PROGRAMAÇÃO DE SETEMBRO

Tradicionalmente a programação de setembro do Centro Coreográfico traz para os variados públicos debates inerentes a formação e profissionalização em dança, como campo expandido, a partir da realidade da cidade do Rio de Janeiro, aproximando seus agentes para trocas valiosas de saberes por meio de seminários, oficinas, espetáculos e mostras de dança.

TEATRO ANGEL VIANNA

Título: 11° Festival Dança Favela 

Linguagem: Dança

Público alvo: Livre

Resumo: As coreografias foram criadas pelos alunos e professores do Projeto Social Raízes da Vila e fizeram parte do repertório do Festival Dança Favela apresentado no CCO. 

Ficha Técnica: Estudantes e professores do projeto Coordenação: Rafael Félix

Coreografias: Natália Dias, Rafael Félix e alunos.

Histórico da cia: o projeto raízes da vila surgiu em 2004 no morro dos macacos com crianças e jovens que participavam de oficinas de dança do programa de erradicação ao trabalho infantil – peti. O educador social e produtor cultural Rafael Félix percebeu a necessidade de explorar e desenvolver melhor as potencialidades artísticas de dança para crianças e jovens da comunidade que apresentavam muita habilidade e talento e que não tinham oportunidades de atividades que focassem especificamente nas linguagens da arte, sobretudo, nas danças. O projeto expandiu em 2010 oferecendo atividades de teatro, dança, circo, figurino e canto com parceria e apoios de amigos artistas voluntários, responsáveis e alunos da comunidade. O projeto social desde 2014, produziu diversos espetáculos que foram apresentados no teatro do Centro Cultural da Light. Participou da montagem da comissão de frente mirim da Portela – Filhos da Águia no Carnaval de 2011, tendo como integrantes da comissão de frente os alunos das aulas de dança. Promoveu o Desfile Favela Fashion Sustentável em 2013 que aconteceu na própria comunidade. O projeto já funcionou no Centro Comunitário Lídia dos Santos e na Vila Olímpica Artur da Távola, e atualmente funciona em uma sala de dança dentro do espaço Centro Cultural da Criança. ambos os espaços estão localizados no bairro de Vila Isabel organizados pela Ong Inatos.

Serviço

Data: 02 e 03 de setembro 

Horário: Sábado às 19h e domingo às 18h

Classificação: Livre 

Duração:1h 30min

Informações: Projetos Raízes da Vila

Valor: Gratuito

Título: III Mostra de Multilinguagens 2023 – Mostra de Dança das Escolas Públicas Municipais do Rio de Janeiro da 2ª CRE

Linguagem: Dança

Público alvo: Alunos Rede Municipal – 2a. CRE

Resumo: Esse ano o projeto Mostra de Dança completa 40 anos de existência, oportunizando o acesso e a experimentação da linguagem da dança nas Unidades Escolares. O Projeto consiste no fomento à produção da Dança, mobilizando toda a comunidade escolar, pois a atuação dos estudantes não se restringe as salas de aula e dialoga com diversas linguagens, consequentemente, interfere positivamente na interação coletiva levando a reflexão e troca de experiências.

Ficha Técnica: Serão 23 apresentações de danças das escolas municipais da 2a. CRE

Histórico da cia: Apresentações de Dança dos alunos da Rede Municipal do Rio de Janeiro

Cronograma: Montagem e apresentação no dia 05/09/2023.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? Acessibilidade para cadeirante

Serviço

Data: 05/09/2023

Horário:  9h às 16h

Classificação: Livre

Duração: 3 horas período da manhã e 3 horas período da tarde

Informações: 

Parceria: SME RJ – 2a. CRE (Coordenadoria Regional de Educação)

Programação presencial

Valor do Ingresso: Gratuito

Público esperado: 120 pessoas em cada horário

Local de venda/inscrição: Sympla

Tefefone de Contato: Gerência de Educação da 2a. CRE (2537-6922 e 2537-0470)

Título: Gala Cbdança 2023

Linguagem: Dança

Público alvo: amantes da dança em geral

Resumo: Gala CBDança será um grande encontro entre amadores  e profissionais junto ao grande público pelo único prazer que é dançar. Nesses 15 anos foram muitos espetáculos, mas a gala sempre nos revelou talentos e o nos possibilitou outras corporalidades.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual? NAO

Serviço: Gala CBD 2023

Data: 09 e 10 de Setembro

Horário: 09/09 (19:00) 10/09 ( 18:00)

Classificação: livre

Duração: 50 minutos 

Público esperado: 150 dia 

Programação presencial

– Valor Ingresso:

Plateia inteira : 20,00 reais 

Plateia meia : 10,00 reais

Profissionais de dança : 10,00 reais

Título: Entre Impermanências e Resíduos + Na beira do mundo | Bruna Fiuza e Dasha Lavrennikov.

Entre Impermanência e Resíduos (Bruna Fiuza) 

+

Na beira do mundo

Do outro lado de mim (Dasha Lavrennikov)

Linguagem: Dança e Artes Vivas

Público alvo: livre

Resumo:

Na beira do mundo

Do outro lado de mim (Dasha Lavrennikov)

Um corpo que se deixa transmutar – em manchas coloridas, pés de pincel, curvas e texturas, tons primários – desfigurando-se para sintonizar-se com suas origens além das identidades fixas e impostas. 

