Estamos em obras, mas a programação de JUNHO vem com tudo! Nosso espaço coreográfico arquitetônico é um facilitador de processos artísticos transformadores!
Vem pro Centro Coreográfico!
dança #cultura #arquitetura #letramento



TEATRO ANGEL VIANNA
Título: Letramento LGBTQIAP+
Linguagem: Oficina
Público alvo: profissionais da cultural e colaboradores de centro culturais
Resumo: O Letramento LGBTQIAP+ da ONG Casinha tem como objetivo dialogar temas que contribuem na compreensão do cotidiano de pessoas LGBTQIAP+ apresentando a diversidade de legendas das identidades de gênero e sexual, bem como estratégias de abordagem do tema. A oficina é oferecida como contrapartida para espaços parceiros do projeto Trapézio Cultural, viabilizado com recursos do FOCA.
Ficha Técnica: Palestrantes: Andrea Pech e Douglas Lacerda / Assistente de Produção: Rayssa Pereira
Histórico da cia: A Casinha é uma ONG carioca que atua desde 2017 oferecendo apoio à população LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O Grupo de Trabalho Cultural da Casinha tem como objetivo promover conscientização e criar espaços de sociabilidade para pessoas LGBTI+ por meio de ações culturais, eventos e cursos.
Cronograma: 10-12h – oficina
Serviço
Data: 01/06/2023
Horário: 10h
Classificação: 18 anos
Duração: 2 horas
Informações: oficina expositiva sobre vivências LGBTQIAP+
Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Fomento: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Público esperado: até 20 pessoas
Local de venda/inscrição: Atividade destinada para equipe e residentes artísticos do Centro Coreográfico.
Título: Nur El Fan – Entrelaços / Alumbre
Linguagem: Dança
Público alvo: Apreciadores da cultura árabe e cigana
Resumo: Espetáculo de Dança Cigana, Flamenca e Árabe inspiradas em temas de novelas e poemas.
Ficha Técnica:Direção e Produção: Mayara Rajal e Liane de Luna / Coreografias: Aisha Hadarah, Liane de Luna, Luah de Avalon, Mayara Rajal e Thereza Canário
Histórico da cia:
Criada para resgate criativos nas danças Orientais e ciganas levando ao expectador o conhecimento sobre a cultura e costumes de povos de tradição.
Cronograma:
Espetáculo Nur El Fan
– Poemas de Khalil Gibran nas modalidades: Dança do Ventre, Folclore Árabe e Dança Cigana (33 quadros contabilizando 1h30 de Espetáculo)
Espetáculo Alumbre
– Temas de novelas nas modalidades: Dança do Ventre, Folclore Árabe, Dança Cigana e Flamenco
(33 quadros, contabilizando 1h30 de espetáculo)
Serviço
Data: 3 e 4 de Junho
Horário:
Sábado dia 3 de Junho – 2 sessões 14h e 18h (Nur El Fan – Entrelaços)
Domingo – 17h (Nur El Fan – Alumbre)
Classificação: Livre
Duração: 1h30
Informações:
Parceria: Mayara Rajal e Sol y Luna Danzas
Programação presencial
Valor do Ingresso: R$20
Público esperado: em média 130 a 140 pessoas em cada sessão
Local de venda/inscrição: Sympla
Título: ININTERRUPTO
Linguagem: Dança
Público alvo: Amantes da dança, comunidade local, e admiradores do trabalho da cia.
Resumo: Quais são as peças da engrenagem que detém o controle sobre os corpos e sobre a vida em nossa sociedade atualmente?
O corpo, tal qual uma máquina, é cada vez mais exigido, porém, se antes o controle se exercia de forma externa em uma sociedade disciplinar, agora, ele cede cada vez mais a pressões internas. A pressão por desempenho, a pressão por produção, parecem ser os novos elos da corrente que nos une a todos e nos transforma em agressores e vítimas, tudo ao mesmo tempo.
Que mecanismo é esse que decide o caminho da maioria e age como uma cela escura que te contém por dentro, borrando a visão e fazendo desaparecer a alteridade e a estranheza?
Parar, resistir, permanecer para depois seguir. Inevitável é desfazer o equívoco desta “liberdade coercitiva” diagnosticada pelo filósofo Byung-Chul Han, na qual o sujeito é juiz e algoz de sua própria condição, numa sociedade caracterizada pelo excesso de estímulos, informações e impulsos.
In(in)terrupto é a segunda parte da trilogia sobre o tempo, composta pelas obras Non Stop (2015) e Contrafluxo (2019). A peça propõe uma discussão sobre poder, controle e a noção de corpo enquanto mercadoria.
Ficha Técnica:
Direção geral e concepção: Renato Cruz
Assistente de direção: Aline Teixeira
Direção de produção: Steffi Vigio
Intérpretes criadores: Jefte Francisco, Luciana Monnerat, Fábio de Andrade, Yuri Braga, Josh Antonio, Rayan Sarmento, Maju Freitas.
Histórico da cia: Criada em 2007 e dirigida por Renato Cruz, a Híbrida é hoje uma das mais atuantes do Brasil. Recebeu diversos prêmios, como Funarte de Dança Klauss Vianna, Fundo de Apoio à Dança, Fomento à Cultura Carioca, O Boticário na Dança, etc. A Cia já dançou em diversos festivais, mostras e temporadas por todo o Brasil e apresentou suas obras em vários países. Em 2017 e 2018 A Híbrida foi cia residente em Le CentQuatre, Centro Cultural situado em Paris. Em 2018 a Híbrida estreou Ininterrupto, através do Prêmio Iberescena, e recebeu o prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo em 2019. Ainda em 2019, realizou importante residência de criação em Parc de La Villette (Paris) para criação de seu novo espetáculo, Contenção, considerado um dos melhores do ano pelo Jornal O Globo. Em 2022 teve suas duas estreias, Antiflow e Dança Frágil realizadas através do prêmio FUNARJ de Dança. Por seis anos consecutivos, a Cia. Híbrida teve suas obras figurando entre os Melhores da Dança do Jornal O Globo (2014 – Olho Nu, 2015 – Non Stop, 2016 – Espaço Tempo Movimento, 2017 – Toque, 2018 – Ininterrupto, 2019 – Contenção).
