Novembro é mês da consciência negra e nossa programação apoia diversas atividades em dança protagonizadas por agentes negras e negros da cena. Seja na dança afro, na acessibilidade cultural expandida, no balé, educação antirracista, contemporâneo ou no Sistema Laban o protagonismo negro está presente!

Título: Temperos de Frida | Espetáculo da QINTI Companhia | Festival Janelão
Sinopse
É a noite de comemoração do Dia dos Mortos. Aqui e lá.
O bar Viva la Vida está aberto para todos e todas que queiram chegar. A dona recebe seus amigos, uma cantora e um violonista que, assim como ela, desejam festejar a vida. No Centro do espetáculo, trazidos – em corpo, voz e alma – pela atriz Rosana Reátegui, estão a pintora Frida Kahlo e Catrina, a Dona Morte. Frida recebeu inúmeras vezes a visita de Catrina, sua madrinha, e do modo que podia e por sua conta e risco, como boa afilhada, sempre afirmou a vida.
No espetáculo, a atriz/dona do bar provoca os espectadores a saberem que também eles são afilhados de D. Morte. E, se é assim, como responder aos convites da madrinha? Será que Catrina pode ser uma espécie de guia para uma vida experimentada em maior entrega e abundância?
O espetáculo apresenta uma dramaturgia costurada por três personagens, dona do bar, Frida Kahlo e a Morte Catrina interpretadas pela atriz peruana Rosana Reátegui, com os trechos marcantes da vida da grande pintora, suas frases emblemáticas e provocadoras, mescladas com músicas mexicanas, como La Llorona, La Bruja, Cucurrucucu Paloma, todas cantadas ao vivo por Natalia Sarante e acompanhadas pelo violão de Luciano Camara. Em “Temperos de Frida”, as paixões estão reunidas nos sabores, no canto e na palavra, como elementos de uma potente bruxaria que é compartilhada com o público. Seja nos boleros que Frida tanto gostava de cantar, nas histórias de grandes e arrebatadores amores ou na entrega profunda para defender sua vida, ela é aquela que viveu significativa e intensamente.
Nós contamos sua vida e seus encontros com Catrina, como se fizéssemos, também a nós, uma provocação: por onde andam os nossos desejos e as nossas intensidades?
A Festa dos Mortos, Frida e Catrina estão no nosso bar “Viva la Vida”, pois, além de tudo, são fortes motivos para a construção de espaços de comunhão e de encontro com uma América Latina amorosa, potente e festiva que insiste em todas e todos nós. Pois, como afirma Nêgo Bispo, pensador quilombola, “quem não está preparado para a festa, também não está preparado para a guerra”.
Ficha Técnica:
Concepção, Atuação e Dramaturgia: Rosana Reátegui
Direção: Tatiana Motta Lima
Canto: Natalia Sarante
Violinista: Luciano Camara
Figurinista e Adereços: Francisco Leite
Cenografia:Daniele Geammal, Renato Marques, Francisco Leite
Assesoria Dramaturgica: Cadu Cinelli
Iluminação: Thiago Monte
Operação de luz: Renato Marques
Confecção de Máscara da Catrina: Paul Colinó Vargas ( Peru)
Preparação de máscara: Marise Nogueira
Designer: Rodrigo Menezes, Pedro Pessanha
Fotografia: Renato Mangolin
Apoio: CBTIJ
Direção de Produção: Kirce Lima
Produção: Elabore.kom
Realização: Qinti Companhia
Serviço:
TEMPEROS DE FRIDA da QINTI Companhia
Faixa Etária: 16 anos
Duração: 1h20
Local: Centro Coreográfico de Rio de Janeiro. Teatro Angel Vianna
Dias: 01 e 02 de novembro
Horários: 19h
Ingresso Livre, sujeito a capacidade.
Título: A Fantástica Fábrica de Brinquedos | Ballet Manguinhos
Linguagem: Dança
Público alvo: Crianças, jovens e adultos
Resumo: “A Fantástica Fábrica de Brinquedos” é um emocionante espetáculo de ballet que conta a história de um menino sonhador chamado Pedro que, vindo de uma família humilde, trabalha duro como engraxate para ajudar nas despesas de casa. Desde cedo Pedro não sabe o que é ter uma infância plena, com a negação dos seus direitos não sabe ao menos o que é ser uma criança com liberdade para brincar e livre de preocupações. Uma fábrica desativada aparece de tempos em tempos para proteger as crianças de um mundo onde a infância está em perigo, a imposição do amadurecimento precoce é forte e as crianças vivem para jogos eletrônicos e celulares. Através do contato com essa fábrica revive em Pedro e em todas as crianças o alegre espírito da brincadeira e o desejo de lutar para garantir o direito de todas as crianças terem uma infância livre de violações.
