Junho! Um mês recheado de grandes atrações apoiadas pelo FOCA – Programa de Fomento à Cultura Carioca. Outra grande novidade é a chegada dos participantes do Programa Aprendiz Cultural para um longo ciclo de vivência dentro do dia a dia do nosso espaço da dança.
Sejam sempre bem-vindes ao Centro Coreográfico!
DESCRIÇÃO COMPLETA DAS ATIVIDADES MENSAIS

TEATRO ANGEL VIANNA
Título: MOnSTrA
Linguagem: Dança
Público Alvo: Interessados em geral
Resumo: MOnSTrA é um movimento inventado, o lugar que inventamos para o compartilhamento de processos artísticos ativados a partir do Campo Aberto. A mostra de Artes Integradas nasceu no contexto pandêmico em 2021, aconteceu em 4 edições com artistas do Rio, Ceará e São Paulo e tinha como questão principal as possíveis relações entre a casa, a dança e a câmera.
A presente edição, Monstra cinco, foi contemplada pelo edital FOCA – Fomento à Cultura Carioca da secretaria municipal de cultura do Rio de Janeiro e tem como questão central a volta ao ambiente presencial do teatro com tudo que ele envolve e, também, o desafio de trazer um recurso de acessibilidade, a audiodescrição, para dentro do processo de criação e, desta forma, cruzar ferramentas e poéticas.
Nossa equipe de trabalho é uma trama entre: Camila Fersi, Helena Matriciano, Renata Reinheimer, Andreia Pimentel, Gabriela Jung, Maria Hermeto, Luisa B. que se desdobram em direção artística, curadoria, produção, visualidades e apresentação das noites.
Ficha Técnica:
Direção artística: Camila Fersi
Curadoria: Helena Matriciano e Renata Reinheimer
Apresentação das noites: Luisa B.
Arte gráfica: Gabriela Jung
Desenhos: Patricia Reinheimer
Produção: Andreia Pimentel
Assistência de produção: Maria Hermeto
Fotos: Alanna Dahan
Filmagem: Karen Carvalho
Iluminação: Cris Ferreira
Assessoria de Imprensa: Vera Sousa
Apoio: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e Centro de Artes Calouste Gulbenkian
Fomento: FOCA – Fomento à Cultura Carioca – Prefeitura do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultura
SERVIÇO:
A programação da Monstra conta com a seguinte configuração:
03/06 – 19h – Sexta-feira
Teatro Angel Vianna:
Camila Fersi com Coisa,
Maria Hermeto com Tem tanto não caber,
Gabriela Jung com Angular
04 e 05/06/22 – 19h – Sábado e Domingo
Teatro Angel Vianna
Renata Reinheimer com Des(cola)mentos/ Des(loca)mentos,
Laura Silveira com Delicadas Estruturas Internas,
Ricardo Aparecido Silva com Re-traços.
10/06/22 – 19h – Sexta-feira
Hall
Alysson Amancio – lançamento do livro: Danças de Enfrentamento: redes de ocupações e resistências no interior do Ceará.
Teatro Angel Vianna
Camila Fersi com Coisa,
Maria Hermeto com Tem tanto não caber,
Gabriela Jung com Angular
11/06/22 – 19h – Sábado
Teatro Angel Vianna
Apresentação única: Alysson Amancio com o Cheiro da Lycra.
Carol Martins com Livramento,
Gabriela Alcofra com Saudade de quando a carne era corpo,
Julia Gil e André Rumjanek com Cerca Viva.
12/06/22 – 19h – Domingo
Teatro Angel Vianna
Carol Martins com Livramento,
Gabriela Alcofra com Saudade de quando a carne era corpo,
Julia Gil e André Rumjanek com Cerca Viva.
Classificação Etária: Livre
Entrada Gratuita
Informações Sobre os Trabalhos:
Coisa – Camila Fersi
Coisa é latência, um espaço tempo onde frequências sonoras e temperatura das cores se elaboram antes de assumir existência. Paisagem sonora para imaginar danças. O projeto possui 3 partes, a primeira foi apresentada na Monstra 1 e tratava da camada de movimento como tema principal; essa é a parte dois, que propõe a sonoridade como disparadora da imaginação.
