I Semana Criadores Negros na Dança – 24 de abril

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PROGRAMAÇÃO DIA 24 DE ABRIL

Oficina Raízes do Movimento. Um treinamento corporal com foco na fisicalidade da encenação com Fernanda Dias

É uma proposta circular de pensar corpo, movimento e encenação transpassando pela estética negra.  É uma vivência físico/ corporal, de memória e estética que se destina a oferecer ao corpo, outras possibilidades corporais que irá favorecer os processos de criação de movimento e gesto na encenação artísticas. O foco principal desta ação é experimentar e vivenciar os movimentos das danças negras, entendendo a sua importância milenar e social no mundo e inserir essas potências nos processos artísticos, dialogando com temas que atravessam essa proposta, arte, corpo negro e identidade.

Data: 24/04
Horário: 10h às 11:30h
Ministrante: Fernanda Dias 
Público Alvo: Artistas que usam o corpo para a dança e para a encenação
Classificação Etária: 16 anos
Vagas: 40

 

Oficina de Dança Afro Brasileira com Charles Nelson

A dança Afro existe desde que o primeiro negro pisou no Brasil, ou seja, teve sua origem através dos negros escravos. A dança Afro Brasileira é constituída de movimentos de cabeça, ombros, quadril, juntamente com outros movimentos e ritmos do folclore brasileiro, como: Maracatu, cafezal, lundu, frevo, samba de roda, entre outros, inclusive a dança dos orixás. Como uma forma de expressão artística, baseada nas tradicionais danças negras, que vem se desenvolvendo há algum tempo, sobretudo no Rio de Janeiro.

Data: 24/04 Terça-feira
Horário: 14h às 15:30h
Ministrante: Charles Nelson
Público-Alvo: interessados em geral
Classificação Etária: 16 anos
Vagas: 40

 

Oficina Dança Afro-Contemporânea baseada nos Pés de Dança de Orixás com ADUNI Cia de Dança Afro-Contemporânea

Oficina de Dança Afro-Contemporânea, baseada nos Pés de Dança do Orixá Ogun a partir do método desenvolvido por Mônica da Costa desde 2011. Preparação corporal com laboratório de movimento, experimentação e compreensão da energia de Ogun, danças tradicionais de Ogun no terreiro na nação Ketu-Oyó, pesquisa gestual, mito e processo criativo.

O método de dança afrocontemporanea, baseado nos pés de danças de orisás e ancestres, em diálogo com os vocabulários pessoais de movimento e histórias de cada artista, aluno ou intérprete, o trabalho lança mão de princípios e ferramentas criadas pela coreógrafa; com práticas que fazem dialogar os pés de dança com elementos do body mind centering, do sistema laban-bartenieff e da abordagem sistêmica do gesto expressivo, o método colabora para o desenvolvimento e apropriação singular de cada corpo em cada momento, para pesquisa gestual e de movimento e a composição coreográfica.

Data: 24/04
Horário: 16h às 17:30h
Ministrantes: Monica da Costa, Erika Villeroy e Raphael Arah (ADUNI Cia de Dança Afro-Contemporânea)
Público-Alvo: interessados em geral
Classificação Etária: 16 anos
Vagas: 40

 

Roda de conversas: Os discursos negros na Dança-educação: relações entre as ações afirmativas e a lei 10.639 no fortalecimento das danças de matriz africana nas escolas.

Participações: Jéssica Castro, Hagata Viana Pires, Pedro Bárbara, Luanda Oliveira e Valéria Monã.

Data: 24/04
Horário: 19h às 21h
Público-Alvo: interessados em geral
Classificação Etária: Livre
Vagas: 150
Valor: Gratuito

 

Performance: A Força Feminina no Jongo (curta metragem) + Performance Tessituras.

Projeto AWA Conexões

Intérprete criadora: Jéssica Castro

A performance Tessituras, narra por meio do corpo mulher e corpo tambor, nuances de uma escrevivência…
Ela se fez!
E no seu ressoar, um protagonismo negro; nas linhas do tempo ancestral, no pulso toque de um ventre tambor.
E no ciclo da terra, pés e umbigadas; escritas de um corpo, bandoleios inebriados embriagados, e agraciados pelo  ecoar do machado, vibram Jongo.
“Vovó não quer casca de coco no terreiro, porque me fez lembrar os tempos do cativeiro…”

Data: 24/04
Horário: 21h às 21:30
Público-Alvo: interessados em geral
Vagas: 150
Valor: Gratuito

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