O ancestral e o contemporâneo se entrelaçam na programação de maio! Espaço para desenvolvimento de novos criadores negros, 6• edição da MONSTRA, MANIFESTO ELEKÔ, além das residências artísticas do Cco, ciclos de oficinas livres, ensaio aberto de ATRAQUE e rodas femininas!
Vem pro Centro Coreográfico! Mais informações no site.

TEATRO ANGEL VIANNA
Título: Residência Artística Múltiplas Danças
Linguagem: Dança
Público alvo: Jovens entre 18 e 30 anos, incluindo portadores de necessidades especiais, bailarinos, dançarinos em processo de formação ou que já tenham alguma experiência em dança.
Resumo: A Residência artística Múltiplas Danças se concretiza através do interesse da Esther Weitzman Cia de Dança em fomentar um espaço intensivo de troca de saberes, danças, experiências e afetos. Com 6 dias consecutivos de duração, a residência será ministrada por Fagner Santos, Juliana Angelo e Julio Manhães, bailarinos da Cia. O trabalho propõe uma imersão na vivência da linguagem coreográfica da companhia, através de jogos corporais e dinâmicas que fizeram parte de nossos processos criativos. O nosso interesse é o encontro da singularidade artística e corporal de cada residente, culminando numa criação que se estabelece na troca de vivências e, principalmente, na multiplicidade e diálogos em danças que reside em cada um.
Ficha Técnica:
Professores/Coreógrafos: Fagner Santos, Juliana Angelo e Julio Manhães
Supervisão: Esther Weitzman
Direção de Produção: Sabrine Muller
Produção Executiva: Manuela Weitzman
Realização: Esther Weitzman Companhia de Dança
Histórico da cia:
Aliar à criação artística a atividade didática tem sido a chave da carreira de Esther Weitzman. Um caminho que vem sendo construído por meio de uma intensa e profícua dedicação à pesquisa do movimento do corpo humano. Consequentemente, seu trabalho como criadora está intimamente ligado a esta pesquisa, imprimindo em suas obras uma qualidade dramatúrgica em que o vigor do movimento, sua força e inscrição no espaço dialogam com o silêncio, com a pausa, criando uma linguagem em que o peso do corpo estabelece sua própria partitura. O ofício de coreografar, para Esther, é resultado, portanto, de um processo que busca no corpo suas diferentes dinâmicas, tendo no vigor físico um de seus principais aspectos.
Ao fundar, em 1999, a Esther Weitzman Companhia de Dança, firmou-se como coreógrafa no cenário da dança, criando uma companhia cuja identidade vem se consolidando ao longo desses quinze anos, estabelecendo, ao mesmo tempo, um padrão de excelência reconhecível em todos os seus trabalhos.
Cronograma:
Terça a sexta- 02 a 05 de maio
18h às 21h- Realização da residência
Sábado- 06 maio: 15h às 20h
15h- 18h- Encerramento residência/ finalização.
19h- Ensaio aberto – resultado do processo
Domingo- 07 de maio: 14h às 19h
14h às 17h- montagem
Sessão de apresentação do resultado: 18h
Serviço: Residência Múltiplas Danças
Data: 02 a 05 de maio
Horário: 18 às 21h
Classificação: 18 anos
Duração: 12h
Informações: Inscrições via Google Forms. Link a ser disponibilizados nas redes sociais da companhia a partir de 03 de abril.
Parceria: Não há.
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 150
Local de venda/inscrição: Inscrições via Google Forms. Link a ser disponibilizados nas redes sociais da companhia a partir de 03 de abril.
Serviço: Ensaio Aberto- resultado do processo da Residência Múltiplas Danças
Data: 06 de maio
Horário: 19h
Classificação: 12 anos
Duração: 1h
Informações: Ingressos gratuitos pelo SYMPLA (ainda disponibilizaremos o link)
Parceria: Não há.
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 75 pessoas
Local de venda/inscrição: Sympla
Serviço: Apresentação- resultado do processo da Residência Múltiplas Danças
Data: 07 de maio
Horário: 18h
Classificação: 12 anos
Duração: 1h
Informações: Ingressos gratuitos pelo SYMPLA (ainda disponibilizaremos o link)
Parceria: Não há.
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 100 pessoas
Local de venda/inscrição: Sympla
Título: MONSTRA 6• edição (espetáculos)
Linguagem: Dança
Público alvo: Interessados em geral
Resumo: A MONSTRA é uma mostra de artes integradas com foco na linguagem da dança. Em sua sexta edição, a mostra conta com oficinas para públicos diversos, espetáculo de dança, mesa de debate e lançamento de livro. Confira toda a programação no instagram @a.mostra.monsta
Ficha Técnica:
Direção artística: Camila Fersi
Coordenação: Gabriela Jung e Maria Hermeto
Artistas convidados: Cia Líquida, Coletivo Instantâneo, Dresler Aguilera, Dudude Herrmann, Pablo Carvalho e Taís Almeida
Apresentador: Nopok
Oficinas ministradas por: Camila Fersi, Gabriela Jung, Giselda Fernandes, Maria Hermeto, Marina Caron e Mônnica Emilio
Convidados para Bate Papo: Giselda Fernandes, João Portella e Marcela Mara
Fotografia: Thalia Fersi
Filmagem: Roberto Vianna
Montagem de luz: Erick Santos e Jhenifer Fagundes
Operação de luz: Erick Santos
Operação de som: Camila Fersi e Zé Alex
Artes gráficas e teasers: Gabriela Jung
Articulação de mídias sociais: Eduardo Esper
Produção executiva: Andreia Pimentel
Assistente de Produção: Maria Hermeto e Pedro Gutman
Assessoria de imprensa: Vera Sousa
Histórico:
A MONSTRA, mostra de Artes Integradas, nasceu no contexto pandêmico em 2021, com artistas do Rio, Ceará e São Paulo e tinha como questão principal as possíveis relações entre a casa, a dança e a câmera. As quatro edições online aconteceram em março, maio, setembro e novembro de 2021, com apresentações através do aplicativo Zoom em transmissão ao vivo pelo canal do Campo Aberto no YouTube.
