No mês da consciência negra trazemos uma rica programação ao nosso público através de espetáculos, eventos, oficinas e atividades de acervo e memória pautados pelas danças afro diaspóricas e seus agentes.



TEATRO ANGEL VIANNA
ÍCARO | Canoa Cia de Dança
Linguagem: Dança
Público alvo: Pessoas interessadas em dança, estudantes universitários e demais interessados no tema do espetáculo. Estudantes da rede municipal, integrantes de ONGs, projetos sociais e grupos de dança convidados através da ação de formação de plateia.
Resumo: ÍCARO é um trabalho de dança contemporânea que parte da narrativa mitológica de Ícaro para pensar e dançar os labirintos, voos e quedas experimentados nos corpos e nas cidades.
Ficha Técnica:
Concepção, Direção e Coreografia: Vitor Cunha
Elenco: Gabriel Henrique, Laura Silveira, Lucas Muniz, Maria Izabel Medaglia, Natalia Freire, Thales Ferreira, Thayssa Souza, Vitor Cunha e Wesley Torquato
Assistência de direção e equipe de escrita do projeto: Laura Silveira e Thales Ferreira
Assistência de direção de cena: Elton Sacramento
Ensaiadores: Elton Sacramento, Maria Vakhrusheva e Vitor Cunha
Preparação de elenco: Elton Sacramento (dança contemporânea), Maria Vakhrusheva (ballet clássico) e Hugo Camizão (interpretação)
Trilha original: Thiago Sobral
Figurino: Alice Cruz
Programação Visual: Pedro Medina
Direção de Produção: Andreia Pimentel
Assistência de Produção: Maria Hermeto
Mídias Sociais: Rodrigo Menezes
Assessoria de imprensa: Adriano Meirelles
Fotografia das Vivências Territoriais: Giullia Marques
Registro audiovisual das Vivências Territoriais: Victor Mantelli
Registro audiovisual do processo: Thales Ferreira e Rodrigo Abel
Apoio: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Focus Espaço de Criação
Histórico da cia:
A Canoa Companhia de Dança foi criada em 2018, por Vitor Cunha, e desde 2019 integra o programa de Residências Artísticas do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Em 2022, torna-se também companhia residente na Focus Espaço de Criação. É uma companhia independente que trabalha como uma plataforma de pesquisa coletiva em dança contemporânea, através do cruzamento de diversas abordagens do movimento e do processo de criação coreográfica. Já esteve em cartaz no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Teatro Angel Vianna, Teatro João Caetano e Teatro Cacilda Becker. Atualmente, a companhia é composta por 9 bailarinos de distintas origens e formações, além de colaboradores das áreas de urbanismo, fotografia, produção, design, e audiovisual – compondo um coletivo multidisciplinar.
Serviço
Data: Dias 27, 28, 29 de outubro e 3, 4, 5 e 6 de novembro,
* Dias 28/10 e 4/11 às 14h, sessões gratuitas para escolas e projetos sociais convidados
Horário: 19h
Classificação: Livre
Duração: 50min
Parceria: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Focus Espaço de Criação
Programação presencial
Valor do Ingresso: R$20 inteira e R$10 meia
Local de venda/inscrição: Sympla
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
(x ) SIM ( ) NÃO
I LOVE EVENTS | ATP Eventos
Linguagem: multilinguagens
Público alvo: Organizadores e produtores de eventos em geral
Resumo: Palestras Gratuitas com profissionais das áreas de Eventos Entretenimento e Cultura
Ficha Técnica:
Histórico da cia:ATP Eventos Marketing Esportivo desde 1987
Cronograma: Montagem dia 8
24 palestras dia 9 com credenciamento a partir das 9 h
Serviço
Data: dia 08 e 09 de novembro
Horário: Dia 8: 10/18h. Dia 9: 9/18h
Classificação: livre
Duração: palestras de 20 minutos
Programação presencial
Valor do Ingresso: GRATUITO
Local de venda/inscrição: grátis Sympla
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Ocupação Corpo Negro Presente | NUDAFRO
Linguagem: Dança
Público alvo: Pesquisadores e estudantes das artes do corpo, amantes de arte e cultura e comunidade do entorno
Resumo: A ocupação traz um diálogo sobre práticas afrocentradas e o lugar do corpo negro na sociedade. Ao longo da ocupação o público terá contato com essas temáticas a partir de diversas linguagens, como: filmes, performances, oficinas e exposições artísticas.
Ficha Técnica:
Direção geral: Luís Silva Criação e interpretação: Luís Silva e Pedro Avlis Colaboração de pesquisa: Rafaella Olivieri Criação musical: Luís Silva Direção de voz: Erivan Borges Texto/poema: Jackeline Sarah Desenho de luz: Gil Santos e Luís Silva Fotografia: Rafaella Olivieri Videografia: Mare Braga e Rafaella Olivieri Apoio de pesquisa: Coletivo NUDAFRO Produção: Coletivando Art
Histórico da cia: O Coletivo NUDAFRO é formado por artistas e pesquisadores da UFRJ e parceiros de outros projetos e simpatizantes, originou-se do projeto Memória Corporal da Cultura Afro-Brasileira ativo de 2003 a 2007. Na encruzilhada de múltiplos saberes e experiências pesquisamos, refletimos e disseminamos práticas e pensamentos de dança contemporânea afroreferenciadas, com enfoque nos estudos da performance, práticas performativas afro-urbana-ancestral, corporeidade negra e elaboração cênica.
Cronograma:
Sexta (11/11/22)
15h30 às 17h Oficina: Escritas do Tempo e Expressividade Cênica (Loft) Facilitador: Maria Alice Motta Lotação: 20 pessoas
Resumo: Essa oficina tem como proposta as intrincadas relações entre tempo e gesto expressivo. O tempo é “(..) local de inscrição de um conhecimento que grafa no gesto, no movimento, na coreografia, na superfície da pele, assim como nos ritmos e timbres da vocalidade (…)” (MARTINS, 2021, p.22). Levados por essa premissa e utilizando como metodologia ferramentas imagéticas e simbólicas (Tarô), conceitos e práxis de Dança e Mundo que agregam afrorreferências (cosmovisão, tempo espiralar, etc.) e a Teoria Fundamentos da Dança (MOTTA, 2006), pretendemos vivenciar as tensões e dilatações entre Tempo, simbolismos e o corpo expressivo.