Concepção e criação – Camila Fersi
Colagem sonora: Ricardo Aparecido Silva
Duração 15’
Tem tanto não caber – Maria Hermeto
Dos caminhos no espaço do corpo aos caminhos do corpo no espaço
Repito o exercício de desimaginar o que deveria ser corpo
Respiro o exercício
O confinamento me delimitou corpo
Desconfio do limite, desconfino corpo
Transbordo, porque só em mim não caibo
‘Tem tanto não caber’ é um solo de dança e desdobramento da performance em vídeo ‘Tentando não caber’, apresentada de maneira remota na MOnSTrA #3.
Criação, performance e trilha sonora: Maria Hermeto
Duração: 16 minutos
Angular – Gabriela Jung
Mover pelos declives; jogar com as próprias quinas; angular pelo corpo num vai e vem que pulsa o perto e o longe; percorrer a superfície entre apoios e inclinações, estreitamentos e aberturas.
Angular é um solo de dança que se reconstrói ao encontrar o espaço, traz elementos de sua primeira versão enquanto performance em vídeo e agora se desdobra em novos terrenos, em camadas sobrepostas de movimento e imagem.
Criação, performance e vídeo-projeção: Gabriela Jung
Duração: 18 minutos
Classificação livre
Des(cola)mentos/ Des(loca)mentos – Renata Reinheimer
Des(cola)mentos/ Des(loca)mentos é um desdobramento do projeto “1 minuto com dança” criado durante a pandemia na procura de estabelecer uma nova relação artista x platéia, onde a artista fazia um convite público para que qualquer pessoa sugerisse uma música a ser dançada. Em troca, a artista gravava a dança, enviava para a pessoa de presente e publicava apenas um minuto nas redes sociais. Des(cola)mentos/ Des(loca)mentos é um espaço criado para revisitar, recombinar e reunir todos os minutos, gerando ao mesmo tempo um descolamento dos contextos de onde foram extraídos, e também um deslocamento ao condensar os fragmentos num só segmento. Adaptado à versão presencial da Monstra, o desafio deste trabalho agora é dialogar ao vivo, no palco, com as estruturas que foram criadas especialmente durante o confinamento. A trilha sonora criada pelo artista Leonardo Miranda, acompanha a proposta recortada das diversas qualidades de movimento, recriando os estados e sensações produzidos nos “1 minuto com dança”.
*Todos os minutos podem ser vistos com sua trilha original no perfil @1minutocomdanca
Ficha Técnica:
Concepção e interpretação: Renata Reinheimer
Contribuição artística: Camila Fersi e João Ferreira
Trilha sonora: Leonardo Miranda
Edição de vídeo: André Rumjanek
Duração: 20′
Delicadas Estruturas Internas – Laura Silveira
Uma investigação de si pelo movimento.
Se apoia no espaço, e cresce.
Se equilibra no caos, e gera.
“As delicadas estruturas internas dos fenômenos atmosféricos, como os furacões por exemplo, são casos de ordem emergindo do caos”
Ficha técnica:
Concepção, coreografia : Laura Silveira.
Trilha Sonora: Laura Silveira e Thiago Sobral
Colaboração Artística : Camila Fersi.
duração: 15’
Re-traços – Ricardo Aparecido Silva
Este solo inicia num espaço vazio pontuando gestos e camadas de movimento num processo de mudanças e descontinuidades. O ambiente ganha contornos de montagem e desmontagem sugerindo a atmosfera de uma instalação reconfigurando caminhos e assuntos no corpo. Novas perspectivas e pontos de vista se abrem na relação do mover e do falar em que a linha dramatúrgica estabelece como força da composição o acaso, o momento e o jogo.
Ficha Técnica:
Direção e Concepção: Ricardo Aparecido Silva
Co-direção: Camila Fersi
Intérprete: Ricardo Aparecido Silva
Provocação Cênica: Camila Fersi
Concepção de Luz: Ricardo Aparecido Silva
Trilha Sonora: Ricardo Aparecido Silva
Figurino: Ricardo Aparecido Silva e Camila Fersi
Livramento – Carol Martins
um corte. um contorno.
desvio, deslizamento, desdobramento, descoberta, dançar palavras com livros e alma, a performance trata da investigação e do encontro de ideias abstratas e experiências vividas. trata de incidências significantes encarnadas e aplicadas a matéria bruta. transformação. revelação. corpo/livro.
o corpo saliva a palavra. o livro, um corpo de imaginação, razão, conhecimento, objeto que captura o presente numa transcendência atemporal. a dança, essa sublimação oferecida.