Ficha Técnica:
Direção geral: Carine Lopes
Direção de produção: Camila Soares
Direção artística: Juan Menezes
Assistentes de produção: Isabel Severiano, Lyvia Vergna, Caroline Lopes
Coreográfos: Juan Menezes, Nayanne Cavalcante, Nycollas de Abreu, Thifanni Macedo, Rocio Infante, Sebastian Vasquez
Atores:
Histórico da cia: A Associação Ballet Manguinhos é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2012 por Daiana Ferreira, uma professora de dança fruto de projetos sociais. A instituição possui 11 anos de existência, localizado no Complexo de Favelas de Manguinhos, que possui um dos menores IDH do Rio de Janeiro, durante esse período já realizamos nove espetáculos anuais resultado do trabalho realizado no período letivo, além de festivais internos e diversas apresentações externas em locais como a Fiocruz, Teatro Odylo Costa Filho na UERJ, Bondinho Pão de Açúcar, entre outros. Em Julho de 2023 participamos pela primeira vez do Festival de Dança de Joinville, o maior festival de dança do mundo e em outubro do mesmo ano tivemos um aluno aprovado para estudar na Escola de Teatro Bolshoi, a única representante da maior escola de ballet do mundo fora da Rússia.
Serviço
Data: 03/11/2023
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 2 horas
Informações:
Parceria: Prefeitura do Rio; Banco BTG, Smartfit, Sinopec, Fiotec, Normandy e Pimpolhos da Grande Rio
Programação presencial
– Valor Ingresso: Gratuito
Título: UBUNTU: Eu sou porque nós somos
Linguagem: Dança
Público alvo: Amantes da Dança
Resumo: A gala Ubuntu terá apresentações da Cia jovem Studio Gouveia Coaching, com obras clássicas de repertório, neoclássicas, contemporâneas e de Jazz. Com o intuito de divulgar o trabalho da temporada de 2023 dos bailarinos e disseminar a arte.
Ficha Técnica: Bailarinos da Cia Jovem Studio Gouveia Coaching
Histórico da cia: É uma cia de jovens talentos, que tem por finalidade aprimorar a arte e a qualidade técnica como veículo para impulsionar novos horizontes destes bailarinos- artistas no cenário da dança nacional e internacional.
Cronograma de produção e pós produção: ensaio geral na sexta dia 17/03, espetáculo dias 18 e 19 de março
Serviço
Data: 4 e 5 de novembro de 2023
Horário: dia 4/11 às 19h e 5/11 às 18h
Classificação: Livre
Duração: 1h:30min
Informações: Serão duas partes. A primeira serão apresentadas coreografias de Repertório, haverá um intervalo de 10 minutos entre um e outro. Na segunda parte serão as coreografias de jazz, contemporâneo e neoclássico.
Parceria: Volé Dancewear
Valor : R$40,00 inteira R$20,00 meia
Título: “ENCONTRO AEDERJ”
Linguagem: Dança
Público alvo:
Resumo: Homenagem aos diretores de Escolas de Dança pela contribuição na formação de cidadãos que desenvolvem na arte da Dança.
Ficha Técnica:
Presidente-VANIA REIS
Vice-presidente-DANIELA MARCONDES
Diretoria: ANGELA FERREIRA, BETE SPINELLI, ALESSANDRA CARNEIRO
KATIA BEZERRA, AGATHA CARVALHO
Histórico da cia: A Associação das Escolas de Dança do Rio de Janeiro foi criada para dar suporte aos diretores das Escolas de Dança no que se refere a conhecimento artístico e técnico.
Serviço
Data: 07/11
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 2h
Valor: Gratuito
Título: As Histórias de @evamariageni
Linguagem: Dança *com mediação tecnológica*
Público alvo: pessoas interessadas em refletir sobre os contextos das mulheres contemporâneas
Resumo: O espetáculo tem como tema as histórias de mulheres contemporâneas: o cotidiano, os desejos, frustrações, dificuldades, medos e tantas outras sensações e aflições das várias realidades do “ser mulher” nos dias de hoje! Essa pesquisa foi iniciada em 2022, com o espetáculo “As histórias de @evamariageni”, concebida e dirigida por Ivani Santana, obra inspirada no livro “O perigo de uma única história” (2018) escrito pela escritora negra nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie.
Ficha Técnica:
Direção e concepção das poéticas digitais: Ivani Santanna
Co-criadoras: Aline Bernardi, Ágatha Oliveira, Lígia Tourinho
Convidados Franceses pela residência artística CRUZAMENTOS: direção sonora Cyril Hernandez e co-criação Caroline Baudoin
Sonoridade e interatividade: Arthur Martinho
Realidade Aumentada: Esteban Clua e João Pedro Silva de Sá
Tecnologia: Luiz Felipe Ribeiro
Direção de Produção: Laura Addor
Histórico da cia: Ivani Santana dedica-se ao campo da dança com mediação tecnológica a partir de investigação teórico-prática desde 1990. Pioneira no Brasil em pesquisa de dança telemática via redes acadêmicas avançadas de telecomunicação (TICs) e a partir de 2019 começa a investigar dança em realidade artificial. Líder do Grupo de Pesquisa Poéticas Tecnológicas: corpoaudiovisual. Prêmio Unesco para a promoção das Artes – Novas Tecnologias. Idealizadora e membro da conexão Mulheres da Improvisação. Professora permanente do Programa de Pós Graduação Dança (UFRJ) e colaboradora do PPG Artes Cênicas (UFBA).