Cronograma:
10/06
10h / 16h – Montagem de luz
16h / 17h – Oficina de Dança
19h / 20h – Espetáculo
11/06
14h – Chegada da equipe
15h / 16h – Oficina de Dança
18h / 19h – Espetáculo
Serviço
Data: 10 e 11 de junho de 2023
Horário: 10/06 – 19h e 11/06 – 18h
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Informações:
Parceria: Programa de Fomento à Cultura Carioca
Programação presencial
Valor do Ingresso: R$ 10,00 (inteira)
Público esperado: Lotação máxima
Local de venda/inscrição: Sympla
Título: ATRAQUE | House of Mamba Negra
Linguagem: Dança
Público alvo: O perfil social contemplado pelo projeto é sobretudo jovens e adultos LGBTQIAP+, com faixa etária entre 16 a 50 anos, pessoas pretas e racializadas oriundas de regiões periféricas do Rio de Janeiro e entorno. Bem como, estudantes, artistas, curadores e profissionais da cultura interessados em narrativas periféricas e dissidentes.
ATRAQUE é um experimento que reflete a vivência de pessoas pretas, periféricas e LGBTQIAP+ da cultura Ballroom do Rio de Janeiro. A comunidade Ballroom, uma cultura baseada em estruturas de apoio social, práticas de performance e competições. Neste sentido, a palavra ATRAQUE, gíria que evoca a intensidade de embate entre corpos tanto em sentido de disputa e afetivo, é tomada como dispositivo que tensiona os limites entre as linguagens da moda, dança, performance e audiovisual, investigando os princípios históricos, estéticos, comunitários e de disputa do vogue. Reunindo estudos sobre coreografias de violências codificadas e legitimadas historicamente apostamos em técnicas e procedimentos de inscrição, recriação, transmissão incorporando poses e gestos radicais operando nelas variações para contornar qualquer tentativa de captura. Tendo o deboche como tática para reivindicar espaços e conceber resistência sutil, elaboramos imagens que questionem acordos e possibilitem portais de fuga dinâmicos e perecíveis e produzir outras ficções que não a morte, mantendo vivas as questões que nos atravessam em caráter de urgência.
A presença e a potência de um corpo ballroom promove um rasgo na cronologia do mundo e a transformação da realidade, levantando uma experiência cênica que coloca sob questão conceitos fundamentais da cultura ballroom e do voguing: viver o cotidiano de uma ̃house ̃. Os significados de viver em comunidade são levados a cabo num jogo vivo, que expõe as contradições que emergem quando se escolhe compartilhar um chão e viver em uma organização coletiva. Neste cenário, a coreografia possibilita ao corpo inverter seus modos de operar, seduzir, escapar e resistir num acontecimento dinâmico e furtivo, construído num território que sustenta sua própria continuidade.
ATRAQUE é um projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura através do Edital de Fomento à Cultura Carioca – FOCA
Ficha Técnica:
Realização: House of Mamba Negra
Direção geral: Wallace Ferreira / Patfudyda
Assistente de direção e produção: Mario Netto / Germanetto
Performance: Idra Maria, Kali Mamba Negra, Leona Mamba Negra, Gabe Mamba Negra
Design e operação de som: Bida Sarô
Assistente de produção: Yume Mamba Negra
Cenógrafa/Aderecista: Azre Maria Tarântula Mamba Negra
Identidade Visual: Renan Graccowvisk | GRCK. Studio
Assistente de Design: André Ximene
Edição de foto e vídeo: Alícia Passos
Gestão Financeira: Rafael Fernandes – Quafá Produções
Histórico da cia:
A House of Mamba Negra é um coletivo interestadual de cultura ballroom que nasceu em 2019 e hoje tem atuação em quatro capitais: Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo liderada por pessoas trans em cada uma delas. A House reúne hoje cerca de 50 pessoas com interesses em pesquisa e formação em áreas como artes visuais, performance, moda, audiovisual, música, educação e produção cultural. O principal ponto de contato entre essas pessoas é promover o corpo como potência de criação e garantir a continuidade de narrativas não-normativas. A equipe que compõe o projeto de ATRAQUE e a House of Mamba Negra já desenvolveram trabalhos no Festival Panorama, Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Galpão Bela Maré, Museu de Arte do Rio, Museu do Amanhã, Museu da Língua Portuguesa, CCBB RJ, SESC – SP, L’Oreal Brasil, Netflix Brasil, ImPulsTanz e ONU.
Cronograma: 16/06 (montagem), 17 e 18/06 (apresentações)
SERVIÇO
17/06 | 19h
18| 06 | 18h
Centro Coreográfico Gratuito | Sympla
Classificação: 14 anos Duração: 50min
Público esperado: 100 pessoas/dia
Título: MOSTRA DE DANÇA EXPODANCE (2023 | 26 ANOS) PALESTRAS E OFICINAS
Linguagem: DANÇA
Público alvo: BAILARINOS, ESTUDANTES, COREÓGRAFOS, PROFISSIONAIS DA DANÇA, PRODUTORES CULTURAIS.
Resumo:
Realizaremos: 3 Oficinas, 1 Workshop e 1 Mesa de Debates sobre temas relevantes do mercado da Dança. Todas as atividades serão GRATUITAS.
Ficha Técnica:
Idealização e Direção Geral: ANDERSON ROCHA
Curadoria: CARLA RIBEIRO
Curadoria (workshops e oficinas): TEREZA RODRIGUES
Direção de Produção: LEONARDO GAMA
Coordenação de Produção: RODOLFO MATTOS
Assessoria de Imprensa: ALINE ARAUJO
Assistentes de Produção: RODRIGO GARUZI ROCHA, RAULF JATOBÁ, YASMIM FERREIRA E MAÍRA AZEVEDO
Realização: ARTICULE PRODUÇÕES
Histórico da cia:
A Expodance – Mostra de Dança completa 26 anos em 2023 e segue como o maior encontro de dança do Rio de Janeiro. Realizada de forma itinerante, recebe nos palcos, apresentações de escolas, grupos e cias. de dança, no formato não competitivo. A programação inclui oficinas e workshops gratuitos; expositores; mesas de debate e palestras com nomes expressivos da dança.
