Magote

O que é Magote? 

Um ajuntamento. Uma grande quantidade de pessoas ou coisas. Um bando, uma penca, uma exorbitância. 

E o nosso Magote?  (Release)

Com direção de Fábio Freitas, é o primeiro resultado artístico da pesquisa desenvolvida pelo grupo Monjuá.

É a energia criativa concentrada de seis criaturas que se relacionam através do jogo de composição cênica, do contato direto dos seus pesos e apoios. Dos diálogos das suas articulações e músculos. Um organismo vivo e dinâmico que atua sob a regência de duas palavras: risco e proteção.

Magote é um exercício generoso de enfrentamentos. É a metáfora de nossas negociações diárias, de espaços, desejos, desapegos, tensões, frustrações, conquistas e prazeres. 

Magote é mais uma palavra para traduzir ajuntamento, amontoado, aglomeração. Justamente por isso é que chamamos assim o nosso encontro, por dar conta dos espaços coletivos do circo. Da abundância de muitos corpos em movimento. Juntos. A trupe. A equipe. A família. 

Em Cena (Sinopse)

O elenco atua no espaço vazio, na tela em branco. São corpos acrobatas, paradistas, malabaristas, cômicos, bailarinos excêntricos, e são também atores e poetas que se lançam numa investigação de possibilidades físicas, de produção de imagens e contação de histórias a partir do movimento, desses corpos em ação pelo espaço.

Magote é uma profusão de cores, uma enxurrada de imagens e de possibilidades narrativas.  

Público alvo: 

Espetáculo: Público dos diferentes bairros e regiões onde as apresentações acontecerão. Público em geral, famílias, jovens, crianças. Estudantes e profissionais dos centros de artes dos bairros e adjacências. 

Bate Papo: Público espectador, famílias, adolescentes, curiosos e interessados em conhecer mais sobre o processo de criação do espetáculo. Estudantes e profissionais da arte de diferentes localidades e dos bairros e regiões onde as apresentações acontecerão.

Oficinas: 

Do Risco ao Riso:  Jovens, iniciantes, curiosos ou estudantes das artes de diferentes localidades e dos bairros e regiões onde as apresentações acontecerão. 

Construindo Magote: Estudantes e profissionais das artes. Estudantes de centros de artes dos bairros próximos às apresentações e diferentes localidades. 

Linguagem: Dança e circo

Ficha Técnica: 

Direção: Fabio Freitas

Intérpretes Criadores: Ana Luiza Gonçalves, Danilo Alexandre, Fernando Nicolini, Guilherme Gomes, Helena Heyzer e Vinicius Paranhos.

Figurino: Nayana Sara  

Costureira: Rose Ramos

Iluminação: Dodô Giovanetti

Operação de som: Arthur Carneiro

Trilha Sonora: Grupo Monjuá

Arte Gráfica: Bia Vinzon

Fotografia: Renato Mangolin

Vídeo: Vinicius Paranhos

Produção Executiva: Helena Heyzer

Realização: Grupo Monjuá

Histórico da cia:

O grupo Monjuá formou-se em 2019 a partir do desejo de seus integrantes de se recriar, de construir novos trabalhos e estabelecer novas parcerias.

Apostando na diversidade do elenco, nas diferentes trajetórias de cada um, nas potencialidades e bagagem artística de cada um, o grupo se estabelece com o intuito de pesquisar e construir um vocabulário próprio dentro do universo do circo, especificamente a acrobacia em grupo, dialogando permanentemente com a dança acrobática, e elementos dança e do teatro físico.

Em setembro de 2019 quando o grupo deu início a pesquisa e produção do espetáculo Magote (sua primeira montagem), foram estabelecidas parcerias com as instituições Escola Faculdade Angel Vianna, Centro de Artes Calouste Goulbekian e Espaço Terra Mater.

Em março de 2020 com a pandemia do Covid-19 o grupo se viu impossibilitado de seguir seus ensaios. Naquele momento o grupo encontrava-se em residência artística no Espaço Intrépida Trupe de Criação e começaria a etapa de finalização do espetáculo.

Monjuá é um grupo independente que, apesar de sua recente formação, tem em sua equipe de criação integrantes com uma longa trajetória artística e com ampla circulação em território nacional e internacional. E busca estabelecer parcerias com profissionais e instituições com ampla experiência no setor artístico-cultural para garantir a qualidade de suas produções.

Contemplado pela Lei Aldir Blanc no edital Retomada Cultural de Primeiras Montagens (SECEC-RJ), o grupo viabilizou sua estreia em abril de 2021.

Outras realizações:

– Edital de Fomento à Cultura Carioca 2021 – SMC RJ

– Abril pras Danças  2022 (Teatro Cacilda Becker) – FUNARTE RJ

– Palco Giratório 2021 (Atividade de intercâmbio – Grupo Regional)

–  12º Seminário e Mostra Angel Vianna (RJ)

– Festival Santa Música 2021 (RJ)

Cronograma: 

Montagem de Luz: 14/07/2022 (a partir das 14h)

Apresentações: 15, 16 e 17/07/2022 às 19h, chegada da equipe às 15h

Bate papo: 16/07/2022, após o espetáculo.

Oficinas: 15, 16 e 17 de julho às 14h (2h de duração). 

Serviço

Data:  15, 16 e 17 de julho

Horário: 19h

Classificação: Livre

Duração: 1h

Informações:  21 987232602 (Fernando)

Parceria: Grupo Teatro de Anônimo

Programação presencial

Valor do Ingresso: Gratuito (como previsto no projeto inscrito no FOCA)

Público esperado: 240 (espetáculos), 40 (oficinas)

Local de venda: Sympla

Recursos:

O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.  

( x ) SIM (  ) NÃO – FOCA

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