Serviço:
Data: 10, 11 e 12/11/2023
Horário: Sexta e Sábado às 19h e Domingo às 18h
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Parceria: FUNARTE; Aliança Francesa e SUAT UFRJ – Sistema Universitário de Apoio Teatral
Programação presencial
– Valor Ingresso:
Plateia inteira – 10 reais
Plateia meia – 5 reais

Título: Dingling | Andrea Elias
Linguagem: Dança
Público alvo: crianças entre 3 e 6 anos acompanhadas de seus responsáveis.
Resumo: “Dingling – Cia Xirê 20 Anos” é o projeto de estreia nacional da performance em dança contemporânea “Dingling” para público formado por crianças de 3 a 6 anos que celebra os 20 anos de ação continuada da Cia de Dança Teatro Xirê. “Dingling” foi produzido a convite e em parceria com o teatro oficial alemão, o Landesbühne Niedersaxen Nord, na cidade de Wilhemshaven, Alemanha, para a programação da temporada 2016/2017. Estreou em outubro de 2016 no Theater im Oceanis e realizou mais de 60 apresentações por cidades do norte da Alemanha.
Comemorando 20 anos de ação continuada da Cia Xirê, o projeto traz, finalmente, a performance “Dingling” para o território nacional, promovendo apresentações gratuitas entre os meses de setembro e novembro de 2023. Em cada apresentação, o projeto garante 10% dos ingressos para público portador de deficiência, crianças e/ou genitores. Além da performance, o projeto produzirá também um curso online, gratuito, a ser compartilhado no canal YouTube da Cia Xirê sobre a potência transformadora da dança na educação e na vida cotidiana e sobre a importância do diálogo com crianças na produção da Cia.
Ficha Técnica:
Concepção: Andrea Elias e Norberto Presta
Coreografia e performance: Andrea Elias
Direção e concepção cenográfica: Norberto Presta
Trilha Sonora Original: Erich A. Radke
Assessoramento Dramatúrgico: Anna-Lena Rodhe
Figurino: Carla Ferraz
Costureira: Ateliê das Meninas
Cenotécnica Brasil: Derô Martín
Cenotécnica Alemanha: Larissa Gund e Jule Dohrn-van Rossum
Identidade visual: Miguel Carvalho
Assessoria de comunicação: Lead Comunicação
Produção Executiva: Aloisio Antunes e Tânia Ikeoka
Produção: Trânsito Produções Culturais
Co-produção: Landesbühne Niedersachsen Nord
Fomento: Fomento à Cultura Carioca 2022 │Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro – Secretaria Municipal de Cultura │
Realização: Funarte │Ministério da Cultura
Projeto contemplado pelo Prêmio Funarte de Circulação e Difusão da Dança 2022
Projeto da Cia de Dança Teatro Xirê
Histórico da cia: Criada em 2003 por Andrea Elias, a Cia Xirê é uma companhia de dança contemporânea que se propõe à pesquisa da construção cênica através do movimento, suas primeiras produções resultaram em espetáculos de dança-teatro criados para crianças. Uma das principais motivações da companhia é a comunicabilidade com o público tendo como mídia o corpo do ator-bailarino em ação. A Cia busca trabalhar a partir de temas que considera urgentes desenvolver e é desta forma que entende sua atuação política e social. Os espetáculos da Cia Xirê circulam por: Argentina, Brasil, Equador, Alemanha, Índia, Itália e Espanha. Uma experiência na democratização da dança contemporânea: um dos objetivos da Cia Xirê tem sido a democratização da dança contemporânea junto aos mais diferenciados olhares, enfatizando-se aí o olhar de crianças o que, muitas vezes, acaba por iniciar os olhares dos responsáveis que as acompanham. Desde sua criação a Cia tem circulado seu trabalho pelos mais diferentes recantos do país e pelo exterior. Um modo de criar buscando fazer a ponte entre a linguagem da dança contemporânea e olhares, digamos, jovens, seja na idade ou na vivência em dança, tem feito parte dessa trajetória. No desenvolvimento de uma linguagem, dançar para tem-se constituído dançar com o outro, nesse caso crianças. Este aprendizado na relação com crianças tem alimentado ainda as produções da Cia destinadas aos adultos e gerou a publicação “Cadê a Dança?” em resposta ao desejo de fazer penetrar na vida cotidiana a apreciação e a atividade criativa em dança. Produzindo continuamente desde sua criação, a Cia Xirê tem em seu repertório os espetáculos: “Ciranda” (2003), “Quando Crescer, Eu Quero Ser…” (2006), “Entrelace” (2011) e “Dingling” (2016), direcionados para crianças; “Esther Williams não quer mais nadar…” (2012) direcionado para adultos; e “Isto é sobre liberdade: o que você ainda lembra sobre ela?” (2016). Os espetáculos da Cia mantém-se em circulação contemporaneamente. Além dos espetáculos a Cia tem em seu repertório o desenvolvimento dos projetos: “Arte-Política-Pedagogia: Ações Cooperativas” (2010), projeto de residência artística; “Cuidado” (2008), projeto para criação coreográfica que originou dois de nossos espetáculos; e “Isto é sobre liberdade: o que você ainda lembra sobre ela?” (2015), igualmente projeto de pesquisa para criação coreográfica que resultou na performance urbana de mesmo nome e no trabalho para bebês de 2016, “Dingling”. Como resultado da pesquisa da Cia Xirê estão também os seguintes projetos pedagógicos: workshop “Do Jogo pra Dança”; exposição interativa “Pode Mexer!”; e a caixa “Cadê a Dança?”