




Título: Abebé: tributo às mulheres afrolatinoamericanas
Resumo: Amefricanidades e afrolatinoamericanidades, categorias do pensamento e da sensibilidade ancestral a partir de Lélia Gonzalez surgem como inspiração nesse tributo de pertencimento das Mulheres negras dentro da sociedade brasileira, latino americana e caribenha. No dia 25 de julho, data que marca o Dia de Tereza de Benguela, convidamos à celebração das corpas e negrices que lutam contra a dominação. Sensibilidade, sensualidade e estima social são conquistas que se comemoram em coletivo, as artistas independentes Deborah Campos, Mayara de Assis e Mirian Miralles, apresentam danças emancipadas das estruturas coloniais produzidas e elaboradas a partir das danças do samba, dos movimentos populares e do funk carioca, ganhando tempo e espaço na programação do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, sob a irradiação e luminosidade do Abebé, o espelho sagrado, em reverência às Yás africanas, coroamos essa noite afro-feminina com os diamantes do luar tendo o bailar como resposta rigorosa da continuidade insubmissa das memórias negras.
Cronograma
25/07
18h – performance Mais de Duas com Mirian Bárbara Miralles Torres; Mirta Bárbara Torres Berdeguez
18:30h oficina Ancestralidade em Movimento Conexão Mulher com Débora Campos
20h – espetáculo Arruaça festa na cidade com Mayara de Assis
Serviço
Data: 25 de julho
Horário: 18h às 21h
Ingresso: R$10,00 meia-entrada e 20 reais inteira
Sympla: https://www.sympla.com.br/abebe-tributo-as-mulheres-afrolatinoamericanas__2078429
Programação presencial
Mais informações sobre os trabalhos
Mais de duas – Mirian Miralles e Mirta Berdeguez
Linguagem: Dança
Público alvo: Livre
Resumo: Ressalta as múltiplas possibilidades de ser corpo-mulher-mãe. Mostra as distintas mulheres que habitam em nós em tempos e espaços diferentes e como elas influenciam a nossa relação com a própria vida. Compreende a dança como possibilidade de transitar entre as formas de cuidado construindo narrativas de amor, cumplicidade e fortalecimento dos laços ancestrais.
Ficha Técnica:
Direção de movimento e coreografia: Mirian Bárbara Miralles Torres
Assistente de coreografia: Genilson Leite da Silva
Intérprete: Mirian Bárbara Miralles Torres; Mirta Bárbara Torres Berdeguez
Direção de imagem: Luis Silva.
Vídeo e edição: Rafaela Olivieri
Histórico da cia: A Coletivando Cia de Dança nasce com intuito de articular em suas obra cênicas temáticas que atravessam o dia a dia do corpo periférico, abordando temáticas que trazem reflexões sobre questões raciais, questões de gênero e tantas outras temáticas que nos envolvem a cada passo que damos pelo caminho da vida. A Cia é residente no Centro Coreográfico do Rio e possui em seu elenco artistas e pesquisadores das cidades de Ribeirão Preto-SP, Rio de Janeiro-RJ e Curitiba-PR. Entre 2017 e 2023 a cia pesquisou e estreou os espetáculos Interfaces (2019) e Naízes (2022) que percorreram estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Paraná, pautando temporadas em parceria com a FUNARTE e Secretarias Municipais de Cultura, além desses trabalhos a cia já apresentou as performances O que tem nessa bagagem (2017), Instabilidade Urbana (2018) e o curta de dança intitulado Afetos (2020).
Serviço
Data: 25 de Julho 2023
Horário: 18h
Classificação: livre
Duração: 20min
Programação presencial
18:30h
Título: Ancestralidade em Movimento Conexão Mulher – Débora Campos
Linguagem: Dança
Público alvo: sem limite de idade, preferencialmente para mulheres negras
Resumo: O projeto Ancestralidade em Movimento Conexão Mulher é uma proposta de vivência corporal com base em princípios filosóficos das culturas Banto e Ioruba transmitidos e ressignificados em terras brasileiras. A dança é pensada aqui como escritura em profunda relação com a cultura, sendo provocada através da investigação de movimentos afro referenciados, busca-se, deste modo, ampliar o vocabulário e aguçar as memórias corporais das participantes, instigados por sonoridades afro referenciadas.
Ficha Técnica: professora Débora Campos de Paula
Histórico da cia: Doutoranda em Filosofia PPGF/UFRJ, Mes. Saúde Coletiva IMS/UERJ, Grad. Educ. Física/UFRJ. Atua na área de dança, em transdisciplinaridade: corpo, memória, arte negra e arte educação. Intérprete/pesquisadora, coreógrafa e prep. corporal. Pesquisadora e idealizadora do Núcleo de pesquisa em filosofias do corpo/NIFAn/UFRJ e do espaço Afro Conexões – voltado para atividades artísticas de docência e pesquisa em cultura e arte afro-brasileira. Arte-educadora no Instituto Tear, integrante do Coletivo Lemagidé e prep. Corporal: Coral Palavra Cantada RJ, Coloridos Coral e Grupo Cine em Canto. Desenvolveu o projeto Conexão Mulher no CCO pelo edital FOCA 2021. Integrou o Coletivo Muanes Dançateatro (2006 a 2022) -Espetaculo Mask 2022/2021.
Serviço
Data: 25/07
Horário: 18:30h
Classificação:
Duração: 1h e 30min
Programação presencial
20h
Título: Arruaça festa e cidade – Mayara Assis
Linguagem: Dança
Público alvo: comunidade interessada em dança, teatro, música e cultura popular.
Resumo: Tendo como cenário a temporada de calor em uma cidade tropical, o espetáculo acontece a partir de danças afro indígenas do Brasil. Uma cena portátil por onde transitam bailarina e música no baile inspirado em etnocoreografias sobre o corpo da trabalhadora urbana. O que põe nesse corpo a folia? Fitas, brilhos, fantasias, ritmos e cores, homenageando a revitalização das multidões a partir da sinfonia de discoteca com referências ao teatro do rebolado.
Ficha técnica:
Direção de movimento, atuação e bailado – Mayara de Assis
Produção Musical – Samuel Lima
Desenho de luz – Glaucio Machado e SUAT – UFRJ
Fotógrafo e audiovisual – Frederick Assis
Assistente de direção – Luíza Gonçalves
Histórico da cia: Mayara de Assis é artista independente, bailarina, coreógrafa, educadora, produtora local da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Está inserida em grupos de pesquisa científicos, artísticos-culturais e também de extensão acadêmica, é doutoranda em Educação na UERJ e formada em Dança pela UFRJ. Desde 2016 idealiza e desenvolve o exercício-poético Arruaça, um conjunto artístico e performático, entre trilogia teatral e oficina de dança criativa, inspirado na energia do funk e outros ritmos afro urbanos. Arruaça obteve ampla circulação desde então, com participações em mostras, festivais e seminários nacionais e internacionais. A peça atualmente conta com trilha sonora e textos autorais livremente inspirados na cultura popular brasileira, esta é uma pesquisa efervescente e contínua que abraça artistas e plateias inquietas e ativas.
Serviço
Data: 25 de julho de 2023
Horário: 20h
Classificação: livre
Duração: 60 minutos
Informações: O evento inclui momento com plateia dançante e troca com roda de dança coletiva. Sinta-se como em um baile!
Programação presencial