17h30min Abrindo os Caminhos….(Loft) Ojú Odé com Tatiana Damasceno e Luís Silva Ajeum e bate papo
18h Lançamento de livro Denise Mancebo Zenicola (Loft) Performance e Ritual: a dança das Iabás no xirê Máscaras Decoloniais: dança e performance
19h Performances Teatro Angel Vianna NUDAFRO (Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira/UFRJ)
1 Gira, Ialodê!
Criação e interpretação: Ariane Mendonça
O afeto preto inicia-se nos processos de autocuidado que visam, na comunidade fortalecer figuras pessoais para que o coletivo brilhe. As Ialodês são figuras que denotam força interior feminina, poder de negociação. Figuras com as quais mulheres negras periféricas se vêem diariamente, em suas lutas próprias, por si mesmas e por seu povo. Trago para a cena, o corpo negro feminino múltiplo em suas possibilidades, fluído em gênero e em suas percepções sobre suas potências e fraquezas. Para além de uma visão eurocêntrica que encaixotam homens e mulheres. Na gira, tomo a posse da voz, faço de mim, através das práticas de aquilombamento, Ialodê. Gira, Ialodê! Tempo: 5 min
2 PerF^V (PerFav)
Criação e interpretação: Pedro Avlis
A performance surge a partir do pensar a favela, suas questões, bem como os indivíduos que a contém e que estão contidos nela. Pedro, um jovem morador de uma região periférica, das inúmeras existentes no Rio de Janeiro, em seus deslocamentos entre a periferia e a universidade, enquanto bacharelando em dança, enquanto corpo preto, artístico e político dentro destes espaços, se questiona: qual é o limite da favela? A favela tem um limite ou tem limitações? Qual a limitação de um favelado? Até onde um periférico pode ir? O que se perde por estar à margem? E o que se ganha por ser dela, por ser ela e por estar nela? A favela é um lugar sem cultura ou é a própria cultura? O trabalho é resultante da junção destes atravessamentos com sua dança, que traz técnicas afro-urbanas, aprimoradas no Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-brasileira (NUDAFRO), dirigido pela Profª Drª Tatiana Maria Damasceno. “Per” é um prefixo que exprime a noção de “através de”. “Fav” é uma gíria, uma abreviação de “Favela”, popularmente conhecida e usada por moradores de comunidade e até por não residentes deste lugar. PERFAV / PORFAV / PARAFAV Nós por nós. Tempo: 15 min
3 Arte da Cura
Criação e interpretação: Maria Carol Leguedê
Arte da cura foi pensado a partir da memória dos ritos das benzedeiras, e do corpo fragilizado por mazelas que ganha vida nos sussurros da fé no etéreo. Os gestos compassados ervas, defumação, e o revigoramento do corpo que se ergue. O trabalho segue a linha do Corpo-documento (Beatriz Nascimento) no resgate das memorias da tradição oral da minha infância em Minas Gerais. Tempo: 7min
4 Presente Orixá
Criação e interpretação: Luiz Gustavo dos Santos (LG) Presente Orixá é um trabalho que fala do ancestral como o divino mês principalmente no presente, na atualidade. Como esse orixá se presentifica no nosso dia a dia. Tempo: 8 min
5 Banzo
Criação e interpretação: Rhaiane Silvestre Crio junto das minhas memórias que não são passados, que seguem vivas em mim, se transformando e me recriando, fazendo de mim um corpo transparente exposto ao sol, pronto pra ser afetado como um girassol. Tempo: 7 min
6 Mask.Liv®e Coletivo Muanes Dançateatro
Refletir sobre as diversas máscaras sociais que mulheres precisam assumir para sobreviver em sociedade, pela estética afro-diaspórica. Nesta apresentação, de Mask.Liv®e a cena tem um campo sensível ativado da relação mulher-máscara, máscara social-máscara física. Quais são as máscaras que cotidianamente, simbolicamente, são obrigadas a usar? Anaïs Nin: “chegou o dia em que permanecer encerrada no casulo era mais doloroso do que o risco de se libertar”.
Ficha Técnica
Idealização e Direção Artística: Denise Zenicola Assistente de Direção: Ivana D’Rosevita Bailarines /Pesquisadores: Ivana D’Rosevita, Gika Alves, Cristiane Moreira, Viviane Carvalhal, Igor Arvelos, Moises Dias Músico: Marcos Rum Figurinos: Regilan Deusamar e Gisele Alves Iluminação: Gilson Santos Produção Executiva: Roy D’Peres Direção de Produção: Zenicola Produções e Sucessivas Produções Fotografia: Renato Mangolin Video e Identidade Visual: Lucas Zenicola VJ: Plínio Realização: Coletivo Muanes Dançateatro, Zenicola Produções e Sucessivas Produções
Mask é uma realização do Coletivo Muanes, Zenicola Produções, Sucessivas Produções, Funarte, Governo Federal, Ministério do Turismo, Secretaria Especial de Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Comissão Carioca de Promoção Cultural, Fomento – Lei do ISS, Cidade das Artes, RioTur e Faperj. Tempo: 20min
Sábado (12/11/22)
15 às 16h30 Oficina “Na boca de quem presta pombagira canta História” (Loft)
Facilitadora: Fabiana Pinel 20 vagas
A experiência corporal propõe uma investigação acerca do discurso popular na sociedade brasileira sobre a figura das pombagiras. Para além do racismo e intolerância religiosa, que atravessam os corpos dessas ancestrais, o laboratório se inclina a instigar os dançantes a pensar quais as pombagiras e narrativas femininas atravessam as suas histórias pessoais e quais os discursos que são produzidos pelo olhar estigmatizante do outro. Revisitando através de uma dança que revisita memórias, a oficina propõe um acolhimento do dançante às suas próprias histórias, para que sejam re-contadas (ou re-dançadas) por uma perspectiva mais humana, menos massacrante e machistas. “Na boca de quem presta pombagira é vagabunda”, assim canta uma cantiga nos terreiros, como seria de pombagira pudesse contar suas próprias histórias a partir da sua própria perspectiva? É essas e outras perguntas que a oficina investiga através da dança.