. A Cia subsiste sem patrocínio continuado, vivendo da venda de seus espetáculos e da subvenção pública por meio de editais de concorrência pública, não tem uma sede fixa, mas em parceria com instituições, públicas ou privadas, e iniciativas pessoais busca cultivar espaços acolhedores para o desenvolvimento de sua rotina diária de trabalho.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Por se tratar de proposta para público entre 3 e 6 anos, a ação de acessibilidade que sentimos mais coerente é a garantia de uma sessão exclusiva, a ser realizada no INES em 20 de outubro, e de 10% dos ingressos em todas as sessões somada à campanha massiva junto ao público em questão para que os responsáveis compareçam com suas crianças portadoras de deficiência ao teatro, não havendo sentido na áudio descrição, uma vez que nosso público alvo ainda não acessa integralmente os códigos verbais, ou na transcrição em LIBRAS, uma vez que a performance pode ser percebida pela comunicação dos corpos em ação, haja à vista o fato de ter sido realizada para crianças alemãs, sem o uso da comunicação verbal em momento algum.
Serviço
Data: 17/11/23
Horário: 14h
Data: 18 e 19/11/23
Horário: 16h
Classificação: livre
Duração: 45 minutos
Informações: o público se senta em torno do tapete cenário e é convidado a ficar descalço
Parceria: Fomento: Fomento à Cultura Carioca 2022 │Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro – Secretaria Municipal de Cultura │
Realização: Funarte │Ministério da Cultura
Projeto contemplado pelo Prêmio Funarte de Circulação e Difusão da Dança 2022
Título: Coisas Nossas – Da África ao Brasil | Apae
Linguagem: Dança
Público alvo: Agentes culturais, amantes e estudantes da arte.
Resumo: Através de coreografias musicadas e dramatizadas, o espetáculo conta a história da herança africana no Brasil. Desde a chegada de africanos escravizados, em navios negreiros, passando pela resistência do povo negro através de sua arte, até chegarmos nos dias de hoje, com a vasta cultura afro-brasileira.
Ficha Técnica:
Direção geral: Kaio Ventura e Thais Tomaz
Direção musical e concepção do espetáculo: Kaio Ventura
Direção coreográfica, texto e composições originais: Thais Tomaz
Direção de arte: Ubiratan Assis
Produção executiva: Elaine de Moraes
Realização: APAE Rio
Músicos: Kaio Ventura, Adriano Souza, Luan Mamede, Alexander Ângelo, Huddy e Thais Tomaz.
Corpo de dança: Bárbara Mello, Pamella Cristina, Sabrina Áquila, Ca Lucena, Elias Tavares, Felippe Bittencourt, Gilberto Guimarães, Josias Araújo.
Histórico da cia: A Cia Inclusiva de Arte Contemporânea – Milonga, se encontra em atividade há aproximadamente dois anos e teve sua estréia oficial com o espetáculo Coisas Nossas – Da África ao Brasil.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Sim. O elenco é composto majoritariamente por pessoas com deficiência, além de contar com legendas e linguagem acessível em todos os seus materiais de divulgação online. Também teremos ingressos promocionais para estudantes e meia solidária com doação de alimentos destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Serviço
Data: 22/11
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 50 min
Informações: Através de coreografias musicadas e dramatizadas, o espetáculo conta a história da herança africana no Brasil. Desde a chegada de africanos escravizados, em navios negreiros, passando pela resistência do povo negro através de sua arte, até chegarmos nos dias de hoje, com a vasta cultura afro-brasileira.
Parceria:
Valor Ingresso: Inteira R$ 15,00 / Meia (Estudante) R$ 7,50/ Meia solidária (1kg de alimento) R$ 7,50.
Título: Vogue Performance – Wallandra convida LSS
Linguagem: Dança / Performance
Público alvo: Público LGBTQIAPN+ e público em geral interessado em arte e cultura.
Resumo:
“VOGUE PERFORMANCE – Wallandra convida LSS” será uma intervenção artística em formato de performance inspirada na Cultura Ballroom / Vogue. A ballroom e seus bailes estão no imaginário como um espaço de festa e celebração. Mas existe toda uma camada performática que pode ser explorada, ressignificada e disseminada através dos palcos.