A quinta edição da MONSTRA aconteceu nos dias 3, 4, 5, 10, 11 e 12 de junho de 2022, contemplada pelo FOCA 2021, marcando nossa volta aos teatros e possibilitando incentivo para artistas e seus trabalhos desenvolvidos com tantas dificuldades durante a pandemia. Foram convidados 9 artistas das versões remotas, sendo 6 artistas do Rio de Janeiro, 2 de São Paulo e um artista do Ceará, que além de apresentar seu solo, realizou o lançamento de seu livro em uma das noites do evento. Aconteceu no Teatro Angel Vianna no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. A MONSTRA é um projeto do Coletivo Instantâneo – coletivo de pesquisa e criação em dança contemporânea – que além da criação de espetáculos, performance-instalações e videodanças, vem organizando outras mostras em seu trajeto: Mostra 69, na Casa 69 – de 2016 a 2019 – curadoria e produção de 11 edições, com artistas estrangeiros e brasileiros; Ocupação Cacilda Becker Dança – 2018 – curadoria e organização com Giselda Fernandes e Mariana Pimentel; Antepapo Truques Campo Aberto, apresentação e mediação de conversas sobre improvisação, com 12 encontros e 36 convidados; e o Campo Aberto – concepção, facilitação e manutenção do encontro de improvisação e composição, com mais de 100 encontros entre os anos de 2020 e 2022.
Espetáculos:
Boca do Mundo – Cia Líquida
12/05 – Teatro Angel Vianna – 19h
Release:
Dando continuidade à temática dos orixás desenvolvida pela Cia Líquida, BOCA DO MUNDO é baseado no conceito “poética da encruzilhada” criado pela diretora e coreógrafa Mery Horta. Para acessar a energia do orixá Exu através da dança, os cinco intérpretes em cena instauram um jogo entre a ordem e o caos, carnavalizando a cena através do riso e do escárnio. Exu é senhor(a) do corpo, da comunicação, do fogo da vida, do movimento.
Minibio da Cia:
A Cia Líquida de dança contemporânea, dirigida e coreografada por Mery Horta, foi criada em 2022 e desde então acumula prêmios e patrocínios. Contemplada no Prêmio FUNARJ de dança 2021 e 2022, realizou circulações no Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia pela rede Sesc e SMC SP.
Ficha Técnica:
Direção e coreografia: Mery Horta
Intérpretes-criadores: George Louzada, Lagarthixa, Lorrany Araújo, Mery Horta e Sanguessuga
Iluminação: Jhenifer Fagundes
Trilha sonora: Rodrigo Maré
Figurino: Raquel Gomes
Poesias: Ramon Castellano
Cenografia: Mó Coletivo
Apoio: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro
Duração:
55 minutos
Classificação etária:
Livre
Para algum lugar, que [não] sei… – Dudude Herrmann
13/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
14/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
Sinopse
Escavação desejosa de gerar danças efêmeras
seguir farejando uma dança, uma paisagem, um rastro, na linha limitrofe do inesperado.
Um corpo, um desejo, se deixar, acolher o vazio como lugar
Sabendo que o risco necessita do rigor de uma presença presente
Estruturado, pensado e desejado na linguagem da Improvisação em dança.
Mini bio
Mineira, brasileira, filha de Aurea Celeste Arruda e Hunyade Bernadino
Artista de dança e derivantes, sua história continua se configurando na impermanência do viver a existência
Seu campo de interesse é o estudo, vida e prática na linguagem da Improvisação e de seus brotos
Tem um Atelier de artista em Casa Branca-Brumadinho onde realiza ações no desejo de fortalecer a comunidade sensivel do lugar mundo planeta
Ficha Técnica
Concepção/ intérprete
Dudude
Desenho sonoro
Luiz Naveda
Duração
30 minutos (aproximadamente)
Classificação etária
Livre
BERROs – da laje para o palco – Tais Almeida e Pablo Carvalho
13/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
14/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
Release do espetáculo
BERRO é um grito das entranhas, é um dentro que vira fora e precisa ser exclamado! É o choro do neném que vem ao mundo, é o vassoureiro, o ambulante que grita para vender seu produto, é Nina Simone, Michael Jackson, é o berro do Funk, do tambor, do Sabar, do Charme, do Samba e todas as culturas que exclamam suas situações de vida em arte, em festa! É o encontro e fricção de temas do subúrbio e das periferias ecoando pelos corpos e pelo som. Uma placa anuncia a ocupação, hoje vai acontecer uma dança aqui e o espaço, aquela laje, se transforma num lugar de encontros, fricções, samples, timbres, gestos e pulsões.
“BERROs– da laje para o palco” é uma reunião de dois trabalhos da dupla:
BERROALTOMESMO, um espetáculo realizado em uma laje no Morro da Primavera em Cavalcanti, e BERROVIDEOGAMBIARRA um vídeo curta artístico filmado no subúrbio do Rio de Janeiro, fazendo assim uma nova criação a partir da trajetória e repertório do projeto. É poder carregar a laje para o palco e o palco para a laje, construindo espaços que abrem a caixa preta para o eco, para para o abismo, para o reverb, para o chão áspero, as paisagens, o vento, o céu, as coxias e a plateia.
Mini bio
Tais Almeida:
Nascida e criada em Cavalcanti (zona norte do RJ), Bacharel em Dança pela UFRJ,
Articuladora Cultural, trabalha com Performance, Dança e Audiovisual. Fundadora do projeto Cavalcanti-se que pesquisa histórias e memórias sobre Cavalcanti, é co-diretora do projeto artístico BERRO (@berroaltomesmo) e faz parte do coletivo de moradores Frente Cavalcanti.
Pablo Carvalho:
Pablo Carvalho é músico percussionista, produtor cultural e estudante de História na UFRJ, arte-educador, tendo sua formação musical talhada nos ritmos populares das rodas, dos sambas, dos afoxés e dos jongos, misturada com a experimentação musical e pesquisa em música popular. É co-diretor do projeto artístico BERRO (@berroaltomesmo).
Ficha Técnica:
Tais Almeida e Pablo Carvalho
Concepção de Projeto, Direção Geral e Direção Artística
Tais Almeida – Artista e Criação
Pablo Carvalho – Artista e Criação
Direção Artística convidada
Tamires Costa e Lucas Sampaio
Desenho de Luz – João Rios
Cenografia – Camilla Braga
Direção de estilo – José Portilho
Estilistas Parceiros:
Pendul.o
Thalita Aguiar
ALT! Studio
Designer gráfico – Pedro Pessanha
Projeção (trecho do vídeo Berrovideogambiarra):
Filmagem e edição: Pepe Rodrigues
Entrevistada: Michelle Carvalho
Duração – 1H
Classificação etária: livre
“Um tanto de fé e muito café” – DRESLER AGUILERA
27/05 – Teatro Angel Vianna – 19h
28/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
Sinopse:
O que eu aprendo, o que me transforma, o que me mantém.