Nesses 26 anos de Expodance, o projeto colhe grandes resultados ao fortalecer a autoestima de milhares de pessoas. Criamos um ambiente de energia altamente positiva, de encantamento, para receber os novos talentos como grandes atrações. Pessoas geralmente excluídas da sociedade, como os negros, PcD e LGBTQIA+, a cada ano são recebidos e aplaudidos com suas obras na Expodance. Bailarinos da Melhor Idade discursam com gratidão como se sentem vivos e amados ao dançarem no palco do projeto. Crianças e jovens desde cedo recebem os olhares de seus familiares e público em momentos marcantes que jamais são esquecidos.
Em 2023, com o patrocínio da Prefeitura do Rio, pelo FOCA – Fomento à Cultura Carioca, a Expodance acontecerá de 15 a 24 de junho. Serão 10 dias em 10 espaços pela cidade do Rio de Janeiro.
Realização: Articule Produções
Cronograma:
(TERÇA-FEIRA 20 JUNHO)
10 ÀS 11h – OFICINA 01 / LOFT
13:30 ÀS 14:30 – OFICINA 02 / LOFT
15 ÀS 16h – WORKSHOP / TEATRO
16:30 ÀS 17:30 – OFICINA 03 / LOFT
18 ÀS 20:30 – MESA DE DEBATE / TEATRO
Serviço
Data: (terça-feira) 20 junho 2023
Horário: 10 às 20:30
Classificação: Livre
Duração: 10:30
Informações: Enviaremos em breve a programação com nomes das oficinas, profissionais integrantes da Mesa de Debate e link para inscrições GRATUITAS.
Parceria: FOCA – Fomento à Cultura Carioca | Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
Programação presencial
Valor do Ingresso: ENTRADA FRANCA
Público esperado: 450
Local de venda/inscrição: Sympla
Título: AQUI!
Linguagem: Dança
Público alvo:
O projeto contempla diferentes públicos e com as apresentações gratuitas, pretende-se chegar às comunidades locais e seu entorno, podendo ser vista por toda a família de diferentes classes, propondo à plateia de todas as idades que se juntem para vivenciar uma experiência de troca direta
com os artistas.
Resumo:
Contemplado pelo II Edital de Fomento à Cultura Carioca – FOCA, o projeto “AQUI!” é uma criação de Mariana Taques e Ruy Carvalho com a direção de Diogo Granato. Um espetáculo onde Mariana e Ruy dançam as sutilezas do momento presente utilizando técnicas da improvisação cênica e acrobacia, além de um músico ao vivo que compõe a cena. A dupla se relaciona com o espaço e entre si, descobrindo cada detalhe deste encontro. Não há história, mas uma dança atmosférica onde a despretensão do movimento torna-se poesia.
Ficha Técnica:
Dramaturgia e atuação: Mariana Taques e Ruy Carvalho
Direção: Diogo Granato
Direção de arte: Ruy Carvalho e Fernando Alax
Iluminação: Nina Balbi
Figurino: Roberta Bussoni
Assistência de produção: Martha Avelar
Produção: Lasca Produções e Casa136 Produções Artísticas
Idealização: Mariana Taques e Ruy Carvalho
Histórico da cia:
IDEALIZAÇÃO E ATUAÇÃO | Ruy Carvalho
Palhaço, ator, mímico e dançarino. Diretor e dramaturgo de circo-teatro. Especialista em quedas e cascatas. Ator com experiência em máscaras teatrais. Dançarino de contato improvisação e improviso cênico. Diretor e roteirista do espetáculo João Pede Feijão (contemplado pela Lei Aldir Blanc e Sesc Pulsar). Trabalhou com o Grupo Teatral Moitará. Foi treinado em commedia dell’arte pelo ator italiano Enrico Bonavera (Arlequim do Piccolo Teatro di Milano). Faixa preta de judô pela Confederação Brasileira de Judô – CBJ. Diretor e artista cênico da performance Pode Tudo Só Não Pode Qualquer Coisa, improviso cênico que mescla dança e circo.
IDEALIZAÇÃO E ATUAÇÃO | Mariana Taques
Bailarina e palhaça. Praticante de Parkour, capoeira e Aikidô. Formou-se em 2014 em Humor na SP Escola de Teatro. De 2014 à 2016, especializou-se em estudos de máscaras cômicas e improviso cênico. Desde 2016 trabalha com Danilo Alves pesquisando a linguagem do parkour e juntos ministram aulas de parkour e dança em intensivos em espaços abertos propondo novas maneiras de relação com a arquitetura da cidade. Compõe o grupo de pesquisa em dança e performance 16 mulheres e ½ orientado por Maristella Estrela e Mariana Sucupira. É intérprete-criadora na Mais+ Companhia desde 2017, dirigida por Diogo Granato; contatista-intérprete do Núcleo Improvisação em Contato desde 2019, dirigido por Ricardo Neves; colabora como performer o Núcleo Cinematográfico de dança, dirigido por Maristella Estrela e Mariana Sucupira. Compõe a Plataforma Bóia dirigida por Ilana Elkis desde 2019 e é sócia fundadora do núcleo de parkour e dança, Agrupa, fundado em 2020.
DIREÇÃO | Diogo Granato
Criador e interprete de solos de Dança-Teatro como “Aretha”, que o rendeu melhor intérprete de 2006, pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e “Seis Sentidos?”, que encerrou o “Intransit Festival” em Berlim, e de trabalhos com importantes figuras da música como Duet, com o jazzista sueco Mathias Landaeus ou com o pianista Leandro Cabral. Estudou ou trabalhou com muitos dos melhores professores e diretores de dança, teatro e circo do Brasil e alguns de fora, já dividiu o palco com importantes figuras da Improvisação na dança mundial, como Steve Paxton, Lisa Nelson, Nancy Stark Smith e Katie Duck.