17h – Lançamento de livro Meu Corpo Terreiro e exposição artística (Loft) Xandy Carvalho e convidados Helena Theodoro, Tatiana Damasceno, Katya Gualter e Ruth Torralba
18h Ajeum e bate papo
19h – Espetáculo Meu Corpo Terreiro – Teatro Angel Vianna
Companhia Padê Dança Afrodiaspóricas de Terreiro. Coordenação e direção Xandy Carvalho
A Companhia PADÊ: Dança Afrodiaspóricas de Terreiro, busca por meio da pesquisa, realizar ações que evidenciem a importância das tradições do Candomblé na cultura popular brasileira, contribuindo assim para a superação do ambiente de desinformação que geram o preconceito, intolerância e o racismo religioso dirigido a este grupo social. A Companhia se propõe, a partir de práticas e teorização artísticas, destacar aspectos importantes de tais saberes. O que amplia o conhecimento para a formação corporal em Dança, produzindo um corpo capaz de vivenciar outras experiências, onde a dança de terreiro é transbordamento do corpo em sua ancestralidade africana, do qual o terreiro é herdeiro direto
Domingo (13/11/22)
14 às 15:30 Oficina Rebolativa (Loft)
Facilitadora: Jack Karen
Público: Mulheres (20 vagas) Utilizando-se da abordagem que conecta ações culturais do Funk juntamente a dança. Construir coletivamente pensamentos e atos que perpassam de “onde”, “como” e “quando” os movimentos do quadril estão associados as práticas de resistência, e a métodos terapêuticos, oferecendo assim, a manutenção da auto estima e do empoderamento feminino.
16h Vídeos e Roda de Conversa – Sala Multimídia
Coletivo Urbano, NUDAFRO e PPGDAN Aline Teixeira, Luís Silva, Katya Gualter, Xandy Carvalho, Tatiana Damasceno, e Ivy Brum (provocadora)
1. Coletiva de Dança – EP 1: Mulheres na Cena Mulheres na Cena é o primeiro episódio da série documental Coletiva de Dança, no episódio artistas do Brasil abordam o tema relativa a presença e a ausência da mulher nas danças urbanas. Curadoria e organização: Aline Teixeira e Luís Silva Produção: Aline Teixeira, Ana Beatriz, Jéssica Cristina, Luciana Monnerat, Luís Silva, Pedro Henrique, Pedro Avlis e Thaynara Silveira
2. Coletivo NUDAFRO – Ire Ire é uma palavra yorubá que significa boa sorte, bom caminho. O vídeo artístico Ire é uma criação onde arte e vida florescem a partir de diferentes espaços físicos, oníricos e corpóreos. Ire é uma criação artística que entrelaça saberes ancestrais, práticas de curas e composições de danças. (Pesquisa artística desenvolvida em 2020 e 2021 pelo Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira/UFRJ) Direção artística: Luís Silva e Tatiana Damasceno Intérpretes Criadores: Elen Mesquita, Luiz Gustavo, Luís Silva, Pedro Avlis, Rhaiane Silvestre e Tatiana Damasceno Edição: Luís Silva e Rafaella Olivieri Música:Cassi Lima e Nickolas Araujo
3. PPGDAN/UFRJ – Pra-ArQ-Sença⭄ ⭄
O arquivo Pra-ArQ-Sença (prática, arquivo, presença corpo-orais e escritas) é fruto de processos e caminhos partilhados na disciplina Processos de Criação Afroreferenciados: coreografia, interpretação, encenação e ancestralidade, ministrada no Programa de Pós-Graduação em Dança da UFRJ no primeiro semestre de 2022 pelo Coletivo Sankofa, constituido por professores de instituições diversas: Tatiana Damasceno, Katya Gualter, Xandy Carvalho e Agatha Oliveira da UFRJ; Lau Santos e Joice Aglae da UFBA, Raphael Arah (FAV) e Katiuscia Ribeiro (Temple University), Manoel Timbaí e Karen Pires UFPEL. Discentes: Dandara Ferreira, Gabriela Haddad, Isabela Santilli, Jéssica Barbosa, Luna Furriel, Samara Soares, Taciana Moreira, Thais Pimentel, Thayna Vieira, Tarcício Pêgo e Muryell Dantie.
Nos encontros de narrativas corpóreas, o curso propôs uma experiência crítica, provocativa e contemplativa de pensamentos e procedimentos artísticos preto-referenciados, acionados por indivíduos e/ou coletivos negros, que partilham do movimento da produção da presença do corpo negro político, social, poético e ancestral. Seguimos os passos e estudos sobre os saberes e práticas/performances da diáspora negra a partir das abordagens das artes cênicas, estudos culturais, filosofia africana, afro-brasileira e afro-ameríndia. Direção artística: Tatiana Damasceno, Katya Gualter, Xandy Carvalho Edição: Ivy Brum Imagens: participantes da disciplina
Ajeum e bate papo 17h30
Performances – Teatro Angel Vianna
Encruza-Ilhadas
Criação e interpretação alunes da disciplina Processos de Criação ministrada em 2022/1 – PPGDAN UFRJ: Taciana Moreira; Thais Lorraini; Th Vieira
Resumo: Tomando nossos corpos como suportes etno-historiograficos propomos nos por en- cruza- ilhada contando nossas histórias e cruzando-as, demonstrando como nos tocamos em diversos pontos por sermos pretos, mulheres, homens, lgbtqia+. Ao mesmo tempo, que propomos uma alternativa de sobrevivência e continuidade: o samba e a malandragem. Naízes Naízes é um espetáculo que tem em sua raiz memórias e atravessamentos de corpos que foram deixados à margem da sociedade e da vida. Em um único corpo há tantas intensidades causadas pelas trajetórias e singularidades do corpo preto, periférico e urbano. Em seu despertar dos olhos, Naízes convida a todos para entrarem em uma viagem de saberes, costumes e guerrilhas do povo preto. O espetáculo tem como objetivo abraçar e dar voz a temáticas afro diaspóricas e sobre as singularidades de um corpo artístico em meio a um contexto adverso. Em cena, encontramos artistas que articulam como ressignificar tantos atravessamentos que foram selados em nossos corpos e, a partir deles, gerar vida e possibilidades de novos caminhos, trazendo linguagens e culturas como House, Wacking, Hip Hop, Afro e outras vertentes urbanas e bases culturais que representam, entre muitas coisas, resistência e recriação. Aprendemos com essas culturas como ser coletivo para além da junção física, aprendemos como existir em uma sociedade que te faz inibir tuas naturalidades e ancestralidades. Este trabalho é um grito de corpos que foram colocados constantemente no limite e obrigados a criar ferramentas para expressar e evidenciar suas narrativas.
