Ensaio Aberto “O ANO QUE SUBI NO TELHADO DE VIDRO ou confiando em estruturas precárias “

Título: O ANO QUE SUBI NO TELHADO DE VIDRO ou confiando em estruturas precárias

Linguagem: Dança/Performance

Público alvo: Pessoas interessadas nas artes do corpo e nas artes sonoras em geral.

Resumo: O ANO EM QUE SUBI NO TELHADO DE VIDRO ou confiando em estruturas precárias é o resultado da residência artística desenvolvida no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro onde a pesquisa da bailarina e psicóloga transdisciplinar Flora Dias ganhou forma e conteúdo.

O trabalho que será mostrado em processo pela primeira vez dia 29 de julho às 16h tem caráter instalativo, convidando o público a fruir um espaço onde serão envolvidos por uma profusão de cabos sonoros. Uma dança contracenada com eles vai dando lugar a diferentes narrativas subjetivas nesse telhado de vidro – onde as perguntas e respostas de um corpo multidisciplinar vão ganhando atualização conforme um corpo sonoro expandido se modula. Ao longo dessa experiência uma paisagem feita de emaranhados da ordem do imponderável vai sendo desdobrada por diferentes sensações, confortos e desconfortos. Uma pesquisa sobre pesos, fluxos, ruídos e fragmentos.
Flora conta com a colaboração da artista sonora O., e de Valéria Martins que assina a direção artística.
Convidamos a todes para, após a performance, ficarem para uma roda de conversa sobre os afetos e processos de criação.

Ficha Técnica:
Concepção: Flora Dias, Valéria Martins e O. (Bia Tossato)
Criação e interpretação: Flora Dias
Som/Performance sonora: O. 
Direção artística: Valéria Martins

Histórico da cia:
 
Flora Dias
Pesquisadora e performer com formação técnica em dança pela Escola Angel Vianna, e psicóloga transdisciplinar pela UFRJ. Publicou em 2022 pela revista TKV o ensaio “Vale tudo só não vale qualquer coisa”, sobre cognição incorporada, dança e improvisação online na pandemia. Como professora/facilitadora, vem trabalhando desde 2020 para públicos diversos em formatos híbridos e itinerantes. Como artista do corpo, sua primeira performance solo foi a obra audiovisual “Pra vc que ainda vai nascer” (2020). Foi intérprete criadora no Campo Aberto nas suas edições online e presenciais (2021/2022); em Paissagem Play (2022) e Mystopia Reverse (2023); em Barricada (2023), na sua versão pro Festival Panorama. Atualmente se encontra artista residente no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro.
 
O.
Artista de música e som que experimenta com instrumentos, eletrônicos e sucata. Passou pela Fábrica de Sons Eletrônicos (Unirio, 2017), foi residente no ASA (Oi Futuro/British Council, 2018) e se especializou em Produção Musical (IATEC). Como artista, integrou vários projetos técnicos e criativos. Integrou a instalação colaborativa Encruzilhada (2019) no Festival Novas Frequências. Como artista de som participou da concepção e da performance sonora de Paissagem Play (2022) e Mystopia Reverse (2023). Dentre seus lançamentos pelo extinto projeto Agla Aëón, destaca-se seu primeiro álbum It’s A Decopunk Retrofuturistic Untime Machine (2020). Como O. lançou o álbum Soothing Sounds for Sleepless Souls (2023). Seus trabalhos musicais e sonoros estão disponíveis em todas as plataformas de streaming.

Valéria Martins
Atua há 40 anos na área de cultura com consolidada carreira em linguagem de movimento e projetos multidisciplinares. Em 2009, iniciou uma pesquisa autoral convergindo artes visuais, dança, circo e sonoridade que resultou nos espetáculos-intervenções urbanas- instalações Projeto Coleções, Coleções em campo, Zona de Lançamento, drama.mov, Redoma, Coleções em movimento vistos por mais de 35 mil pessoas em espaços de relevância cultural como Palácio Gustavo Capanema/RJ, Instituto Inhotim/MG, Parque Lage / RJ, Palácio de Cristal/RJ, Quadrienal de Praga/CZE – Prêmio Triga de Ouro. Desde 1997 colabora artisticamente com Dani Lima e também assina os figurinos de seus espetáculos. 1998 – Prêmio Rio Dança de Melhor Figurino.


Serviço
Data: 29 de julho de 2023
Horário: 16h
Local: Estúdio 01
Classificação: Livre
Duração: até 2h
Informações: diassiqueira.flora@gmail.com


Apoio: Base Labo e Rio Centro Eletrônica Som


Agradecimentos: Aos que financiaram este projeto de forma coletiva e independente até agora: Adriana Schneider, André Trajano, Angela Pecego, Beth Formaggini, Betina Dowsley, Dani Vertzman, Felipe Castro, Henri Gervaiseau, Nikita Llerena, Nastassia Romano, Renato Byington, Olivia Byington, Priscila Duarte, Maisa Byington, Mariana Byington e Nena Zenobio. Aos que contribuíram artisticamente ao longo da residência: Alanna Dahan, Ester Machado, Herika Reis, Lucas de Oliveira e Rafo Avelino.


Programação presencial
Público esperado: até 40 pessoas
Gratuito

Inscrições: https://forms.gle/CA86DbY7mhAVNzfg9

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