Cronograma:
Sábado 24 de junho
. 14h: Início da montagem de luz e som
. 16h: Ajustes finais e passagem do espetáculo
. 19h: Apresentação
. 20h: Saída da equipe
Domingo 25 de junho
. 15h: Chegada da equipe
. 16h: Ajustes necessários
. 18h: Apresentação
. 19h: Desmontagem
. 20h: Saída da equipe
Serviço
Data: 24 e 25 de junho
Horário: sábado – 19:00 / domingo – 18:00
Classificação: Livre
Duração: 40 minutos
Valor do ingresso: gratuito
Título: O Corpo vai à escola! Saberes do corpo: dança e educação somática na formação de professores
Linguagem: Dança e educação somática
Público alvo: professores da educação básica em atuação e em formação
Resumo: Nesse dia, serão desenvolvidas oficinas, no Loft, de abordagens somáticas e dança destinadas a professores da educação básica em atuação e em formação. Cada participante poderá experimentar três oficinas que serão conduzidas por estudantes de dança e professores convidados. No período da tarde, acontecerá uma mesa de debate e o lançamento do canal de YouTube do Projeto de Extensão Reinscrevendo os saberes do corpo: dança, Biodanza e educação somática na formação de professores, coordenados pelos professores Silvia Soter e André Bocchetti, da Faculdade de Educação da UFRJ.
Ficha Técnica: Coordenação Silvia Soter e André Bocchetti
Histórico: Por meio dessa ação, damos continuidade à parceria entre a Faculdade de Educação da UFRJ e o CCo, na realização de oficinas e debates que articulam os saberes do corpo e da dança e a formação inicial e continuada de professores da educação básica .
Serviço
Data: 24 de junho de 2023
Horário: 10h às 17h
Classificação: Livre
Duração: 6 horas (3 horas pela manhã, 3 horas à tarde)
LOCAL: Loft e sala de vídeo
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Público esperado: 60 pessoas


LOFT, ESTÚDIOS, SALA MULTIUSO E MIDIATECA
Título: Programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico
Linguagem: Dança
Público alvo: Artistas, grupos, coletivos e companhias de dança
Resumo: O programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico contempla semestralmente ao longo dos últimos 5 anos uma média de 30 companhias de Título: dança com trabalhos que abraçam a dança contemporânea, as danças afro-diaspóricas, balé clássico, danças urbanas, performance, vogue e artes integradas.
Ficha Técnica:
Direção Artística: Diego Dantas
Coordenação de Residências e Oficinas: Hágata Pires
Histórico: Ao longo dos dezoito anos de existência, o Centro Coreográfico promove diversas iniciativas de políticas públicas, tanto de cunho municipal, como nacional e internacional.
Seus programas, como o de residência artística, promovidos através de chamadas públicas e participação ativa, destacam-se, principalmente, pela diversidade da dança, fomentando a integração de criadores novos e renomados, destacando-se como uma plataforma resiliente de criação artística.
Serviço
Data: 03 janeiro até 30 de junho de 2023
Horário: 9:30h às 18:30h
Classificação: Livre
Duração: De acordo com o edital de residências artísticas 2022 cada companhia contemplada poderá utilizar o Centro Coreográfico por no máximo três vezes na semana ao longo de 5 horas.
Informações: hagatapires.culturario@gmail.com
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Local de venda/inscrição: Grupos selecionados através de edital anual
Título: Cultura Vogue e Movimentos
Linguagem: Dança
Público alvo: Jovens adultos LGBTI+, priorizando a participação de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pessoas trans, travestis e negras.
Resumo: O Trapézio é um projeto da ONG Casinha, que em 2021 promoveu dois ciclos de oficinas sobre temas relevantes para a comunidade LGBTI+ como direitos humanos e saúde. Em sua terceira edição, serão 5 oficinas sobre linguagens artísticas variadas, tendo como ponto de partida produções realizadas pela comunidade LGBTI+. As atividades acontecerão em diversos aparelhos culturais do Rio de Janeiro, articulando com agentes culturais locais e seus territórios. A oficina do Centro Coreográfico da Cidade do Rio irá propor um debate sobre a Cultura Vogue e seus principais movimentos.
Ficha Técnica:
Douglas Lacerda – Produção Executiva do Projeto
Andrea Pech – Coordenação das Oficinas
Histórico da cia: A Casinha é uma ONG carioca que atua desde 2017 oferecendo apoio à população LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O Grupo de Trabalho Cultural da Casinha tem como objetivo promover conscientização e criar espaços de sociabilidade para pessoas LGBTI+ por meio de ações culturais, eventos e cursos.
Serviço
Data: 03/06/2023
Horário: 10h às 17h
Classificação: 18 anos
Duração: 6 horas + 1 hora para refeição do grupo
Informações: Oficina expositiva com prática de dança para demonstração de movimentos.
Parceria: Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro através do edital FOCA
Programação presencial
Inscrições já encerradas.
Título: ENCRUZILHADAS: para transitar a palavra (Grupo SATS)
Linguagem: Dança
Público alvo:O público em geral. Artistas e estudantes de dança, teatro, performance e circo. Pesquisadores e artistas interdisciplinares. Artistas e estudantes surdos e pessoas da comunidade surda.
Resumo: ENCRUZILHADAS: para transitar a palavra é um ciclo de palestras-performances que busca recombinar vínculos entre o corpo, a escrita e o espaço público. O encontro é mobilizado por quatro artistas da dança e da performance nas suas práticas experimentadas de provocação à cidade. A partir da sobreposição entre escadarias, palavras, tropeços, políticas, ancestralidades, becos, processos de escavação e enterramento, matas virgens, palcos suspensos e danças que acontecem, reinventa-se o chão comum.
Ficha Técnica:
Felipe Ribeiro, Maurício Lima, Taís Almeida e Xandy Carvalho.