“Um tanto de fé e muito café”, é um solo de dança, apresentado no Centro da Terra, que se debruça sobre (des)aprendizados de família, crenças, rituais, memória, fé e o passar do tempo. Os aromas relembram de instantes vividos, marcam as histórias com nuances entre palavras e sabores. Essa obra se constitui com breves recortes de quando passei a fazer parte do cultivo e da pequena produção de café, conhecendo sobre meus antepassados que seguiram durante gerações plantando café como única forma de sobrevivência. Trago o passado na tentativa de ressignificar meus caminhos, regado a um bom café forte para acompanhar essa saudade que chega como uma dança.
Ficha técnica:
Direção, concepção e intérprete criadora: Dresler Aguilera ( @dresleraguilera )
Concepção de luz: Ana Lu Oliveira ( @nalua.na )
Colaboração artística: Jenniffer Aquino ( @aquinocontato ) , Mariana Taques ( @taquesmariana ) e Ricardo Neves ( @ricardo.l.neves )
Voz em off: Marlene Gomes Aguilera
Trilha sonora: Pedro Simples ( @pedro.simples ) e Dresler Aguilera.
Classificação etária: livre
Duração 35 minutos.
Currículo:
DRESLER AGUILERA, bacharel e licenciada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo e formada no curso técnico em Dança da ETEC de Artes SP. É professora, bailarina, pesquisadora, artista marcial e coreógrafa. Integra o Núcleo Improvisação em Contato e pratica Aikido desde 2012. Ministrou e ministra aulas regulares de contato improvisação em SP e cursos intensivos em Festivais/Encontros de C.I. em Brasilia, Recife e Maceió.
Piratas e as cinco paisagens – Coletivo Instantâneo
27/05 – Teatro Angel Vianna – 19h
28/05 – Teatro Angel Vianna – 18h
Gentes, sons e luzes _ marcam o centro do mundo
Strondo entre o fora e dentro, entre nós e os outros, encontro iminente que gera ruídos e melodias. Dramaturgia relacional, instantânea e modulada a várias mãos, cabeças e troncos distribuídas em cinco paisagens.
Ficha técnica:
Direção: Camila Fersi.
Criação e performance: Camila Fersi, Gabriela Jung, Laura Silveira, Maria Hermeto, Michele Blajchman, Gabriela Alcofra, Ricardo Aparecido e Julia Gil.
Trilha sonora: DJ Jalapa
Desenho de Luz: Gil Santos
Agradecimentos: a todos os improvisadores que passaram pelo Campo Aberto.
mini-bio
O coletivo instantâneo é núcleo de pesquisa e criação em dança criado em 2011.
Duração 40 min
Classificação etária livre
Antepapos
Os festivais que queremos ver!
Dia 11 de maio, sala multiuso CCO, 19h
Conversa sobre os meandros, anatomias, produções e organizações de mostras e festivais de danças. Papo Reto com artistas e suas experiências em mostras e festivais pelo mundo a fim de encontrar possibilidades mais arejadas nas relações entre artistas e gestores/curadores/diretores e propor outros cruzamentos entre a produção e a arte. A Monstra está em jogo! Momento de falar sem medo!
Agroecologia, Dança e Movimento
Dia 26 de maio, sala multiuso CCO, 19h
Giselda Fernandes, Marcela Mara e João Portella inspiram uma
conversa sobre afinidades, correspondências e relações possíveis entre Agroecologia, Dança e Movimento.
mini bios:
Marcela Mara
Como “Ämacél” sou performer, dançarina e artista visual. Escritora e cantora no projeto sonoro-visual “Kartas”. Designer de indumentos artísticos pela “Us-manikuss”; cozinheira de alimentos agroecologicos, veganos e sazonais pela “NSP-NãoSódePão”. Agricultora no sítio INtelie Ciclos e Mãe.
Instagram: @corpoinventado ; @intelieciclos ; @_naosodepao ; @us-manikuss
Giselda Fernandes
Nascida nos anos 60, artista da dança, carioca, bailarina, pesquisadora, professora e diretora fundadora de Os Dois Companhia de Dança (1992). Graduou-se em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna (2004) e com pós- graduação na UnverCidade (2006), onde iniciou o desenvolvimento da base teórica de seu trabalho
artístico, o conceito de objeto-partner. Com a premiada Os Dois Companhia de Dança e o Coletivo Objetos em Redes, produz espetáculos para o palco e performances para o espaço público onde o corpo e o objeto se relacionam em temas ambientais e com responsabilidade social.
João Portella
Educador popular, brincante, engenheiro florestal e especialista em Agroecologia.
LANÇAMENTO LIVRO
13 de maio, Hall do CCO, 19:30
CORPO, TRANSBORDA. Educação somática, consciência corporal e expressividade.
Marina Caron
Corpo, transborda é um livro sobre o trabalho de expressão corporal para o artista cênico. Resultante de sua pesquisa no mestrado profissional em Artes da Cena da Escola Superior de Artes Célia Helena, esta obra de Marina Caron relata sua prática artístico-pedagógica considerando o corpo pela perspectiva da educação somática.
A autora compila 20 anos de pesquisa e propõe um olhar profundo sobre o corpo psicomotor e sua necessidade expressiva. Aborda questões sobre a organização corporal e o movimento, propondo procedimentos de autoconhecimento, consciência corporal e investigação poética. Ao detalhar sua prática e suas ideias, Marina oferece sugestões de vias de acesso que podem abrir caminhos para a criação artística. Além disso, faz uma ponte inédita com o trabalho de Suzanne Piret e Marie-Madeleine Béziers, atrelando a coordenação psicomotora às ferramentas criativas do ser humano, e retrata sua experiência com a educação somática de crianças.
Livro fundamental para artistas da cena, da dança, do teatro e da performance, educadores somáticos, profissionais da fisioterapia e leitores interessados no próprio corpo e em sua potência expressiva.