Essa peça nasce e se desenvolve como um diálogo e pesquisa artística que entrelaça as diversas linguagens da dança contemporânea, artes visuais, têxteis e a música contemporânea, conceitualizada pela bailarina Dasha Lavrennikov em colaboração com Victor Gama, Rafael Rocha e Gabriela Lotaif; Surge a partir de elementos básicos e primordiais de cor, som, espaço e corpo. A peça está criada por partituras físicas, espaciais e sonoras. 

No processo de tocar e ser tocado (latim – tangere – pertencimento) pelo som, pela luz, pelo tecido.  

Ele, corpo, questiona e conta o que é pertencer a esse mundo sensorial único que

experimenta sentir intensamente. Um sentido po(ético) de pertencer.  

A condição do quiasma que compartilhamos com o resto dos seres. 

“um saber que é inconsciente; 

Trocando peles, decifrando como estar aqui.”

Essa criação está inspirada na pesquisa do artista Wassily Kandinsky, em particular no diálogo com suas obras ‘Punto, linha e plano” e ‘Espiritual na Arte’. Kandinsky sustentava que os diversos tons e cores ressoavam uns com os outros (em ritmos e frequências) gerando acordes visuais que continham qualidades físicas, emocionais e espirituais.  Ela igualmente se inspira na pesquisa, escritos e obras de Hélio Oiticica; e no diálogo transatlântico, transdisciplinario, transgeracional que surgiu entre Oiticica e Kandinsky.

Ficha Técnica: 

Criação / Performance: Dasha Lavrennikov

Criação Musical:  Victor Gama e Rafael Rocha 

Musico ao vivo: Rafael Rocha

Figurino: Gabriela Lotaif

Desenho de luz:  Alessandro Boschini

Olhar Externa : Lindon Shimizu y Janet Novas 

Fotografia: Elena Benedettini e Mathias Vejerslev

Apoios: Casa del Moviment, Otro Festival, telepART Zodiak, globaldancenetwork

Entre Impermanência e Resíduos (Bruna Fiuza)

Entre 2014 e 2019, a acadêmica Bruna mergulhou fundo nos estudos em fisioterapia com um olhar para a estrutura, a biomecânica e a fisiologia. Mas, a bailarina Bruna começou a questionar o rumo da pesquisa de corpo, já que desejava usar as capacidades físicas adquiridas para criar, dançar e pesquisar o subjetivo da expressividade. Funde-se, então, o objetivo e o subjetivo a partir de seus questionamentos emocionais, frutos do distanciamento da arte, momento pandêmico e da necessidade de atuar no campo que sempre lhe foi vital, em um processo de pura impermanência, simultâneo às memórias e marcas do prazer de dançar, que vêm à tona por uma janela da percepção no mover-se.

Este solo, colaboração entre a bailarina Bruna Fiuza e a diretora Paula Águas, que a todo momento a empurrava para o salto no vazio, cheio de possibilidades que a bailarina tanto desejava dar. O solo, rodeia questionamentos sobre o que está em constante transformação, e o residual, que se tornou acervo. Na resistência de manter o acervo vivo, se constrói a história individual, à medida que também se esvai.

Conectando referências – como os RTFs (Ritmos de Tensão do Fluxo), estudo da Dra. Judith Kestenberg relativo às 5 fases estudadas por Freud. A Dra. Judith K. detectou em seus pacientes infantis padrões rítmicos que ocorrem desde a formação pré-natal e se desenvolvem durante toda a vida do indivíduo. Os RTFs dependem da necessidade e do desejo de cada momento que alteram a intensidade e a circulação do fluxo dos sistemas corporais e o fluxo emocional conectado à respiração. É nesta tensão entre os meios externos e internos que tais ritmos se manifestam intuitivamente ora indulgentes, ora resistentes. “A constelação RTF presente no indivíduo reflete os desejos, as necessidades predominantes e as fases de desenvolvimento (oral, anal, uretal, genital) assim como as reações ao meio ambiente externo.” (KESTENBERG, 2002). Consecutivamente se destacam nas fases: oral (sugar/morder); anal (enrolar/reter-soltar); uretral (escorrer/começar-parar); genital interna (balançar/ondular) e genital externa (pular/ejetar). Do ponto de vista da expressividade a falta ou a permanência em um padrão se apresentam pelas frestas do movimento revelando importantes aspectos em pequenos gestos inconscientes; “Treino e(m) poesia” de Kasuo Ohno, que versa sobre a morte e o renascimento e enlaçam também a sexualidade, o inconsciente e o grotesco foi fundamental no processo. A filosofia do Kasuo elucidou sobre à questão da morte abordada em abundância por ele no sentido de esvaziar-se, deixar findar. Ao tomar consciência que nascimento e morte caminham lado a lado, o que passou a interessar é justamente esse momento “passagem” entre a morte e o renascimento, buscando encontrar essência e sentido no percurso íntimo da artista. Outra referência que alinhavou a pesquisa foi o trabalho da artista visual Paula Costa sobre a dualidade entre o real e o virtual e a impermanência, em sua obra “O beijo”. Uma imagem, na qual duas rosas estão costuradas pelas suas pétalas uma na outra e colocadas dentro de um cubo de gelo. À medida que as a imagem vai passando, as rosas vão derretendo e a imagem vai se transformando até restar apenas as rosas murchas, porém, em relação. A intérprete, de forma cíclica, contudo, não linear, vai revisitando esses temas, entremeados numa constante atualização da memória, criando novos fraseados e narrativas.