Serviço
Data: 11, 12 e 13 de novembro
Horário: sexta a partir das 16h, sábado a partir das 15h e domingo a partir das 14h.
Classificação: Livre
Duração: 3 dias
Informações: @NUDAFRO no Instagram e no Facebook
Parceria: UFRJ, PPGDAN/UFRJ e Coletivando Art
Programação presencial
Valor do Ingresso: GRATUITO
Público esperado: 400 pessoas
Local de inscrição: Sympla
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Proibidão | Kinho JP
Linguagem: Dança
Público alvo: Público dos bairros periféricos que não possuem acesso a dança contemporânea e público geral interessado em dança e em artes contemporâneas.
Resumo: Proibidão é um espetáculo de dança dirigido e idealizado por Kinho JP. O espetáculo aborda a Favela e suas identidades como tema principal, sendo uma criação coletiva que investiga a cultura favelada e as narrativas de corpos que atravessam este território. O espetáculo elabora através de danças como o Passinho e a Dancinha as vivências destes corpos marginalizados.
Ficha Técnica:
Diretor Artístico/Coreografia: Kinho JP
Assistente de Direção: Ronald Sheick
Intérpretes-criadores:VN Dançarino Brabo, Khalifa IDD, Kill Bill, Bruna Bastos, Jacki Karen, Bia França , Ronald Sheick
Produção: Rafael Fernandes
Assistente de Comunicação: Mario Netto
Histórico da cia:
Kinho JP inicia a carreira artística na Cia de dança JP MOVE, em 2010 começa a pesquisa sobre o funk e suas vertentes. 2015 ingressa na UFRJ dá início a formação acadêmica em Licenciatura em Dança e lá amplia os estudos para a Favela e suas identidades, pesquisa que desenvolve até os dias atuais. Também em 2015 entra para a Cia Suave, realizando diversas turnês nacionais e internacionais, apresentando trabalhos cênicos e realizando workshops de passinho. Em 2011 começa a trabalhar com a produção cultural, realizando e participando de eventos de dança, com destaque para as 3 edições do Seminário de Danças Urbanas DNA CARIOCA que teve grande impacto e grandes mudanças no cenário urbano desde sua primeira edição. Em 2017 assume a direção geral da Cia JP Move onde obtém experiência também com diretor artístico. Em 2022 idealizou e realizou o projeto “Passinho da ZO”.
Serviço
Data: 18, 19 e 20/11
Horário: 19h
Classificação: 16 anos
Duração: 1h
Programação presencial
Valor do Ingresso: 5$ (meia) 10$ inteira
Local de venda: Sympla
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Levante Ballroom | House of Mamba Negra
Levante Ballroom é um projeto viabilizado pelo Edital de Fomento à Cultura Carioca – FOCA e realizado pela House of Mamba Negra, que consiste em fomentar e difundir as práticas artísticas de pessoas LGBTQIA+ pretas e periféricas da comunidade Ballroom do Rio. A comunidade Ballroom, cuja origem data em meados dos anos ‘70 na cidade de Nova York, é uma cultura LGBTI+ baseada em práticas de performance, competições e estruturas de apoio social.
A programação contará com um calendário de ações e oficinas baseadas na cultura Ballroom, a serem realizadas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro entre os dias 23 e 25/11. Bem como um baile de encerramento no dia 26, onde acontecerão batalhas de performances com premiações em dinheiro para cada categoria. Realizado em parceria com a Semana de Arte Favelada do Centro de Artes da Maré.
Mesa 1 – História Ballroom Guanabara
Duracao: 1:30h
Mediacao: Idra
Convidade: Rothyer
A cultura Ballroom torna possível a construção de realidades outras ao empoderar corpas dissidentes no campo da performatividade. Dessa forma, a roda sobre História Ballroom contextualiza todas as práticas do evento ao apresentar figuras e momentos históricos importantes para a construção da comunidade na cidade do Rio de Janeiro.
Mesa 2 – Vivências Trans
Duracao: 1:30h
Mediacao: Idra
Convidades:
Milo Cosmos – Pulva – Azul
Dominick Cosmos
A roda de conversa sobre vivências trans convoca a comunidade a dialogar sobre as questões que permeiam a vida de corpas não-cisgêneras e racializadas na nossa sociedade. A fim de oferecer algum tipo de suporte a estas pessoas que são protagonistas da nossa comunidade e promover conscientização antitransfóbica.
OFICINAS
Idra, Germa, Organzza – Fashion Killa
Com o olhar voltado à alta moda e à sustentabilidade, a oficina Fashion Killa tem como proposta compartilhar técnicas e processos criativos em atividades práticas de construção visual e styling. Desenvolvendo formas de construir dentro das suas possibilidades uma verdade visual que te represente.(Recomendado levar uma peça de vestuário que possa ser estilizada).
Patfudyda, Katita – Runway
Na vanguarda da representatividade de belezas não divulgadas pela mídia, a oficina Runway utiliza referências dos desfiles e das revistas de moda em exercícios de caminhada, trabalho postural e posing. Elaborando um diálogo direto com as grandes passarelas.
Gabe, Alicia, Lion – Contorção
Com enfoque em ações performáticas, a oficina de contorção tem como foco trabalhar a flexibilidade corporal através de exercícios de fortalecimento e alongamentos a serem aplicados no Vogue New way. Buscando elevar o corpo a estados de distorções visuais inspiradas nos editoriais de moda e no circo.
Cunanny e Hilary – Vogue Femme
Seguindo as tradições de práticas construídas pela cultura Ballroom, a oficina de vogue femme é uma atividade coreográfica de desenvolvimento rítmico e musical, que trabalha os elementos do vogue, exalta a feminilidade e é também um movimento de reafirmação de gênero e sexualidade.