Duração: 15 minutos
Criação e atuação: Carol Martins
Trilha sonora: Gabi Nobre
SAUDADE DE QUANDO A CARNE ERA CORPO – Gabriela Alcofra e Daniel Conti
SAUDADE DE QUANDO A CARNE ERA CORPO é uma performance que entrelaça dança, música e poesia em cena buscando uma dramaturgia processual e não-linear em uma relação horizontal entre as linguagens e os criadores. Seu universo temático recai sobre as mortes simbólicas, físicas, violentas e estruturais que possivelmente perpassam a vida de uma mulher. Em diálogo com o tempo presente, tais mortes suscitam também pontes metafóricas com as realidades duras que estamos atravessando através da pandemia, da guerra e da miséria oriunda da antipolítica pública. Em um corpo de mulher, Gabriela Alcofra, se apoia no toque e nas imagens suscitadas pelos poemas (também escritos por ela) e pelo universo sonoro proposto por Daniel Conti.
Performance/ Improvisação
Dança, Poesia e Música
Criação: Gabriela Alcofra e Daniel Conti
Duração aproximada: 20 minutos
Cerva viva – Julia Gil e André Rumjanek
Fluxos interrompidos. Buscando avessos para trazer algum sentido.
Exacerbação, angústia, ansiedade em afobação que se estabeleceu rotina. Melhores opções, mais opções, nenhuma saída. Mais, mais, mais.
Assumimos o risco
Exercícios de resiliência com desapego, em novos eixos necessários.
Que passado queremos contar?
Ficha técnica:
Concepção: Julia Gil e André Rumjanek
Performance: Julia Gil
Intervenção: André Rumjanek
Trilha Sonora: André Rumjanek e “Says” de Nils Frahm
Duração: 15″
O CHEIRO DA LYCRA – Cia Alysson Amancio
O ‘Cheiro da Lycra’ é uma obra da Cia Alysson Amancio realizada através do Projeto Corpos, Danças (Des) Fronteirizades no Laboratório de Criação em Dança 2021 do Porto Iracema das Artes. Uma pesquisa colaborativa com os artistas Luiz Renato e Kel Maia e tutoria de Fauller. A dramaturgia se faz a partir das memórias do intérprete-criador, seus enfrentamentos de assumir-se gay/bailarino/negro/artista da dança haja vista ter nascido “macho” no interior do Ceará onde as expectativas eram e ainda são, na maioria dos casos, marcadas por estereótipos de gênero. A constante e árdua luta de descolonializar-se da brancacisheteronormatividade.
Ficha Técnica:
Cia Alysson Amancio
Intérprete-Criador: Alysson Amancio
Colaboradores dramatúrgicos: Luiz Renato e Kel Maia
Iluminação: Luiz Renato
Tutoria: Fauller
Fotos: Allan Diniz
Música: Lynn da Quebrada
Poesia: Patativa do Assaré
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( x ) SIM ( ) NÃO – FOCA
Título: Módio
Linguagem: Dança
Público alvo: Público geral.
Resumo: Módio inaugura a Estética do Desequilíbrio, uma das linhas criadas por Paulo Emílio Azevedo. O desequilíbrio na sua perspectiva estética é um contraponto, uma crase; serve para fazer estruturas rígidas (padrões) serem mobilizadas. Tal movimento, molecular, produz então espaços para fazer passar outros corpos, outras formas. Se o padrão é a fôrma, o desequilíbrio é a forma (são as formas). É esse o alicerce no qual se ampara tal ‘estética’; aberturas de espaços físicos ou simbólicos, a fim de fazer com que muros conheçam a queda. Para isso, em Módio, apresentou quatro experimentos diferentes a fim de construção da linguagem; partindo desde a fisicalidade em si do movimento até chegar ao debate cênico sobre determinações morais que incidem no corpo; possibilidades de ruptura ou não desses imaginários.
