Suas obras, realizadas e veiculadas em diversos meios e suportes, abordam imaginários e práticas subalternizadas, especialmente de mulheres, homens e jovens afrodescendentes.
• MINICURSOS
Breviário de composição com Alexandre Veras (CE) e Paulo Caldas (CE/RJ)
Loft, 2o andar, 05 e 06 de dezembro – 14h às 18h
Propõem uma série de aproximações ao universo da composição tomada aqui em sua acepção mais básica, de aproximar, dispor, montar coisas. Coisas que podem ser objetos, imagens, sons, palavras. Algumas dessas aproximações serão mais teóricas, tentando apresentar e construir ferramentas conceituais que possam nos ajudar a operar o pensamento em meio a essa brincadeira, outras serão exercícios e proposições para compor com coisas.
Alexandre Veras vem desenvolvendo uma série de trabalhos de borda juntando cinema, artes visuais, instalações sonoras, dança e traquitanas. Realizou alguns filmes entre documentário, vídeo-dança e curtas experimentais, ficção e alguns trabalhos de instalação.
Paulo Caldas é Coreógrafo, doutor em Educação e professor dos cursos de Dança da UFCE. Sua produção artística envolve espetáculos, instalações e videodanças e já foi apresentada em diversos festivais no Brasil e no exterior. Co-organizou livros pioneiros sobre videodança e dramaturgia da dança, e é diretor artístico do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança.
Poéticas de dança para a tela com Leonel Brum (RJ) e Lilian Graça (BA)
Loft, 2o andar, 07 e 08 de dezembro – 14h às 18h
Minicurso direcionado à reflexão e experimentação acerca da criação de dança para a tela, tendo como perspectiva aspectos teóricos de sua produção, assim como suas formulações estéticas e práticas no sentido da relação entre corpo, movimento e tela. Introdução aos conceitos possíveis da videodança.
Recorte da produção da videodança no Brasil e no mundo a partir de seus antecedentes históricos e na contemporaneidade. Introdução aos estudos da percepção na videodança apoiada nos conceitos da empatia estética, cognição situada, corpo fílmico, imersão e visualidade háptica.
Leonel Brum é diretor artístico do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança. É doutor em Artes Visuais pela UFRJ, professor dos cursos de dança do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenador do Midiadança: Laboratório de Dança e Multimídia, da UFC.
Também atuou como coordenador da equipe brasileira do projeto TEPe: Technologically Expanded Performance, uma parceria da UFC, com a Ulisboa, Portugal. É membro do Conselho Consultivo da REDIV – Rede Ibero-americana de Videodança. Atuou como bailarino, coreógrafo e ator profissional.
Lilian Graça é artista-pesquisadora, coreógrafa, dançarina e videasta. Doutora em artes cênicas com pesquisa em cinestesia na videodança, tem-se ocupado em correlacionar processos de criação, empatia estética, percepção, cognição e imersão na dança e na videodança: experimentando metodologias criativas, realizando obras, ministrando oficinas, cursos, palestras e publicando textos na área. Desde 2011 tem
participado com diferentes obras em festivais internacionais e nacionais de videodança.
Dança para celular com Sarah Ferreira (SC)
Loft, 2o andar, 12 e 13 de dezembro – 14h às 18h
Voltado para bailarinos, performers, videoartistas e interessados em geral e vai experimentar a criação de vídeos nos aparelhos celulares. Nos encontros vamos abordar as relações corpo-câmera, aplicativos de edição, montagem e exibição de pequenas peças de videodança criadas pelos participantes. Serão realizados exercícios práticos com a câmera e aplicativos de edição, e compartilhados materiais videográficos, textos, informações sobre pesquisa e festivais de videodança.
Sarah Ferreira é performer, educadora e artista multimídia. Cursou Graduação e Mestrado em Teatro na Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes – PPGCA da Universidade Federal Fluminense (UFF). Membro da Rede Ibero-americana de Festivais Internacionais de Videodança (REDIV). Diretora e curadora da plataforma
Videodança+.
Atividade: Diálogos – informações abaixo
Linguagem: Dança
Público alvo: Entrada Livre
Classificação: Livre
Duração: +/- 1h30 cada
Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares – somente para a abertura no dia 06/12
Galeria: máximo 30 lugares cada, necessárias cadeiras
Programação presencial
– Valor Ingresso: gratuito
Mesa aberta: dança em foco: 20 anos com Paulo Caldas, Leonel Brum, Regina Levy e Eduardo Bonito (online) com a participação de Beatriz Cerbino e Sarah Ferreira
Teatro Angel Vianna, 06 de dezembro às 18h30
Seguido de coquetel no Lobby
A conversa de abertura da edição comemorativa dos 20 anos trata precisamente do festival dança em foco
– sua história e a evolução da videodança no Brasil e no mundo, e reúne o núcleo responsável pela criação
e consolidação.
Mesa aberta: A curadoria como poética com Alexandre Veras; Silvina Szperling e Sarah Ferreira
mediação de Paulo Caldas
Galeria, 07 de dezembro às 18h30
A curadoria é mais do que a seleção e a programação de obras; é um fazer artístico. Como um artista, o curador cria relações que transcendem a mera disposição de obras. Nesta conversa, nossos convidados tratam de suas experiências curatoriais e do lugar da curadoria nos festivais de videodança pelo mundo.
