Os vídeos deste final de semana apresentam pesquisas artísticas que foram apoiadas pelo Centro Coreográfico através da cessão de espaço para residências, firmando parcerias sólidas e mantendo o compromisso com a continuidade dos trabalhos em dança na cidade do Rio de Janeiro.
FRONTEIRAS INVISÍVEIS – I Mostra de Obras e Pesquisas do Programa de Pós-graduação em dança da UFRJ
Criação a partir da exploração dos temas ESPAÇO e TEMPO, das urgências de exílio e da ideia de que corremos para ganhar tempo e perdemos espaço. A pesquisa também busca experimentar a partir do vazio de dentro de cada participante. Residência artística que inclui a apresentação do duo Plantar Flores na Autopista, de Lígia Tourinho e Marie Close e uma oficina montagem para criação de uma nova performance com 20 artistas da cidade, dirigida por Marie Close. A parceria entre as artistas foi iniciada em 2016, quando se conheceram no Brasil. Marie Close estava em residência artística no país e realizou alguns workshops sobre o Life/Art Process® -LAP nos cursos de Dança da UFRJ, onde Lígia Tourinho é professora.
O Projeto é uma continuidade da residência Raízes (2017 – UFRJ, Rio de Janeiro) e do duo Plantar Flores na Autopista (2018 – Bruxelas, Bélgica)
Link: http://abre.ai/fronteirasinvisiveis

MUNDANO – Júlia Franca
Que mundo queremos? Porque podemos ou não construir o mundo que buscamos?
MUNDANO traz essas indagações, refletidas pela temática do ser aéreo e do ser terrestre, e demarcadas pelas eternas dualidades que rodeiam as questões humanas: céu/terra, corpo/alma, razão/emoção.
Ao som de Pink Floyd, a obra solo de circo-dança, dirigida e interpretada por Julia Franca, questiona como o ser humano, carregado de memórias e desejos, se relaciona com as coisas à sua volta. Fala de como movemos e nos deixamos ser movidos, sempre buscando o equilíbrio. Mas talvez seja no próprio desequilíbrio onde resida o verdadeiro êxtase humano…
Link: https://vimeo.com/311279484/c76c39d25f

CASTELO d’ÁGUA – Os Dois Cia de Dança
A presença imaginária da água é constante em todo o percurso
da coreografia
Espessamentos de uma linha curva
“Em ‘Castelo d’Água’ são pontos e linhas, linhas e pontos.
Continuamente, eu e meu Castelo d’água.
Momentos de delicadeza e intimidade.
Aqui a caixa d’ água é meu objeto partner.”
Link: http://www.youtube.com/watch?v=NHUkqTAQqKs