Ficha Técnica:
Criação e direção: Paulo Emílio Azevedo
Assistente de direção: Paula Lopes
Elenco: Amanda Gouveia, Lucas Zina, Joao Alves, Pedro Brum, Salasar Jr, Zulu Gregorio.
Direção técnica: Filipe Itagiba
Produção: Max Medeiros
Histórico da cia: Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente. Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer.
Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e, agora, com a nova criação, “Virgula” (2022).
Serviço
Data: 18 de junho
Horário: 19h
Classificação: 18 anos
Duração: 60min
Informações:
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 150 pessoas
Local de venda: Sympla
Título: Brutal
Linguagem: Dança
Público alvo: Público geral.
Resumo: Espetáculo de dança no formato de grupo e disposição para palco italiano, o qual dá sequência à investigação cênica iniciada em mÒDIO. Porém em “brUtal”, os contornos se delineiam nas expressões que testemunham os efeitos resultantes de fragmentação do olhar. A forma de olhar o outro (sua cultura, sua forma, seu gesto, outra vez sua aparência) pela metade ou sem a devida oportunidade que a pessoa se (re)apresente autoriza distintas formas de “chacinas” e a produção de “monstros sociais”.
Ficha Técnica:
Criação e direção: Paulo Emílio Azevedo
Assistente de direção: Paula Lopes
Elenco: Amanda Gouveia, Lucas Zina, Joao Alves, Pedro Brum, Salasar Jr, Zulu Gregorio.
Direção técnica: Filipe Itagiba
Produção: Max Medeiros
Histórico da cia: Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente. Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer.
Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e, agora, com a nova criação, “Virgula” (2022).
Serviço
Data: 18 de junho
Horário: 19h
Classificação: 18 anos
Duração: 60min
Informações:
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 150 pessoas
Local de venda: Sympla
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( x ) SIM ( ) NÃO – FOCA
Título: Arraiá Coreográfico Efeitos Vianna
Linguagem: Dança
Público-alvo: Famílias da Tijuca e redondezas
Resumo: O Arraiá Coreográfico Efeitos Vianna é um evento que acontecerá no dia 25 de junho de 2022 no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro com parceria ao Projeto Efeitos Vianna e tem como objetivo fomentar as manifestações culturais do nosso país como também encerrar as atividades do semestre do projeto sociocultural que atende crianças e adolescentes com atividades artísticas e culturais da região do bairro do Alto da Boa Vista.
A festa começa às 14h , no loft do CCO. (com venda de ingressos antecipados). Muitas atividades, brincadeiras e gostosuras vão tomar conta do espaço. Contamos com a parceira da Quadrilha Forrozão Junino que apresentará seu espetáculo garantindo a integração do público e estimulando a celebração de nossa cultura.
Pedimos às pessoas que venham vestidas a caráter, com roupas e adereços tradicionais para garantir o aspecto junino da quadrilha que estamos programando, e também para deixar a festa bem colorida e animada.
Os recursos arrecadados na Festa Junina serão destinados à manutenção e continuidade do projeto.
Ficha Técnica: Direção geral: Ana Carolina Vianna e Elizabete Andrade | Direção artística e coreografia: Projeto Efeitos Vianna
Produção: Projeto Efeitos Vianna
Histórico da cia: O projeto Efeitos Vianna é um projeto social que visa levar a arte a crianças periféricas do bairro do Alto da Boa Vista com aulas específicas de ballet e teatro.
O projeto surgiu em junho de 2016 e desde então segue trabalhando em prol das crianças e adolescentes das comunidades do Mata Machado, Tijuaçu e Agrícola. O objetivo principal do projeto é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos que passam por ele. Queremos dar a essas crianças oportunidades de uma vida pautada na ética do bem e acreditamos que a arte é um dos melhores caminhos para alcançar esse valor.
Serviço
Dia 25/06
Horário:14h
Classificação: livre
Duração: 5h
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 150
Local de venda: Sympla
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
Título: Festival Criativo 2022
Linguagem: Dança
Público alvo: infantojuvenil
Resumo: Resumo:
O festival foi criado com o objetivo de desenvolver a criatividade, autonomia e aperfeiçoamento artístico dos alunos. A intenção do evento é estimular as crianças a entenderem como é o processo criativo de um espetáculo, desde a sua criação até a apresentação para o público. Desse modo, nossos alunos tem a oportunidade de serem solistas, produtores, figurinistas, roteiristas e coreógrafos do festival, mostrando que o mundo artístico pode ser acessível à todos!