Conversa: A percepção do movimento na pesquisa em videodança com Lilian Graça
mediação de Beatriz Cerbino
Galeria, 08 de dezembro às 18h30
Nesta conversa, Lilian Graça compartilha sua pesquisa artística-acadêmica e seu processo de composição em videodança baseada em experimentos e obras que abarcam a percepção do movimento (cinestesia); são elaborações criativas e estéticas que intencionam mobilizar o corpo do espectador. A pesquisa parte de abordagens que entende de arte e com o audiovisual, entre estas estão a cognição situada, empatia estética, visualidade háptica e corpo fílmico.
Lilian Graça é artista-pesquisadora, coreógrafa, dançarina e videasta. Doutora em artes cênicas com pesquisa em cinestesia na videodança, tem-se ocupado em correlacionar processos de criação, empatia estética, percepção, cognição e imersão na dança e na videodança: experimentando metodologias criativas, realizando obras, ministrando oficinas, cursos, palestras e publicando textos na área. Desde 2011 tem participado com diferentes obras em festivais internacionais e nacionais de videodança.
Conversa: A experiência formativa das oficinas com Celina Portella, Luciana Ponso, Marcus Moraes
mediação de Leonel Brum
Galeria, 09 de dezembro 17h30 às 19h
Convidamos os professores que realizaram as oficinas no Centro Coreográfico (Tijuca), na Arena Carioca Fernando Torres (Madureira) e na Lona Cultural Herbert Vianna (Maré) para falar sobre sua atuação nesses espaços e exibirem os trabalhos finais, com o testemunho na presença dos alunos-realizadores acerca de suas experiências artísticas e pedagógicas.
Conversa: Oxowusi: processo criativo com Augusto Soledade
mediação de Sarah Ferreira
Galeria, 13 de dezembro 18h30
N , óg “O w ” g çã g g
cinematográfica com o objetivo de transpor obras criadas originalmente para o . “O w ”
(Brasil/EUA, 2023) justapõe certos aspectos de uma iniciação no Candomblé com o conto iorubá de como Oxossi, o caçador de uma flecha, tornou-se uma divindade. O filme procura refletir sobre a relevância da memória ancestral e a nossa ligação à vida contemporânea.
Augusto Soledade é coreógrafo e diretor artístico da companhia de dança Augusto Soledade Brazzdance, sediada em Miami (EUA), onde também atua como professor associado na Universidade da Flórida. Sua carreira inclui diversas distinções, como o reconhecimento como Guggenheim Fellow em 2008 e a nomeação para o US Artist Fellowship em 2018. Ele foi agraciado com a Miami Dade Choreographer’s Fellowship sete vezes, além de receber o Knight Arts Challenge Grant e o Individual Artist Fellowship da Secretaria de Cultura do Estado da Flórida em 2012. Em 2011, Soledade obteve financiamento para sua obra Cordel através do Creation Fund Grant e do Forth Fund Grant da National Performance Network. O artista tem mestrado em Dança pela SUNY Brockport e formação na Universidade Federal da Bahia.
Conversa: A videodança dos corpos pretos com Carmen Luz
de Beatriz Cerbino
Galeria, 15 de dezembro às 18h30
A partir de pesquisa iniciada em 2015 a coreógrafa e cineasta Carmen Luz abordará a presença de artistas negres na videodança realizada no Brasil.
Carmen Luz nasceu e mora na cidade do Rio de Janeiro. É realizadora audiovisual, curadora e artista da dança atuante no cinema-documentário, nas artes cênicas e nas artes visuais. Trabalha também profissionalmente nos campos da pesquisa, ensino, reflexão, dramaturgia e consultoria. Possui reconhecido desempenho na gestão pública de equipamentos culturais e projetos socioculturais e educativos. As políticas da memória e a centralidade do racismo na cultura ocidental constituem as bases de sua pesquisa artística e teórica. Suas obras, realizadas e veiculadas em diversos meios e suportes, abordam imaginários e práticas subalternizadas, especialmente de mulheres, homens e jovens afrodescendentes.
• CONFERÊNCIA: Danças para, com e nas telas: espaços-tempos
estendidos
com Beatriz Cerbino
Galeria, 16 de dezembro 17h30 às 19h
Esta conferência propõe apresentar para debate algumas questões relacionadas ao corpo e à dança para/com/na tela, em especial a partir dos atravessamentos das categorias espaço e tempo. Discussões que emergem em diálogo com as perspectivas propostas por autores/as como Ana Pais, Gilles Deleuze, José Gil, Paulo Caldas e Milton Santos.
Beatriz Cerbino é professora da Universidade Federal Fluminense, do curso de graduação de Produção Cultural, no departamento de Artes e Estudos Culturais, e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes – PPGCA UFF. É pesquisadora do INCT Proprietas, colaboradora da Rede Iberoamericana de Videodança – REDIV, pesquisadora colaboradora do Projeto TEPe – Technologically Expanded Performance e curadora da mostra de videodança Redes Confluentes.