Cronograma MONSTRA 6• edição :
Dia 04/05
16h às 17:30h – Oficina Audiodescrição e Dramaturgia com Camila Fersi
Dia 11/05
16h às 17h – Oficina Longevidança com Camila Fersi – público terceira idade
19h – Antepapo Os Festivais Que Queremos Ver
Dia 12/05
10h às 11h – Oficina Corpo Criativo com Maria Hermeto – público infantil
19h – Espetáculo Boca do Mundo com Cia Líquida
Dia 13/05
16h às 18h – Oficina Corpo, transborda com Marina Caron
18h – Espetáculos – Para algum lugar, que [não] sei… com Dudude Herrmann e BERROs – da laje para o palco com Taís Almeida e Pablo Carvalho
19h – Lançamento do livro ‘Corpo, Transborda. Educação somática, consciência corporal e expressividade’ de Marina Caron
Dia 14/05
16h às 18h – Oficina Corpo-imagem: práticas de improvisação com Mônnica Emilio
18h – Espetáculos – Para algum lugar, que [não] sei… com Dudude Herrmann e BERROs – da laje para o palco com Taís Almeida e Pablo Carvalho
Dia 26/05
10h às 11:30 – Oficina Perspectivas em Movimento com Gabriela Jung
16:30 às 18h – Oficina Plasticidade Energética com Giselda Fernandes
19h – Antepapo – Agroecologia, Dança e Movimento
Dia 27/05
19h – Espetáculo – Um tanto de fé e muito café com Dresler Aguilera e Piratas e as cinco paisagens – Balada fronteiriça com Coletivo Instantâneo
Dia 28/05
16h às 17:30 – Oficina de Feldenkrais com Priscilla Teixeira
18h – Espetáculo – Um tanto de fé e muito café com Dresler Aguilera e Piratas e as cinco paisagens – Balada fronteiriça com Coletivo Instantâneo
Serviço
Data: 04, 11, 12, 13, 14, 26, 27 e 28 de maio de 2023
Horário: verificar programação
Classificação: Livre
Duração: verificar programação instagram @a.mostra.monstra
Informações: mais informações instagram @a.mostra.monstra
Parceria: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Arena Carioca Dicró. Observatório de Favelas
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 800
Local de venda/inscrição: Sympla
Título: Manifesto Elekô
Linguagem: Dança
Público alvo:
Jovens acima de 14 anos e adultos de todas as etnias; moradores e turistas; estudantes; intelectuais, formadores de opinião, produtores e público em geral.
Resumo:
Obá, orixá considerada mais retinta e a mais bela do panteão yorubano, conhecida como a deusa do ébano, liderou Elekô, uma sociedade restrita a mulheres, guerreiras, destemidas e feiticeiras, unidas pela preservação de suas tradições e da terra.
Cresceu como um homem dominando o manejo das armas, lutou e venceu guerras. Ao longo de sua trajetória foi enganada, violada, perseguida, cativada e abandonada, aprendeu o manejo com armas, o arco e a flecha, foi acolhida e acolheu, liderou, ensinou e amou de forma pura e visceral. E por ser mulher, incompreendida. Suas conquistas foram pouco reverenciadas e sua história quase apagada.
Aqui, a dança tradicional dos orixás se une ao contemporâneo em uma fusão de corpos e instrumentos, onde o corpo toca e o batuque dança.
Em formato de poesia o Manifesto irá convidar todas as mulheres pretas a falar. Obá lutou, amou, sofreu e assim como nós, precisa falar.
Eu preciso falar!
Ficha Técnica:
Direção Geral: Fábio Batista
Direção Musical: Kaio Ventura
Coreografia: Fábio Batista, Fernanda Dias e elenco
Produção: Elaine Rodrigues
Corpo de Dança: Ana Gregório, Ana Pérola, Eloáh Vicente, Enya Moreira, Laíza Bastos, Sabrina Sant’Ana Thayssa Souza
Voz: Sabrina Sant’Ana e Kaio Ventura
Músicos: Adriano Souzza (teclado), Gil Vilela (violino), Kaio Ventura (percussão), Lucas Viana (percussão), Raquel Terra (violoncelo) e Yago Cerqueira (percussão)
Cenografia: Cachalote Mattos
Figurino: Ricardo Rocha
Fotógrafo: Fernando Souza
Redes Sociais: Camila Patrocínio
Assessoria de Imprensa: Evandro Conceição
Histórico da cia:
A Clanm é uma das companhias de danças negras mais reconhecidas do Brasil, inclusive citada no Livro do Joel Rufino dos Santos. Desde a sua fundação, em 2012, já se apresentou em diversos festivais dentro e fora do país. Seus bailarinos possuem reconhecimento internacional e seu responsável, Fábio Batista, já conquistou diversos prêmios ao longo da carreira, é um dos mais renomados professores de dança afro e coreógrafos do país, coreografou o Rock in Rio, a comissão de frente de diversas Escolas de Samba e a Cia Folclórica Junina.
Cronograma:
Roteiro de cenas:
1ª cena – Ara Obinrin – Corpo de Mulher
2ª Cena – Awọn Genesisi ti aifẹ – A Gênesis da indesejada
3ª Cena – Obirin Ologun – Mulher Armada
4ª Cena – Ara Se – Corpo violado
5ª cena – Kekere Fe – Golpe Baixo
6ª cena – Ode ati Ode – A Caça e o Caçador
7ª Cena – Elekôntàn – Elekô Reluz
8ª Cena – Igbeyawonaa – O Casamento
9ª Cena – Àsọtẹ́lẹ̀ náà – A Profecia
10ª Cena – Omijeeje – Lágrimas de Sangue
11ª Cena – Farahan – Manifesto
12ª Cena – Monilo lati sọrọ – Eu preciso falar
Serviço
Data: 19, 20 e 21 de maio de 2023
Horário: 19/05 e 20/05 às 19h e 21/05 às 18h
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Informações:
Aprovado em 4º lugar no Edital Prêmio de Dança FUNARJ 2021, o espetáculo Manifesto Elekô, mais novo trabalho da Cia de Dança Clanm propõe a relação entre o mito de Obá e as mulheres negras contemporâneas
O espetáculo de 60 minutos propõe um encontro afrodiaspórico onde bailarinas e músicos emocionam e proporcionam conexões profundas, com releituras de cantos tradicionais yorubás, percussão, violino e violoncelo. Aqui, a dança tradicional dos orixás se une ao contemporâneo em uma fusão de corpos e instrumentos, onde o corpo toca e o batuque dança.
Parceria: Ainda em captação
Programação presencial
Valor do Ingresso: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia
Público esperado: 135 pessoas por apresentação (90% da lotação do espaço). Totalizando 405 pessoas.
Local de venda/inscrição: Sympla


LOFT, ESTÚDIOS, SALA MULTIUSO E MIDIATECA
Título: Programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico
Linguagem: Dança
Público alvo: Artistas, grupos, coletivos e companhias de dança
Resumo: O programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico contempla semestralmente ao longo dos últimos 5 anos uma média de 30 companhias de dança com trabalhos que abraçam a dança contemporânea, as danças afro-diaspóricas, balé clássico, danças urbanas, performance, vogue e artes integradas.
Ficha Técnica:
Direção Artística: Diego Dantas
Coordenação de Residências e Oficinas: Hágata Pires
Histórico: Ao longo dos dezoito anos de existência, o Centro Coreográfico promove diversas iniciativas de políticas públicas, tanto de cunho municipal, como nacional e internacional.
Seus programas, como o de residência artística, promovidos através de chamadas públicas e participação ativa, destacam-se, principalmente, pela diversidade da dança, fomentando a integração de criadores novos e renomados, destacando-se como uma plataforma resiliente de criação artística.