Ficha Técnica: Direção geral: Ana Carolina Vianna e Elizabete Andrade | Direção artística e coreografia: Projeto Efeitos Vianna
Produção: Projeto Efeitos Vianna
Histórico da cia: O projeto Efeitos Vianna é um projeto social que visa levar a arte a crianças periféricas do bairro do Alto da Boa Vista com aulas específicas de ballet e teatro.
O projeto surgiu em junho de 2016 e desde então segue trabalhando em prol das crianças e adolescentes das comunidades do Mata Machado, Tijuaçu e Agrícola. O objetivo principal do projeto é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos que passam por ele. Queremos dar a essas crianças oportunidades de uma vida pautada na ética do bem e acreditamos que a arte é um dos melhores caminhos para alcançar esse valor.
Local: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro
Serviço
Dia 26/06
Horário: 16h
Classificação: livre
Duração: 1h cada sessão
Programação presencial
Valor do Ingresso: r$10
Público esperado: 150
Local de venda: Sympla
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
LOFT, ESTÚDIOS E SALA MULTIUSO


Título: “Ancestralidade em Movimento Conexão Mulher: aulas de dança afro”
Linguagem: Dança
Público alvo:
O projeto pretende atingir as comunidades da grande Tijuca e entorno, prevendo um público diversificado com vistas a valorizar as possibilidades de diálogo corporal de forma plural.
As aulas serão gratuitas e pretende-se atingir, por meio de uma divulgação focada, mulheres residentes nas favelas da grande Tijuca e entorno.
Quanto ao recorte étnico, embora não haja qualquer restrição de participação, pretende-se atingir prioritariamente mulheres negras
As aulas são destinadas a pessoas a partir de 10 anos, não havendo limite máximo de idade.
A vivência será dirigida a pessoas com ou sem experiência prévia em dança.
Estima-se a participação presencial de 30 a 50 pessoas (dependendo da adequação ao protocolo sanitário vigente no período de execução do projeto).
Resumo:
O projeto “Ancestralidade em Movimento Conexão Mulher: aulas de dança afro” é uma proposta de vivência corporal com base em princípios filosóficos das culturas Banto e Ioruba transmitidos e ressignificados em terras brasileiras. A dança é pensada aqui como escritura em profunda relação com a cultura.
Nossa estratégia metodológica compreende o estímulo ao lembrar, inventariar, criar e investigar um vocabulário dançado a partir das memórias corporais das participantes e de técnicas transmitidas, no contexto das danças populares, nos espaços formais de aprendizado de dança afro e nos espaços litúrgicos.
Como forma de ampliar as trocas e vivências das participantes, está prevista a presença, em uma aula a cada mês, de professores externos ao projeto.
O curso contará com a colaboração de percussão ao vivo. Para esse diálogo buscamos a parceria do Dembaia, grupo integrado por mulheres percussionistas com um forte trabalho de pesquisa da música negra em especial os ritmos da África Oeste e ampla inserção no cenário artístico.
Ficha Técnica:
Débora Campos de Paula – Coordenadora do projeto e ministrante das aulas.
Grupo Dembaia – Percussão
Letícia de Paula Bento – Professora assistente
Luan Bento- Captação e edição de audio e video
Priscila Pio- Produção executiva
Histórico da cia:
Débora Campos
Artista, intérprete/pesquisadora, professora de dança, coreógrafa, preparadora corporal e diretora cênica. Doutoranda em Filosofia na UFRJ. É a idealizadora do espaço AfroConexões, onde desenvolve atividades artísticas, de docência e pesquisa em cultura e arte afro-brasileira, africana e afro diaspórica, com turmas regulares de vivências corporais: Ancestralidade em Movimento. Ministrou a disciplina Corpo, dança e identidade negra no curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-raciais, PPRER/CEFET. Foi docente da Universidade Estácio de Sá no Curso Politécnico de Dança de Salão, nas disciplinas: Expressão Corporal, Composição e Criação Coreográfica. Integrou o Mulheres em Cena 5a. Edição com a vivência Ancestralidade em Movimento: Conexão Mulher (2021). Ministrou a aula prático-teórica: Escuta Afro Brasileira na disciplina Mitos, Contos e Fábulas no curso de pós-graduação em Arteterapia e Processo de Criação promovido pela Solaris: Arte, educação e saúde (2021). Atua na preparação corporal, coreografia e intérprete do Coletivo Muanes Dançateatro em espetáculos como Mask e Katekô, na direção cênica e preparação corporal do grupo Cine em Canto e do Coral Palavra Cantada RJ, além de ser arte-educadora no Instituto Tear.