Histórico da Cia:
A House of Mamba Negra é um coletivo interestadual de cultura ballroom. A house nasceu em 2019, e hoje tem atuação em quatro capitais: Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo liderada por pessoas trans em cada uma delas.
A Mamba Negra hoje reúne cerca de 30 pessoas com interesses em pesquisa e formação em áreas como artes visuais, performance, moda, audiovisual, música e produção cultural. O principal ponto de contato entre essas pessoas é promover o corpo como potência de criação e garantir a continuidade de narrativas não-normativas. Isso é feito especialmente nas balls e eventos promovidos pela casa.
Serviço
Data: 23 e 25 de novembro
Horário: 14h às 19h
Classificação: Livre
Programação presencial
Duração: Dois dias
Valor: Gratuito
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( x ) SIM ( ) NÃO – Foca
Dança em Foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança 2022
Linguagem: videodança
Público-alvo: público em geral
A edição de 2022 abre as celebrações pelos 20 anos do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança, que retoma seu formato presencial, ocupando o Teatro Angel Vianna, no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro.
Nos dias 26 e 27 de novembro, das 10h às 17h, nossa conhecida MIV – Mostra Internacional de Videodança exibirá 94 obras selecionadas a partir de uma convocatória internacional que recebeu aproximadamente 1000 inscrições de todo o mundo.
A seleção para a Mostra contou com a participação dos diretores do Festival: Paulo Caldas, Leonel Brum e Regina Levy, e das diretoras convidadas Beatriz Cerbino e Sarah Ferreira, além da renovada parceria do Midiadança – Laboratório da Dança e Multimídia da UFC, sob a supervisão de David Leão. A edição de 2022 do dança em foco tem o apoio das Redes Confluentes, e prolongará, ao longo do ano, a exibição de sua programação neste site.
Durante o ano de 2023, o festival realizará ações comemorativas preparatórias para uma edição especial que incluirá em sua programação espetáculos, instalações, oficinas e debates que se distribuirão pela cidade do Rio de Janeiro, com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Ficha Técnica:
– Diretores do Festival: Paulo Caldas, Leonel Brum e Regina Levy
– Curadoras convidadas: Beatriz Cerbino e Sarah Ferreira
– Supervisão assessoria de curadoria: David Leão
– Assessoria de curadoria: Ana Clara Magalhães, Ana Menezes, Eduardo Macêdo, Jeff Santos, Matheus Carneiro, Matheus Costa, Sâmya de Lima
– Assistência: Fabiana Figueiredo
Histórico da Cia: O dança em foco nasceu em 2003, no Rio de Janeiro, como o primeiro evento brasileiro de desenvolvimento da interface entre o vídeo e a dança; hoje, é reconhecido como um dos principais festivais de filmes de dança do mundo. Através de suas ações, ele se firmou como ponto de referência e o principal contexto para a divulgação e desenvolvimento da produção de videodança no país.
Serviço:
Data: 26 e 27 de novembro
Horário: das 10h às 17h
Classificação: 16 anos
Duração Total: 14h
Informações: www.dancaemfoco.com.br e @dancaemfoco nas redes sociais
Apoio: Redes Confluentes
Parceria: REDIV, Laboratório de dança e multimídia ICA/UFC, Videodança+, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Secretaria de Cultura Prefeitura do Rio de Janeiro
Programação presencial
Valor do Ingresso: gratuito
Local de venda/inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/danca-em-foco-festival-internacional-de-video-danca/1798629
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
LOFT, ESTÚDIOS E SALAS MULTIUSO
Nome da atividade: Oficina Todo Corpo Dança
Linguagem: Trabalhar a potência única dos movimentos corporais e expressividade.
Através das metodologias Angel Vianna, Educação Somática, Dança- teatro da Pina Bausch e as técnicas de Laban.
Público alvo: A oficina “Todo Corpo Dança” é aberta para todos que desejam descobrir seu movimento único.
Resumo do trabalho: Dando ferramentas embasadas na minha vivência e estudo no universo da dança, irei propor dinâmicas de consciência do movimento e expressividade. Estas serão realizadas tanto de forma individual quanto coletiva. Com isso, cada aluno começa a perceber suas próprias limitações e potencialidades. Criando assim o cenário ideal para a descoberta de uma dança que é única.
Release da Companhia:
Profissional independente, desde 2008 no ramo da dança:
1- Formada em Artes Cênicas na Universidade da Cidade, em Licenciatura em Dança na Faculdade Angel Vianna, Ergonomista pela UFRJ e graduanda em Psicologia;
2 – Bailarina da Companhia Étnica e professora de Dança Contemporânea na ONG Étnica na comunidade do Andaraí para crianças; adolescentes e idosos;
3 – Aulas de Dança contemporânea na ONG Dançarte para adultos e idosos;
4 – Aulas de Dança contemporânea para todos, na Fundição Progresso por cinco anos;
Aulas de Consciência do corpo para trabalhadores com o empreendimento Mover Corporativo, premiado pela Shell iniciativa Jovem de sustentabilidade;
5 – Aulas particulares de consciência do movimento;
6 – Imersão cultural internacional com a Hibridus Cia de Dança em Ipatinga e tutoria da Coreógrafa Tamia Guayasamin
Classificação: A partir de 15 anos
Número de vagas: 30 pessoas
Serviço
Data: 05/11/2022
Horário: 10h
Classificação: 15 anos
Duração: 2 horas
Programação Presencial
Gratuito
Nome da atividade: Oficina Dança Afro – O Corpo da ancestralidade a contemporaneidade | Fábio Batista
Linguagem: Dança Afro
Público alvo: Todos.
Resumo do trabalho:
A oficina vai possibilitar uma vivência com um repertório de movimentos da Dança Afro, sob perspectiva do corpo que procura a Ancestralidade Africana através da Dança dos Orixás e encontra seus reflexos na formatação da Dança Negra Contemporânea.
O método de compartilhamento de aprendizagem, a cada aula, se inicia com um alongamento e preparação física inspirados na técnica de Lester Horton (moderno EUA) e o processo de pesquisa do corpo desenvolvido na Escola Carioca de Danças Negras. Em seguida, a oficina é conduzida pelas técnicas de Mercedes Baptista, Gilberto de Assis, Dança Afro Primitiva e Contemporânea. Ao final, os alunos serão introduzidos num processo de construção coreográfica colaborativo, seguindo as multi-linguagens das Danças Negras, afim de promover um encontro entre o corpo ancestral e o corpo contemporâneo.