Essa dança tem o intuito por meio  desse embasamento expressar à construção do corpo a partir dos conteúdos emocionais revisitando esses estágios primitivos. A potência do gesto vem do desabrochar das emoções; assim como,  uma rosa é capaz de nascer num asfalto.

Ficha Técnica:

Entre Impermanência e Resíduos (Bruna Fiuza)

Criação e performance: Bruna Fiuza

Direção: Paula Águas

Composição Musical: André Cunha (violino) e Duda Cunha

Vídeo-projeção: Paula Costa

Figurino: Paula Bohm

Parceiro: Casa Gira

Histórico da cia:

A colaboração entre Dasha e Bruna começou há dois anos a partir de afinidades vitais para ambas: a dança como um processo de atualização contínua na pesquisa do movimento e a relação intrínseca com as outras artes do mundo. As duas artistas têm um interesse na dança como um linguagem – um modo de comunicação transdisciplinar e intercultural que dialoga com a música, a escrita, as artes plásticas, as artes visuais, as audiovisuais, as artes marciais, a filosofia, a antropologia, a anatomia em movimento, a neurociência, a saúde e etc… 

Bruna participou de duas oficinas-laboratório oferecidas pela Dasha, no Espaço Mova e na Casa Gira, ambas no Rio de Janeiro. Esse encontro despertou o interesse de continuar o intercâmbio nas nossas práticas, nos estudos e nas reflexões sobre os processos de improvisação, criação, pesquisa de movimento, artes vivas e relação com o público na sua diversidade. Em razão disso, aceitaram a oportunidade de compartilhar essa curta temporada e apresentar esses dois trabalhos de dança no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, para continuar a troca sobre essa dança que transborda em outros âmbitos da vida, colocando em questão à relação de temas como: a espiritualidade no processo artístico, a relação entre corpo e instrumentos vivos, imagem e escrita, e os processos somáticos sensoriais e emocionais, pelas quais navegamos na construção de si.             

Cronograma de produção e pós produção:

Montagem no dia 14 a partir das 14 hrs – 21:30

Ensaio geral no dia 14 entre 18-19 hrs

Chegada pré-espetáculo 15,16,17 de Sept : 14 hrs

Apresentação 15,16 Sept: 19 hrs – 20:15 (saindo entre 20:30 -21 hrs)

Apresentação 17 Sept :  18 hrs-19:15 

Desmontagem dia 17 Sept  : 19:15-20 hrs

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Nao

Serviço

Data: 15,16,17 de Setembro

Horário: 19-20:15 / 18-19:15

Classificação: livre

Duração: 50 min de espetáculo com 20 min de conversa com público.

Parceria: Casa Gira

Programação presencial

– Valor Ingresso: R$40 reais inteira e R$20 meia entrada

Título: VIII Seminário Instâncias da Dança Educação Carioca: Ações da Dança Educação no Brasil e no México

Linguagem: Dança

Público alvo: Professores de Dança e Educação Física da Rede Pública de ensino, estudantes de Dança

Resumo: O Seminário Instâncias da Dança Educação Carioca fomenta o pensamento crítico em torno desse campo a partir de relatos de experiências, perspectivas e propostas de educadores em dança de diferentes sistemas de ensino. Em uma parceria com o Curso Técnico em Dança da Rede FAETEC, Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch, Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e o Centro Carioca de Pesquisa em Dança educação, o evento já está caminhando para seus 10 anos com muito louvor.

Ficha Técnica:

Direção Artístico Pedagógica: Rosane Campello 

Palestrantes: Rosane Campello, Diego Dantas, MA. Guadalupe Orellana, Vera Lopes

Oficineiros: MA. Guadalupe Orellana, Francisco Javier, Arturo Castillo, Denise Telles

Operador de som: Jhonny Silva

Operador de Luz: Gustavo Maranhão

Intérpretes Criadores:  “Nucleo-Danza Escénica” 

Coordenação de Produção: Daisy Yara 

Produção: Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch 

Assistentes de Produção: Alunos do terceiro ano (2023) do Curso Técnico em Dança 

Realização: A4 Produções Artísticas e Centro Carioca de Pesquisa em Dança Educação 

Histórico da cia:

A Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch, Companhia de Dança Teatro e Dança Contemporânea, com a direção artística de Rosane Campello, está completando 24 anos de história, a Cia é oriunda da Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, da rede FAETEC, da Zona Norte do Rio de Janeiro. Por seis anos fez residência artística no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e atualmente realiza suas atividades em sede própria, no Centro Carioca de Pesquisa de Dança Educação, localizado no Centro do Rio de Janeiro. O trabalho artístico da Companhia deu origem ao primeiro Curso Técnico em Dança da rede pública de ensino do Brasil e da América Latina com matriz curricular integrada, e que existe há onze anos.

Paralelamente ao seu trabalho artístico, a Companhia desenvolve projetos de cunho artístico-pedagógicos como o Seminário das Instâncias da Dança Educação Carioca, que ocorre anualmente há seis anos, aproximando professores e estudantes da dança de diversos locais através de trocas em palestras, performances e oficinas, e também oferece constantemente cursos de aprimoramento, oficinas e grupos de pesquisa no Centro Carioca de Pesquisa em Dança Educação.