Mediação: Deisi Margarida e Rodrigo Gondim
Histórico da cia: O Grupo SATS é uma companhia radicada na cidade do Rio de Janeiro que atua, desde 2016, na produção de uma pesquisa continuada de criação que envolva o pensamento crítico da cena da dança. Entendendo a pesquisa prática e a criação de imaginário sobre o corpo como caminhos dramatúrgicos em si, o grupo considera o lugar da pesquisa como um espaço transitório. Em seu repertório, como primeiro trabalho, contam com o duo UMAN (2018), que se apresentou em teatros e mostras de várias cidades, como Brasília (2018), São Paulo (2019) e Rio de Janeiro (2018/2019). DEGRAUS (2019), o segundo trabalho da CIA, marca sua relação de interesse com a cidade. O espetáculo é uma ação em dança que usa escadarias públicas para pesquisar o corpo em situações de colapso. Em 2019, foi realizada uma temporada nas escadas do Palácio Tiradentes (ALERJ) e da Câmara Municipal dos Vereadores/RJ, na Cinelândia. DEGRAUS teve duas indicações ao prêmio Cesgranrio de Dança em 2019: Melhor coreografia e Prêmio especial como performance em espaço público. Em março de 2021, a companhia estreia seu terceiro trabalho, TECNOLOGIAS PARA PERMANECER (2021), contemplado pelo edital Retomada Cultural da Lei Aldir Blanc. TECNOLOGIAS PARA PERMANECER é uma instalação coreográfica de insistência no espaço público, com duração de 12h ininterruptas de dança por 10 dias seguidos no espaço da cidade. Em 2022, o grupo criou a obra LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS, contemplado pelo edital Retomada Cultural 2 e FOCA 2022. Nesta obra, a companhia retoma um diálogo com o palco e cria uma proposta imersiva para o público. Um ambiente ficcional é criado, convocando os espectadores para uma experiência intensamente relacional. Ainda em 2022, o Grupo esteve, conjuntamente à Multifoco Companhia de Teatro, envolvida no desenvolvimento do programa de residência UTOPIAS DA PROXIMIDADE: corpo, cidade e espaço, no qual realizaram cerca de 15 programas performativos pela cidade do Rio de Janeiro. Em 2023, o grupo realiza a circulação do seu trabalho LUGAR PARA GUARDAR ANIMAIS e a remontagem do espetáculo DEGRAUS em temporadas gratuitas e com ações formativas, ambos financiados pelo programa de Fomento à Cultura Carioca. O grupo SATS é dirigido pela dupla Deisi Margarida e Rodrigo Gondim. Juntos, os artistas realizam trabalhos paralelos à pesquisa do grupo. Em 2020, foram selecionados para a residência coreográfica com a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói com o projeto “BALADA SELFIE”, propondo uma experiência coreográfica que pesquisa o gesto “selfie” e o contexto frenético das baladas para a criação de uma prática em dança que desafie os limites da escrita e da visualidade de um corpo que “dança ao se assistir dançar”. Em maio de 2020, a série de vídeos “CASAMATA: Isolamento poético no Coreobunker” é selecionada pelo Itaú Cultural no edital de emergência “Arte como respiro”. A proposta faz parte de uma pesquisa maior dos artistas sobre as relações do militarismo, da dança e das tecnologias de poder sobre o corpo. Para mais informações, acesse:www.gruposats.com
Serviço
Data: 3/6/2023
Horário: 14 às 18h
Classificação: livre
Duração: 3 h
Informações: Será disponibilizado um coffee break.
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Público esperado: 40 pessoas
Local de venda/Inscrição: Sympla
Título: Oficina “Dance como a água” – Cia Híbrida
Linguagem: Dança contemporânea
Público alvo: Estudantes de dança, estudantes de arte em geral, pessoas interessadas em aprender.
Resumo: Workshop com professores convidados – Para continuar o projeto Cia Híbrida – Manutenção, difusão, formação, aprovado pelo FOCA. Será oferecido no Centro Coreográfico durante o mês de junho (terças e quartas de 09h30 as 10h45) o curso Dance como a água, de Thiago Nunes. Sinopse: Uma aula de dança que utiliza uma analogia imagética da água em seus três estados físicos para explorar qualidades dinâmicas do movimento, tais como fluidez, pausas e acentos. Essa abordagem é trabalhada através de laboratórios de experimentação e reprodução de sequências no chão e na base de pé.
Ficha Técnica:
Direção: Renato Cruz
Direção de Produção: Steffi Vigio
Assistente de direção: Aline Teixeira
Professor: Thiago Nunes. Breve currículo do ministrante: Estudante de licenciatura em dança pela UFRJ. Atua como professor, coreógrafo e intérprete, tendo trabalhalhado com Fernanda Abreu, Djavan, Duda Brack e Ney Matogrosso, Mc Lucy, Ananda Paixão, Netflix e Amazon Prime. Fez parte do projeto Corpo Estranha Estranho UFRJ onde desenvolveu o solo REPTILE e integrou o elenco do espetáculo Pequeno Inventário de Singelezas e Estranhezas, Cía Líquida no espetáculo Boca do Mundo contemplado pelo prêmio FUNARJ, Entre Horizonte Móveis contemplado pelo edital do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Cartografia de Passagem contemplado pela Lei Aldir Blanc. Como professor atuou no Projeto Comunidança UFRJ, From The Block, Pin Up Pole Studio, Cria Arte e Movimento.
Histórico da cia: Criada em 2007 e dirigida por Renato Cruz, a Híbrida é hoje uma das mais atuantes do Brasil. Recebeu diversos prêmios, como Funarte de Dança Klauss Vianna, Fundo de Apoio à Dança, Fomento à Cultura Carioca, O Boticário na Dança, etc. A Cia já dançou em diversos festivais, mostras e temporadas por todo o Brasil e apresentou suas obras em vários países. Em 2017 e 2018 a Híbrida foi cia residente em Le CentQuatre, Centro Cultural situado em Paris. Em 2018 a Híbrida estreou Ininterrupto, através do Prêmio Iberescena, e recebeu o prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo em 2019. Ainda em 2019, realizou importante residência de criação em Parc de La Villette (Paris) para criação de seu novo espetáculo, Contenção, considerado um dos melhores do ano pelo Jornal O Globo. Por seis anos consecutivos, a Cia. Híbrida teve suas obras figurando entre os Melhores da Dança do Jornal O Globo (2014 – Olho Nu, 2015 – Non Stop, 2016 – Espaço Tempo Movimento, 2017 – Toque, 2018 – Ininterrupto, 2019 – Contenção). Em 2021 recebeu 2 Prêmios FUNARJ e produziu os espetáculos Antiflow e Dança Frágil. Em 2022 realiza o projeto Cia Híbrida- Manutenção, Difusão, Formação através do FOCA – Fomento à Cultura Carioca.