– release da companhia:
Criada em 2012, a Clanm – Cia. Laboratório de Arte Negra em Movimento é um grupo de dança “afro contemporânea” que busca uma identidade singular em espetáculos de dança que comunique e dialogue com diversos públicos. Abordam-se questões sociais através de uma narrativa artística transmídia que transita entre as artes performáticas, o audiovisual, a web art e a moda. Sua construção cênica problematiza questões sociais dialogando com parâmetros do entretenimento contemporâneo por meio de uma performance de visão ampla e holística que fuja aos limites das convenções de gênero, sempre buscando uma linguagem estética própria que atualize as referências da cultura afrodescendente no mundo.
– Classificação:
14 anos.
– número de vagas:
30
Serviço
Data: 06/10/2022 (Início – toda quinta-feira)
Horário: 18:30h às 20:30h
Classificação: 14 anos
Duração: 2 horas
Programação Presencial
Gratuito
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Nome da Atividade: Intercâmbio cultural através de atividades de dança no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – Embaixada da Colômbia no Brasil
Linguagem: Dança
Público-alvo: Jovens de 13 a 16 anos da Casa Lúdica de Flórida – Valle del Cauca
RELEASE
O Intercâmbio ocorrerá em 7 dias de vivências divididas em três momentos. O primeiro tem como objetivo, entender a função e o que ocorre no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, dando a conhecer os projetos aqui desenvolvidos e suas instalações. A fase seguinte é composta por vivências diretivas dentro do samba divididos em samba no pé e samba de gafieira, que ocorre sempre pela manhã.
O Horário da tarde é voltado para a pesquisa de movimento, através de rodas de criação. Nesta fase os jovens criarão uma ou mais partituras coreográficas que serão apresentadas em formato de ensaio aberto no penúltimo dia de intercâmbio.
O último visitarão, nas instalações do Centro Coreográfico, a exposição XXXXX, do artista Xandy de Carvalho, que contará também com uma vivência com o artista.
Conteúdos:
– Conceituação histórico-social sobre o Corpo-Dança, seu hibridismo e sincretismos em suas relações interculturais.
– A evolução/trajetória das danças de salão: suas origens, desenvolvimento, “desaparecimentos” e as possibilidades de renascimentos na atualidade.
– Conscientização do corpo enquanto lugar de poder, de potência e de transformação através de vivências corporais e coreográficas.
– Experimentação dos princípios, da técnica e da expressividade do samba-dança e sua relação com outras danças, artes e saberes.
– Apreciação da natureza espontânea, improvisada e lúdica do samba-dança no espaço da gafieira.
Metodologia:
Exposição verbal de conceitos e contextualização histórico-social sobre o tema; demonstração prática; orientação verbal, corporal e facilitação individual de exercícios e jogos corporais; execução de exercícios técnicos e improvisatórios, individualmente, em duplas ou em grupo; apresentações individuais, em dupla ou em grupo de partituras coreográficas fusionando o samba-dança-gafieira e a salsa entre os participantes da oficina. Os encontros acontecerão através de aulas práticas e contextualização teórica em seis oficinas e uma roda final de conversa com apresentações práticas.
Cronograma
Dia 1 – 06 de novembro, domingo:
Chegada dos jovens ao Centro Coreográfico. O voo chega no Rio de Janeiro as 6h15.
15h às 17:30h – Conversa sobre a gestão do Centro Coreográfico e projetos de intercâmbio. Visitação ao Centro Coreográfico com foco no programa de residências artísticas e Midiateca: Visita ao Loft, Galeria, Studio 1 e 2.
19h – Cessão de ingressos para o espetáculo “Ìcaro” da Canoa Cia de Dança contemplado pelo Programa de Fomento às Artes da Cidade do Rio.
Dia 2 – (07 de novembro), segunda-feira:
10h às 12h Aula de samba no pé: Apresentar os princípios e movimentos-base do samba-dança e seus contextos culturais de origem.
12h Almoço
14h às 16h Roda de criação: Perceber as mudanças e contágios quanto ao repertório de movimentos das danças de salão no século XXI no Brasil, especialmente em relação ao samba de gafieira e à salsa.
Dia 3 – (08 de novembro), terça-feira:
10h às 12h Aula de samba de gafieira: Desenvolver a percepção do corpo em diferentes espaços (sociais e afetivos) e suas (im)possibilidades de movimentação.
12h Almoço
14h às 16h Roda de criação: Sensibilizar contextualizando quanto à natureza e ao universo do samba em seu percurso histórico (de prática marginal a Patrimônio Cultural da Humanidade)
Dia 4 – (09 de novembro), quarta-feira:
10h às 12h Aula de samba de gafieira: Vivenciar o espaço-corpo-dança no contexto social da Gafieira enquanto território de resistências entre a salsa e o samba, através de criação de partituras coreográficas entre os jovens participantes.
12h Almoço
14h às 16h Roda de criação: Perceber as mudanças e contágios quanto ao repertório de movimentos das danças de salão no século XXI no Brasil, especialmente em relação ao samba de gafieira e à salsa.
Dia 5 – (10 de novembro), quinta-feira:
10h às 12h Aula de samba no pé: Redimensionar coreograficamente os sentidos e os possíveis diálogos do corpo em estado de “salsa” e “samba” nas relações urbanas atuais.
12h Almoço
14h às 16h Espaço de ensaio e aprimoramento das partituras coreográficas criadas durante as rodas de criação seguida de conversa sobre o processo de intercâmbio artístico e sócio-cultural Rio – Cali e o ensaio aberto do dia 11 de novembro..
Dia 6 – (11 de novembro), sexta-feira:
10h às 14h – Aquecimento corporal e espaço para ensaio
12h – Almoço
14h às 16h – Ensaio aberto apresentando as partituras coreográficas criadas durante as rodas de criação seguida de Roda de Conversa com criadores convidados visando assim partilhar as experiências e estratégias desenvolvidas para o fortalecimento e estímulo ao protagonismo e ativismo cultural desses jovens através da Dança. Serão convidados para o ensaio aberto, responsavéis pelo projeto Corpo Negro Presente da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de diretores de projetos sociais e companhias existentes no entorno do Centro Coreográfico e/ou em residência artística no espaço.