Nessas duas décadas a companhia realizou quatorze espetáculos, são eles: Nós (2000), Nós II (2001), Ele por Nós (2002), Não Quebra Nós (2004), Atos Reflexos (2006), Caixa de Afetos (2007/2008), Presente (2009), Enquanto Escrevo (2010/2011), Fuga (2012) este espetáculo foi contemplado pelo Fundo de Apoio à Dança de 2011, Abayomi (2014/2015) teve circulação em turnê no México pelo Festival Patricia Aulestia, nas cidades de Matehuala, San Luis Potosí e Cidade do México, Ah, saudade… (2016), Tim Tim! (2017/2018) espetáculo convidado para a abertura do Festival Dançar por Dançar, Brasil com Z (2019/2020) este espetáculo foi convidado para realizar a sua pré-estreia no Museu do samba e também para apresentar na Jornada de Dança da Bahia, e Em Nós (2021/2022) realizado de forma online e também adaptado e apresentado presencialmente a convite do evento Casa Paris 2024 na Casa de Cultura Laura Alvim e como grupo selecionado para apresentar na Mostra INVEX – Invente Experimente na Jornada de Dança da Bahia. Todas as montagens circularam por significativos espaços culturais da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro.

Cronograma: 

  •  8h: Chegada da Cia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch
  • 8h30: Credenciamento
  • 9h às 9h15: Coffee Break
  • 9h30: Apresentação dos profissionais do México
  • 10h às 12h: Formação da mesa
  • 12h às 13h50h: Almoço
  • 14h às 15h30: Duas oficinas
  • 15h45 às 17h15: Duas oficinas 

Serviço

Data: 21/9

Horário: 9h às 18:30

Classificação: Livre para todos os públicos

Duração: 8 horas e meia

Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Curso Técnico em Dança da Rede FAETEC, Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch e Centro Carioca de Pesquisa em Dança Educação

Programação presencial

Valor do Ingresso: Gratuito

Título: SEMINÁRIO SPDRJ 

Linguagem: Dança

Público alvo: Profissionais da Dança em geral 

Resumo: Um evento para debater diversos assuntos pertinente ao profissional da dança e para o seu desenvolvimento e crescimento nas mais diversas áreas profissionais. 

Ficha Técnica: Realização: Sindicato dos Profissionais de Dança do estado do Rio de Janeiro – Direção Geral: Marluce Medeiros – Coordenação: Hugo Leonardo 

Serviço

Data: 23 e 24 de Setembro de 2023

Horário: 9h às 17h. 

Classificação: 16 anos 

Duração: 8h. 

Informações: SPDRJ

Segue abaixo a programação de nosso Seminário 2023:

Mesa 1: Mercado de Trabalho / Contratação      9h30min
Forma de contrato, exigências, dificuldades

Mesa 2: Dança e seus caminhos afetivos           11h
Todos dançam, superação, idéias e soluções.

Mesa 3: Cachês diferenciados para eventos   13h30min
Profissionais quando negociarem com as grandes empresas, digam que estão com o sindicato, negociem em cima da nossa tabela e contratem apenas bailarinos com DRT.

Mesa 4: Profissionais do Carnaval: a importância de sua regulamentação. 15h


Domingo 24 de Setembro


Mesa 1: Dança e Educação: ensino continuado    10h
Elucidar a diferença entre a obtenção do DRT e o Curso Técnico. Regulamentação e Formação.

Mesa 2: Backstage: produção e contratação     11h30min
Manter uma boa relação entre sindicato e produtoras. Qual o caminho, como fazer?

Mesa 3: Cias de Dança: manutenção e patrocínio   14h
Dificuldades em manter cias de Danças durante a entressafra. Ideias e soluções.

Parceria: VIII Seminário Instâncias da Dança Educação Carioca 

Título: Bar da Esquina | Cia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch

Linguagem: Dança

Público alvo: Adulto e adolescente

Resumo: Em um espetáculo em ato único de 50 minutos, a Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch, fundamentada na dramaturgia de Nelson Rodrigues e Carlos Heitor Cony traduz em carioquês o espetáculo Café Muller de Pina Bausch.

A partir da pesquisa, 8 bailarinos dançam as noites cariocas com encantos, expectativas, traições e desconfortos que cintilam na memória passada, presente e futura no referido bar.

Ficha Técnica: 

Direção Geral e Roteiro Original: Rosane Campello 

Preparação Corporal: Luciana Carnot

Cenógrafo: Cia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch 

Ator convidado: Gustavo Maranhão

FIsioterapeuta: Gabriela Soares

Operador de som: Daniel Rocko

Operador de Luz: Cris 

Design de luz: Gil Santos

Coreografia: Rosane Campello e Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch 

Coordenação de Produção: Ohanna Alves

Produção: Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch 

Assistência de Produção: Daisy Yara

Realização: A4 Produções Artísticas e CCPD

Divulgação: Bárbara Natasha

Colaborador de acessibilidade: 

Bailarinos: Cia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch: Bárbara Natasha, Jhonny Silva, Lara Rodrigues, Lian Souza, Luciana Carnout, Ohanna Alves e Rosane Campello

Histórico da cia:

A Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch, Companhia de Dança Teatro e Dança Contemporânea, com a direção artística de Rosane Campello, está completando 24 anos de história, a Cia é oriunda da Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, da rede FAETEC, da Zona Norte do Rio de Janeiro. Por seis anos fez residência artística no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e atualmente realiza suas atividades em sede própria, no Centro Carioca de Pesquisa de Dança Educação, localizado no Centro do Rio de Janeiro. O trabalho artístico da Companhia deu origem ao primeiro Curso Técnico em Dança da rede pública de ensino do Brasil e da América Latina com matriz curricular integrada, e que existe há onze anos.