Serviço
Data: 03 janeiro até 30 de junho de 2023
Horário: 9:30h às 18:30h
Classificação: Livre
Duração: De acordo com o edital de residências artísticas 2022 cada companhia contemplada poderá utilizar o Centro Coreográfico por no máximo três vezes na semana ao longo de 5 horas.
Informações: hagatapires.culturario@gmail.com
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Público esperado:
Local de venda/inscrição: Grupos selecionados através de edital anual
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( X ) NÃO
Título: oficina Corpo e ancestralidade: uma dança baseada na memória
Linguagem: Dança
Público alvo: Artistas que busquem explorar a ancestralidade afro diaspórica através da dança.
Resumo: A atividade tem como objetivo dar ferramentas e caminhos para processos de criação de obras coreográficas partindo de reflexões e abordagens sobre temáticas afro centradas que buscam potencializar as características individuais do artista, desta forma possibilitará criar uma conexão com sua ancestralidade e raízes culturais, utilizando de elementos da natureza e do cotidiano para promover novas perspectivas sobre a criação do movimento corporal.
Ficha Técnica: Mirian Bárbara Miralles Torres
Histórico da cia: Nascida em 2019, a Coletivando Cia de Dança transita por linguagens e culturas afrourbanas, explora a diversidade de ritmos e movimentos e é composta por artistas das periferias das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro (RJ). Seu trabalho é voltado para a reflexão sobre temáticas inseridas no contexto periférico e urbano. Em 2019 e 2020, circulou com o espetáculo Interfaces, fazendo apresentações em cidades do Rio de Janeiro e Espírito Santo, e também lançou o curta-metragem Afetos, disponível nas plataformas digitais.
Cronograma:
Serviço
Data: 06,13, 20 e 27 de Maio de 2023
Horário: 10h até 12:00h
Classificação:18 anos
Duração: 1:30(uma hora e meia)
Informações: Levar água e vestimentas confortáveis para fazer atividades de dança.
Parceria: Coletivando Cia de Dança e Centro Coreográfico do Rio de Janeiro
Programação presencial
Valor: Gratuito
Público esperado: 10 pessoas
Título: OFICINA COM O COLETIVO MUANES
Linguagem: Dança
Público alvo: Praticante de Dança em nível médio e profissional, idade mínima de 15 anos, com experiência na área.
Resumo: Treinamento prático: Dança, investigação corporal, observações, estruturas de movimento, improvisações e composições apoiando-se em danças diaspóricas e
contemporâneas de treinamento para dançarinos.
Ficha Técnica:
Dramaturgia do Movimento – Denise Zenicola
Afro Contemporâneo – Vera Motta
Jazz Dance – Viviane Carvalhal
Barra Solo – Ivana de R’osevita
Samba no Pé – Igor Arvelos
Histórico da cia: Formado por atrizes, bailarinas, músicos o Coletivo MUANES aposta na multilinguagem como uma forma de conceber a arte
dançada. A nossa base estética da cena é a cultura afro ameríndia brasileira, tradição de origem e legado para nossos descendentes, uma
riqueza cultural.
Ao mesmo tempo contemporâneo e ancestral propomos o cantar,
dançar, batucar e dramatizar; nossas encruzilhadas e campos de
possibilidades, tempo/espaço de potência. Sob a direção de Denise Zenicola, criamos dança, corpo e memória, onde nossos fazeres se atravessam, dialogam, se 2 entroncam, presentes como expressões daquilo que fomos e que somos.
Cronograma:
02.05.23 – Dramaturgia do Movimento – Denise Zenicola
09.05.23 – Afro Contemporâneo – Vera Motta
16.05.23 – Jazz Dance – Viviane Carvalhal
23.05.23 – Barra Solo – Ivana de R’osevita
30.05.23 – Samba no Pé – Igor Arvelos
Serviço
Data: 2, 9, 16, 23 e 30 / 2023
Horário: 9:30h às 11h
Classificação: 14 anos
Duração: 1h 30 min
Informações:
Parceria: Zenicola Produções, Sucessivas Produções, Zero Hora
Produções
Programação presencial
Valor: Gratuito
Público esperado: 45 pessoas
Evento: Monstra (oficinas)
Histórico do evento:
A MONSTRA, mostra de Artes Integradas, nasceu no contexto pandêmico em 2021, com artistas do Rio, Ceará e São Paulo e tinha como questão principal as possíveis relações entre a casa, a dança e a câmera. As quatro edições online aconteceram em março, maio, setembro e novembro de 2021, com apresentações através do aplicativo Zoom em transmissão ao vivo pelo canal do Campo Aberto no YouTube.
A quinta edição da MONSTRA aconteceu nos dias 3, 4, 5, 10, 11 e 12 de junho de 2022, contemplada pelo FOCA 2021, marcando nossa volta aos teatros e possibilitando incentivo para artistas e seus trabalhos desenvolvidos com tantas dificuldades durante a pandemia. Foram convidados 9 artistas das versões remotas, sendo 6 artistas do Rio de
Janeiro, 2 de São Paulo e um artista do Ceará, que além de apresentar seu solo, realizou o lançamento de seu livro em uma das noites do evento. Aconteceu no Teatro Angel Vianna no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro.
A MONSTRA é um projeto do Coletivo Instantâneo – coletivo de pesquisa e criação em dança contemporânea – que além da criação de espetáculos, performance-instalações e videodanças, vem organizando outras mostras em seu trajeto: Mostra 69, na Casa 69 – de 2016 a 2019 – curadoria e produção de 11 edições, com artistas estrangeiros e brasileiros; Ocupação Cacilda Becker Dança – 2018 – curadoria e organização com Giselda Fernandes e Mariana Pimentel; Antepapo Truques Campo Aberto, apresentação e mediação de conversas sobre improvisação, com 12 encontros e 36 convidados; e o Campo Aberto – concepção, facilitação e manutenção do encontro de improvisação e composição, com mais de 100 encontros entre os anos de 2020 e 2022.
OFICINAS
Título: Oficina Cruzo entre dramaturgias e acessibilidades nas danças com Camila Fersi
Linguagem: Dança
Público alvo: todos os interessados
Resumo: Encontro para pensar, dançar, descrever e narrar relações entre as dramaturgias nas danças e um dos recursos de acessibilidade, a audiodescrição e/ou audionarração. A oficina propõe jogos e exercícios em que a descrição/narração ora funciona como estímulo para o movimento e ora dá contorno ao que está sendo dançado. A oficina tem como tema central o cruzo, onde a dramaturgia atravessa tal recurso e vice-versa.