Título: Mostra de trabalhos em processo da disciplina “Corpo, práticas feministas e dramaturgias de testemunhos” (PPGDan e PPGAC/ UFRJ)
Linguagem: Dança e Performance
Público alvo: pessoas interessadas nas artes da dança e da performance
Resumo:
Mostra de trabalhos em processo da disciplina “Corpo, práticas feministas e dramaturgias de testemunhos” dos Programas de Pós-graduação em Dança e em Artes da Cena (PPGDan e PPGAC/ UFRJ).
Ficha Técnica:
Docentes responsáveis: Profa. Dra. Lígia Losada Tourinho e Dra. Vanessa Macedo (Pós-doutoranda PPGDan/ UFRJ)
Artistas: Aline de Oliveira Bernardi, Aruam Galileu Pereira Santos, Davidson José Martins Xavier, Fernanda Dias Báfica, Flora Bucão, Leonardo Elias de Paula Paixão, Luana Garcia, Marcos Frederico Miranda Klein, Marina Bona Lustosa, Mirian Barbara Miralles Torres, Nayara Ferreira Calixto, Nilen Lizeth Vergara Cohen, Rúbia Vaz e Thiago Gomes Barboza De Souza.
Serviço
Data: 05/ 12/ 2023
Horário: 18h
Classificação: Livre
Duração: 2 horas
Informações: O evento será realizado no hall e no Teatro Angel Vianna
Parceria: PPGDan/ UFRJ
Título: Gala de Encerramento de 2023
Linguagem: Dança
Público alvo: Todos
Resumo: A École de Danse KDias abriu suas portas em Novembro de 2021, e desde então vem trabalhando com seus alunos o desenvolvimento da linguagem da dança em diversas modalidades, ballet, contemporâneo, sapateado, bem como stiletto e video danse. Com duração de uma hora, a gala trará para cena, todo o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos da École em uma apresentação que contemplará diversas modalidades, dando a oportunidade aos seus alunos a experiência de estar em cena e ao público uma fruição artística diversa. A École de Danse KDias tem o orgulho de trazer ao palco do centro coreográfico sua Gala de encerramento do ano letivo de 2023.
Ficha Técnica: Direção Geral Karina Dias
Serviço
Data: 10 de Dezembro
Horário: 11h
Classificação: Livre
Duração: 1H
Informações: Uso de barras móveis para o aquecimento.
Venda de ingressos:40,00
Parceria: Ballet Point
Título: Pinóquio (Adaptação Musical)
Linguagem: Dança
Público alvo: O espetáculo “PINÓQUIO” é destinado ao público infantil, jovens, educadores onde podemos considerar que é um espetáculo para toda família.
Resumo:
ADAPTAÇÃO MUSICAL DO LIVRO PINÓQUIO DE CARLO COLLODI. ESCRITOR E JORNALISTA ITALIANO.
Gepetto, um bondoso marceneiro, desejava que a sua mais importante criação, o boneco de madeira Pinóquio, pudesse converter-se em um menino de verdade. A estrela dos desejos concedeu-lhe o pedido, advertindo Pinóquio de que para virar humano ele deveria ser generoso, sincero e valente. O Grilo que por ali passava virou a consciência de Pinoquio. Mesmo tendo um coração puro e verdadeiro, Pinoquio se envolve em várias aventuras perigosas por confiar em estranhos maliciosos. Sempre ajudado pelo Grilo, Pinoquio aprende com seus erros provando suas qualidades à estrela dos desejos e transformando-se em um menino de verdade.
Ficha Técnica:
Direção Artística – Mercedes Ferrero
Direção Geral – Mercedes Ferrero
Professora e Coordenadora – Luana Santos
Professora e coreógrafa – Elaine Oliveira
Edição de som e imagem – Talina Valpassos
Edição de som – Ricardo Calafate
Confecção figurino – Ilma Poty
Adereços – Luciana Pereira
Apoio – Maria Santos / Lucimar Amaral / Fátima Silva/Gizelda Silva .
Administração – Wanda Coco e Maria Cristina Bergo
Histórico da cia: Nascido em 1990, a professora de ballet clássico Mercedes Ferrero, com o apoio da Capelania Militar, o projeto Ballet Brasil tem o propósito de ampliar o horizonte das crianças e adolescentes de comunidades de baixa renda, tornando-os cidadãos conscientes e criativos, tendo como agentes de transformação diversas atividades culturais e de apoio ao enfrentamento dos problemas sociais que atingem crianças e adolescentes da nossa sociedade.
Durante esses 30 anos de atuação, mais de 5.000 mil crianças e adolescente tiveram no Ballet Brasil seus pontos de referência e esperança de um futuro promissor não só na dança, mas em toda a sua trajetória de vida.
Serviço
Data: 17/12/2024
Horário: 11HS
Classificação: LIVRE
Duração: 50 MINUTOS
Informações: Apresentação voltada para crianças e famílias em geral.
Programação presencial
– Valor Ingresso: R$40 inteira, R$20 meia.