“Wallandra convida LSS” será um experimento que irá transportar para os palcos o universo do vogue e seus elementos, com chants (mestres de cerimônia), DJs e em especial as performaces do LSS (Legends, Statement & Star).
O LSS é um importante momento das balls em que são homenageados importantes integrantes da comunidade ballroom. É um momento de celebração, performances surpresas, informes e trocas.
Ficha Técnica:
Direção Artística: Legendary Overall Princess Wallandra
Assistente de Direção: Legendary Mother Tai Cazul e Princess Germanetto Mamba Negra
Coordenação de Produção: Rafael Fernandes
Assistente de Produção: Paulla Mello
Designer e Fotografia: Charles Pereira
Iluminação: André Martins
Produção Style: King 007 e Founder Mother Gabriela de Barbosa La Máfia
Make: Safira La Máfia
Hair Delux: Founder Mother AK La Máfia
Parceria: Hell de Janeiro, Ballroom Rio
Produção: Quafá Produções
*A cada apresentação teremos um elenco diferente com 10 artistas, entre performers, DJs e Chants (MCs)
Histórico da cia/artista:
Legendary Overall Princess Wallandra
Praticante do heels / stiletto, produtore de moda e coach de modelos, formade em Designer de Interiores. Iniciou profissionalmente na área artística da dança em 2014, na Escola Contemporânea Studio A (Salvador), participando em 2 espetáculos no Teatro Castro Alves (Salvador/Bahia) e em competições no Bar Burlesque em 2015.
Iniciou seus estudos no Voguing em 2016 na House of Cazul, aprimorando-se em Vogue Femme soft and cunt e Runway. Participante de eventos internacionais como Africa Ball (Paris), Workshops na Global Dance Center (Holanda) e On Heels, CHD (Brasil). Integrante do coletivo Hell de Janeiro Ball, fomentando a cena, ações de inclusão ballroom e eventos. Participou da performance da readaptação da música Vogue –Madonna, dublada por Daniele Winits, no quadro Show dos Famosos no Domingão do Faustão.
Em 2021 foi selecionado pelo projeto Entrando na Dança Queer, que num processo de residência artística criou o filme performático THE FACE OF BALL. Em 2022 realizou dois projetos no MAR – Museu de Arte do Rio relacionados a cultura Ballroom/vogue. Foi produtora artística do projeto “The Face of Ball – Circulação” que em 2023, onde realizou uma ball no MAM Rio – Museu de Arte Moderna.
Serviço
Data: 25 e 26/11, 02 e 03/12
Horário: Sábados, 19h e Domingo às 18h
Classificação: 16 anos
Duração: 60min.
Gratuito.
Título: ARTE MODERNA-22 – VILLA E TARSILA: poéticas de Villa-Lobos e Tarsila do Amaral
Linguagem: Dança, Música, Ópera
Público alvo: acima 14 anos
Resumo:
ARTE MODERNA22. Villa e Tarsila: poéticas de Villa-Lobos e Tarsila do Amaral é um espetáculo de Ópera contemporânea, com repertório do grande compositor Heitor Villa-Lobos, e com Direção de Arte inspirada nas obras da admirada pintora Tarsila do Amaral, ambos ícones do modernismo brasileiro. O espetáculo integra Dança, Canto e Música instrumental, e é desenvolvido a partir de uma linguagem cênica baseada nas pesquisas da Arte do Movimento de Rudolf Laban.
Ficha Técnica:
Direção, Canto e Dança: Denise Telles Hofstra
Piano: Edvan Moraes
Violoncelo: Daniel Silva
Preparação Corpo-Voz : Gabriela Geluda
Figurino: Ney Madeira
Cenário: Elisabete Reis
Produção: Angela Mattos
Músicas: Heitor Villa-Lobos
Histórico da cia: A ÓPERA LABAN INTERNATIONAL vem desenvolvendo sua pesquisa de linguagem em Ópera Contemporânea baseada nos estudos da Arte do Movimento de Rudolf Laban. Realizou a sua estreia na Conferência Laban Rio no ano de 2022, na casa França Brasil.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?
Acessibilidade: Estamos pesquisando a possibilidade de participação de intérpretes de libras
Serviço
Data: 28 e 29 de Novembro de 2023
Horário: 19:00
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Informações:
Parceria:
Opera Laban International Project em parceria com a Laban Guild International
Público esperado: (responder com a capacidade máxima do espaço pautado).
Espaço Pautado: Teatro Angel Vianna
Público esperado: 150 pessoas por apresentação
Teatro Angel Vianna: máximo 150 lugares na plateia e 60 no palco
Programação presencial- Valor Ingresso: (máximo 80 reais por atividade com meia entrada
Ingressos:
R$ 80,00 ( inteira)
R$ 40,00 ( meia)
Plateia inteira – R$ 80,00
Plateia meia – R$ 40,00
Ingresso amigo – R$ 30,00
Classe artística – R$ 20,00
Ingresso social – R$ 10,00
Gratuidade – 50 Convites por apresentação R$ 0

LOFT, ESTÚDIOS MULTIUSO,MIDIATECA
Título: oficina Ala Coreografada “Império da Tijuca”
Linguagem: Dança e Carnaval
Público alvo: Mulheres maiores de 18 anos com alguma experiência em dança.