Mini bio: Camila Fersi é artista da cena, diretora, pesquisadora e professora de dança. Mineira, residente no Rio há 19 anos, atuou como bailarina e/ou assistente com diversos diretores. Seu trajeto como diretora teve início, há dez anos, no Coletivo Instantâneo, realizando montagens cênicas e ocupações artísticas. Desenvolveu também trabalhos solos, como: Ofélia Territórios Movediços, com circulação pelo Brasil, pelo Sesc Nacional. Foi curadora da Mostra 69, com 11 edições e trânsito de artistas nacionais e internacionais. É diretora artística do Campo Aberto, Monstra e Antepapos, ações contínuas durante o período pandêmico.
Serviço:
Data: 04/05/23
Horário: 16h ás 17:30
Classificação etária: a partir de 16 anos
Carga horária: 1h30
Vagas oferecidas: 20
Inscrições: Sympla
Mais informações pelo instagram @a.mostra.monstra
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Título: Oficina Longevidança com Camila Fersi
Linguagem: Dança
Público alvo: pessoas com mais de 60 anos
Resumo: Encontro dançado e musicado que trabalha a atenção e disponibilidade para os movimentos do corpo. Processo de escuta e apropriação, contínuos, das possibilidades e ritmos intrínsecos ao funcionamento do corpo.
Mini bio: Camila Fersi é artista da cena, diretora, pesquisadora e professora de dança. Mineira, residente no Rio há 19 anos, atuou como bailarina e/ou assistente com diversos diretores. Seu trajeto como diretora teve início, há dez anos, no Coletivo Instantâneo, realizando montagens cênicas e ocupações artísticas. Desenvolveu também trabalhos solos, como: Ofélia Territórios Movediços, com circulação pelo Brasil, pelo Sesc Nacional. Foi curadora da Mostra 69, com 11 edições e trânsito de artistas nacionais e internacionais. É diretora artística do Campo Aberto, Monstra e Antepapos, ações contínuas durante o período pandêmico.
Serviço
Data: 11/05
Horário: 16h ás 17h
Classificação: pessoas acima de 60 anos
Vagas: 30
Duração: 1h
Inscrições: Sympla
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Título: Oficina Corpo CriAtivo com Maria Hermeto
Linguagem: Dança
Público Alvo – crianças entre 6 e 8 anos
Resumo: A aula-espetáculo Corpo CriAtivo é uma proposta de composição, através de brincadeiras e exercícios lúdicos, utilizando de recursos cênicos para aproximar as crianças do que é um espetáculo.
Mini bio: Maria Hermeto é profissional técnica em dança contemporânea (2019, Escola Angel Vianna) e circo (2016, AirCraft Circus School), bacharela em Artes (2013, Faculdade SENAI CETIQT) e bolsista no Programa de Fundamentação (2012, Escola de Artes Visuais Parque Lage). Fundadora do projeto Corpo CriAtivo, em atividade desde 2020. Professora de circo no Terraço do Circo, Espaço Envolvimento e Liceu
Franco-Brasileiro. Bailarina-improvisadora no Coletivo Instantâneo, em residência no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Coordenadora e assistente de produção da mostra de artes integradas Monstra.
Serviço
Data: 12/05/23
Horário: 10h ás 11h
Classificação: crianças entre 6 e 8 anos
Vagas: 30
Duração: 1 hora
Inscrições: Sympla
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Fotos Gabriela Jung
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Título: Oficina Corpo, transborda com Marina Caron
Linguagem: Dança
Público Alvo: interessados em geral a partir de 16 anos
Resumo: Nessa oficina Marina Caron apresenta o seu livro Corpo, transborda, publicado pela Summus em 2021. Propõe um trabalho de expressão corporal pela abordagem somática onde a consciência do corpo e a organização do movimento transbordam como poesia e dança.
Mini bio: Marina Caron, autora de Corpo, transborda é Mestra em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena, especialista em Corpo: Dança, Teatro e performance , especialista em Dança Contemporânea pela The Place LCDS em Londres e Graduada em Dança pela UNICAMP. É professora de Expressão Corporal no Célia Helena desde 2004. Atuou como bailarina criadora e diretora de dança junto ao Estúdio Nova Dança e a Cia Oito Nova Dança de 1998 a 2011. Atualmente integra o Núcleo
Arremesso onde faz criações em Dança e Teatro. Tem formação em psicomotricidade no trabalho da Coordenação Motora de Piret e Béziers e formação complementar em outras abordagens somáticas.
Serviço
Data: 13/05/23
Horário: 16h ás 18h
Classificação: a partir de 16 anos
Vagas: 30
Duração: 2h
Inscrições: Sympla
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Título: Oficina Corpo-imagem: práticas de improvisação com Mônnica Emilio
Linguagem: Dança
Público Alvo: Estudantes e profissionais das artes da cena.
Resumo: Esta oficina apresenta um recorte da pesquisa de mestrado da artista pesquisadora Mônnica Emilio acerca da imaginação na criação em dança. Um estudo guiado pela prática que teve como suporte os fundamentos do Sistema Laban/Bartenieff em diálogo com pensamentos de autores, artistas e pesquisadores das áreas da dança, do teatro e da educação somática. A oficina propõe um ambiente de experimentação do
corpo em movimento a partir de uma abordagem cuidadosa e criteriosa que visa sensibilizar os corpos pela imagem(ação), favorecendo o despertar perceptivo e conectivo, a consciência do corpo e a livre manifestação do movimento expressivo. As práticas de improvisação são usadas como caminhos para a vivência da imaginação como ação que se constitui no corpo e se inscreve no movimento lançado. As imagens
são pensadas como forças diversas que compõe a corporeidade.
Mini Bio: Mônnica Emilio é bailarina, atriz, professora e pesquisadora. Mestre em Dança pela UFRJ/PPGDan. Especialista em Docência do Ensino Superior e Bacharel em Teatro pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade/ RJ). Atriz formada pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras – RJ). Bailarina formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (RJ). É professora do Curso de formação profissional de ator da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras – RJ.
Serviço
Data: 14/05/23
Horário: 16h ás 18h
Classificação: a partir de 16 anos
Vagas: 30
Duração: 2h
Inscrições: Sympla
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Fotos:
Flavio Pereira
@flavio_luiz
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Título: Oficina Perspectivas em Movimento com Gabriela Jung
Linguagem: Dança
Público alvo: pessoas interessadas em dança e vídeo a partir de 14 anos
Resumo: A oficina Perspectivas em Movimento é um espaço de experimentação e criação de dança e(m) vídeo onde serão ativadas relações entre corpo, câmera, espaço, movimento, trânsitos e (re)posicionamentos, desembocando na construção de um mosaico vivo tecido por múltiplos olhares.