Serviço
Data: Todas às quartas-feiras entre 18/05 e 31/08
Horário: 18h às 20h
Classificação: partir de 10 anos
Duração: 2 horas
Informações:
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: Estima-se a participação presencial de 30 a 50 pessoas (dependendo da adequação ao protocolo sanitário vigente no período de execução do projeto). Através da transmissão das aulas pretende-se atingir um público mais amplo.
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( x ) SIM ( ) NÃO – FOCA
TÍTULO: OFICINA DANÇA ALÉM DOS MUROS | COLETIVO DIÁRIO
Linguagem: dança contemporânea e dança afro
Classificação: LIVRE
Resumo da oficina: Todo corpo é capaz de dançar e de se expressar no seu próprio tempo/espaço e na sua especificidade singular. Este é o pensamento de Rodrigo Alcântara e Sofia Serafim, orientadores da oficina Dança Além dos Muros.
Nessa oficina, os profissionais mostrarão que os espaços apresentam suas próprias barreiras, presenteando os estudantes com o desafio de transformá-las em elementos de coatuação. Na nossa vida cotidiana, um grande desafio é administrar o tempo e, por isso, tão valiosa é a experiência de colocar seus corpos para dançar em meio a rotina diária. A oficina de dança africana e dança contemporânea já passou com sucesso pela SP Escola de Teatro, Espaço Cultural Adebankê e AP32 – em São Paulo. Agora ela vem ao Rio para encantar com sua decolonialidade e despertar a percepção do nosso corpo em meio a cidade. A oficina Dança para Além dos Muros nasce com o objetivo de transformar as barreiras da nossa expressão em objeto de estudo. As correlações entre tempo de trânsito, espaço urbano e corpo guiam os participantes numa jornada de autoconhecimento e libertação, trazendo à tona movimentos e expressões muitas vezes desconhecidos ou nunca antes acessados.
SERVIÇO:
- DATA: 03 de Junho de 2022
- Horário: 14h às 17h
- Classificação: livre
- número de vagas: indefinida
- Preço: 20 reais (inteira)
- Link: https://www.sympla.com.br/oficina-danca-alem-dos-muros__1583125
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO – FOCA
TÍTULO: ENSAIO ABERTO “NESTA” | Flora Bulcão
– Linguagem: Dança / Performance
– Público alvo: Profissionais e estudantes de dança, teatro, circo e performance
– Resumo do trabalho:
NESTA, feminino de neste, na gramática da língua portuguesa, se refere a algo no tempo presente. Indicando algo que está próximo, faz também um trocadilho com a palavra nest, do inglês, ninho. A performance NESTA dialoga com temas como o feminino, a maternidade e a ancestralidade. Escorre a dor de um assédio, escorre a menarca, a primeira menstruação. Escorre o próprio filho, descendo pela vagina ou pelo corte de uma operação. Há morte e há vida a cada instante. Mulheres negras morrem mais do que mulheres brancas, mulheres transgênero morrem mais do que mulheres cisgênero. Proponho aqui um processo de fortalecimento feminino, investigando em meu próprio corpo algumas das possibilidades que esse corpo de mulher sofre e/ou pode oferecer.
– release da companhia:
Flora Bulcão é coreógrafa, bailarina e artista multidisciplinar. Mestranda no Programa de Pós-graduação em Dança da UFRJ, é intérprete do Grupo Sats (direção Deisi Margarida e Rodrigo Gondim) e atriz na coletiva Medeias (direção Denise Espírito Santo – IART/UERJ).