Paralelamente ao seu trabalho artístico, a Companhia desenvolve projetos de cunho artístico-pedagógicos como o Seminário das Instâncias da Dança Educação Carioca, que ocorre anualmente há seis anos, aproximando professores e estudantes da dança de diversos locais através de trocas em palestras, performances e oficinas, e também oferece constantemente cursos de aprimoramento, oficinas e grupos de pesquisa no Centro Carioca de Pesquisa em Dança Educação.

Nessas duas décadas a companhia realizou quatorze espetáculos, são eles: Nós (2000), Nós II (2001), Ele por Nós (2002), Não Quebra Nós (2004), Atos Reflexos (2006), Caixa de Afetos (2007/2008), Presente (2009), Enquanto Escrevo (2010/2011), Fuga (2012) este espetáculo foi contemplado pelo Fundo de Apoio à Dança de 2011, Abayomi (2014/2015) teve circulação em turnê no México pelo Festival Patricia Aulestia, nas cidades de Matehuala, San Luis Potosí e Cidade do México, Ah, saudade… (2016), Tim Tim! (2017/2018) espetáculo convidado para a abertura do Festival Dançar por Dançar, Brasil com Z (2019/2020) este espetáculo foi convidado para realizar a sua pré-estreia no Museu do samba e também para apresentar na Jornada de Dança da Bahia, e Em Nós (2021/2022) realizado de forma online e também adaptado e apresentado presencialmente a convite do evento Casa Paris 2024 na Casa de Cultura Laura Alvim e como grupo selecionado para apresentar na Mostra INVEX – Invente Experimente na Jornada de Dança da Bahia. Todas as montagens circularam por significativos espaços culturais da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro.

Serviço

Data:  22, 23 e 24/9

Horário: sexta e sábado às 19h e domingo às 18h

Classificação: 12 anos

Duração: 50 minutos

Parceria: A4 Produções Artísticas e Centro Carioca de Pesquisa em Dança Educação

Programação presencial

Valor do Ingresso: R$30,00 a inteira e R$15,00 a meia

Título: LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS

Linguagem: Dança

Público alvo:

Como público geral, o projeto é voltado para uma plateia diversificada com idade a partir de 16 anos. Como público específico, além de profissionais, estudantes e pesquisadores das artes da cena, busca-se atingir profissionais das áreas da música e das artes visuais. Para as ações formativas, prevemos um trabalho direcionado para estudantes e profissionais das artes cênicas a partir de 16 anos.

Resumo:
Lugar para guardar animais é uma pesquisa movediça, um território fértil para a invenção. Nesse espaço inventado, todo ele artificial e azul, tudo colide. Os corpos penetram as superfícies e também são sugados por elas. Cada mudança deixa marcas no chão de modo fabuloso e temporário. Há sempre um embate com o equilíbrio que fracassa ao estabilizar a verticalidade. O espaço é circular, de modo que não haja uma visão privilegiada. Corpes brutes e desejantes: assim aprofundamos a pele nas brechas desse solo que dança.


Ficha Técnica:

Concepção: Deisi Margarida e Rodrigo Gondim

Direção: Rodrigo Gondim

Intérpretes: Deisi Margarida, Flora Bulcão, Juliana Angelo, Milena Codeço, Mika Makino

Trilha sonora: Fábio Lima
Iluminação: Ricardo Rocha
Projeto gráfico:Gustavo Vieira
Mídias sociais: Ana Pinto | Pequena Via Comunicação
Fotografia: Igor Keller
Audiovisual: Helena Bielinski | XotFilmes

Audiodescrição: Luciano Pozino
Produção: Deisi Margarida

Assistência de produção: Hugo Leiva

Histórico da cia:

O Grupo SATS é uma companhia de dança radicada na cidade do Rio de Janeiro que, desde 2016, atua ativamente na pesquisa, produção e criação para o campo. Dirigida pela dupla Deisi Margarida e Rodrigo Gondim, o grupo tem como eixo de trabalho ampliar as interfaces entre a cena e a performance para a construção de uma dramaturgia do corpo.

UMAN_ é o primeiro trabalho do grupo e teve sua estreia em 2018 em uma temporada itinerante por espaços alternativos do Rio de Janeiro. Em 2019, circulou por Brasília, São Paulo e realizou uma temporada no Teatro Cacilda Becker (RJ). UMAN_ é um acontecimento em trânsito, uma reflexão que tem pela via da dança seu estado de incorporação. Os intérpretes mergulham nas sensações e nos sentidos das imagens coreográficas para pensar sobre a ideia (fracassada) de humanidade, tendo como premissa a noção de que a construção em arte deriva sempre de uma experiência pelo sensível.

DEGRAUS é o segundo trabalho da companhia, e marca sua relação de pesquisa com a cidade. DEGRAUS é uma ação em dança que usa escadarias de prédios públicos para pesquisar, de forma intensiva, os corpos em situação de risco. Do tensionamento entre a mobilidade e a arquitetura, surge o desejo de reunir pessoas diante das instituições de poder para o exercício do comum como lugar de imaginação praticada.