– Ingressos para venda – 150 ingressos

Título: As nossas mais belas canções
Linguagem: Dança
Público-alvo: Livre
Resumo: O espetáculo faz homenagem “As nossas mais belas canções”, valorizando a nossa música e artistas brasileiros, sobretudo, fazendo memória de músicas e cantores que são história de nosso povo, do nosso país. Um pot pourri de alegria, recordações e muita emoção.
Ficha Técnica: Estudantes e professores do projeto
Coordenação: Rafael Félix e Direção
Coreografias: Natália Dias, Estefani Oliveira, Rafael Félix
Histórico da cia: O PROJETO RAÍZES DA VILA SURGIU EM 2004 NO MORRO DOS MACACOS COM CRIANÇAS E JOVENS QUE PARTICIPAVAM DE OFICINAS DE DANÇA DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO AO TRABALHO INFANTIL- PETI. O EDUCADOR SOCIAL E PRODUTOR CULTURAL RAFAEL FÉLIX PERCEBEU A NECESSIDADE DE EXPLORAR E DESENVOLVER MELHOR AS POTENCIALIDADES ARTÍSTICAS DE DANÇA PARA CRIANÇAS E JOVENS DA COMUNIDADE QUE APRESENTAVAM MUITA HABILIDADE E TALENTO E QUE NÃO TINHAM OPORTUNIDADES DE ATIVIDADES QUE FOCASSEM ESPECIFICAMENTE NAS LINGUAGENS DA ARTE, SOBRETUDO, NAS DANÇAS. O PROJETO EXPANDIU EM 2010 OFERECENDO ATIVIDADES DE TEATRO, DANÇA, CIRCO, FIGURINO E CANTO COM PARCERIA E APOIOS DE AMIGOS ARTISTAS VOLUNTÁRIOS, RESPONSÁVEIS E ALUNOS DA COMUNIDADE. O PROJETO SOCIAL DESDE 2014, PRODUZIU DIVERSOS ESPETÁCULOS QUE FORAM APRESENTADOS NO TEATRO DO CENTRO CULTURAL DA LIGHT, TAIS COMO: TRIBUTO A MPB, FAVELA, RITMOS, BOING 169 PARTIU UMA VIAGEM PELO BRASIL, SETE PEGADOS E SETE VIRTUDES – FILMES E MUSICAIS – COISAS QUE VEM DO CORAÇÃO, DENTRE OUTROS. O PROJETO PARTICIPOU DA MONTAGEM DA COMISSÃO DE FRENTE MIRIM DA PORTELA – FILHOS DA ÁGUIA NO CARNAVAL DE 2011, TENDO COMO INTEGRANTES DA COMISSÃO DE FRENTE OS ALUNOS DAS AULAS DE DANÇA, PROMOVEU O DESFILE FAVELA FASHION SUSTENTÁVEL EM 2013 QUE ACONTECEU NA PRÓPRIA COMUNIDADE. JÁ TIVEMOS A OPORTUNIDADE DE TER PARCERIA COM O SESC DA GRANDE TIJUCA E WORKSHOPS DE DANÇA E ACROBACIA AÉREA COM PROFESSORES E COREOGRÁFOS RENOMADOS COMO DANIEL LOURENÇO E ROMULO MORADA. TAMBÉM TIVEMOS A PARTICIPAÇÃO DE WORKSHOPS COM JUNIOR PAIXÃO QUE TRABALHOU NO PREPARO DE ARTÍSTAS DA REDE GLOBO. EM 2018. PARTCIPAMOS DO 7° FESTIVAL NACIONAL DE DANÇA – EXPRESSÃO E ARTE, ONDE OS ALUNOS DO PROJETO CONSEGUIRAM PREMIAÇÃO DE
2° COLOCAÇÃO COM A PREMIAÇÃO DE MELHOR COREOGRAFIA NA CATEGORIA ADULTO. O PROJETO JÁ FUNCIONOU NO CENTRO COMUNITÁRIO LÍDIA DOS SANTOS E NA VILA OLÍMPICA ARTUR DA TÁVOLA, E ATUALMENTE FUNCIONA EM UMA SALA DE DANÇA DENTRO DO ESPAÇO CENTRO CULTURAL DA CRIANÇA. AMBOS OS ESPAÇOS
ESTÃO LOCALIZADOS NO BAIRRO DE VILA ISABEL ORGANIZADOS PELA ONG INATOS.
Serviço
Data: 17/12/2023
Horário: 16h às 17h
Classificação: Livre
Duração:60 min
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico RJ
Valor: Gratuito
Título: Brasil sem Ponto Final (Culminância)
Linguagem: Dança/Teatro/Performance e Artes Visuais.
Público alvo: público em geral com maior atenção a estudantes e profissionais do campo das artes cênicas, performance e artes visuais.
Resumo:
“Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale Apresentam”: Brasil sem Ponto Final”, interpretado pela Cia Gente, escrito e dirigido pelo dramaturgo e antropólogo Paulo Emílio Azevedo e coordenado pela Zuza Zapata Arte e Produção.