Formada em Artes Visuais pela UERJ, criou o trabalho “Algo tão doce”, onde fala de assédio sexual e começa sua pesquisa sobre a cura de traumas a partir da arte. Algo tão Doce foi apresentado em diversas galerias de arte e espaços culturais como Museu de Arte do Rio (Trans-in-corporados), Centro de Artes Helio Oticica (FormAção e PEGA), Z42 (Corpos Críticos), Galpão Bela Maré (Corpos InTrânsito), Espaço Montagem e Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Festival Panorama). Dirigiu e dançou o videodança “Ausente”, apresentado no festival de videodança de São Carlos. Foi bailarina da Cia. da Ideia (direção Sueli Guerra), do grupo Contadores de Estórias (direção Marcos Ribas- Paraty), do Projeto Themselves (direção Jean-Jacques Sanchez) e da Residência Raízes (organizada por Marie Close e Ligia Tourinho). No cinema atuou no filme “O Ornitólogo” (direção João Pedro Rodrigues – PT), e coreografou cena para o filme “A vida invisível” de Karim Aïnouz, além de duas temporadas da novela e o filme “Gaby Estrella”. Dançou nos clipes audiovisuais “Engrenagens”, para a música de Eduardo Seabra, “Visão”, de PC Castilho e “Certezas Inacreditáveis”, de Luiza Borges. Concluiu sua formação em ballet clássico com Nora Esteves e participou de cursos de performance e dança contemporânea em escolas como CMDC (RJ), SNDO (Amsterdã), Tanzfabrik (Berlim) e SEAD (Salzburgo).
SERVIÇO:
- DATA: 04 de Junho de 2022
- Horário: 16h
- Classificação: 18 anos
- número de vagas: 30
- Preço: Gratuito
- Link: https://forms.gle/bgvHMTroNzKcKHq29
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
Título: AVOAPÉ
Linguagem: Dança
Público alvo: pessoas de todas as idades, com as mais diversas histórias e caminhadas, e que sejam sensíveis às expressões artísticas.
Resumo:O espetáculo AVOAPÉ conta os desafios e a aridez da vida do trabalhador brasileiro. Através da dança híbrida e da poesia, Rodrigo Alcântara nos conta a história de tantas e tantas pessoas, que lutam nesse momento contra ainda mais adversidades e desamparo social. Entre folhas, flores e tropeços, Rodrigo segue trilhando os caminhos que reivindica para todes nós e clamando por Njila, pelas Yabás, por suas ancestrais vivas e por seus irmãos da terra. Entre agonias e pandemias, o artista segue resistindo de dentro de casa, das ruas, dos terraços e dos espaços entre artistas independentes. Trilhando seu caminho, um pé atrás do outro, até voltar a alçar vôo. A proposta de encenação do espetáculo “AVOAPÉ” é contar através da dança narrativas sobre as Yabás e a ancestralidade, de modo que os atores tomam outros papéis ao longo da peça, menos o personagem principal, pois sua narrativa é o que conecta todas as histórias. O protagonista é um rapaz que encontra nas adversidades da vida os seus caminhos fechados: falta de acesso e falta de trabalho. Trabalho esse que, para o trabalhador periférico, é uma questão de sobrevivência. Ainda mais para um trabalhador periférico do setor artístico (característica esta que fica evidente no meio do espetáculo em um monólogo). E frente a essas dificuldades, será apresentada a intervenção das Yabás. Orixás que irão socorrer os personagens ao longo do espetáculo.
Ficha Técnica: Direção: Rodrigo Alcântara
Intérpretes: Sofia Serafim, Terená Kanouté, Nayara Romana, Rafael Oliveira e Rodrigo Alcântara
Produção: Camila Silva
Produção: Ellen Vitalino
Assistente de Produção/Recepção: Cassandra Dutra
Cenógrafo e Técnico de Palco: Angeli B
Assistente de Cenografia: Raissa Araújo
Iluminação: Yasmin Santos
Comunicação: Luana Lima
Cronograma:
14h às 17h: Oficina “Dança Além dos Muros” com Rodrigo Alcântara e Sofia, no Loft
17h às 19h: Finalização da montagem de Luz e Cenografia
04/06 (sábado)
14h: Passagem de palco;
18h: Apresentação espetáculo AVOAPÉ
05/06 (domingo)
16h30: Chegada no Centro Coreográfico
18h: Apresentação espetáculo AVOAPÉ Centro Coreográfico
SERVIÇO
Data: 04 e 05 de junho
Horário: 18h
Classificação: Livre
Duração: 35min
Informações:
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: 03/06 Oficina Dança Além dos Muros: R$ 20,00
04 e 05/06 Espetáculo AVOAPÉ: inteira R$ 20,00 | meia R$ 10,00
Público esperado:
Local de venda: https://www.sympla.com.br/avoape-no-centro-coreografico-do-rio-de-janeiro__1583011
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO –
Título: OFICINA CORPO MEMÓRIA
Linguagem: Dança / Oficina
Público alvo: Público geral.