Resumo: Continuidade da parceria entre o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e o GRESE Império da Tijuca para ação de engajamento comunitário através de sessão de fantasias em ala coreografada no desfile 2024 sob o enredo “Sou Lia de Itamaracá, cirandando a vida na beira do mar” do carnavalesco Júnior Pernambucano. As oficinas de criação acontecerão no Centro Coreográfico aos sábados, das 10h às 12h. Os ensaios de rua acontecem todos os domingos de janeiro, à noite, na Rua Conde de Bonfim, esquina com a Rua José Higino.
Cronograma:
Início:
04/11 até 16 de Dezembro – sábado às 10h
Janeiro – Aos domingos (ensaio de rua) – 19h
Ficha Técnica:
Orientação: Diego Dantas e Hágata Pires
Serviço
Horário: 10h
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico e GRESE Império da Tijuca
Programação presencial
Valor do Ingresso: Atividade gratuita
Público esperado: 50 pessoas
Classificação: 18 anos
A parceria faz parte de termo de cooperação técnica entre o Centro Coreográfico e a GRESE Império da Tijuca visando a difusão da cultura coreográfica no território da Tijuca.
Título: Oficina Improvisação e Composição
Linguagem: Dança, Improvisação
Público alvo: pesquisadores, bailarines, criadores das artes cênicas e circenses.
Resumo do trabalho: Encontro para mobilizar a atenção e presença através de danças, jogos e improvisações. Através de jogos de atenção e presença trabalharemos um corpo dilatado e sensível para experimentar princípios da dança, estar em jogo, utilizar a memória corporal e sua atualização em improvisações individuais e em grupo.
Ficha Técnica: Proposição e orientação: Camila Fersi; Professores: Camila Fersi, Gabi jung, Maria hermeto e Samuel Frare.
Histórico da cia: O Coletivo Instantâneo é um núcleo de pesquisa e criação em dança contemporânea que tem a improvisação como metodologia de trabalho desde o início de sua trajetória em 2011. É formado por pessoas de diversas áreas do conhecimento, interessadas em corpo, movimento e dança; que estão sempre em trânsito e itinerância de acordo com os projetos. O grupo vem desenvolvendo espetáculos e oficinas ao longo desses dez anos, difundindo e fazendo circular conteúdos de dança por onde passa; seus trabalhos podem ser conferidos no portfólio virtual: https://coletivoinstantaneo.tumblr.com/sobre%20o%20coletivo.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? A aula acontece no estúdio 1 ( terceiro andar) e portanto, não possui acesso total para pessoas que fazem uso de cadeiras de roda. No entanto, as aulas são ministradas por professores com experiência em ministrar aulas para pessoas com baixa mobilidade e baixa visão. Os professores também estão preparados para fazerem descrições das propostas de dança para pessoas não videntes.
Serviço:
Data: Todas as terças-feiras de Novembro
Horário: 16 às 17h
Classificação – maiores de 16 anos.
número de vagas – 30
Duração: 1h
Informações:
Título: Oficina – é na suspensão que o passo não está decidido
Linguagem: Dança
Público alvo: estudantes e profissionais das danças, performance, música e teatro.
Resumo: Se sente instigade pelo trabalho da Improvável Produções? Quer se aproximar? Estão todes convidades a praticar conosco. Nessa oficina vamos colocar em jogo o ato de passear. Lembrando que a etimologia de passear é passo + e + ar.
Ficha Técnica:
Orientação: Marcela Levi, Lucía Russo e Lucas Fonseca
Histórico da cia: Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi e Lucía Russo fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções, uma plataforma de formação, pesquisa e criação. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva.
O trabalho da Improvável vai em direção a uma estética experimental, que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em, em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística.
A Improvável é responsável pela concepção, criação e produção de peças de dança, intervenções urbanas, leituras coletivas e filmes apresentados em festivais e centros de arte no Brasil e no exterior.
Serviço
Data: 11/11/2023
Horário: 10h às 13h
Classificação: maiores de 18 anos
Duração: 3h
Informações: Estúdio 1
Público esperado: 60 pessoas

Título: oficina PAREDE E CHÃO: formas performativas de se deslocar em planos não verticais
Linguagem: Dança contemporânea
Público alvo: estudantes de dança e teatro; pessoas interessadas em artes do corpo no geral
Resumo: a partir dos suportes da parede e do chão, o objetivo desta oficina é experimentar formas de se deslocar em planos inclinados e horizontais, criando formas performativas de questionar a verticalização estruturante do corpo que dança e como isso pode estar relacionado com práticas anticoloniais de construção da nossa corporeidade.