Mini bio: Gabriela Jung é artista da dança e da videodança atuando em suas intersecções. Trabalhou com vídeo projeções em cena nos solos autorais ‘Angular’ e ‘Voadoras’, e na performance ‘Histórias Estranhas Sobre um Novo Reino’ do Coletivo Instantâneo. É autora de diversas videodanças com circulação em festivais nacionais e internacionais: ‘Voadoras’, ‘adentro’, ‘Clube da Eva’, ‘reforma’, entre outros. Faz parte
do Coletivo Instantâneo, de pesquisa e criação em dança contemporânea, e do núcleo audiovisual do AND Lab Reparar no RJ.
Serviço
Data: 26/05/23
Horário: 10h ás 11:30
Classificação: a partir de 14 anos
Vagas: 30
Duração: 1h30
Pré requisito: Ter um aparelho de celular próprio com espaço para gravação de vídeos curtos
Inscrições: Sympla
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Título: Oficina Plasticidade energética com Giselda Fernandes
Linguagem: Dança
Público Alvo: interessados em geral a partir de 16 anos
Resumo: Uma experiência imersiva para mobilizar de modo gentil o ecossistema energético do corpo a partir do Chi kun/ Qi qong para proveito de todas as danças.
Mini bio: Nascida nos anos 60, artista da dança, carioca, bailarina, pesquisadora, professora e diretora fundadora de Os Dois Companhia de Dança (1992). Graduou-se em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna (2004) e com pós- graduação na UnverCidade (2006), onde iniciou o desenvolvimento da base teórica de seu trabalho artístico, o conceito de objeto-partner. Com a premiada Os Dois Companhia de Dança e o Coletivo Objetos em Redes, produz espetáculos para o palco e performances para o espaço público onde o corpo e o objeto se relacionam em temas ambientais e com responsabilidade social.
Serviço
Data: 26/05/23
Horário: 16:30h ás 18h
Classificação: a partir de 16 anos
Vagas: 30
Duração: 1:30h
Inscrições: Sympla
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Título: Oficina Despertando seu corpo com o método Feldenkrais com Priscila Teixeira
Linguagem: Dança
Público Alvo: Qualquer pessoa que se interesse pelo movimento de seu corpo, não é necessário ter feito aulas anteriormente Resumo: Uma introdução com uma breve conversa sobre o método e seu criador,
Moshe Feldenkrais, abrirá a aula. A prática será feita no chão, deitados sobre seu tapete com roupas bem confortáveis você possivelmente ficará de barriga para cima, de lado e em pé. Tudo será conduzido pela voz de forma que o aluno não tenha que usar a cópia.
O ritmo da aula é calmo para que gere um ambiente ideal para sua observação e concentração no que está fazendo. Nessa oficina estaremos percebendo que ao fazermos movimentos simples de serem executados, com plena atenção em como ele é feito, no seu próprio tempo e com poucas repetições, uma possível descoberta de algo novo em seu corpo poderá ser notada. Para quem for dançar logo após a prática, a ideia é deixar os corpos bem organizados e prontos para receber a cena. No final da oficina algo de especial e diferente poderá ser sentido no seu corpo e isso lhe dará prazer e uma habilidade consciente ao se movimentar.
Aguardo vocês para essa experiência com o Método Feldenkrais.
Mini bio:
Serviço
Data: 28/05/23
Horário: 16h ás 17:30
Classificação: a partir de 14 anos
Vagas: 30
Duração: 1h30
Inscrições: Sympla
Mais informações pelo instagram @a.mostra.monstra
Título: Elinga: improvisação em dança com ob.jetos-arquivo, contradramaturgia e corp.oralidades negras
Professor/doutor: Lau Santos
Ementa: Um curso teórico-prático que aborda processos criativos em dança com ênfase nas cosmopercepções afro-brasileiras, especificamente nos princípios da elinga com ênfase no conceito de contradramaturgia e improvisação com ob.jetos-arquivo. A ação de improvisar em elinga é: política, contradramatúrgica, histórica, estética, comportamental e ancestral. O curso dividido em 4 momentos (iwá, abá, asé e elinga), está fundamentado em “saberes e fazeres” afro-brasileiros, práticas insurgentes e anticoloniais. A ideia é estudarmos e experimentarmos processos criativos em dança com ob.jetos-arquivo(elementos da natureza) e narrativas corp.orais não lineares. A noção de intercorporeidade será experienciada através da criação composições coreocênicas (individuais e coletivas com ob.jetos-arquivo).
Serviço:
Dias: 23/24/25/26 de maio de 2023, das 18h 30 as 21h 30.
Carga horária total: 16 horas (4 dias)
Hora/aula: 4h/aula/dia
Publico alvo: Dançarinas/os, atrizes/atores/ performers e estudantes das artes do corpo em geral.
Recursos materiais: Uma Sala ampla com piso adequado para trabalhos corporais no chão. Um Projetor para PowerPoint e um de aparelho de som com caixas.
Número máximo participantes: 25 pessoas.
Valor: 450,00
Título: ATRAQUE (Ensaio aberto)
Linguagem: Dança
Público alvo: Jovens e adultos, pessoas LGBTQIAP+, com faixa etária entre 12 a 80 anos, pessoas pretas e racializadas oriundas de regiões periféricas. Estudantes, artistas, curadores e profissionais da cultura interessados em narrativas periféricas e dissidentes
Resumo: ATRAQUE é um experimento performático em fase de desenvolvimento e pesquisa, que reflete a vivência de pessoas pretas, periféricas e LGBTQIAP+ da cultura Ballroom do Rio de Janeiro. A comunidade Ballroom, cuja origem data em meados dos anos ‘70 na cidade de Nova York, é uma cultura baseada em estruturas de apoio social, práticas de performance e competições. Neste sentido, a palavra ATRAQUE, gíria que evoca a intensidade de embate entre corpos tanto em sentido de disputa e afetivo, é tomada como dispositivo que tensiona os limites entre as linguagens da moda, dança, performance e audiovisual, investigando os princípios históricos, estéticos, comunitários e de disputa do vogue. Reunindo estudos sobre coreografias de violências codificadas e legitimadas historicamente apostamos em técnicas e procedimentos de inscrição, recriação, transmissão incorporando poses e gestos radicais operando nelas variações para contornar qualquer tentativa de captura. Tendo o deboche como tática para reivindicar espaços e conceber resistência sutil, elaboramos imagens que questionem acordos e possibilitem portais de fuga dinâmicos e perecíveis e produz outras ficções que não a morte, mantendo vivas as questões que nos atravessam em caráter de urgência.