A rua em sua condição performativa é co-autora e protagonista de agenciamentos entre os corpos, visíveis e invisíveis, que negociam estratégias e (re) encantamentos do espaço. Estreou em setembro de 2019 nas escadas do Palácio Tiradentes (ALERJ) e da Câmara Municipal dos Vereadores/RJ na Cinelândia. DEGRAUS teve duas indicações ao prêmio Cesgranrio de Dança em 2019: Melhor coreografia e Prêmio especial como performance em espaço público.  Em 2023, o espetáculo DEGRAUS reestreou numa temporada com oito apresentações na Câmara dos Vereadores, contemplada pelo edital FOCA/2022. Alcançou um público médio de 1.500 pessoas durante a temporada. 


Em março de 2021, a companhia estreia seu terceiro trabalho, TECNOLOGIAS PARA PERMANECER (2021) contemplado pelo edital Retomada Cultural (SECEC/RJ). TECNOLOGIAS PARA PERMANECER é uma instalação coreográfica de insistência no espaço público. Na sua primeira ação, ainda em contexto pandêmico, teve duração diária de 12h ininterruptas por 7 dias seguidos.  A performance, que iniciou na Praça Floriano na Cinelândia, sempre de 7 às 19h, terminou na Central do Brasil. A ação dialoga diretamente com a exposição em massa à morte como gestão econômica e a impossibilidade do direito ao luto no segundo país mais afetado pela covid-19 no mundo.  Em 2022, a ação participou do Festival de Inverno do SESC/RJ dançando nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis e Três Rios.

Em 2022, realizou o projeto de residência “UTOPIAS DA PROXIMIDADE: corpo, espaço e cidade” em parceria com a Multifoco Companhia de teatro, contemplado pelo edital FOCA/2021. Ao todo, foram realizadas mais de 15 ações performativas em 10 bairros do Rio de Janeiro. 

Em 2023, estreou “LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS” no Centro de Artes da Maré e no Teatro Popular de Niterói. Contemplado pelo edital Retomada Cultural 2 (SECEC/RJ), a companhia retorna com uma proposta cênica depois de uma extensa pesquisa na cidade. LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS parte do interesse em pesquisar, amplamente, o conceito espacial, sonoro e corpóreo na ideia de Labirinto.  Para tal, a dimensão arquitetônica clássica é suspensa, dando espaço para um outro imaginário; ao longo de uma extensão de areia azul de 6×6 m projetada no palco, 5 atuadores incorporam a dimensão de rebelião própria dos corpos em estado de combate e cárcere. Em setembro e outubro de 2023, realizam a circulação do trabalho nos equipamentos públicos municipais Sérgio Porto e CCO, através do edital FOCA/2022.


Cronograma de produção e pós produção:

Chegada do cenário: 25 de setembro
Montagem palco e som: 28 de setembro

Temporada: 29, 30 de setembro e 1 de outubro

Desprodução:

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?


Sim. Audiodescrição em todas as sessões via QR code.


Serviço

Data: 29, 30 de setembro e 1 de outubro

Horário: sexta e sábado, 19h. domingo às 18h

Classificação: 14 anos

Duração: 40 min​

Parceria: não se aplica

Programação presencial

– Valor Ingresso: gratuidade

Ingressos: 60 por dia

LOFT, ESTÚDIOS MULTIUSO,MIDIATECA

Título: oficina Capoeiragens da Dança

Linguagem: Dança e Capoeira

Público alvo: a partir de 14 anos

Resumo: A roda de capoeira é um espaço físico onde são travados diálogos sob a

forma de jogos, tal uma metáfora da vida real, um lugar onde as classes populares criaram um espaço de mudança das relações sociais, momento em que há a possibilidade de o mais forte ser o mais ágil, o mais mandingueiro. Assim, apresentamos a proposta de uma oficina de Capoeira que será ministrada em aulas lúdicas para iniciantes trazendo os princípios desta dança/luta/arte de forma alegre e descontraída. A proposta é estabelecer um treinamento de Dança a partir do jogo da Capoeira; conquistar novos adeptos para esta modalidade cultural do nosso país e ainda propor agregar outras danças como o Maculelê, diversas danças de bastão e Samba de Roda.

Ficha Técnica: Contramestre Mico

Histórico da cia: Coletivo Muanes Dançateatro

Formado por atores, bailarinos, músicos e capoeiristas, este coletivo de arte aposta na multilinguagem como uma forma de conceber a arte, tendo como base a estética da cena em interface com a cultura afro brasileira, praticada como um bem imaterial, tradição de origem africana, presente hoje e importante legado para nossos descendentes, uma riqueza cultural. Ao mesmo tempo contemporânea e ancestral propomos o cantar, dançar, batucar e dramatizar presentes como expressões daquilo que fomos e que somos.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim Qual? As apresentadas pelo

local com rampas de acesso e elevadores

Serviço

Data: 05, 07, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro de 2023

Horário: 9h30 às 11h

Classificação: livre

Duração: 1h30 (12h)

Informações: Será fornecido Certificado para o praticante que tiver 70% de

frequência

Parceria: Coletivo Muanes Dançateatro

pautado).

Espaço: Loft e ou estúdios

Programação presencial

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

Título: Oficina/Laboratório LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS

Linguagem: Dança (Formativo – laboratório)

Público alvo: Profissionais, estudantes e pesquisadores das artes da cena.