Ficha Técnica:
Flora Dias part. Nirlyn Seijas
Histórico da cia: Flora Dias é pesquisadora e performer com formação técnica em dança pela Escola Angel Vianna; Psicóloga de abordagem transdisciplinar formada pela UFRJ, vinculada ao Núcleo Trabalho Vivo – Pesquisas em Artes, Trabalho e Ações Coletivas. Como artista do dança, foi intérprete criadora no Campo Aberto nas suas edições online e presenciais (2021/2022) com direção de Camila Fersi e colaborou com outras ações do Coletivo Instantâneo; em Paissagem Play (2022) e Mystopia Reverse (2023) ações de Lot Yan Teresa no Teatro Sérgio Porto Rio; em Barricada (2023), obra de Marcelo Evelin, na sua versão pra edição de 30 anos do Festival Panorama. Desenvolveu e ministrou a oficina regular “Corpo-Meio” para jovens adultos com diversidade intelectual no curso de extensão AEIOU, vinculado ao Departamento de Artes e Design da Puc-Rio; e o ciclo de oficinas “Dança Pesquisa de Si”, no CCO-RJ, que contou com mais de duzentos inscritos em suas duas edições. Atualmente se encontra artista residente no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, desenvolvendo pesquisa de linguagem em dança contemporânea e suas intersecções com a Pedagogia e a Performance.
Nirlyn Seijas é artista da dança, curadora e docente feminista. É co-fundadora e coordenadora pedagógica da OTRATIERRA – Escola de Artivismos, que a partir das práticas decoloniais e feministas latino-americanas, desenvolve ações de formação online e presenciais, principalmente em países lusófonos e francófonos. Na Otratierra desenvolveu e ministra oficinas sobre artes, feminismos e decolonialidade, e assina a curadoria dos OTRA TIERRA – Réncontres d’Artivismes pour Décoloniser, realizado anualmente no Sul da França. Diretora Presidenta da atual gestão do INSTITUTO NAU – Nascente de Artes e Utopia, sediado na Chapada Diamantina, no qual coordena e promove residências artísticas, projetos de turismo comunitário antirracista e sustentável, e encontros entre mulheres de diferentes comunidades do território. Como artista sua pesquisa é atravessada pela discussão sobre violência colonial e seus efeitos na América Latina, utilizando por vezes a reativação de objetos históricos, por vezes a memória pessoal e familiar, para endereçar suas urgências em relação ao corpo e o território. É Lic. em Dança (2016), Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (2010), Mestra (2014) e Doutora (2021) em Cultura e Sociedade, graus obtidos na Universidade Federal da Bahia.
Serviço
Data: 11/11/23 e 12/11/2023
Horário: 16h
Classificação: 16+
Duração: 2h
Informações: (21) diassiqueira.flora@gmail.com
Parceria: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro
Programação presencial
Público esperado: 30 pessoas
Gratuito
Título: oficina Poéticas Digitais na dança: Digifeminismos
Linguagem: dança mediada pelas tecnologias
Público alvo: artistas e estudantes da dança e da performance
Resumo: A oficina estimula a exploração das mídias sociais e as tecnologias digitais do cotidiano, como por exemplo o celular, para criação de ações performativas ligadas ao tema dos feminismos.
Ficha Técnica: Ivani Santana
Histórico da Cia/Bio: Artista e pesquisadora em dança, dedicando-se à mediação tecnológica desde 1990. Pioneira no Brasil em pesquisa de dança telemática via redes acadêmicas avançadas de telecomunicações. Desde 2019, dedica-se à relação da dança com a realidade virtual. Em 2022, apresentou suas instalações ECOS de Dança em Realidade Virtual e Itaara (Mozilla Hub) em Portugal, França e Colômbia. Idealizadora e membro da conexão Mulheres da Improvisação e da rede LATINA(S)CÊNICAS – Rede Latino Americana de Tecnologias e Intermidialidades nas Artes da Cena. Líder do Grupo de Pesquisa Poéticas Tecnológicas: corpoaudiovisual. Professora do Departamento de Arte Corporal (DAC) da UFRJ e permanente no Programa de Pós-Graduação em Dança da UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (UFBA). Realizou Pós Doutorado no Sonic Arts Research Centre (Reino Unido, 2012/13); recebeu bolsa CAPES de Professora Visitante (2018/2019) para o projeto Simon Fraser University e University British Columbia (2018/2019). Autora dos livros: Corpo Aberto: Cunningham, dança e novas tecnologias (SP:FAPESP/EDUC, 2002) e Dança na Cultura Digital BA:FAPESB/EDUFBA,2006) e organizadora do caderno “Estados da Dança: entrevistas, relatos e ensaios de criadores contemporâneos” (Salvador: GIPECit/PPGAC/UFBA, 2006).
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Não Qual?