Após percorrer 10 cidades brasileiras, sendo duas por região, o “Brasil sem Ponto Final” chega à sua casa: O Rio de Janeiro é o lugar de culminância deste projeto. Sendo assim, não haveria espaço mais especial que concluir este momento na casa que viu esta companhia nascer e se desenvolver- O Centro Coreográfico é sem sombra de dúvida o locus e a referência de produção simbólica e cultural da dança no Rio de Janeiro.
Para isso foi pensada uma programação que pudesse contemplar um olhar panorâmico, revelando por sua vez a abrangência e os impactos que este projeto provocou em cada cidade que passou, não obstante as trocas e os intercâmbios, bem como os empregos diretos e indiretos gerados a partir de um avanço sobre as possibilidades da cadeia produtiva e do uso responsável dos recursos públicos privados em nosso país.
A mostra está organizada em três dias de atividades de 20 a 22 de dezembro.
A programação inclui (oficina, espetáculos, exposição fotográfica, vídeo documentário, performance e atividades de pesquisa). O projeto inclui acessibilidade e democratização do acesso com atividades gratuitas e ou preços populares.
Ficha Técnica:
Criação e direção: Paulo Azevedo
Assistente de direção/ensaiadora: Paula Lopes
Direção técnica, trilha e Iluminação: Filipe Itagiba
Figurinistas: Isa Czar e João Alves
Produção Executiva: Flávia Menezes
Cenotécnica: Cristiano Lucena
Mestres de Cerimônia: Júlia Rios e Gabriel Henrique
Assessoria de Imprensa: Sandra Villela
Coordenação e Gestão: Zuza Zapata
Intérpretes-criadores: Amanda Oli, Isa Czar, João Victor Castro, Bruno Duarte, Margot, Rafael Fernandes, Salasar Jr*, Sarah Melissa, Vinícius Pitbull, Pedro Brum e Zulu Gregório.
Histórico da Cia:
Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio
Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente.
Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer.
Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e “Vírgula” (2022).
Saiba Mais:
@cia.gente
Serviço:
Data: 21 e 22 de dezembro.
Horário: 20h
Valor: Dia 20/12 Gratuito, 21 e 22 de dezembro: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos
Título: Batuca o Tambor, movimenta o mundo
Linguagem: Dança
Público alvo: Todos os públicos
Resumo:
A explosão que da origem a vida, trazendo a dança como personagem principal. O tambor sendo a primeira comunicação do corpo humano com o movimento. O tambor bate, o homem acorda, a dança surge…
Entre pé no chão e sapatilhas, a dança e sua evolução desde a África até o Brasil, os negros fazendo história nesta terra varonil.
Ficha Técnica:
Histórico da cia: O projeto Efeitos Vianna é um projeto social que visa levar a
arte a crianças periféricas do bairro do Alto da Boa Vista com aulas específicas
de ballet e teatro.
O projeto surgiu em junho de 2016 e desde então segue trabalhando em prol
das crianças e adolescentes das comunidades do Mata Machado, Tijuaçu e
Agrícola. O objetivo principal do projeto é contribuir para o desenvolvimento
pessoal e profissional dos indivíduos que passam por ele. Queremos proporcionar a essas crianças e jovens oportunidades de uma vida pautada na ética do bem e acreditamos que a arte é um dos melhores caminhos para alcançar esse valor.
Serviço
Data: 23/12
Horário: 11h
Classificação: livre
Duração: 1:30h
Público esperado: 150 lugares
Teatro Angel Vianna
– Valor Ingresso: Plateia inteira r$20

LOFT, ESTÚDIOS MULTIUSO,MIDIATECA
Título: oficina Ala Coreografada “Império da Tijuca”
Linguagem: Dança e Carnaval
Público alvo: Mulheres maiores de 18 anos com alguma experiência em dança.
Resumo: Continuidade da parceria entre o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e o GRESE Império da Tijuca para ação de engajamento comunitário através de sessão de fantasias em ala coreografada no desfile 2024 sob o enredo “Sou Lia de Itamaracá, cirandando a vida na beira do mar” do carnavalesco Júnior Pernambucano. As oficinas de criação acontecerão no Centro Coreográfico aos sábados, das 10h às 12h. Os ensaios de rua acontecem todos os domingos de janeiro, à noite, na Rua Conde de Bonfim, esquina com a Rua José Higino.
Cronograma:
Início:
04/11 até 16 de Dezembro – sábado às 10h
Janeiro – Aos domingos (ensaio de rua) – 19h
Ficha Técnica:
Orientação: Diego Dantas e Hágata Pires
Serviço
Horário: 10h
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico e GRESE Império da Tijuca
Programação presencial
Valor do Ingresso: Atividade gratuita
Público esperado: 50 pessoas
Classificação: 18 anos
A parceria faz parte de termo de cooperação técnica entre o Centro Coreográfico e a GRESE Império da Tijuca visando a difusão da cultura coreográfica no território da Tijuca.
Título: Oficina Improvisação e Composição
Linguagem: Dança, Improvisação
Público alvo: pesquisadores, bailarines, criadores das artes cênicas e circenses.