Dia 7 – 12 de novembro, sábado:
9h Visitação a exposição de fotos Corpo Negro Presente e Oficina prática em Africanidade, Dança e Educação com Xandy Carvalho – coordenador do PADE – Projeto de Extensão em Africanidade, Dança e Educação da UFRJ)
12h – Finalização do intercâmbio no Centro Coreográfico
Serviço
Data: 06 até 12 de novembro de 2022
Horário: 9h às 16h
Classificação: grupo fechado
Duração: 2 horas
Programação Presencial
Gratuito (grupo fechado)
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Midiateca em Movimento: Conversas com o Acervo (Memória de Mercedes Baptista)
Linguagem: Dança
Público alvo: bailarinos, estudantes de artes e demais áreas, professores, pesquisadores, adolescentes, jovens, adultos, comunidade local.
Resumo: A ação pretende criar diálogos e dar visibilidade à multiplicidade do acervo que compõe o setor de Acervo Memória e Pesquisa (Midiateca), criando estratégias para compartilhá-lo mais amplamente com o público. Percebemos o espaço de interseção da Midiateca e de seu acervo como algo vivo, pulsante, dinâmico, em construção constante com os diversos corpos/memórias da cidade. Com essa perspectiva, a Midiateca vem implementando desde 2020 várias ações transdisciplinares de diálogo com a Dança, entre artistas e pesquisadores de diferentes áreas. Nossa conversa do dia 17, em celebração ao mês da Consciência Negra, terá como convidado o professor Marcus Vinicius Machado de Almeida, que compartilhará o projeto da UFRJ de resgate da Memória da técnica de Dança Afro-brasileira de Mercedes Baptista.
Ficha Técnica:
Convidado: Marcus Vinicius Machado de Almeida
Mediação: Cláudia Petrina
Colaboração: Thales Ferreira
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos
DURAÇÃO: 30 minutos
Histórico do projeto convidado:
“Técnica da Dança Afro-brasileira: um caminho de sistematização e notação”. O projeto visa investigar, resgatar, sistematizar e registrar a técnica da dança Afro-brasileira desenvolvida pela linhagem Dunham-Baptista-Assis, atores estes considerados importantes na criação de uma dança teatral da diáspora negra. A pesquisa irá resgatar, através de uma metodologia de história oral-corporal, os procedimentos técnicos da dança Afro-brasileira, através da memória dos atores privilegiados que mantém viva ainda este legado da dança Afro-brasileira iniciada por Mercedes Baptista. Os sujeitos investigados são os ex-bailarinos e alunos do professor Gilberto de Assis. Através da realização de entrevistas e experiências corporais, deseja-se conhecer uma sistematização estruturada para a criação de uma técnica de formação de bailarinos na vertente Afro-brasileira e registrar estes princípios estruturais desta dança através da notação denominada Labanotation. O professor Gilberto de Assis, aluno e primeiro bailarino da companhia de Mercedes Baptista é tomado como referência devido a sua forte e duradoura relação com a professora Mercedes Baptista, e porque diversos de seus ex-alunos ainda são atuantes com a dança Afro-brasileira e estes serão informantes primordiais deste resgate. Este material está sendo organizado e sistematizado e disponibilizado em um site da UFRJ para que se possa entender e apresentar os fundamentos e os princípios que sistematizam a técnica de preparação corporal da dança Afro-brasileira. A coordenação do projeto é feita pelo professor Marcus Vinicius Machado de Almeida: Professor associado da UFRJ, Departamento de Arte Corporal da EEFD. Possui Graduação em Dança pelo Centro Universitário da Cidade, graduação em Composição – Conservatório Brasileiro de Música, mestrado em Artes Visuais pela UFRJ, doutorado em Educação Física pela Unicamp e estágio pós-doutoral em Psicologia pela UFF. Especialização Sistema Laban/Bartenieff e Curso técnico em Dança (FAV). Completou a Certification Program in Laban Movement Studies (Certified Movement Analyst – CMA) pelo Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (LIMS) e certificação em Labanotation pelo Dance Notation Bureau.
Serviço
Data: 17/11
Horário: 17h30min
Classificação: 12 anos
Duração: 30 minutos
Informações:
Programação online
Valor do Ingresso: Gratuito
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Título: “Contato e Improvisação” – Núcleo de Dança para atores
Nome da Oficina: Contato e Improvisação
Linguagem: Expressão Corporal
Público-Alvo: Estudantes e Profissionais de Dança
Resumo do Trabalho:
A oficina desenvolverá as competências corporais, com exercícios e jogos lúdicos, de improvisação e do contato corporal, e também através de elementos/objetos, proporcionando um importante encontro de natureza plástica, sensorial e de autocriação.
Release da Companhia:
O Núcleo de Dança para Atores foi criado em 2000, a partir de inquietudes artísticas dos profissionais e professores, Armando Nesi, Arabel Issa, Dudu Gama e Roberto Lima, para dar continuidade aos estudos realizados nas aulas de Expressão Corporal, Dança e Interpretação, sem perda da pesquisa, investigação e elaboração de um pensamento sobre o corpo expressivo do ator que dança nas artes da cena.
Classificação:
A partir de 16 anos
Número de Vagas:
20 (vinte)
Serviço
Data: 19 de novembro de 2022
Horário: 10h
Classificação: 16 anos
Duração: 2 horas
Programação Presencial
Gratuito
TÍTULO DA OFICINA: MULHER COM CHIFRES CORRENDO
– Nome: O corpo da deusa
– Linguagem: teatro-dança
– Público alvo: Pessoas que se identificam com o gênero feminino e que se interessam por relações entre o teatro e a dança
– Resumo do trabalho:
A oficina é oriunda do processo criativo referente ao espetáculo “Mulher com Chifres Correndo” (2022, Dir. Cecília Hadassa | Coreografia e Performance: Dandara Ferreira | Direção de Produção: Priscila Manfredini), que narra a história de uma mulher preta e brasileira se descobrindo enquanto uma deusa primordial. A partir do seu contexto social e histórico, ancestralidade, conexão com a natureza e a exaltação da cultura preta carioca e favelada. Desse modo, o objetivo da oficina é estimular as potências elementais que habitam as mulheres através de trabalhos corporais como o rebolado, a relação de dor e prazer, de contatos e apoios (com o chão e objetos) e com a música.