Cronograma:
Terças e quartas de junho das 09h30 às 10h45
Serviço
Data: terças e quartas mês de junho
Horário: 09h30 às 10h45 (turno Manhã)
Classificação: 16 anos
Duração: cada aula tem a duração de 1 hora e 15 minutos
Informações:
Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Grupo de Formação de Educadores Populares- GEFEP
Programação presencial
Valor do Ingresso: GRATUITO
Público esperado: 40 vagas
Local de venda/inscrição: Sympla (ainda sem link)
Título: “Dança Pesquisa de Si” – Movimento Autônomo – autogestão de SOLOS em coletivo (Flora Dias)
Resumo: Partindo do princípio que não existe subjetividade sem corpo e que toda dança é subjetiva, este é um ciclo de oficinas para corpos interessades na dança como pesquisa de si. Serão três encontros, apostando em exercícios da consciência corporal/consciência pelo movimento e em dispositivos introdutórios à dança contemporânea para fortalecer a nossa capacidade física de modulação e autoprodução – tônus, mobilidade, chão, fluxo, cognição e improvisação. Não é necessário experiência prévia para participar.
Linguagem: Dança
Público alvo: a partir de 18 anos; todos os níveis; iniciantes e iniciades.
Ficha Técnica: Flora Dias
Histórico da cia: Flora Dias é tecnóloga em dança contemporânea e pesquisadora do movimento, formada pela Escola Angel Vianna; psicóloga transdisciplinar formada pela UFRJ. Está artista residente no CCO-RJ.
Serviço
Data: sábados de junho (03/06; 10/06; 17/03; 24/06)
Horário: 10h
Classificação: a partir dos 18 anos
Duração: 2h
Cronograma:
Encontro 1 – dia 03/06 (Loft)
TÍtulo/tema: Força e Mobilidade (Sutil)
Conteúdo: introdução à consciência pelo movimento – familiaridade com o chão, entender a relação entre empurrar e suspender; algumas articulações chave.
Encontro 2 – 10/06 (Loft)
Título/tema: Dança Pesquisa de Si
Conteúdo: introdução à dança contemporânea e a improvisação – experimentar o isolamento das articulações e o fluxo do movimento a partir dos ritmos internos de contração e expansão, de forma mais criativa.
Encontro 3 – 17/06 (Loft)
Título/tema: Improvisação Ecossistema Cognitivo
Conteúdo: explorar os sentidos, com ênfase na descentralização da visão.
Com participação de possíveis professoras convidadas, a confirmar.
Encontro 4 – 24/06 (Galeria)
Título/tema: Laboratório Movimento Autônomo
Conteúdo: um convite para artistas do movimento e da cena para mergulharem numa proposta de composição a partir da provocação: o que pode um corpo autônomo?
Informações:
Programação presencial
Valor do ingresso: Gratuito
Público esperado: até 20 pessoas por encontro
Local de venda/Inscrição:
Título: Oficina de iniciação às Danças Urbanas
Linguagem: dança
Público alvo: Esta oficina é voltada a todos aqueles que tenham interesse em iniciar o estudo em algumas técnicas presentes nas Danças Urbanas.
Resumo: A oficina tem por proposta iniciar a prática das danças urbanas para crianças e jovens. Com 1 hora de duração, o trabalho desenvolve-se a partir de exercícios de aquecimento e alongamento, sequências técnicas e jogos de integração, assimilação de conteúdos e composição coreográfica. Todo o material é organizado dentro de uma metodologia que visa o desenvolvimento progressivo e uma participação mais ativa do estudante nos processos de aprendizagem do movimento.
Ficha Técnica:
Ministrante: Renato Cruz. Mini currículo do ministrante: Diretor e coreógrafo da Companhia Híbrida, Renato Cruz é mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UNIRIO, com graduação em Dança e especialização. É diretor artístico da Arena Híbrida Festival de Hip Hop, coordenador de danças urbanas da escola Petite Danse, professor da Escola Livre da Maré e da Escola Parque, e fundador do Projeto sócio cultural Arte É o Melhor Remédio. Cruz apresentou suas obras por todo o Brasil e mais 8 países, bem como ministrou cursos de Danças Urbanas, de Metodologia de Ensino e Composição coreográfica pelos lugares onde passou. Suas peças figuram na lista das melhores do ano do Jornal O Globo desde 2014.
Histórico da Cia:
Serviço:
Data: 10 e 11 de Junho
Horário: 10/06 (17h) e 11/06 (16h)
Classificação: 8 anos em diante
Duração:
Informações:
Parcerias:
Programação presencial
Valor do ingresso:
Público esperado: 40 vagas
Local de venda/Inscrição
Título: Ensaio aberto Improvável
Linguagem: Dança e Música
Público alvo: profissionais e estudantes das danças, música e teatro e público interessado em geral.
Resumo: Compartilhamento de fragmentos da mais recente pesquisa do grupo motivada pela noção musical de polirritmia: a justaposição de mais de um ritmo.