Resumo do trabalho: Encontro para mobilizar a atenção e presença através de danças, jogos e improvisações. Através de jogos de atenção e presença trabalharemos um corpo dilatado e sensível para experimentar princípios da dança, estar em jogo, utilizar a memória corporal e sua atualização em improvisações individuais e em grupo.
Ficha Técnica: Proposição e orientação: Camila Fersi; Professores: Camila Fersi, Gabi jung, Maria hermeto e Samuel Frare.
Histórico da cia: O Coletivo Instantâneo é um núcleo de pesquisa e criação em dança contemporânea que tem a improvisação como metodologia de trabalho desde o início de sua trajetória em 2011. É formado por pessoas de diversas áreas do conhecimento, interessadas em corpo, movimento e dança; que estão sempre em trânsito e itinerância de acordo com os projetos. O grupo vem desenvolvendo espetáculos e oficinas ao longo desses dez anos, difundindo e fazendo circular conteúdos de dança por onde passa; seus trabalhos podem ser conferidos no portfólio virtual: https://coletivoinstantaneo.tumblr.com/sobre%20o%20coletivo.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? A aula acontece no estúdio 1 ( terceiro andar) e portanto, não possui acesso total para pessoas que fazem uso de cadeiras de roda. No entanto, as aulas são ministradas por professores com experiência em ministrar aulas para pessoas com baixa mobilidade e baixa visão. Os professores também estão preparados para fazerem descrições das propostas de dança para pessoas não videntes.
Serviço:
Data: Todas as terças-feiras de Dezembro
Horário: 16 às 17h
Classificação – maiores de 16 anos.
número de vagas – 30
Duração: 1h
Informações:
OFICINA 01 – DIA 02/12/2023
Título: Canoa Cia de Dança convida Roberto Silva (Cambaio Cia de Dança) / 1º Ciclo de aulas abertas da Canoa Cia de Dança( OFICINA 01 – DIA 02/12/2023)
Linguagem: Dança
Público alvo: Estudantes e profissionais de dança contemporânea e clássica
Resumo: Canoa Cia de Dança convida Roberto Silva – bailarino, coreógrafo e diretor da Cambaio Cia de Dança. Roberto ministrará aula de dança contemporânea / técnica de chão. Essa é a primeira edição do projeto “Ciclo de aulas abertas da Canoa Cia de Dança”, que visa abrir as portas dos ensaios da companhia para bailarinos de fora, criando um ambiente de intercâmbio de conhecimento e estudo coletivo. Pretende-se convidar profissionais e parceiros da Canoa para ministrarem aulas e oficinas abertas ao público externo, potencializando a companhia também como uma plataforma de formação artística.
Ficha Técnica:
Direção e produção – Vitor Cunha
Artista convidado – Roberto Silva (Cambaio Cia de Dança)
Histórico da cia: A Canoa Companhia de Dança foi criada em 2018 por Vitor Cunha e, desde 2019, integra o programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Em 2022, também esteve em Residência Artística na Focus Espaço de Criação. A Canoa é uma companhia independente que trabalha como uma plataforma de pesquisa coletiva em dança contemporânea através do cruzamento de diversas abordagens do movimento e do processo de criação coreográfica. Já esteve em cartaz no Teatro João Caetano, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Teatro Angel Vianna e Teatro Cacilda Becker. Em 2022, esteve em cartaz com ÍCARO, patrocinado pelo Edital de Fomento à Cultura Carioca (FOCA/2021). A companhia é composta por bailarinos de distintas origens e formações, além de colaboradores das áreas de urbanismo, fotografia, arquitetura, produção, design e audiovisual – compondo um coletivo multidisciplinar.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Não.
OFICINA 02 – DIA 09/12/2023
Título: Aula de ballet clássico com Vitor Cunha (diretor e coreógrafo da Canoa Cia de Dança) / 1º Ciclo de aulas abertas da Canoa Cia de Dança (OFICINA 02 – DIA 09/12/2023)
Linguagem: Dança
Público alvo: Estudantes e profissionais de dança contemporânea e clássica
Resumo: Aula de ballet clássico ministrada por Vitor Cunha – bailarino, coreógrafo e diretor da Canoa Cia de Dança. A aula terá nível intermediário e é destinada a estudantes e profissionais de ballet clássico e dança contemporânea. Essa é a primeira edição do projeto “Ciclo de aulas abertas da Canoa Cia de Dança”, que visa abrir as portas dos ensaios da companhia para bailarinos de fora, criando um ambiente de intercâmbio de conhecimento e estudo coletivo. Pretende-se convidar profissionais e parceiros da Canoa para ministrarem aulas e oficinas abertas ao público externo, potencializando a companhia também como uma plataforma de formação artística.