– release da companhia:
O Coletivo Deusa Cornuda é encabeçado por três jovens artistas – Dandara Ferreira, Cecília Hadassa e Priscila Manfredini – egressas dos cursos de graduação em Dança e Direção Teatral da UFRJ. Juntas, pesquisam questões acerca do ser mulher em um recorte latino americano atravessadas por temas como encantaria, espiritualidade e racialidade. Já colaboraram nos espetáculos “Mulher com Chifres Correndo” (2022, Dir. Cecília Hadassa | Coreografia e Performance: Dandara Ferreira | Direção de Produção: Priscila Manfredini), “Somos Todos Loucos Aqui” (2019, Dir. Cecília Hadassa | Preparação Corporal: Dandara Ferreira | Produção: Priscila Manfredini) e “MEDEAMATERIAL” (2020, Dir. Cecília Hadassa | Preparação Corporal: Dandara Ferreira | Elenco: Priscila Manfredini); e também no curta-metragem “Três Irmãs x Zumbis” (2022, Dir. Priscila Manfredini | Direção de Fotografia: Cecília Hadassa | Direção de Movimento: Dandara Ferreira).
– Classificação:
18+
– Número de vagas:
15 pessoas
SERVIÇO:
Serviço
Data: 19/11
Horário: 10H
Programação PRESENCIAL
Classificação: 18 anos
Gratuito
Título: Midiateca em Movimento: Lançamento de Catálogo online e Base Interativa do Acervo
Linguagem: Dança
Público alvo: bailarinos, estudantes de artes e demais áreas,
professores, pesquisadores, adolescentes, jovens, adultos, comunidade local.
Resumo: Visando facilitar, dinamizar e democratizar a consulta ao acervo da Midiateca do Centro coreográfico, desenvolvemos esse ano em parceria com o projeto “UFRJ na Cultura” a criação de uma Base interativa de consulta ao Acervo e tornamos disponível para consulta o catálogo online do conteúdo deste Acervo/Memória (livros, revistas, CDs, DVDs e VHs). Assim buscamos criar estratégias para compartilhar o acervo e divulgá-lo mais amplamente com o público, a partir do dia 24/11 através do site do CCo. O acervo impresso composto de livros está organizado dentro das temáticas de história da dança, dança-educação, biografias, políticas culturais, processos criativos, produção e técnica, teses e dissertações, teatro, música, história do Rio, variados, entre outros. Além de material que registra a história do Centro Coreográfico, reunindo fotografias, documentos de gestões e CDs com clipping da memória artística do espaço. O setor acolhe também a memória do Festival Panorama de Dança e do CDPD/RJ (Centro de Documentação e Pesquisa em Dança do Rio de Janeiro).
Ficha Técnica:
Coordenação: Cláudia Petrina
Colaboração: Thales Ferreira
Histórico:
A Midiateca – Setor de Acervo, memória e Pesquisa do CCo – pretende ser um espaço de pesquisa, criação, reflexão e difusão da Dança em toda a sua diversidade na cidade, em diálogos transversais constantes com artistas, residentes, pesquisadores, professores, alunos, enfim, com todos que tenham interesse na arte do movimento. Percebemos o espaço de interseção da Midiateca como algo vivo, pulsante, dinâmico, em construção constante com os diversos corpos da cidade. Com essa perspectiva, a Midiateca tem implementado várias ações desde 2020, entre elas: Artistas Residentes em Foco – 2 edições (vídeos de 1min com depoimentos de 6 artistas-residentes do CCo sobre a dança e a nova realidade pandêmica); Escritas do Corpo ( 7 edições):A ação teve como objetivo incentivar a criação e o compartilhar de uma memória digital de saberes em diálogo na área do Corpo-Movimento-Dança e de seus atravessamentos interdisciplinares; Painel Dança Educação (3 edições em vídeo): A proposta incentiva a construção, o registro e a divulgação de uma memória sobre ações de Dança-Educação na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, que vêm potencializando transformações no cotidiano escolar e extra-escolar de alunos e professores; Conversas Transdisciplinares (10 encontros onlines da Dança com: a Poesia, a Cultura, a Educação, o Feminino e o Sagrado): propõe um território de atravessamentos e partilhas, onde a Dança dialoga com diferentes áreas colocando-se em perspectiva; O Corpo Conta e Dança: conversas com residentes (4 rodas de conversa + performance): propõe uma experiência sensorial e lúdica de contar-encarnar-partilhar histórias/processos de criação e seus afetos através do movimento, do corpo e da dança, ressignificando o momento presente. Iniciamos no ano de 2022, o projeto o “Conversas com o Acervo” onde convidamos diferentes propostas de resgate de Memórias para dialogarem com o acervo da Midiateca.
Serviço
Data: 24/11
Horário: 17h30min
Programação online
Classificação: 12 anos
Gratuito
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM (x) NÃO
Nome da oficina: Semente de Dendê: um corpo que fala
Linguagem: Dança
Público alvo: mulheres e homens, trans e cis negros, pessoas LGBTQIA+, jovens e adultos a partir de 16 anos.
Resumo do trabalho: Semente de Dendê: um corpo que fala é uma oficina de expressão corporal com percussão
ao vivo, que busca através de estímulos sensoriais ampliar a percepção corpórea por meio
de fotografias, poesias e do contato com elementos como o dendê e a água do mar. Tendo
como público focal mulheres e homens, trans e cis negros, pessoas LGBTQIA+, jovens e
adultos a partir de 16 anos de idade e moradores das favelas e periferias do Rio de Janeiro.
Release da companhia
Memórias de uma maré cheia é um espetáculo que se propõe a discutir os processos de
resiliência que o corpo negro constrói por meio das memórias de mães pretas. Com uma
narrativa híbrida, o espetáculo conduz a plateia através da dança, da fotografia, da música e
da poesia a um universo onde as realidades ali encenadas presentificam memórias plurais
de afeto.
Classificação: Livre
Número de vagas: 30
Serviço
Data: 26 de novembro de 2022
Horário: 10h
Classificação: Livre
Duração: 2 horas
Programação Presencial
Gratuito