Serviço
Data: 14 de novembro
Horário:10h
Classificação: acima de 16 anos
Duração: 3 horas
Título: Baile Inclusivo de Forró | Festival Janelão
Linguagem: Dança
Público alvo: Simpatizantes do forró e PCD
Resumo: Baile inclusivo de Forró com Trio ao vivo
Ficha Técnica: Diretor: Marcelo Martins, Coordenador: Rafael Portilho, Assistente de direção: Fabiana Torezzani
Histórico da cia: A Escola Carioca de Dança foi fundada em maio de 2008, absorvendo alunos, equipamentos, colaboradores e professores do Centro Cultural Conexão, criado em 2002. Em novembro de 2015 inaugurou sua sede em novo espaço. Tem como principal atividade a Dança de Salão e seus vários ritmos, sob a direção de Marcelo Martins, profissional formado pelo professor-coreógrafo Jaime Arôxa, um dos maiores expoentes brasileiros dessa modalidade de dança. Marcelo Martins possui vasta experiência na formação de novos profissionais, desenvolveu o método Carioca de Dança de Salão. A equipe de professores é formada na própria Escola e trabalha com uma metodologia própria de ensino primando pela qualidade e a satisfação do aluno. A Dança de Salão por si só já trabalha a interação entre um homem, uma mulher e a música, o praticante desenvolve uma capacidade de adaptação com o outro, com o ambiente e com os imprevistos. A Escola foi além, desenvolveu o projeto CARIOCA SOBRE RODAS. A proposta do projeto é realizar um estudo para adaptação da Dança de Salão à Cadeira de Rodas, levando esta modalidade de dança para o maior número de pessoas, promovendo a cultura, a inclusão social e o resgate da autoestima em favor da necessidade de apoio aos deficientes prejudicados pela falta de recursos e conhecimento sobre o assunto.
Cronograma de produção e pós produção:
A produção será feita no mesmo dia dos eventos – 28/10 (sábado) e 12/11 (domingo)
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim Qual? Será realizado em espaço do centro Coreográfico adaptado e o baile será inclusivo, aberto para pessoas com deficiência.
Serviço
Data: 12/11 (domingo)
Horário: 14h às 17h
Classificação: Livre
Duração: 3 horas
Valor: gratuito
Capacidade: 60 pessoas
Título: Lab Corpo Palavra: poéticas do feminino
Linguagem: Dança, artes do corpo e da cena
Público alvo: A oficina é aberta a todas as mulheres cis e trans, mães e pessoas não bináries. também é aberta aos homens cis e trans
Resumo: O *Lab Corpo Palavra* é uma abordagem ética-estética-política que integra ensino, pesquisa e criação em dança, performance, artes do corpo e da cena. Uma prática artístico-pedagógica de experimentação e manifestação das escritas dançadas, sensórias e performativas. As proposições articulam uma interlocução entre as práticas somáticas e as metodologias de pesquisas guiadas pelas práticas, friccionando e mobilizando as relações entre corpos e palavras. O que se pensa quando se move? Qual a implicação do corpo durante o ato de escrever? As dinâmicas deste laboratório provocam aberturas dos fluxos no pensar-sentir-mover e modulam as conectividades entre presença corporal, qualidades de movimento e produção-processo de (des)conhecimento, inaugurando atos de criar pensamento. Vamos manifestar nossas escritas em conexão com as sensações; grafaremos nossos movimentos no espaço como um ato de criar pensamento; brincaremos com as palavras, improvisaremos com as letras, as linhas, traços para manifestarmos poéticas. Sejam bem vindes ao Lab Corpo Palavra!
Ficha Técnica:
Aline Bernardi – propositora e criadora
Histórico da cia: *Aline Bernardi* é uma artista transdisciplinar (performer, bailarina, atriz, escritora, preparadora corporal), pesquisadora e professora das artes do corpo e da cena, com interesse pelos trânsitos entre dança e escrita no processo de criação. Diretora artística do selo Celeiro Moebius. Criadora e propositora do Lab Corpo Palavra. Autora do livro-performance Decopulagem (versão ateliê) e autora/organizadora do livro Lab Corpo Palavra: chão para uma prática de escritas dançadas, Ed Circuito. Mestra em Dança no Programa PPGDan da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-graduada em Preparação Corporal para as Artes Cênicas pela Faculdade Angel Vianna (FAV). Aperfeiçoamento em Performance pelo Programa F.I.A., no c.e.m., em Lisboa. Graduada em licenciatura plena em Dança/FAV. Formação Técnica em Dança Contemporânea pela EAV. Idealizadora do site Contato Improvisação Brasil. Curadora, artista e gestora do programa Entre Serras: Residências Artísticas e Poéticas da Sustentabilidade. Sua produção em espetáculos e videodança/videoarte, e sua atuação pedagógica circulou em diferentes cidades do Brasil. Internacionalmente participou de festivais e congressos no Chile, Equador, Espanha, Inglaterra, Argentina, Uruguai, Colômbia, Portugal, Canadá, Itália, Índia, EUA e Grécia.
O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim
Qual? A oficina é aberta a pessoas cegas e cadeirantes.
Serviço
Data: 21 de novembro
Horário: 9:30 às 12h
Classificação: a partir de 16 anos
Duração: 2h30
Parceria: Funarte e Aliança Francesa