Resumo: Poética Bruta é um laboratório prático de dança e pesquisa de movimento que busca compartilhar os treinamentos utilizados pelo Grupo SATS na criação do espetáculo LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS.

A pesquisa busca incitar, através da ação intensiva e do excesso lúdico do treinar/jogar, o entusiasmo do corpo. Durante a prática, nosso interesse está, primeiramente, em desarticular formas e estruturas convencionais restritivas que tendem a formatar o corpo em dança como superfície de códigos anteriores. O convite à pesquisa se dá pelo encontro, pela mediação com outros corpos e pela busca em manter-se em estado de criação, de modo que o movimento inventivo seja estimulado constantemente.

Esse é o princípio norteador da pesquisa: nos aproximarmos dos laços que conectam nossa animalidade sensitiva, atrelando-nos ao momento presente, enquanto mobilizamos condições relacionais coletivas que potencializam a matéria vibrante.

A partir deste estágio, conceitos físicos como: força, peso, suporte, contato, assimetria, etc. atuam como catalisadores energéticos que fazem oscilar estados entre a intensidade, o confronto e a resistência. Durante a prática, busca-se ativar certo limiar entre o verossímil e a ficção das situações criadas. Estas não tratam das conformações gerais, mas contribuem na elaboração insistente do estado integrado do jogo.  

Ficha Técnica:

– Concepção e Orientação: Rodrigo Gondim

Histórico da cia:

O Grupo SATS é uma companhia de dança radicada na cidade do Rio de Janeiro que, desde 2016, atua ativamente na pesquisa, produção e criação para o campo. Dirigida pela dupla Deisi Margarida e Rodrigo Gondim, o grupo tem como eixo de trabalho ampliar as interfaces entre a cena e a performance para a construção de uma dramaturgia do corpo.

UMAN_ é o primeiro trabalho do grupo e teve sua estreia em 2018 em uma temporada itinerante por espaços alternativos do Rio de Janeiro. Em 2019, circulou por Brasília, São Paulo e realizou uma temporada no Teatro Cacilda Becker (RJ). UMAN_ é um acontecimento em trânsito, uma reflexão que tem pela via da dança seu estado de incorporação. Os intérpretes mergulham nas sensações e nos sentidos das imagens coreográficas para pensar sobre a ideia (fracassada) de humanidade, tendo como premissa a noção de que a construção em arte deriva sempre de uma experiência pelo sensível.

DEGRAUS é o segundo trabalho da companhia, e marca sua relação de pesquisa com a cidade. DEGRAUS é uma ação em dança que usa escadarias de prédios públicos para pesquisar, de forma intensiva, os corpos em situação de risco. Do tensionamento entre a mobilidade e a arquitetura, surge o desejo de reunir pessoas diante das instituições de poder para o exercício do comum como lugar de imaginação praticada.

A rua em sua condição performativa é co-autora e protagonista de agenciamentos entre os corpos, visíveis e invisíveis, que negociam estratégias e (re) encantamentos do espaço. Estreou em setembro de 2019 nas escadas do Palácio Tiradentes (ALERJ) e da Câmara Municipal dos Vereadores/RJ na Cinelândia. DEGRAUS teve duas indicações ao prêmio Cesgranrio de Dança em 2019: Melhor coreografia e Prêmio especial como performance em espaço público.  Em 2023, o espetáculo DEGRAUS reestreou numa temporada com oito apresentações na Câmara dos Vereadores, contemplada pelo edital FOCA/2022. Alcançou um público médio de 1.500 pessoas durante a temporada. 


Em março de 2021, a companhia estreia seu terceiro trabalho, TECNOLOGIAS PARA PERMANECER (2021) contemplado pelo edital Retomada Cultural (SECEC/RJ). TECNOLOGIAS PARA PERMANECER é uma instalação coreográfica de insistência no espaço público. Na sua primeira ação, ainda em contexto pandêmico, teve duração diária de 12h ininterruptas por 7 dias seguidos.  A performance, que iniciou na Praça Floriano na Cinelândia, sempre de 7 às 19h, terminou na Central do Brasil. A ação dialoga diretamente com a exposição em massa à morte como gestão econômica e a impossibilidade do direito ao luto no segundo país mais afetado pela covid-19 no mundo.  Em 2022, a ação participou do Festival de Inverno do SESC/RJ dançando nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis e Três Rios.

Em 2022, realizou o projeto de residência “UTOPIAS DA PROXIMIDADE: corpo, espaço e cidade” em parceria com a Multifoco Companhia de teatro, contemplado pelo edital FOCA/2021. Ao todo, foram realizadas mais de 15 ações performativas em 10 bairros do Rio de Janeiro. 

Em 2023, estreou “LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS” no Centro de Artes da Maré e no Teatro Popular de Niterói. Contemplado pelo edital Retomada Cultural 2 (SECEC/RJ), a companhia retorna com uma proposta cênica depois de uma extensa pesquisa na cidade. LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS parte do interesse em pesquisar, amplamente, o conceito espacial, sonoro e corpóreo na ideia de Labirinto.  Para tal, a dimensão arquitetônica clássica é suspensa, dando espaço para um outro imaginário; ao longo de uma extensão de areia azul de 6×6 m projetada no palco, 5 atuadores incorporam a dimensão de rebelião própria dos corpos em estado de combate e cárcere. Em setembro e outubro de 2023, realizam a circulação do trabalho nos equipamentos públicos municipais Sérgio Porto e CCO, através do edital FOCA/2022.