Ficha Técnica:
Direção e produção – Vitor Cunha
Histórico da cia: A Canoa Companhia de Dança foi criada em 2018 por Vitor Cunha e, desde 2019, integra o programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Em 2022, também esteve em Residência Artística na Focus Espaço de Criação. A Canoa é uma companhia independente que trabalha como uma plataforma de pesquisa coletiva em dança contemporânea através do cruzamento de diversas abordagens do movimento e do processo de criação coreográfica. Já esteve em cartaz no Teatro João Caetano, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Teatro Angel Vianna e Teatro Cacilda Becker. Em 2022, esteve em cartaz com ÍCARO, patrocinado pelo Edital de Fomento à Cultura Carioca (FOCA/2021). A companhia é composta por bailarinos de distintas origens e formações, além de colaboradores das áreas de urbanismo, fotografia, arquitetura, produção, design e audiovisual – compondo um coletivo multidisciplinar.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Não.
Serviço
Data: 02/12/2023 e 09/12/2023
Horário: 13h
Classificação: Livre
Duração: 1h30
Informações: –
Parceria: –
Público esperado: Estúdio 2 – 60 pessoas
Programação presencial
Título: Laboratórios de criação – um mergulho no espetáculo Cio da Terra
Linguagem: Dança
Público alvo: Mulheres cis e trans maiores de 18 anos – com alguma experiência em dança contemporânea
Resumo: Nesta oficina realizaremos laboratórios de experimentação e criação em dança contemporânea onde trabalharemos, por meio de condução não diretiva, a partir da temática do espetáculo Cio da Terra, a mais recente criação da Cia Líquida.
Sinopse do espetáculo
Caverna, corpo-fenda, abertura que cria universos outros a partir das próprias entranhas, Cio da Terra instaura uma ambiência sensorial terrosa onde são trabalhados elementos do corpo feminino, seus ciclos e inquietações. Universo microcosmos de tempo cíclico espiralar que entrelaça presente, passado e futuro, que revira o tempo e o pluraliza.
Ficha Técnica: Ministrante – Mery Horta
Histórico da cia: A Cia Líquida, dirigida e coreografada por Mery Horta, é formada por profissionais majoritariamente negros, lgbtqia+ e de origem periférica da cidade do Rio de Janeiro. O seu primeiro espetáculo LÍQUIDA foi contemplado em 1o lugar no Prêmio FUNARJ de Dança 2021 para montagem, estreando em 2022 com sucesso de público e crítica nos teatros João Caetano e Armando Gonzaga RJ. Em seguida, participou da Mostra SESC Regional de Artes Cênicas RJ com circulação nas unidades SESC Madureira, Ramos e Tijuca. Ainda em 2022, realizou circulação pelos Teatros dos CEU’s São Paulo patrocinado pela Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo. E circulação pela rede Sesc Bahia (Pelourinho e Santo Antônio de Jesus). Contemplada com o Prêmio FUNARJ de Dança 2022 para a montagem do espetáculo inédito BOCA DO MUNDO que estreou em dezembro de 2022 nos Teatros João Caetano e Armando Gonzaga RJ. Apresentou na Mostra Monstra no Rio de Janeiro 2023, na Virada Cultural de São Paulo e realizou circulação pelos teatros nos CEUs pela Secretaria Municipal de Cultura SP 2023. Contemplada com o edital Cultural da FIRJAN, realizou a criação e estreia do espetáculo CIO DA TERRA em 2023 nos Teatros FIRJAN e no Teatro OI Futuro RJ em 2023.
Cronograma de produção e pós produção:
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Não
Serviço
Data: 16 de dezembro de 2023
Horário: 16h
Classificação: 18 anos
Duração: 3 horas
Informações:
Parceria:
Público esperado: 30 pessoas(responder com a capacidade máxima do espaço pautado).
Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares
Loft, estúdios e sala multiuso: máximo 60 lugares cada
Galeria e midiateca: máximo 30 lugares cada
Título: Oficina Casa da Mulher Sambista
Linguagem: Dança/ música
Público alvo: mulheres negras e periféricas
Resumo: o movimento das mulheres sambistas oferece uma série de oficinas gratuitas com o objetivo de promover a inserção de mulheres no mercado do samba.
Ficha Técnica:
Coordenador de projeto – Patricia Rodrigues
Coordenador pedagógico – Marina Iris
Produtora – Ebla Mahin
Professora cavaco – Laila Aurore
Professora cavaco – Yasmin Alves
Histórico da cia:
Serviço
Data: 31/07 a 15/12
Horário: 18:30 as 21:30
Classificação: a partir de 18 anos
Duração: 5 meses
Informações: instagram.com/movimentodasmulheressambistas
Parceria:
Programação presencial
Público esperado:60 mulheres
Gratuito
Título: OFICINA CORPO MEMÓRIA
Linguagem: Dança
Público alvo: maiores de 18 anos.
Resumo: A oficina, de curta duração, propõe, por meio das representações do gesto, da palavra e do movimento, o uso do corpo e da voz como estratégias narrativas, tendo como protagonismo as respectivas biografias dos participantes. Para isso se utiliza da descrição textual, imagética, das atmosferas rítmicas, das cores, dos afetos e, sobretudo, das aberturas que podem ser suscitadas das experiências interpessoais. Experiências costuradas pela presença de um corpo político, um corpo criança, um corpo gente.
Abrangência: comporta um número máximo de 30 alunos, podendo ser realizado em espaços tradicionais (como salas, estúdios), também palcos e ou espaços abertos.