Ficha Técnica:
Concepção e direção: Marcela Levi & Lucía Russo
Performance e co-criação: Lucas Fonseca, Martim Gueller e Washington Silva
Histórico da cia: Em 2010, as coreógrafas Marcela Levi (Rio de Janeiro, Brasil) e Lucía Russo (Patagônia, Argentina) fundaram, no Rio de Janeiro, a Improvável Produções, um lugar nômade de formação, pesquisa e criação. Levi & Russo apostam em uma direção polifônica em que diferentes posições inventivas se entrecruzam em um processo que acolhe linhas desviantes, dissenso e diferenças internas como força crítica construtiva. O trabalho da Improvável vai ao encontro de uma estética experimental que surge de um encontro singular com os impasses da sociedade brasileira. Aí reside um esforço rigoroso em em vez de sucumbir, transformar os embaraços e as tensões na própria matéria de uma produção artística. A Improvável é responsável, entre outros, pela concepção, criação e produção das peças de dança “Natureza Monstruosa”, “Mordedores”, “Boca de Ferro”, “Deixa Arder”, “HARM-ONY” e “c h ãO | grrRoUNd”; pela intervenção urbana “Sandwalk with me”; pela leitura coletiva “Palavras Dadas” (2021) e pelo filme “curto, curto, longo e às vezes curto, longo, curto” (2021). Paralelamente ao trabalho continuado de pesquisa e criação desenvolvido na Improvável, Levi & Russo orientam oficinas em centros de arte e universidades no Brasil e no exterior.
mais info:
https://www.facebook.com/ImprovavelProducoes
https://www.instagram.com/improvavelproducoes/
https://vimeo.com/improvavelproducoes
Serviço:
Data: 10/06/2023
Horário: 13h
Classificação: 12 anos
Duração: 1h
Informações: Local: Estúdio 1
Parceria:
Programação presencial
Valor do ingresso:
Público esperado: até 30 pessoas
Local de venda/Inscrição:
Título: Game Changers Ball
Linguagem: Dança
Público-alvo: Cena Ballroom Brasileira.
Resumo: A Game Changers Ball é um evento dentro da cena ballroom carioca que envolve competições de dança, moda, e várias modalidades artísticas que fazem parte da cultura ballroom, que é uma cultura preta, periférica, lgbtqia+ e principalmente trans. O evento será voltado para a celebração da cena ballroom carioca, com uma ball contendo 10 categorias, com um tema que celebra as grandes figuras e lendas da cena ballroom Rio de Janeiro que mudaram o jogo, que mudaram nossa história.
Ficha técnica:
▫️JÚRI : 3
▫️DJ: 1
▫️CHANT: 1
▫️ASSISTENTE DE PRODUÇÃO : 3
Histórico da companhia: A Cia artística Pioneer House of Cazul foi criada em maio de 2015 pelo Pioneer Diego Cazul e Lua Cazul como grupo de pesquisa da cultura Vogue. Se originou do Projeto Meninos do Polo, residente no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro desde 2005; utilizando de diversas expressões artísticas, sendo uma referência deste modelo. Em 2015 foi ganhadora do Edital de Residência do Teatro Cacilda Becker, que resultou no espetáculo “Octo” em cartaz no espaço citado, no Teatro Angel Vianna e nas salas do CCO. Desde 2017, a companhia vem organizando atividades dentro de comunidades como o Complexo da Maré e Alemão, oferecendo aulas e ocupando espaços marginalizados pela sociedade; estruturas que a cultura ballroom/ voguing se baseia e sobre a qual foi construída. A House of Cazul, pelo seu engajamento com a causa LGBTQIA, é convidada a participar de diversos eventos que abordam o tema, como a abertura da Pauta do Mês da Diversidade LGBTQIA do Rio de Janeiro, em 2017, e a celebração do Dia Internacional contra a LGBTQIAfobia a convite da Secretaria Municipal de Cultura em 2018. Foi co-criadora da Mostra TRANSBORDARÉ para o CCO, além de ter parcerias em produções do Museu de Arte do Rio, para eventos universitários. Já em 2019, foi convidada pela FRENTE LGBTQIA+ a participar do evento em memória aos 50 anos de Stonewall, na Cinelândia, abertura do espaço Tijolinho, na Maré e do Festival Transarte, organizado inteiramente por pessoas Trans da cena cultural Carioca integrantes da Casa Nem. Produziu com o apoio do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, a primeira ball dentro de um espaço genuinamente integrado à dança (Hell de Janeiro a Janeiro), fortalecendo os laços da cultura e abrindo espaço para que outras houses também o fizessem. Participou do Festival Urban Charme, dentro das instalações do espaço, representando o Voguing num evento de danças urbanas. Através dos estudos realizados na residência da House of Cazul realizou-se, um workshop e debate sobre a cultura ballroom e o Voguing com base na história e o surgimento das movimentações do voguing frente às lutas sociais de cada década até a atualidade no festival LIBERTA, dentro dos espaços acadêmicos da UNIRIO, guiados por Godfather Buthmann Cazul. Esta mesma linha de treino e workshop foi reproduzida em Belo Horizonte para a comunidade ballroom local, adicionando força didática sobre os estudos da dança da cena brasileira. Como força de produção cultural, a House manteve-se ligada diretamente a execução e organização de eventos próprios e de grande responsabilidade social como o evento Love Day + Fio Cruz (evento de conscientização sobre ISTs ), sendo chamada também como representante em bancadas de Júri de diversos eventos de outras houses.
Serviço
Data:16 de junho de 2023.
Horário: 18:00 – 21:00 – Game Changers Ball
Classificação: 16 anos
Duração: 3h evento e meia hora de evacuação.
Informações: produção HOUSE OF CAZUL.
Parceria:
▫️BALLROOM RIO ( Filmagem)
▫️Vitor Madeiros ( fotografia)
Programação Presencial
Valor do ingresso: R$20,00
Público esperado: 150 pessoas.
Local de venda: Evento – Ingressos Pelo Sympla
Título: ENCRUZILHADAS
Linguagem: Dança, Teatro e Música (multidisciplinar)
Público alvo: Todos os interessados
Resumo: ENCRUZILHADAS fala sobre os entrelaçamentos do destino e sobre como uma simples escolha pode mudar tudo. A obra tem como pressuposto trazer à luz de forma poética a vida e história de mulheres marginalizadas de diversos lugares do mundo, através da dança, música e contação de histórias. Um de nossos objetivos principais é fomentar reflexões sobre a violência de gênero e desmistificar pré-conceitos que rondam a figura das pombagiras, tão demonizadas em nossa sociedade. A protagonista, interpretada por Bia Laere, intercala entre contar sua própria história e a de outras mulheres, reforçando as experiências comuns. Dessa forma traz para o palco uma dinâmica onde presente, passado e futuro se misturam de forma natural e teatral, humanizando esses personagens que muitas vezes são olhados com medo e estranhamento.