A oficina, de curta duração, propõe, por meio das representações do gesto, da palavra e do movimento, o uso do corpo e da voz como estratégias narrativas, tendo como protagonismo as respectivas biografias dos participantes. Para isso se utiliza da descrição textual, imagética, das atmosferas rítmicas, das cores, dos afetos e, sobretudo, das aberturas que podem ser suscitadas das experiências interpessoais. Experiências costuradas pela presença de um corpo político, um corpo criança, um corpo gente.
Ficha Técnica:
Criação e direção: Paulo Emílio Azevedo
Assistente de direção: Paula Lopes
Professores: Iza Czar, Amanda Gouvêia, Zulu Gregório, João Alvez e Lucas Zina.
Direção técnica: Filipe Itagiba
Produção: Max Medeiros
Histórico da cia: Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente. Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer.
Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e, agora, com a nova criação, “Virgula” (2022).
Serviço
Data: 18 e 19 de junho
Horário: 09h30
Classificação: 18 anos
Duração: 120min
Informações:
Parceria:
Programação presencial
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado: 150 pessoas
Local de venda: Sympla
Título: ODS 9 – Indústria,inovação e infraestrutura e ODS 12 – Consumo e produção responsáveis | Lab.JUV-RIO
Linguagem: Livre
Público alvo:
Resumo: ODS 9 – Indústria,inovação e infraestrutura e ODS 12 -Consumo e produção responsáveis.
Ficha Técnica:O Lab.JUV-RIO é um Laboratório de Inovação que busca romper a exclusão social dos jovens com a intenção de desenvolver metodologias estratégias eficazes através da mediação sociopolítica proposta nas atividades, intervindo nas demandas necessárias para melhorar a qualidade de vida da juventude carioca.
Cronograma: Sábado (18/06/2022)8h30min – Chegada da equipe A partir de 9h45min – entrada dos jovens no espaço09h – Início da atividade 10h30min – intervalo de 15 min12h30min – encerramento
Serviço
Data: 18/06/2022
Horário: 09h às 13h
Classificação:Livre
Duração:4 horas
Informações:
Parceria:CIEDS / Secretaria de Juventude / Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro
Programação presencial: Sim
Valor do Ingresso: Gratuito
Público esperado:90 pessoas ( Sendo 80 jovens beneficiários do Projeto e 10 membros da equipe)
Local de venda:***************
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
Título: Oficina Floormoves
Linguagem: Dança
Público alvo: bailarinos jovens e adultos; profissionais e professores de dança
Resumo:
Floormoves
Metodologia de treinamento para evolução do trabalho de chão. Trabalha o desenvolvimento da consciência corporal para facilitar a fluência de movimentos no chão, através da dinâmica pendular e o controle do fluxo de movimento. Juntamente com movimentações intrínsecas ao ser humano entendido como animal e as bases naturais de movimento, a técnica baseia-se na absorção de impacto, redirecionamento de energia para continuidade de movimento através do fluxo e imprevisibilidade.
Ficha Técnica: Professor Mario Perdomo
Histórico da Cia: não aplicável
Serviço
Data: 19 de junho de 2022
Horário: 14 às 17:00
Classificação: livre
Duração: 3 horas
Informações:
Parceria: projeto aprovado no edital cultura presente nas redes 2 – SECEC
Programação presencial
Valor do Ingresso: oficina gratuita
Público esperado: entre 20 e 30 pessoas
Local de venda: inscrições por email ainda a ser criado.
Recursos:
O evento faz parte de algum programa de fomento da SMC ou utiliza a Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS Rio de Janeiro – LEI Nº 5.553/13)? Em caso afirmativo informe o nome do programa de fomento.
( ) SIM ( x ) NÃO