Ficha Técnica: Oficina ministrada por: Paulo Emílio Azevedo.
Histórico da cia:
Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente.
Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer. Busca-se, portanto, reconhecer a singularidade das diferenças, atuando muito além dos modelos inclusivos, potencializando o melhor de cada um a fim de que cada um se torne agente de si. Dessa perspectiva, novos ambientes, ecossistemas afetivos, ideias, territórios, modos de fazer e sentir são despertados. Além de uma série de ações e projetos realizados, acrescidos da participação em eventos nacionais e internacionais, duas “linhas estéticas” compõem seu programa:Estética do Desequilíbrio’ e ‘A cidade como obra de arte’. Por outro lado, um plexo de quatro conceitos orienta suas metodologias, desobediência, desequilíbrio, desconstrução e deformação. Tal abordagem é conhecida pela sigla “4D”. Funcionando no formato de Rede, o projeto pedagógico e artístico da Companhia está diretamente relacionado ao exercício de articulações e aprofundamentos das experiências compartilhadas que se dão entre gestores culturais, educadores, criadores, arteiros, pesquisadores e, como, já ressaltado, gente ou gentes.
Sem haver uma sede própria, os processos se constroem por meio de encontros virtuais e presenciais; sendo estes últimos na ocupação assídua de espaços públicos (ruas, praças etc) e ou através de locações de sala ou cessão das mesmas, conforme parcerias com instituições distintas.
Cabe ressaltar, no entanto, que tais parcerias não se condicionam como chancela de patrocínio, sendo sustentabilidade da Cia por meio de prêmios ou contemplações via editais e, essencialmente, decorrente dos serviços prestados conforme os produtos gerados pelo trabalho (espetáculos, performances, interferências, cursos etc).
Os resultados do emprego de tais serviços promovem geração de renda aos envolvidos em cada ação ou projeto, bem como promove a visibilidade dos mesmos dando os devidos créditos das autorias e participações. A abrangência do projeto da Cia Gente está situada no mundo com uma quantidade expressiva de atuações no exterior, apesar de sua raiz, eminentemente brasileira. Portanto, diversas investigações transcendem o território nacional – é o caso, por exemplo, do Núcleo de Pesquisa Brasil-Benin (África). Dentre as expressões artísticas mais relevantes estão àquelas situadas no campo das artes cênicas (sobretudo, com a dança e o teatro que além da parte dramatúrgica/investigativa tem um espaço reservado à formação de novos intérpretes), das artes visuais (com destaque para o videografismo, o cinema, a performance e a fotografia) e das artes da palavra (com foco na oralidade e na escrita, seja através da poesia falada (spoken word, slam etc) e ou no uso de diversos gêneros narrativos da Literatura, sendo esta concatenada com a mediação da Fundação PAz. Para melhor visualização dos formatos utilizados e como se distribuem as devidas ações, apresentamos a seguir um organograma. Ainda assim, são destacadas as principais características e participações de cada uma destas ações e ou seus protagonistas. Dito isso,convidamos você a vir com a Gente!
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Libras.
Serviço
Data: 21 e 22 de dezembro de 2023.
Horário: 10h às 12h.
Classificação: 18 anos
Duração: 4 horas.
Informações: Inscrições na bio @cia.gente
Parceria: patrocínio: “Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale” Parceria: Secretaria Municipal de Cultura e Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro
Público esperado: 30
Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares
Loft, estúdios e sala multiuso: máximo 60 lugares a cada
Oficina para: 30 pessoas.
Na apresentação do dia 22 de dezembro haverá duas ações além do espetáculo: antes da sessão, um resultado expositivo dos alunos da oficina “Corpo-memória”.
Galeria e midiateca: máximo 30 lugares cada
Programação presencial
Título: O que é o coro, coro? peça 1: linhassssss
Linguagem: Dança
Público alvo: público em geral
Resumo: “peça 1: linhasssss” é a primeira peça do que estamos chamando de dança-arquipélago: um coletivo de peças entrelaçadas em torno da pergunta “o que é o coro, coro?”
Ficha Técnica:
Concepção e direção e desenho de espaço: Marcela Levi & Lucía Russo
Performance e cocriação: Ícaro Gaya, Lucas Fonseca e Martim Guller
Assistência: Lucas Fonseca
Pesquisa sonora: toda a equipe
Desenho de som: Levi & Russo e Gueller
Apoio: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro / SMC
Produção e Realização artística: Improvável Produções
Agradecimentos: toda a equipe do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bruno Rezende e Sandro Lima
Histórico da cia: Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi e Lucía Russo fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções, uma plataforma de formação, pesquisa e criação. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva. O trabalho da Improvável vai em direção a uma estética experimental, que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em, em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística. A Improvável é responsável pela concepção, criação e produção de peças de dança, intervenções urbanas, leituras coletivas e filmes apresentados em festivais e centros de arte no Brasil e no exterior.
Serviço:
Data: dias 15 e 16 de dezembro
Horário: 13h
Classificação: maiores de 12 anos
Duração: 30 minutos
Programação presencial
Valor Ingresso GRATUITO