A presença e a potência de um corpo ballroom promove um rasgo na cronologia do mundo e a transformação da realidade, levantando uma experiência cênica que coloca sob questão conceitos fundamentais da cultura ballroom e do voguing: viver o cotidiano de uma ˜house˜. Os significados de “residência” são levados a cabo num jogo vivo, que expõe as contradições que emergem quando se escolhe compartilhar um chão e viver em comunidade. Neste cenário, a coreografia possibilita ao corpo inverter seus modos de operar, seduzir, escapar e resistir num acontecimento dinâmico e furtivo, construído num território que sustenta a continuidade.
Ficha Técnica:
Realização: House of Mamba Negra
Direção geral: Wallace Ferreira / Patfudyda
Assistente de direção e produção: Mario Netto
Performance: Idra Maria, Kali Mamba Negra, Leona, Yume, Gabe Arnaudin
Design e operação de som: BIDA
Designer gráfico: Renan Graccowvisk
Gestão Financeira: Rafael Fernandes – Quafá Produções
A House of Mamba Negra é um coletivo interestadual de cultura ballroom que nasceu em 2019 e hoje tem atuação em quatro capitais: Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo liderada por pessoas trans em cada uma delas. A house reúne hoje cerca de 30 pessoas com interesses em pesquisa e formação em áreas como artes visuais, performance, moda, audiovisual, música, educação e produção cultural. O principal ponto de contato entre essas pessoas é promover o corpo como potência de criação e garantir a continuidade de narrativas não-normativas. A equipe que compõe o projeto de ATRAQUE e a House of Mamba Negra já desenvolveram trabalhos no Festival Panorama, Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Galpão Bela Maré, Museu de Arte do Rio, Museu do Amanhã, Museu da Lingua Portuguesa, CCBB RJ, SESC – SP, L’Oreal Brasil, ImPulsTanz e ONU.
Serviço
Data: 20/05/2023
Horário: 15h
Classificação: 14 anos
Duração: 50min
Programação presencial
Valor: Gratuito
Título: MIDIATECA EM MOVIMENTO / OFICINAS PLURAIS
Rodas Femininas: Elementos e histórias que embalam o corpo / Dança negra e os fluxos do feminino.
Linguagem: Dança
Público alvo: Público feminino que deseja conhecer e se relacionar melhor com seu corpo através de práticas corporais diversas.
Resumo: A oficina proposta pelo setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca, busca ressignificar as práticas do corpo feminino no cotidiano. Vamos conversar e nos movimentar sobre algumas perguntas, tais como: Por onde anda o seu corpo? Como ele está? Tem estado com ele? Tem cuidado dele? Perguntas estas, que nós mulheres muitas vezes deixamos de fazer com a frequência necessária, e que podem acabar nos causando no dia a dia problemas físicos, emocionais, familiares, profissionais e sociais diversos. Vamos fazer acontecer aquilo que estamos precisamos através do próprio corpo, com suas especificidades, limites e possibilidades, compreendendo o corpo através da prática como lugar de transformação constante. A cada mês (de março a junho) uma mediadora orientará o encontro com base em suas pesquisas e práticas artísticas. Ao final dos encontros desenvolveremos uma criação coletiva com apresentação aberta ao público. As oficinas serão orientadas por Cláudia Petrina (coordenadora do setor de Acervo, Memória e Pesquisa – Midiateca do CCo) e convidadas (artistas-residentes do Centro Coreográfico).
Ficha Técnica:
Coordenação: Midiateca do Centro Coreográfico
Mediação (maio): Aline Valentim (artista residente do CCo, atua na área das artes cênicas e cultura popular, integrante do Grupo Maracatu Baque Mulher RJ e fundadora da Cia Babalakina de Dança Negra)
Histórico do Setor: A Midiateca – Setor de Acervo, memória e Pesquisa do CCo – pretende ser um espaço de pesquisa, criação, reflexão e difusão da Dança em toda a sua diversidade na cidade, em diálogos transversais constantes com artistas, residentes, pesquisadores, professores, alunos, enfim, com todos que tenham interesse na arte do movimento. Percebemos o espaço de interseção da Midiateca como algo vivo, pulsante, dinâmico, em construção constante com os diversos corpos da cidade. Com essa perspectiva, a Midiateca tem implementado várias ações desde 2020, entre elas: Artistas Residentes em Foco – 2 edições (vídeos de 1min com depoimentos de 6 artistas-residentes do CCo sobre a dança e a nova realidade pandêmica); Escritas do Corpo ( 7 edições):A ação teve como objetivo incentivar a criação e o compartilhar de uma memória digital de saberes em diálogo na área do Corpo-Movimento-Dança e de seus atravessamentos interdisciplinares; Painel Dança Educação (3 edições em vídeo): A proposta incentiva a construção, o registro e a divulgação de uma memória sobre ações de Dança-Educação na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, que vêm potencializando transformações no cotidiano escolar e extra-escolar de alunos e professores; Conversas Transdisciplinares (10 encontros onlines da Dança com: a Poesia, a Cultura, a Educação, o Feminino e o Sagrado): propõe um território de atravessamentos e partilhas, onde a Dança dialoga com diferentes áreas colocando-se em perspectiva; Oficina “A Dança do Fado: sobre corpos e reexistências” (4 encontros online); O Corpo Conta e Dança: conversas com residentes (4 rodas de conversa + performance): propõe uma experiência sensorial e lúdica de contar-encarnar-partilhar histórias/processos de criação e seus afetos através do movimento, do corpo e da dança, ressignificando o momento presente. Iniciamos no ano de 2022, o projeto “Conversas com o Acervo” onde convidamos diferentes propostas de resgate de Memórias na cidade para dialogarem com o acervo-memória da Midiateca. Todas essas ações encontram-se registradas nas redes do Centro Coreográfico (site, facebook e instagram). Ainda em 2022, através da parceria com o projeto “UFRJ na Cultura”, tornamos disponível para consulta de forma online o acervo da Midiateca, através de catálogo de títulos das obras e de nova base interativa de dados. Seminário Danças e Interseções 2023: encontro de dois dias entre os residentes do CCo e convidados externos para partilharem seus fazeres e saberes através de mesas temáticas variadas e apresentação de performances.
Cronograma:
25 de março (Cláudia Petrina)
29 de Abril (Rita Serpa)
27 de Maio (Aline Valentim)
24 de Junho (Giselda Fernandes)
Serviço:
Data: 27 de Maio
Horário: das 14h às 15h30min
Classificação: a partir dos 16 anos
Duração: 1 hora e 30 minutos
Informações: as oficinas acontecerão sempre no último sábado de cada mês, no Loft do CCo.
Inscrição: site do Centro Coreográfico (link na Bio)
Parceria: Artistas Residentes do Centro Coreográfico
Programação presencial
Público esperado: 30 pessoas