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Qual?

Não conta com nenhum recurso de acessibilidade além da arquitetônica.

Serviço

Data: 16, 23 e 30 de setembro de 2023

Horário: de 10h até 13h

Classificação: 16 anos

Duração: 3 horas por dia

Informações: É necessária experiência prévia em práticas de movimento (dança, capoeira, luta, teatro físico, circo, yoga, etc), e roupas confortáveis que auxiliem no trabalho prático. Haverá um limite de 20 vagas por dia. Todos os inscritos receberam um email no dia 11/09 de confirmação sobre a seleção.

Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de janeiro

Programação presencial

Ingressos: 20 por dia

– Abertura de inscrição:

O processo de inscrição se dará via googleforms, disponível no site do grupo www.gruposats.com e na página do instagram @gruposats.

As inscrições inciam no dia 4/09 e finalizam no dia 8/09. 


Os resultados serão divulgados via e-mail no dia 11/09.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA 

Título: Midiateca em Movimento/Oficinas Plurais: Rodas dos Elementos 

Linguagem: Dança 

Público alvo: artistas, bailarines, professores, terapeutas corporais, pessoas em geral interessadas na proposta com ou sem experiência em dança (a partir dos 16 anos) Resumo: Através de diferentes práticas corporais partindo dos elementos Terra, Água, Fogo e Ar vamos experimentar formas mais orgânicas, conscientes e integradas de estar no mundo e de ser inteiro. Buscaremos nos perceber enquanto natureza, reeducando nossos sentidos, apurando nossas percepções na unidade corpo-mente. A partir dessas percepções serão desenvolvidas propostas de “intervenção estética” enquanto “dispositivo de (re)memoria-ação”, tendo como proposição os desafios de existir de forma mais sustentável, cuidadosa e colaborativa com a natureza que habitamos e que nos habita, diante das complexidades e contradições da sociedade em que vivemos. Esse percurso será registrado de múltiplas formas, a partir dos desejos dos participantes na relação corpo-movimento-dança. 

Ficha Técnica: Coordenação: Setor de Acervo, Memória e Pesquisa (Midiateca CCo) Mediação: Cláudia Petrina 

Histórico do Projeto: As Oficinas Plurais propostas pela Midiateca do Centro Coreográfico surgiram em Abril deste ano como forma de suscitar através da(s) Dança(s) em diálogo com diferentes temáticas, possíveis reflexões, ações e movimentos em relação a questões urgentes na atualidade. Começamos com a temática do “Feminino”, que foi abordada por diferentes olhares através de artistas-residentes convidadas do CCo. A experiência de 4 meses (de abril a julho) das Rodas Femininas culminou na criação de um work in progress com roda de conversa que refletiu um pouco do percurso desenvolvido. Nessa nova etapa pretendemos desdobrar e aprofundar esta intensa e fértil experiência, através do mergulho na Natureza e seus quatro Elementos para começarmos a mover o tema da “Sustentabilidade” em múltiplas perspectivas. 

O projeto terá algum recurso de acessibilidade? Sim. Qual? As oficinas acontecerão em local com rampas de acesso e elevadores 

Serviço 

Data: 16 e 30 de setembro de 2023 

Horário: 14h às 15h30min 

Classificação: a partir dos 16 anos 

Duração: 1h e 30 min 

Informações: as oficinas acontecerão quinzenalmente aos sábados durante os meses de setembro e outubro. 

Parceria: 

Público esperado: 60 pessoas Espaço: Loft 

Programação presencial – Abertura da venda 1 de Setembro 

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

Título:  Espaço (DE) FORMAÇÃO – Desobediência do Corpo

Linguagem: Dança/Teatro/Performance

Público alvo: a partir de 18 anos

Resumo: O Espaço (De)Formação chega no Rio de Janeiro, na zona Norte, no Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro a oficina, propõe, por meio das representações do gesto, da palavra e do movimento, o uso do corpo e da voz como estratégias narrativas, tendo como protagonismo as respectivas biografias dos participantes.

Para isso se utiliza da descrição textual, imagética, das atmosferas rítmicas, das cores, dos afetos e, sobretudo, das aberturas que podem ser suscitadas das experiências interpessoais. Experiências costuradas pela presença de um corpo político, um corpo criança, um corpo gente. A oficina é gratuita e faz parte do Projeto “Brasil Sem Ponto Final”, patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.

Inscrições a partir do dia 16/08/23 – acessar o formulário na bio da página da Cia no Instagram @cia.gente

Ficha Técnica: Professores:  Isa Czar e Sarah Mellisa

Histórico da cia:

Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente(s). A sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da Diversidade e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos, identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer. Além de uma série de ações e projetos realizados e a participação em eventos nacionais e internacionais, duas linhas de pesquisa compõem seu programa: “Estética do Desequilíbrio” e “A cidade como obra de arte”. Ainda assim, três conceitos orientam suas metodologias: desobediência, desequilíbrio e deformação.

Serviço

Data: de 24 de agosto a 14 de dezembro(qui)

Horário: das 19 às 21h

Classificação: 18 anos

Duração: de 24 de agosto a 14 de dezembro (qui)

Informações: é necessário atestado médico para participar

Parceria: patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução, parceria com a Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro e Centro Coreográfico de Dança da Cidade do Rio de Janeiro.

Público esperado:

30 pessoas

Programação presencial

Valor Ingresso: gratuito

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