Ficha Técnica:
Elenco: Bia Laere
Participação Especial: Lucília Costa
Direção: Karla Gabriela
Cenógrafo: Alexandre Brandão
Cenotécnico: Leandro Busch
Iluminação: Karla Gabriela
Operador de Som: Leandro Busch
Figurino: Trajes Dona Ana e Ateliê do Santo
Consultoria: Lucília Costa e Leandro Busch
Histórico da cia: 7 Linhas nasceu de 3 mulheres, cada uma com sua trajetória artística, pela necessidade de produzir o espetáculo ENCRUZILHADAS. Esse será nosso primeiro projeto.
Serviço
Data: 24/06
Horário: 14h
Classificação: 12 anos
Duração: 65 minutos
Informações:
Parceria: Trajes Dona Ana, Ateliê do Santo, Vincy Store, As 7 Luas, Grupo Espírita Maria da Glória
Programação presencial
Valor do ingresso: Gratuito
Público esperado: 30 pessoas
Local de venda/Inscrição:
Título: MIDIATECA EM MOVIMENTO / OFICINAS PLURAIS: Rodas Femininas – Sobre objetos, cisnes e redes
Linguagem: Dança
Público alvo: Público feminino que deseja conhecer e se relacionar melhor com seu corpo através de práticas corporais diversas.
Resumo: A oficina proposta pelo setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca, busca ressignificar as práticas do corpo feminino no cotidiano. Vamos conversar e nos movimentar sobre algumas perguntas, tais como: Por onde anda o seu corpo? Como ele está? Tem estado com ele? Tem cuidado dele? Perguntas estas, que nós mulheres muitas vezes deixamos de fazer com a frequência necessária, e que podem acabar nos causando no dia a dia problemas físicos, emocionais, familiares, profissionais e sociais diversos. Vamos fazer acontecer aquilo que estamos precisamos através do próprio corpo, com suas especificidades, limites e possibilidades, compreendendo o corpo através da prática como lugar de transformação constante. A cada mês (de março a junho) uma mediadora orientará o encontro com base em suas pesquisas e práticas artísticas. Ao final dos encontros desenvolveremos uma criação coletiva com apresentação aberta ao público. As oficinas serão orientadas por Cláudia Petrina (coordenadora do setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca do CCo) e convidadas (artistas-residentes do Centro Coreográfico).
Ficha Técnica:
Coordenação: Midiateca do Centro Coreográfico
Mediação (junho): Giselda Fernandes (artista residente do CCo, bailarina, coreógrafa, produtora e professora. Fundadora da Os Dois Companhia de Dança. Desenvolve e aplica metodologia própria em oficinas de dança com objeto, com o conceito próprio criado, objeto-partner.)
Histórico do Setor: A Midiateca – Setor de Acervo, memória e Pesquisa do CCo – pretende ser um espaço de pesquisa, criação, reflexão e difusão da Dança em toda a sua diversidade na cidade, em diálogos transversais constantes com artistas, residentes, pesquisadores, professores, alunos, enfim, com todos que tenham interesse na arte do movimento. Percebemos o espaço de interseção da Midiateca como algo vivo, pulsante, dinâmico, em construção constante com os diversos corpos da cidade. Com essa perspectiva, a Midiateca tem implementado várias ações desde 2020, entre elas: Artistas Residentes em Foco – 2 edições (vídeos de 1min com depoimentos de 6 artistas-residentes do CCo sobre a dança e a nova realidade pandêmica); Escritas do Corpo ( 7 edições):A ação teve como objetivo incentivar a criação e o compartilhar de uma memória digital de saberes em diálogo na área do Corpo-Movimento-Dança e de seus atravessamentos interdisciplinares; Painel Dança Educação (3 edições em vídeo): A proposta incentiva a construção, o registro e a divulgação de uma memória sobre ações de Dança-Educação na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, que vêm potencializando transformações no cotidiano escolar e extra-escolar de alunos e professores; Conversas Transdisciplinares (10 encontros onlines da Dança com: a Poesia, a Cultura, a Educação, o Feminino e o Sagrado): propõe um território de atravessamentos e partilhas, onde a Dança dialoga com diferentes áreas colocando-se em perspectiva; Oficina “A Dança do Fado: sobre corpos e reexistências” (4 encontros online); O Corpo Conta e Dança: conversas com residentes (4 rodas de conversa + performance): propõe uma experiência sensorial e lúdica de contar-encarnar-partilhar histórias/processos de criação e seus afetos através do movimento, do corpo e da dança, ressignificando o momento presente. Iniciamos no ano de 2022, o projeto “Conversas com o Acervo” onde convidamos diferentes propostas de resgate de Memórias na cidade para dialogarem com o acervo-memória da Midiateca. Todas essas ações encontram-se registradas nas redes do Centro Coreográfico (site, facebook e instagram). Ainda em 2022, através da parceria com o projeto “UFRJ na Cultura”, tornamos disponível para consulta de forma online o acervo da Midiateca, através de catálogo de títulos das obras e de nova base interativa de dados. Seminário Danças e Interseções 2023: encontro de dois dias entre os residentes do CCo e convidados externos para partilharem seus fazeres e saberes através de mesas temáticas variadas e apresentação de performances.
Cronograma:
25 de março (Cláudia Petrina)
29 de Abril (Rita Serpa)
27 de Maio (Aline Valentim)
24 de Junho (Giselda Fernandes)
Serviço:
Data: 24 de Junho
Horário: das 14h às 15h30min
Classificação: a partir dos 16 anos
Duração: 1 hora e 30 minutos
Informações: as oficinas acontecem sempre no último sábado de cada mês, no Loft do CCo.
Parceria: Artistas Residentes do Centro Coreográfico
Programação presencial
Valor do ingresso: Gratuito
Público esperado: 30 pessoas
Local de venda/Inscrição: site do Centro Coreográfico (link na Bio)

